08/08/2026
DIGA NÃO AO FEMINICÍDIO: UM GRITO QUE VEM DO SAMBA!
Importante, atual e cheio de representatividade, o número “Diga Não ao Feminicídio”, da Ala de Passistas da Milênio, traz para a avenida a história de muitas mulheres que enfrentam diferentes formas de violência.
Por meio da dança, do samba "O abre-alas que elas vão passar" e da interpretação, essa apresentação é um grito de alerta e conscientização, que nos lembra que combater a violência contra a mulher é responsabilidade de todos: familiares, amigos, comunidade e sociedade.
Os números mostram a urgência desse debate.
No primeiro semestre deste ano, 142 mulheres foram vítimas de feminicídio no estado, um aumento de 70% em relação ao mesmo período de 2022.
E ontem, 7 de agosto, a Lei Maria da Penha completou 20 anos. Duas décadas de uma legislação que se tornou um dos principais instrumentos de prevenção e enfrentamento à violência feminina doméstica e familiar.
Mas você sabe o que a Lei Maria da Penha considera violência?
🟣 Física — empurrar, bater, chutar, machucar.
🟣 Psicológica — ameaçar, humilhar, controlar, perseguir ou provocar medo.
🟣 Sexual — obrigar a mulher a ter relação sexual ou praticar atos se***is contra sua vontade.
🟣 Patrimonial — controlar, esconder ou destruir dinheiro, documentos, celular, objetos e outros bens.
🟣 Moral — ofender, caluniar, difamar ou injuriar.
Violência não é só quando deixa marca no corpo. Ela também pode acontecer por meio do controle, da ameaça, da humilhação, da destruição dos bens e da retirada da liberdade.
E é justamente essa realidade que o número “Diga Não ao Feminicídio” coloca em cena.
Nas apresentações, Bombom já foi vendedora, motogirl e dona de casa.
O elenco já representou mais de 30 profissões, entre elas doméstica, costureira, gari, atendente de telemarketing, mecânica, médica, bailarina e muitas outras.
F**a aqui a mensagem e o posicionamento da Milênio sobre a violência contra as mulheres.