16/03/2026
Alguns encontros continuam acontecendo no tempo.
Conheci Bel Santos Mayer em 2019, no curso de Gestão Cultural do . Foi ali que contei em público, pela primeira vez, a história da minha relação com a leitura e da escuta generosa da minha mestra Lídia Zózima.
Naquele momento eu ainda nem imaginava que um dia publicaria um livro.
O tempo passou.
O livro nasceu.
E a vida fez seus próprios caminhos.
A Telma .telma, da Diálogos, entregou meu livro para a Bel.
Algum tempo depois recebi um presente inesperado: um vídeo dela lendo um trecho do poema Planta que Cura.
Fiquei profundamente feliz.
Como se algo tivesse sido plantado.
Neste fim de semana, finalmente nos encontramos novamente.
Dessa vez fui eu quem levou a poesia até ela, numa pequena intervenção dessas que invento para que os poemas possam atravessar o cotidiano e chegar nas pessoas.
E então ela me contou algo que me atravessou:
Que leu esse poema para sua a mãe e que ele fez parte de um momento muito especial.
Naquele instante entendi mais uma vez que a poesia faz caminhos que a gente não controla.
Ela passa de mão em mão,
de voz em voz,
de coração em coração.
E segue fazendo aquilo que nasceu para fazer:
curar.
Bel você é uma árvore bonita, frondosa, e saiba que também sou seu fruto!
Estou por aqui.
Conte comigo.
Abraços!