31/08/2026
As mesmas redes sociais que ampliaram rapidamente a visibilidade do método Pilates, também estimularam a criação de um ambiente muito perigoso para o praticante de Pilates.
A explosão de novos estúdios, gerou urgência em formar de novos profissionais que por vezes chegam ao mercado de trabalho com um fundamentação fraca, pouco tempo de treinamento no próprio corpo e um conhecimento raso do método Pilates.
O que vemos hoje é uma geração que, acostumada a buscar respostas rápidas, encontra nas redes sociais novas trends e movimentos “aesthetics”.
A falta de bases sólidas no método, experiência em aula e até de controle dos equipamentos está gerando aulas com técnica pobre, resultados baixos, execuções inseguras e muitos acidentes.
Quem se lesiona é o cliente final.
Quem perde é a comunidade do Pilates, que há anos vem lutando para estabelecer essa prática como segura e eficiente.
Esse foi um pedacinho da discussão levantada pela com os palestrantes .jaramillo.pilates
e trago no vídeo um trecho da resposta da , que nos mostra que a tecnologia por si nunca foi o problema.
Plataformas de educação continuada podem aproximar o profissional de um bom conteúdo em Pilates.
Sim meus amigos, chegamos ao ponto do absurdo de precisar dizer a um profissional com diploma de ensino superior que Instagram não é sala de aula.
Em tempo, f**a o aviso: este problema não é exclusividade do Brasil.