Massapê Projetos

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Massapê Projetos Massapê Projetos é uma plataforma gerida por artistas em São Paulo.

Atualmente conta com 6 artista com ateliês fixos (Alexandre Dip, Bruno Romi, Fabiana Preti, Guilherme Borsatto, Mano Penalva, Rafael Santacosta)

Próximo sábado, 01 de agosto, o Massapê recebe Novas Poéticas com a exposição Acontecimentos de Corpos dos artistas:Ana ...
26/07/2026

Próximo sábado, 01 de agosto, o Massapê recebe Novas Poéticas com a exposição Acontecimentos de Corpos dos artistas:
Ana Kawajiri toni.o.drt
Carolina Neves Raphael
Dea Toledo ••Artes Cotidianas
Giba Gomes
Giovanna Mitrani
ieda iane | artista visual
karla
Mariana Longo
Marion De Martino
Neyde Joppert
nicole leite

Curadoria:

Thaís Bambozzi
Omar Porto

Produção
dmrco

Dj Set:
Psychedelic Disco Collective

O Novas Poéticas apresenta sua nova exposição em São Paulo, dando continuidade ao percurso iniciado em Buenos Aires e reunindo uma nova seleção de obras de 12 artistas de diferentes regiões do Brasil. Dedicado ao desenvolvimento de práticas artísticas contemporâneas, o programa, estruturado a partir de dinâmicas colaborativas, amplia o diálogo entre diferentes contextos culturais por meio desta nova itinerância.

Último dia! Exposicao das artistas Germana Monte-Mór  e Mari Ra com texto de Pollyana Quintella Estaremos até 18h! A mos...
25/07/2026

Último dia! Exposicao das artistas Germana Monte-Mór e Mari Ra com texto de Pollyana Quintella

Estaremos até 18h!

A mostra reúne, pela primeira vez, a pintura de Germana Monte-Mór e de Mari Ra. Separadas por quase quatro décadas, as duas artistas convergem no interesse por formas amplas e sinuosas, que não se acomodam ao plano e tensionam os limites entre figura e fundo, forma e significado. Em ambas, a abstração jamais se resolve na geometria pura; ela roça a paisagem e o corpo, e guarda a memória da terra e da matéria. Germana Monte-Mór (1958) construiu, ao longo dos anos 1990, uma obra em que o asfalto, matéria densa, extraída do que jaz sob o nosso chão, desenha e impregna o papel e o tecido. Suas massas negras avançam sobre o claro como arquipélagos ou formações sedimentares, condensando uma temporalidade lenta. Na produção recente, essa investigação abriu-se à cor e ganhou uma profundidade que já não é ilusória, mas literal: a superfície passa a ser recortada, e as aberturas cavadas na tela expõem planos cromáticos sobrepostos. O que antes era clareira insinuada no betume torna-se, agora, escavação de fato, e a pintura assume a espessura de um relevo. Mari Ra (1996), por sua vez, parte da cor vibrante e de um repertório visual popular de fachadas, fantasias e objetos da vida cotidiana para compor imagens de rara força magnética, situadas entre a ordenação geométrica e a livre fabulação. Suas linhas serpenteadas delineiam corpos possíveis: uma curva pode ser montanha ou moringa, e é nessa ambiguidade que a pintura respira. Seus jogos de forma e contraforma conduzem o olhar por percursos contínuos, em que contornos se aproximam sem jamais se tocar, mantendo a imagem no campo da sugestão e da metamorfose. Em ambas, é na borda, ou seja, no contorno onde uma forma termina e outra começa, que a pintura acontece. Reunindo obras já existentes e trabalhos inéditos, a mostra explora essa linguagem algo compartilhada, atravessada por diferenças e singularidades, reencontrada no espaço. foto EstudioEmObra

A exposição-instalação Revoada apresenta os desdobramentos recentes da pesquisa de Andre Barion (1996), cuja prática art...
24/07/2026

A exposição-instalação Revoada apresenta os desdobramentos recentes da pesquisa de Andre Barion (1996), cuja prática articula desenho, pintura e costura para investigar a elaboração formal da imagem. Em sua prática, as superfícies são construídas pelo recorte, sobreposição de tecidos pintados. Elementos figurativos — como folhas, flores e pássaros — são reorganizados estruturalmente, operando como glifos. Nesse processo, a costura atua como medida de tempo físico e conformação material, transformando o tecido em um campo de construção espacial.
Essa investigação adquire presença escultórica através da instalação que dá título à mostra. Suspensa horizontalmente, a obra cria um teto sobre o ambiente, sustentada por uma malha de cabos de aço. Nela, o artista organiza setenta pares de aves dispostos em uma grade losangular. A geometria da composição remete ao voo sincronizado de um bando, definindo uma organização espacial precisa.
Contudo, a rigidez aparente da malha é tensionada pela composição de cada elemento. Embora compartilhem o mesmo contorno, cada par de aves se revela um brasão singular, construído com variações de cor e textura na matéria. O olhar que percorre a sala transita entre a percepção da grande estrutura geométrica e o reconhecimento das diferenças em cada peça.
Revoada sobrepõe o sentido literal do bando à gíria para encontros festivos. Fixados espacialmente, os casais de aves sugerem aproximações velozes condensadas no tempo físico da costura. A instalação opera nesse limite: a imobilidade da grade de cabos de aço em contraste direto com a vibração estrutural e individual de cada composição têxtil.

Foto EstudioEmObra

Amanhã! Último dia para visitar a exposição de Germana Monte-Mór em diálogo com Mari Ra e texto de Pollyana Quintella . ...
24/07/2026

Amanhã! Último dia para visitar a exposição de Germana Monte-Mór em diálogo com Mari Ra e texto de Pollyana Quintella . Na sala verde temos REVOADA de Andre Barion ! Estaremos abertos de 14 às 18h!

Obrigado a todos que vieram as exposições de Germana Monte-Mór e Mari Ra com texto de Pollyana Quintella e Revoada de An...
18/07/2026

Obrigado a todos que vieram as exposições de Germana Monte-Mór e Mari Ra com texto de Pollyana Quintella e Revoada de Andre Barion ! Ficamos em exibição até o dia 25 com agendamento pelo dm no Instagram!

Esperamos vocês hoje às 14h para abertura da mostra de Germana Monte-Mór Mari Ra com texto de Pollyana Quintella mano se...
18/07/2026

Esperamos vocês hoje às 14h para abertura da mostra de Germana Monte-Mór Mari Ra com texto de Pollyana Quintella

mano segue nosso release!

A mostra reúne, pela primeira vez, a pintura de Germana Monte-Mór e de Mari Ra. Separadas por quase quatro décadas, as duas artistas convergem no interesse por formas amplas e sinuosas, que não se acomodam ao plano e tensionam os limites entre figura e fundo, forma e significado. Em ambas, a abstração jamais se resolve na geometria pura; ela roça a paisagem e o corpo, e guarda a memória da terra e da matéria. Germana Monte-Mór (1958) construiu, ao longo dos anos 1990, uma obra em que o asfalto, matéria densa, extraída do que jaz sob o nosso chão, desenha e impregna o papel e o tecido. Suas massas negras avançam sobre o claro como arquipélagos ou formações sedimentares, condensando uma temporalidade lenta. Na produção recente, essa investigação abriu-se à cor e ganhou uma profundidade que já não é ilusória, mas literal: a superfície passa a ser recortada, e as aberturas cavadas na tela expõem planos cromáticos sobrepostos. O que antes era clareira insinuada no betume torna-se, agora, escavação de fato, e a pintura assume a espessura de um relevo. Mari Ra (1996), por sua vez, parte da cor vibrante e de um repertório visual popular de fachadas, fantasias e objetos da vida cotidiana para compor imagens de rara força magnética, situadas entre a ordenação geométrica e a livre fabulação. Suas linhas serpenteadas delineiam corpos possíveis: uma curva pode ser montanha ou moringa, e é nessa ambiguidade que a pintura respira. Seus jogos de forma e contraforma conduzem o olhar por percursos contínuos, em que contornos se aproximam sem jamais se tocar, mantendo a imagem no campo da sugestão e da metamorfose. Em ambas, é na borda, ou seja, no contorno onde uma forma termina e outra começa, que a pintura acontece. Reunindo obras já existentes e trabalhos inéditos, a mostra explora essa linguagem algo compartilhada, atravessada por diferenças e singularidades, reencontrada no espaço.

Esperamos vocês para REVOADA de Andre Barion 18/07, próximo sábado! Foto Anderson Couto Andre Barion desenvolve uma prát...
16/07/2026

Esperamos vocês para REVOADA de Andre Barion 18/07, próximo sábado!

Foto Anderson Couto

Andre Barion desenvolve uma prática artística estruturada a partir da relação entre desenho, costura, pintura e instalação. Sua pesquisa investiga as relações entre ornamentação, estrutura e imagem por meio da elaboração de superfícies têxteis construídas com tecidos pintados, recortados e sobrepostos. Transitando entre obras bidimensionais e escultóricas, Barion utiliza a repetição de motivos
orgânicos — como folhas, flores e pássaros — para criar sistemas visuais complexos que aproximam o artifício humano da natureza. Em seu processo, a costura atua como medida de
tempo físico e estruturação material, transformando o tecido em um campo expandido de linguagem e construção simbólica.

Nesse sábado, 18 de Julho, esperamos vocês para abertura de Revoada de Andre Barion A exposição-instalação Revoada apres...
15/07/2026

Nesse sábado, 18 de Julho, esperamos vocês para abertura de Revoada de Andre Barion

A exposição-instalação Revoada apresenta os desdobramentos recentes da pesquisa de Andre Barion (1996), cuja prática articula desenho, pintura e costura para investigar a elaboração formal da imagem. Em sua prática, as superfícies são construídas pelo recorte, sobreposição de tecidos pintados. Elementos figurativos — como folhas, flores e pássaros — são reorganizados estruturalmente, operando como glifos. Nesse processo, a costura atua como medida de tempo físico e conformação material, transformando o tecido em um campo de construção espacial.

Próximo sábado, 18 de Julho, temos a alegria em receber a exposição das artistas Germana Monte-Mór  e Mari Ra com texto ...
14/07/2026

Próximo sábado, 18 de Julho, temos a alegria em receber a exposição das artistas Germana Monte-Mór e Mari Ra com texto de Pollyana Quintella

A mostra reúne, pela primeira vez, a pintura de Germana Monte-Mór e de Mari Ra. Separadas por quase quatro décadas, as duas artistas convergem no interesse por formas amplas e sinuosas, que não se acomodam ao plano e tensionam os limites entre figura e fundo, forma e significado. Em ambas, a abstração jamais se resolve na geometria pura; ela roça a paisagem e o corpo, e guarda a memória da terra e da matéria. Germana Monte-Mór (1958) construiu, ao longo dos anos 1990, uma obra em que o asfalto, matéria densa, extraída do que jaz sob o nosso chão, desenha e impregna o papel e o tecido. Suas massas negras avançam sobre o claro como arquipélagos ou formações sedimentares, condensando uma temporalidade lenta. Na produção recente, essa investigação abriu-se à cor e ganhou uma profundidade que já não é ilusória, mas literal: a superfície passa a ser recortada, e as aberturas cavadas na tela expõem planos cromáticos sobrepostos. O que antes era clareira insinuada no betume torna-se, agora, escavação de fato, e a pintura assume a espessura de um relevo. Mari Ra (1996), por sua vez, parte da cor vibrante e de um repertório visual popular de fachadas, fantasias e objetos da vida cotidiana para compor imagens de rara força magnética, situadas entre a ordenação geométrica e a livre fabulação. Suas linhas serpenteadas delineiam corpos possíveis: uma curva pode ser montanha ou moringa, e é nessa ambiguidade que a pintura respira. Seus jogos de forma e contraforma conduzem o olhar por percursos contínuos, em que contornos se aproximam sem jamais se tocar, mantendo a imagem no campo da sugestão e da metamorfose. Em ambas, é na borda, ou seja, no contorno onde uma forma termina e outra começa, que a pintura acontece. Reunindo obras já existentes e trabalhos inéditos, a mostra explora essa linguagem algo compartilhada, atravessada por diferenças e singularidades, reencontrada no espaço.

Conheça os artistas da próxima exposição: 18 de Julho! Germana Monte-Mór (Rio de janeiro, 1958), vive em São Paulo. Na s...
09/07/2026

Conheça os artistas da próxima exposição: 18 de Julho!

Germana Monte-Mór (Rio de janeiro, 1958), vive em São Paulo. Na sua produção plástica Germana investiga há 40 anos a forma através de pesquisa de matérias diferentes e inusitados. Nos últimos 15 anos se concentrou mais numa produção de pintura explorando uma diversidade de materiais como a tinta a óleo, bastão oleoso, asfalto, e pigmentos soltos que criam superficies aveludadas, explorando assim um universo cromático e suas possíveis combinações. Nas séries “Fendas e Buracos” os relevos tridimensionais intensificam essa relacao de cor e forma desafiando a percepcao visual.
A pesquisa da artista em torno da forma continua a se expadir, agora mantendo um diálogo constante entre um cromatismo forte de contrastes e a exploração de superficies com texturas diversas.
Germana é representada pela Galeria Leme em São Paulo e Galeria Albuquerque Contemporânea em BH.

Endereço

Rua Fortunato, 68
São Paulo, SP
01224-030

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