21/08/2026
Chamar alguém pelo próprio nome é uma forma simples — e poderosa — de demonstrar respeito, praticar a escuta ativa e humanizar o cuidado.
Em um ambiente hospitalar, onde tantas pessoas podem se sentir invisíveis, dizer o nome é também reconhecer identidade, história e dignidade — seja de um paciente, acompanhante ou profissional da saúde.
É isso que o Dr. Miojo, personagem de Clerson Pacheco, coloca em prática aqui: a escuta ativa e a escuta lúdica como ferramentas de cuidado.
Porque, quando alguém realmente se dispõe a ouvir, a mensagem é clara:
“Eu vejo você. Eu reconheço você. E a sua história importa.”
No fim, cuidar também é saber ouvir.