Outra Dança

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[CRÍTICA DE MINUTO]⠀Ser | Cia Ballet Paraisópolis⠀“‘Ser’ se apega na força do coletivo para falar do cotidiano. É lindam...
11/04/2026

[CRÍTICA DE MINUTO]⠀
Ser | Cia Ballet Paraisópolis

“‘Ser’ se apega na força do coletivo para falar do cotidiano. É lindamente comum e, nesse espaço, encontra sua luz. Carrega uma forte genealogia, dos bons mestres da coreógrafa Danielle Rodrigues, em reverência que segue adiante no calor dos bailarinos, que agora continuam essa história. Do carro do ovo ao cachorro que se coça na rua, ‘Ser’ faz um manifesto da perturbação e da delícia de existir, numa proposta ao mesmo tempo universal e específica, e em nenhum momento genérica. É sobre a luz da existência, iluminada nas ladeiras e nos quadris, das histórias, da gente, e da festa de Paraisopolis.”⠀

A Cia Ballet Paraisópolis vai amadurecendo em seus programas, suas obras e sua dança. A atualização dos elencos e a mistura de bailarinos formados pelo projeto com outros vindo de diversas histórias ajuda também a fortalecer o olhar pra esse lugar e essa força de origem, que se demonstram, ainda mais, nas obras feitas por coreógrafos que também tem contato próximo com o projeto formativo. É o caso de ‘Ser’, de Danielle Rodrigues, que conhece bem o espaço, a proposta, e os bailarinos, e agora compartilha com o público nessa obra o encanto de como vê isso tudo.

/ .doc .tarrago

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[CRÍTICA]Unwaltz / Sospiri / Stol | Balé Teatro Guaíra⠀“Em casa, a temporada do Guaíra com orquestra mostra caminhos fun...
29/03/2026

[CRÍTICA]
Unwaltz / Sospiri / Stol | Balé Teatro Guaíra

“Em casa, a temporada do Guaíra com orquestra mostra caminhos fundamentais pra uma linhagem da dança contemporânea, reafirmando o papel do grupo como protagonista nacional dessa cena.”

O programa triplo do Balé Teatro Guaíra, com coreografias de Mathieu Guilhaumon, Luiz Fernando Bongiovanni e Alessandro Sousa Pereira acompanhado pela Orquestra Sinfônica do Paraná em regência de Luiz Gustavo Petri é assunto de crítica nova lá no Outra Dança! Link na bio!

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📷 .foto
danca | Crítica de Dança | por ⠀
(em Curitiba a convite do Teatro Guaíra)

arte cultura instadance

[CRÍTICA DE MINUTO]⠀60 Grãos | Cia de Dança Palácio das Artes⠀“Cafeinada e hiperativa, a obsessão de composição musical ...
28/03/2026

[CRÍTICA DE MINUTO]⠀
60 Grãos | Cia de Dança Palácio das Artes

“Cafeinada e hiperativa, a obsessão de composição musical de Beethoven encontra a obsessão de composição coreográfica de Alex Soares em uma obra precisa, impactante e de extremo bom gosto para a Cia de Dança Palácio das Artes. O elenco nos segura na tensão, em constante estado de alerta, pra simular o efeito intenso de um café forte. Aquece e acalanta, como um bom café, mas desperta, quase nos grita pra prestar atenção, permanecer ligado, e perceber os detalhes que a manipulação e as escolhas, às vezes obsessivas, trazem para a criação artística.”⠀

Nem toda obra surge em calma e paz, muitas são fruto de esforço e tensão. Não dá pra saber se esse foi o processo criativo de 60 graus, mas certamente é o processo de assistir ao trabalho, que, desde sua abertura, se esforça pra criar uma relação de alerta, de nervoso. E prende o olhar, à espera do próximo movimento, num desenho minucioso, que cobra uma execução precisa, e uma dedicação atenta. No programa “Impulsos”, ’60 Grãos’ vem acompanhada de uma comédia de comentário de costumes que transforma tipos sociais em personagens de RPG: o “Plot” de Alan Keller. O conjunto mostra a força do elenco da CDPA e de seu repertório atual, carregado na variedade e na relevância dos artistas que a encontram.

/ .pedroso + barbaramaia.art xiscastro cristhyanpimentel .ivanov kaikynevesiy

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📷 e Paulo Santos

[CRÍTICA DE MINUTO][MITsp 2026]  Vogue Funk | Patfudyda - Quafá Produções“Misturando o baile funk e o vogue ball, Patfud...
25/03/2026

[CRÍTICA DE MINUTO]
[MITsp 2026]
Vogue Funk | Patfudyda - Quafá Produções

“Misturando o baile funk e o vogue ball, Patfudyda coloca os holofotes em potentes artistas das danças de movimentos periféricos, mostrando o tamanho dos talentos que por muito tempo não foram vistos em espaços de validação como os de uma Bienal de Dança, e frequentemente permanecem nas beiras de alguns circuitos. A variedade artística e estética e a potência técnica transbordam o reconhecimento de seu pertencimento aos palcos. Mas aqui é a colagem de universos que mostra o impacto do convívio, do contato, e a potência da festa e da celebração como formas de resistência e expressão artística e cultural.”

[‘Vogue Funk’ fez parte da programação da mostra MITbr, dentro da XI , 2026. Aqui, um repost integral da crítica escrita na ocasião da Bienal Sesc de Dança 2025.]

A visibilidade é o melhor remédio contra os apagamentos. O agito e o tamanho da expectativa por ‘Vogue Funk’ na Bienal mostram que o talento desses artistas quer ser visto, tem público, cativa, interessa, e muda e move a dança. Cenas que já foram consideradas completamente fora dos circuitos têm se mostrado não só o nascedouro de talentos, mas também o alimento pra novos caminhos da dança. Ainda temos muito a aprender com tudo o que já foi feito por esses artistas e nesses espaços, mas essa tomada dos palcos que temos presenciado nos últimos anos é símbolo de um momento e um movimento que sabe da sua força e do seu talento, e não aceitará ser considerado menos. O corre das gatas é uma forma artística de existência. Pura resistência cultural, política e social.

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📷 Rubens Tamashiro

[CRÍTICA DE MINUTO]⠀[MITsp 2026]  TA Sobre Ser Grande | Corpo de Dança do Amazonas⠀⠀“Intricada construção visual de Mári...
14/03/2026

[CRÍTICA DE MINUTO]⠀
[MITsp 2026]
TA Sobre Ser Grande | Corpo de Dança do Amazonas⠀

“Intricada construção visual de Mário Nascimento, diretor do Corpo de Dança do Amazonas, ‘TA - Sobre Ser Grande’ coloca os bailarinos do CDA em uma exploração do próprio corpo, que se transforma em exploração do território. É o palco, mas também o próprio Amazonas, entendido pela perspectiva dos Tikunas, que reconhecem sua imensidão em tamanho, intensidade, abundância, grandeza. Grandeza que nutre, forma e sustenta, e explora seu lugar no mundo a partir do contato com a improvisação da trilha sonora realizada ao vivo, na elaboração de uma referência inesperada e refrescante de origem, de pertencimento, e de potência.”⠀

[‘TA - Sobre Ser Grande’ fez parte da programação da Convocatória Nacional da mostra MITbr, dentro da XI , 2026. Aqui um repost e ampliação da crítica originalmente escrita na ocasião da estreia do espetáculo em 2021 (abertura do Festival de Dança de Joinville e do Festival Paralelo 16), e de sua passagem por São Paulo no encerramento da Semana Paulista de Dança do MASP de 2022]

/ .coreografo

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[CRÍTICA DE MINUTO]play!ground | São Paulo Companhia de Dança“Em ‘play!ground’ Letícia Forattini coreografa a partir do ...
13/03/2026

[CRÍTICA DE MINUTO]
play!ground | São Paulo Companhia de Dança

“Em ‘play!ground’ Letícia Forattini coreografa a partir do gosto e da experiencia da sala de aula, verdadeiro parque de diversões de bailarinos. Quase uma piada interna, o trabalho transpira sentido pra gente que dança, e pra gente que acompanha dança - colocando um sorriso de canto nessa espiada pra dentro do mundo (um tanto mágico, mas absolutamente concreto) de onde surge a dança. Uma carta de amor à sua profissão, aos seus colegas, e à sua experiência, ‘play!ground’ marca um ciclo poético e significativo da carreira da criadora, que usa aquilo que ela gosta e conhece bem para mostrar sua inteligência coreográfica.”

Nesse momento em que a própria SPCD vai vendo de forma mais notável a passagem do tempo (e a transição de elencos), é uma ocasião de pura doçura encontrar em cena um trabalho como ‘play!ground’. A coreógrafa nos fala do gosto da sua experiência, compartilhando com esse jovem elenco a mesma sensação de potência, de expectativa, e de satisfação pelo espetáculo e pela vida de bailarino. Se o Ateliê da SPCD é historicamente um espaço pra vislumbrarmos um futuro, entre coreógrafos, elencos, e até tendências da dança da companhia, a edição de 2026 deixa uma marca forte e um saldo positivo em seus resultados.

/ .o .andr4de layne_lins .c

📷 .en.quadros

[CRÍTICA DE MINUTO]Atômico | São Paulo Companhia de Dança“A brilhante estreia de Sérgio Galdino para o Ateliê da São Pau...
11/03/2026

[CRÍTICA DE MINUTO]
Atômico | São Paulo Companhia de Dança

“A brilhante estreia de Sérgio Galdino para o Ateliê da São Paulo Companhia de Dança, coloca a potência de um elenco inteiro masculino numa cena meio bicho, deslizando pela lama e tropeçando entre as raízes de um mangue, também com trilha de manguebeat, pra fazer uma proposta que grita brasilidade com a mesma força com que lança as pernas dos bailarinos pelo ar. É um Brasil menos óbvio, e que encanta plateias daqui e deve encantar muitas pelo exterior, porque carrega essa referência verdadeira e bem trabalhada, coreografada de um jeito que faz o corpo ir junto, entregue ao sorriso de assistir a um grande conjunto de acertos.”

“Atômico” tem uma percepção não só daquilo que é bom e que a gente quer ver, mas do tipo de obra que a São Paulo Companhia de Dança precisa no repertório nesse momento. Reafirmando o papel fundamental do Ateliê na história e nos processos da SPCD, o trabalho de Sérgio Galdino ajuda a explicar porque precisamos desse tipo de companhia, e desse tipo de investimento na dança brasileira. O resultado do trabalho é poético, é gostoso de assistir, e tem potencial notável pra seduzir públicos e entrar pra categoria de obras que não conseguimos esquecer.

/ Fernando Silva, .o .andr4de Pedro Henrique Kelly,

📷 .en.quadros

[APCA DANÇA 2025 - INDICADOS 2ºSem]⁣⁣Em reunião no dia 14 de dezembro, a Comissão de Dança da APCA selecionou os indicad...
27/12/2025

[APCA DANÇA 2025 - INDICADOS 2ºSem]⁣⁣

Em reunião no dia 14 de dezembro, a Comissão de Dança da APCA selecionou os indicados do segundo semestre de 2025 em seis das categorias que serão premiadas após a assembleia geral da associação, no final de janeiro. Nossos parabéns a todos os indicados!

⁣Votaram: .queiros.jor .poesianocorpo
⁣⁣
Nas imagens, e de um jeito mais organizado lá no Outra Dança (link na bio! - tá junto das críticas) você vê a lista completa, por categoria.⁣⁣danca | por ⁣⁣
⁣⁣
ESPETÁCULO
“Ibejada”
“Nosso Baile”
“Piracema”

COREOGRAFIA / CRIAÇÃO
e Wilson Alef “Percursos Paradoxais”, .oficial
“Céu de Pêssego”
Rodrigo Pederneiras e coreografia de “Piracema”

ELENCO
“CRM”
“Estalo”
“Quando Somos Quando”

INTERPRETAÇÃO
“Ibejada”,
“Colibri”
“Requiem de Fauré”

PRÊMIO TÉCNICO
e Cenário de “Supernada EP02”,
e Cenografia de “Ibejada”,
Cenário de “Piracema”,

PROGRAMA / MEMÓRIA / PROJETO / DIFUSÃO
Batucada,
Equipe de Pesquisa Curatorial da : .jours .couto , Paula Souza e Vinicius Souza
Minas de Ouro,


cultura instadance premio apca 2025

[CRÍTICA DE MINUTO][Bienal Sesc de Dança]Couraça | Leônidas Portella“Couraça é um ritual que desloca o Touro Encantado d...
05/10/2025

[CRÍTICA DE MINUTO]
[Bienal Sesc de Dança]
Couraça | Leônidas Portella

“Couraça é um ritual que desloca o Touro Encantado das dunas dos lençóis maranhenses pras praças. Seu feitiço é complexo. Sonoro, visual, coreográfico. Começa por uma entrega que é de absoluto sacrifício, misturando o boi e seu miolo (o brincante que move o boi). Transformados em um só, é o próprio boi que passa a brincar o São João. O brilho colado na pele, junto com o brilho nos olhos, sela a mágica. Quando ele se aproxima do público e nos convida para sua festa, nós também fazemos parte do feitiço. Enfeitiçados, também enfeitiçamos o tempo, pra criar espaço pra festa, pra música, pra beleza e pra devoção.”

Bordada no corpo do performer em quatro horas, essa couraça de boi dá vida à lenda maranhense: ao ser atingida, a estrela na testa do Touro Encantado desperta Dom Sebastião e a prosperidade. Quando ele nos encontra, nos coloca na brincadeira, e de leve nos toca, esperamos que o encanto também grude na nossa pele e na nossa vida. ‘Couraça’ é uma performance sutil, que borda tempos e espaços.

/ .portella

Crítica de Minuto | .danca | por
na Bienal Sesc de Dança a convite do Sesc SP


📷 Samuel Macedo /

[CRÍTICA DE MINUTO][Bienal Sesc de Dança]Le Bizu | Clarin Cia de Dança“Numa Bienal toda de baile, ‘Le Bizu’ da Clarin Ci...
04/10/2025

[CRÍTICA DE MINUTO]
[Bienal Sesc de Dança]
Le Bizu | Clarin Cia de Dança

“Numa Bienal toda de baile, ‘Le Bizu’ da Clarin Cia de Dança encontra seu lugar ideal. No meio da sexta-feira, do caminho e da passagem das pessoas, cria um bailinho só de sucessos de outras eras, que tem um efeito imediato de cativar o público e despertar memórias. O melodrama da trilha sonora, toda do repertório popular, se transforma em movimento: lânguido, sofrido e suado, de desencontro, saudade e paixão. O público, que vai aumentando a cada música, canta e dança junto, e vai se lembrar deliciosamente de como a dança pode fazer sentido pra si, nesse contexto, nesse baile que convida e transporta.”

‘Le Bizu’ realmente tem uma cara saudosista. Meio baile, meio show, ele te grita “liga pra sua mãe, pra sua tia, pra sua avó, e mostra isso, porque ela vai gostar, porque ela quer ver, porque essa dança tem sentido pra ela”. Feito para o público, o trabalho escapa de um círculo específico que costuma restringir a programação de um evento como esse. Mas uma bienal de baile se rendeu, e o resultado mostra o efeito e a importância de uma bienal para o público, não só para curadores e convidados.

/ .brandao71 , .ramoos + .mansor

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na Bienal Sesc de Dança a convite do Sesc SP


📷 Brum Catarine / Rafaela Felix

[CRÍTICA DE MINUTO][Bienal Sesc de Dança]Minas de Ouro | Carmen Luz“Em uma procissão que surge contornando a Basílica do...
03/10/2025

[CRÍTICA DE MINUTO]
[Bienal Sesc de Dança]
Minas de Ouro | Carmen Luz

“Em uma procissão que surge contornando a Basílica do Carmo, um grupo de passistas toma as ruas e praças do centro de Campinas. No espaço, elas reconstróem monumentos, que ocupam para contar suas histórias, a partir de seu contato com o samba, e do estigma sobre elas, reconhecidas como corporalmente e sexualmente monumentais, e raramente recebendo a mesma consideração enquanto artistas. Entre a dança e o depoimento, com placas que alertam e questionam as formas como são vistas, mostram a riqueza de sua história, o valor de sua arte, a nobreza de sua experiência, e a importância de sua cultura.”

A Performance Monumento de Carmen Luz reconstrói o espaço público e coloca em evidência a mulher negra do samba. Não como produto de exportação, não como produto de exploração, mas como riqueza, patrimônio, encanto e reconhecimento. Não só seus corpos, mas suas histórias são esculturais, e são trazidas à praça, ao palco e aos olhos dos que acompanham essa procissão. Entre uma Ave Maria em samba e o Guarani de Carlos Gomes, nesse espaço e nesse contexto, somos convidados a questionar as honras, as homenagens, e os monumentos da nossa história, a partir da nossa gente, dos nossos ancestrais e de suas estratégias e tecnologias.

/ .rodrigues28 .araujo +

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na Bienal Sesc de Dança a convite do Sesc SP


📷 Marcello Ferreira

[CRÍTICA DE MINUTO][Bienal Sesc de Dança]Vogue Funk | Patfudyda - Quafá Produções“Misturando o baile funk e o vogue ball...
02/10/2025

[CRÍTICA DE MINUTO]
[Bienal Sesc de Dança]
Vogue Funk | Patfudyda - Quafá Produções

“Misturando o baile funk e o vogue ball, Patfudyda coloca os holofotes em potentes artistas das danças de movimentos periféricos, mostrando o tamanho dos talentos que por muito tempo não foram vistos em espaços de validação como os de uma Bienal de Dança, e frequentemente permanecem nas beiras de alguns circuitos. A variedade artística e estética e a potência técnica transbordam o reconhecimento de seu pertencimento aos palcos. Mas aqui é a colagem de universos que mostra o impacto do convívio, do contato, e a potência da festa e da celebração como formas de resistência e expressão artística e cultural.”

A visibilidade é o melhor remédio contra os apagamentos. O agito e o tamanho da expectativa por ‘Vogue Funk’ na Bienal mostram que o talento desses artistas quer ser visto, tem público, cativa, interessa, e muda e move a dança. Cenas que já foram consideradas completamente fora dos circuitos têm se mostrado não só o nascedouro de talentos, mas também o alimento pra novos caminhos da dança. Ainda temos muito a aprender com tudo o que já foi feito por esses artistas e nesses espaços, mas essa tomada dos palcos que temos presenciado nos últimos anos é símbolo de um momento e um movimento que sabe da sua força e do seu talento, e não aceitará ser considerado menos. O corre das gatas é uma forma artística de existência. Pura resistência cultural, política e social.

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Crítica de Minuto | .danca | por
na Bienal Sesc de Dança a convite do Sesc SP


📷 Rubens Tamashiro

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São Paulo, SP

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