Teatro do Incêndio

Teatro do Incêndio Foi fundada em 12 de Janeiro de 1996 com a estreia do espetáculo "Baal - O Mito da Carne". As vés
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Grupo teatral | 25 anos de existência | 10 anos de pesquisa continuada

Sediados no Bixiga/SP - Território em transform[ação]. Sonhadores no Projeto Sol-te - teatro para crianças e adolescentes.

“Sou encruzilhada, sou porta de entrada. Sou correnteza da vida, esquina cortada: Ave, Bixiga!", projeto em processo contemplado pela 36ª edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo.

Endereço

Rua Treze De Maio, 48
São Paulo, SP
01327-000

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 13:00 - 22:00
Terça-feira 13:00 - 22:00
Quarta-feira 13:00 - 22:00
Quinta-feira 13:00 - 22:00
Sexta-feira 13:00 - 22:00
Sábado 10:00 - 23:00
Domingo 17:00 - 23:00

Telefone

+551126093730

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Our Story

O Teatro do Incêndio nasceu em 1996, com a estreia de “Baal – O Mito da Carne”, de Bertolt Brecht, em uma antiga fundição de ferro no bairro de Pinheiros em São Paulo. A peça cumpriu uma história de 2 anos, com temporadas no Teatro Oficina, Oficina Cultural Oswald de Andrade e apresentações em 10 unidades do Sesc pelo interior e Sesc Vila Mariana. Em sua primeira formação, foi batizado de Teatroaostragos (como um “Canto do Bode”) e mudou seu nome para a encenação de “Beatriz Cenci” (“LesCenci”), de Antonin Artaud, em 2000, na Funarte, em homenagem a trilogia de Roger Vitrac, companheiro de Artaud no Teatro Alfred Jarry.

O grupo tem como característica o mergulho em linguagens diversificadas e vanguardas históricas, construídas ao longo de 20 anos de experimentações, sempre tendo como objetivo um estudo do ser humano encarcerado na engrenagem de uma civilização castradora, mantendo seu enfoque no cidadão afetado por valores artificiais criados pela sociedade.

Em sua trajetória, que completa 20 anos em 2016, procurou dar voz a autores como Jean Genet (“O Balcão” – TBC, 1997), Bertolt Brecht, (A Boa Alma de Setsuan – Teatro Sérgio Cardoso, 2005, “Na Selva das Cidades” – Funarte, 2009 e “Baal – O Mito da Carne), AntoninArtaud (“Beatriz Cenci- Funarte, 2000”), Marques de Sade ( A Filosofia na Alcova – Funarte, 1999), Friedrich Von Schiller (“Joana D’Arc – A Virgem de Orleans” – Bibi Ferreira, 2011), Zeno Wilde (“Anjos de Guarda” – TBC, 2001), além de peças de autoria própria, buscando sempre uma filosofia social capaz de estimular o pensamento divergente e despertar a atitude no espectador. Suas peças buscam a síntese do momento social, numa espécie de criação nômade, abrangendo mais de uma linguagem ao mesmo tempo e tendo a música ao vivo composta especialmente ou emprestada e relida como aliada importante nessa composição de ideias.

A atual fase do grupo teve início em 2011, após ser contemplado pela primeira vez pela Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, em sua 18ª edição, com o projeto “São Paulo: Cidade Surrealista”. O projeto contou com parceria do Museu da Língua Portuguesa para promover um curso sobre surrealismo, que culminou em dois espetáculos no ano de 2012, reabrindo a casa noturna Madame Satã e permanecendo em cartaz por 10 meses com “São Paulo Surrealista” e "São Paulo Surrealista 2 – A Poesia Feita Espuma”. Os espetáculos tiveram mais de 180 apresentações em 3 temporadas e apresentações no interior, Sesc Piracicaba e outras cidades, além de ter tido em seu elenco 27 jovens oriundos de oficinas de treinamento do grupo na Oficina Oswald de Andrade por meio de ocupação artística do espaço. Ainda dentro do projeto realizou um ciclo de leituras de textos surrealistas na Funarte de onde surgiram duas m***agens dos textos de Rene de Obaldia, “A Baby Sitter” (Sesc Pinheiros, 2013) e “Fim de Curso” (Teatro do Incêndio, 2013 e Sesc Piracicaba, 2014), traduzidas especialmente para o grupo por Clara Carvalho e Claudio Willer.