MEIO Grupo de artistas reunidos pelo pensamento da dança, refletindo sobre modos de existir na cidade. C

“Assim, numa cidade entulhada e ofendida, pode, de repente, surgir uma lasca de luz, um sopro de vento. E aí está, hoje,...
12/02/2025

“Assim, numa cidade entulhada e ofendida, pode, de repente, surgir uma lasca de luz, um sopro de vento. E aí está, hoje, a Fábrica da Pompeia, com seus milhares de frequentadores, as filas na choperia, o solarium do deck, o bloco esportivo, a alegria da fábrica destelhada que continua: pequena alegria numa triste cidade”. (Lina Bo Bardi)

Fazemos coro ao que a própria Lina diz, quando somamos nossos corpos-paisagens criados para MATÉRIAS MOVEDIÇAS: ação acoplamento, no SESC Pompéia essa semana. Estaremos tornando tudo quanto é superfície, em coloridas e exuberantes curvas. Seremos seres movidos por sopros de ar. Um tal de empurra, esconde, balança, torce, estoura, engole e atiça. Um estar com a arquitetura, a fagocitando e brincando. Um convite para imaginar mundos.

De 13 a 16 de Fevereiro
Quinta a domingo às 16h

Diversos espaços da unidade

Com .ala

Na assistência .mayumi

Gratuito, é só chegar!

Há aproximadamente 6 anos, seguindo com a pesquisa de pensar e fazer corpos-paisagens que disputem outros imaginários na...
10/02/2025

Há aproximadamente 6 anos, seguindo com a pesquisa de pensar e fazer corpos-paisagens que disputem outros imaginários na cidade, o grupo MEIO começou a criar um novo trabalho, algo que pudesse caminhar entre o sexy e o lúdico, que é bem a cara dessa turma aqui.

Demorou um pouco, mas cá estamos para anunciar que quinta-feira tem ESTREIAAAA no

Estamos muito felizes de poder seguir com esse processo e dividir pela primeira vez esses seres coloridos pelos espaços de convivência do Sesc.

MATÉRIAS MOVEDIÇAS: ação acoplamento é um trabalho que tensiona a escala desumanizada e a desproporcional volumetria das ditas “grandes cidades” e provoca a pretensão dos prédios eretos e das largas vias, ao brincar de criar corpos-paisagens rugosos, pequenos e bem-humorados. São seres que ousam deslocar-se rasteiros frente à monumentalidade urbana. Curvos, cromáticos e cheios de ar, grupo MEIO cria para si distintos exoesqueletos de anatomia mole, ao usarem vestíveis de meia arrastão e bexigas. Movem-se pelos chãos das ruas, rampas e escadas ou mesmo acoplam-se em esquinas, prédios e estátuas, e às vezes, estouram. Ruidosas e resilientes, essas matérias movediças desafiam as humanas crenças racionais, criticam as retilíneas cidades imortais e convocam forças imaginativas. Ser um pouco bactéria, fruta, rio, nuvem ou até órgão e mover com a consciência que algo se perderá no caminho.

FICHA TÉCNICA
Direção Artística e Criação: Carolina Canteli, Everton Ferreira e Iolanda Sinatra
Performance: Carolina Canteli, Everton Ferreira, Iolanda Sinatra, Maria Basulto e Mariana Molinos
Figurino: grupo MEIO
Produção Executiva: Iolanda Sinatra
Assistentes de montagem e produção: Tati Mayumi, Julia Lacerda e Victor Isidro (Vicc)

AMANHÃ TEM AÇÃO DO GRUPO MEIO NAS RUAS 🎈O ensaio aberto de MATÉRIAS MOVEDIÇAS: ação acoplamento, tem como foco revelar u...
16/09/2024

AMANHÃ TEM AÇÃO DO GRUPO MEIO NAS RUAS 🎈

O ensaio aberto de MATÉRIAS MOVEDIÇAS: ação acoplamento, tem como foco revelar um corpo-paisagem cujo estado de brincadeira, prazer e inventividade surge a partir de um vestível de bexigas coloridas e meias-arrastão. A performer nesta ação, usa desse exoesqueleto mole e torna-se um ser múltiplo e cheio de ar, que com humor, aparece para aqueles que estão em estado de caminhada pelas escadarias da Fonte dos Desejos rumo ao vale do Anhangabaú ou em estado de pausa pelo gramado da Praça Ramos de Azevedo. Grupo MEIO pretende com esse trabalho trazer volumes, geometrias curvas e cores, ao contrário do que habitualmente se vê na paisagem cinza da cidade. Algo inusitado, esférico, cromático e que se move por acoplamentos, espalhamentos e rolamentos. É uma criação que tensiona a monumentalidade e retilineidade das rígidas arquiteturas, com suas escalas nada humanas e suas violências simbólicas.

Essa atividade faz parte da Mostra dos residentes 2o Semestre de 2024 do

VEM!

Data: Dia 17/09, às 12h

Local: Escadarias do Vale do Anhangabaú (em caso de chuva o ensaio acontecerá nos corredores do CRDSP)

Tempo de duração: Até 20 min

Direção Artística e Criação: Carolina Canteli, Everton Ferreira e Iolanda Sinatra
Performer: Iolanda Sinatra
Figurino: grupo MEIO
Produção Executiva: Iolanda Sinatra

Classificação etária: Livre

Hoje às 18h, a convite da  , participaremos de uma fala junto ao grupo Desembargadores do furgão, para discutirmos sobre...
20/07/2024

Hoje às 18h, a convite da , participaremos de uma fala junto ao grupo Desembargadores do furgão, para discutirmos sobre modos de criação e organização a partir da coletividade.

Logo após, às 21h, acontecerá a apresentação “E o que fizemos foi ficar lá ou algo assim” com a Cia Acidental de Teatro.

Quem quiser conferir de pertinho será no Teatro Paulo Eiró, é só chegar!

Estamos de volta!!Neste domingo dia 19/05, nós do grupo MEIO e artistas convidades, vamos dar uma “viradinha” de 180° na...
17/05/2024

Estamos de volta!!
Neste domingo dia 19/05, nós do grupo MEIO e artistas convidades, vamos dar uma “viradinha” de 180° na Virada da Solidariedade com o

Começamos às 12h50 na calçada do Prédio João Bricola (em frente ao Teatro Municipal).

Pra quem ainda não conhece, ‘180’ é uma intervenção de dança em que os intérpretes vestidos de agasalhos coloridos e utilizando máscaras de grama artificial, se colocam em um local de grande fluxo de pedestres da cidade. Essas criaturas não identificáveis geram um ponto de destaque visual em meio ao cenário urbano já tão diverso e controverso, e reforçam um contraponto em relação a mobilidade dos centros urbanos, uma vez que o fazer/estar dos intérpretes não está implicado nas ações de correr, falar, vender, comprar, passar por, mas sim permanecer num único ponto realizando um giro de 180º em torno de si próprio em um período de 30 minutos.

Direção Artística: Carolina Canteli, Everton Ferreira e Iolanda Sinatra

Performance: Carolina Canteli, Everton Ferreira, Iolanda Sinatra, Maria Basulto, Mariana Molinos, Afonso Costa, Douglas Opara, Gui Nobre, Karen Marçal, Karina Zichelle, Lua Dias, Venâncio Cruz, Victor Isidro (vicc), Wini Bueno Lippi e Ynã Oru Florydo

Produção: Iolanda Sinatra e Mariana Dias

Alô alô 2024! Bora iniciar os trabalhos?!Essa semana que entra, finalizamos o projeto Corpos-paisagens e o Tempo Espiral...
14/01/2024

Alô alô 2024! Bora iniciar os trabalhos?!

Essa semana que entra, finalizamos o projeto Corpos-paisagens e o Tempo Espiralar com a exibição de Matérias Movediças + Bate-papo com grupo MEIO na sala de cinema da Oficina Cultural Oswald de Andrade.

Matérias Movediças é uma obra em que corpos e objetos coexistem em uma paisagem concebida para abrigar sonhos efêmeros e terrenos instáveis. O grupo MEIO desenvolve uma narrativa fictícia guiada pela natureza vibrátil das coisas, ressaltando que a vibração permeia qualquer matéria. Trata-se de uma criação que aspira proporcionar uma experiência de dança repleta de detalhes visuais microscópicos e macroscópicos, juntamente com viagens sonoras, como se fosse conduzida pelo fio de energia que alimenta a obra. Isso envolve a fusão da trilha sonora com a sonoridade emanada do corpo-paisagem do próprio espectador.

Matérias Movediças também destaca a ideia de que um local se transforma da mesma forma que as noções da anatomia e da vida humana estão constantemente em estado de transição.

revelar o invisível pela vibração que atravessa todas as matérias.
redes de conexão entre corpos-coisas.
fenômenos que informam suas forças como uma nuvem cinza que anuncia a chuva, ou o trovão que se vê e se escuta um pouco depois.
mundos que se conectam por uma comunicação não-verbal.
vibrar vibrar vibrar vibrar e transformar é a lei desse universo.

Ficha técnica
Direção Artística: Carolina Canteli, Everton Ferreira e Iolanda Sinatra
Direção Audiovisual: Lucas Reitano
Pesquisa e Criação: Carolina Canteli, Everton Ferreira, Iolanda Sinatra, Lucas Reitano e Maria Basulto
Edição de som: Olívia Fiusa
Produção: Tetembua Dandara
Artistas Colaboradores: Bruno Levorin, Clarissa Sacchelli e Nina Giovelli
Produção do projeto: Júnior Cecon

Esta ação integra o projeto “Corpos-paisagens e o tempo espiralar” do Grupo MEIO, contemplado pela 33ª edição do Programa de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo.

17/01 - Quarta-feira - 19h

Vagas: 30 ingressos - Retirada com 1 hora de antecedência

Encerrando a residência “Corpos-paisagens: corpos que atravessam os fluxos da cidade” realizaremos a intervenção urbana ...
04/12/2023

Encerrando a residência “Corpos-paisagens: corpos que atravessam os fluxos da cidade” realizaremos a intervenção urbana 180 juntes a 30 artistas convidades.

Será nos dias 6 e 7 de Dezembro (quarta e quinta) às 11h30 no Viaduto do Chá.

‘180’ é uma intervenção de dança em que os intérpretes vestidos de agasalhos coloridos e utilizando máscaras de grama artificial, se colocam em um local de grande fluxo de pedestres da cidade. Essas criaturas não identificáveis geram um ponto de destaque visual em meio ao cenário urbano já tão diverso e controverso, e reforçam um contraponto em relação a mobilidade dos centros urbanos, uma vez que o fazer/estar dos intérpretes não está implicado nas ações de correr, falar, vender, comprar, passar por, mas sim permanecer num único ponto realizando um giro de 180o em torno de si próprio em um período de 30 minutos.

Com










unte rila



Liana Cunha
d1lua






ferraz





ala




Arte gráfica:
Colaborador audiovisual: Lucas Reitano

No próximo sábado, dia 25 de Novembro, receberemos a performer e teórica Eleonora Fabião para a ação "Coisas que precisa...
20/11/2023

No próximo sábado, dia 25 de Novembro, receberemos a performer e teórica Eleonora Fabião para a ação "Coisas que precisam ser feitas": experimentação artística e imaginação política.

Estamos muito felizes de poder realizar a abertura da residência “Corpos-paisagens: corpos que atravessam os fluxos da cidade” com esta ação e tornar público para todes es interessades.

A ação acontecerá no das 14h às 17h, não é necessário inscrição prévia.

Eleonora Fabião é performer e teórica da performance. Realiza ações, exposições, palestras, leciona e publica internacionalmente. Trabalha em contextos diversos: bienais, festivais de dança, teatro e, sobretudo, nas ruas. Coisas que precisam ser feitas (Performa Biennial, Nova York 2015) é o título de um trabalho e, também, um modo de referir-se à prática. Professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Pesquisadora CNPq-nível 2.

Amanhã é o último dia de inscrições para participar da Residência Corpos- Paisagens: Corpos que atravessam os fluxos da ...
12/11/2023

Amanhã é o último dia de inscrições para participar da Residência Corpos- Paisagens: Corpos que atravessam os fluxos da cidade.

Quem vem com o grupo MEIO?

Link na bio!

O grupo MEIO abre chamamento para selecionar 30 pessoas para participar da residência artística "Corpos-paisagens: corpo...
02/11/2023

O grupo MEIO abre chamamento para selecionar 30 pessoas para participar da residência artística "Corpos-paisagens: corpos que atravessam os fluxos da cidade", cujo foco está em investigar a pesquisa continuada do grupo acerca da multiplicidade de formas de perceber o que são corpos-paisagens e como estes traduzem modos de ser/estar na cidade. Para além deste conceito em constante transformação, este será debatido e vivido a partir da intervenção urbana "180", na qual os residentes junto ao grupo MEIO ao final da residência, realizarão 2 apresentações de "180" no viaduto do chá.

A residência requer que todes es participantes tenham disponibilidade para o seguinte cronograma:

25/11 das 14h às 17h - sábado - Com Eleonora Fabião
27/11 a 01/12 das 10h às 13h - segunda a sexta - Com grupo MEIO
04/12 a 07/12 das 10h às 13h - segunda a quinta - Com grupo MEIO

Cada participante receberá, após a participação em todos os encontros, um cachê no valor de R$ 1200,00 que será pago mediante apresentação de nota fiscal pelo serviço prestado, sendo de empresa própria ou de empresa em que faça parte do quadro societário. Não serão aceitas NFs de terceiros.

Não é necessária formação em dança, apenas a disponibilidade em estar em todos os encontros. Em caso de ausência não justificada/comunicada com antecedência ao grupo, consideraremos como desistência e portanto, outra pessoa da lista de espera será chamada para integrar a atividade, cedendo os direitos ao valor de cachê na sua integralidade ao novo participante. Em caso de ausência justificada, só será permitida em uma única ocasião, na segunda falta outra pessoa da lista de espera também será chamada.

Inscrições abertas até o dia 13 de Novembro.

Participantes selecionades receberão um e-mail até o dia 17 de Novembro

Mais informações pelo e-mail [email protected]

Formulário disponível no link da bio

No próximo dia 06/11 às 19h teremos a conversa com Danilo Patzdorf sobre “Corpo e neoliberalismo: a crise da sensibilida...
30/10/2023

No próximo dia 06/11 às 19h teremos a conversa com Danilo Patzdorf sobre “Corpo e neoliberalismo: a crise da sensibilidade e a reparação sensorial”.

Danilo tem colaborado com Grupo MEIO no atual projeto Corpos-paisagens e o tempo espiralar, enquanto artista-educador, pensando/fazendo a meditação como ato de desobediência coreográfica. Ele vem atuando em suas aulas prático-teóricas em como incitar potências poéticas, políticas e terapêuticas frente aos desafios de viver no século XXI. Na atual conversa, Danilo nos convida a pensar e reservar um tempo do nosso dia, tal qual reservamos para práticas somáticas, a fim de debater sobre:

"Além das crises econômicas, políticas, sanitárias, ambientais e subjetivas, nosso sofrimento também decorre da crise da sensibilidade que fragiliza nossa capacidade de sentir e representar o presente, bem como da crise estética que mediocriza nossa capacidade de imaginar um futuro possível, assim como da crise da alteridade que vilipendia nossa disponibilidade ao outro, erodindo os mecanismos sensíveis, sensoriais e sensuais que habilitam nosso discernimento a assimilar e criticar a realidade. Nesse sentido, poderiam os saberes e fazeres das artes do corpo, formalizados nas últimas décadas, ampararem, sensorial e criticamente, o lento processo de refazimento dos laços íntimos e coletivos continuamente desfiados pelos modos de viver capitalistas? De que maneira a experiência estética poderia remembrar o corpo e a mente, a sensação e o pensamento, o eu e o outro, a força e a forma, o indivíduo e a comunidade?"

Danilo Patzdorf é artista, educador e pesquisador do corpo. Autor do livro “Sobre aquilo que um dia chamaram corpo: corporalidade nas ambiências digitais” (Ed. Letramento, 2019), é doutor em Arte-educação (eca/usp). Por acreditar que a parte mais legal do fazer artístico não é o "mostrar", mas sim o "sentir com", tem se dedicado a criar e conduzir experiências somáticas em grupo para acessarmos coletivamente os estados extra-ordinários de percepção de si, do outro e da realidade, por meio do yoga, da dança e da massoterapia.

Link da transmissão na bio

Estão abertas as inscrições para os encontros “MEDITAÇÃO COMO DESOBEDIÊNCIA COREOGRÁFICA”, um ciclo de 4 encontros práti...
30/08/2023

Estão abertas as inscrições para os encontros “MEDITAÇÃO COMO DESOBEDIÊNCIA COREOGRÁFICA”, um ciclo de 4 encontros prático-teóricos para experimentarmos a potência poética, política e terapêutica do simples ato de permanecer imóvel no espaço público e privado. Cruzando saberes e fazeres do yoga, da dança e da performance, investigaremos de que maneira nossos corpos e mentes estão aderindo acriticamente à frenética aceleração do viver imposta pela digitalização e pelo neoliberalismo, reconhecendo a “coreo-política” (cf. Lepecki) que condiciona (ou determina?) nossos movimentos a uma agitação onto-cinética no contexto urbano-ocidental-capitalista. Nesse sentido, o adoecimento psicofísico generalizado, agravado pela pandemia, estaria associado a esse descompasso entre o ritmo orgânico da carne e o ritmo maquínico da informação? Se sim, como desobedecer coreograficamente aos automatismos (gestuais e desejantes) que fragilizam os elos simbólicos e sensoriais que nos conectam com o outro (solidariedade), consigo (propriocepção) e com o cosmos (espiritualidade)? Para tanto, nos relacionaremos com o silêncio, com o chão, com o escuro, com o toque e com a meditação, a fim de acariciarmos o indeterminado.

Com
De 12/09 a 03/10, terças das 9h às 12h

Inscrições pelo formulário da bio até o dia 05/09.

Endereço

115 Rua Barão Do Bananal
São Paulo, SP
05042-000

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando MEIO posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para MEIO:

Compartilhar

Categoria