Marli Takeda, vive e trabalhada em São Paulo, formada pelo Centro Universitário Belas Arte de SP, com cursos de extensão na Escola de Comunicação e Artes – USP. Reaproveita materiais gráficos, sobretudo películas adesivas em seu processo de investigação há anos, que habitam na pintura, objeto e instalação/ arte ambiental com a participação interativa do público. O roteiro inclui na sua construção
a associação de um conhecimento com o acaso, a incerteza, o inesperado, a improvisação e a interferência dos convidados que desviam a obra do projeto inicial. Explora intercâmbios de experiências, com intuito de significar e materializar a fluidez do tempo, por meio de registros de experiências vividas coletivamente. Apresenta as felpas em seus trabalhos mais recentes com o propósito de evocar outras sensações visuais e táteis. Existem conteúdos preservacionistas com princípios que orientam o comportamento humano no sentido de respeitar normas e valores essenciais da realidade social. Dentre suas exposições Individuais destacam-se (2021) “Cartografias” e “Mapa linear” na Fundação Michie Akama - Centro Educacional Pioneiro, São Paulo, Brasil, (2019) “Conexão I, II e III” no ICC School-ICC 外語学院,Tóquio, Japão. (2018) “Entrelaçamento Cultural” na Downtown Doral Charter Elementary School, Flórida, EUA. (2016) “Quimono em Re-vista” Pinacoteca de São Bernardo do Campo, Brasil. (2014) “A Estética da Tolerância” na AP'ARTE Galeria de Arte Contemporânea, Porto, Portugal. ” na Galeria A Hebraica, São Paulo, Brasil. (2012) “Percurso Flexibilidade e Desencobrimento” no Mosteiro de São Bento de São Paulo, Brasil (2011 a 2013) Companhia Metropolitana de São Paulo, São Paulo, Brasil. Suas obras integram o acervo do Mosteiro de São Bento de São Paulo, Fundação Michie Akama, Pinacoteca de São Bernardo do Campo, Centro Cultural e Histórico Mackenzie, Joh Mabe Espaço Arte & Cultura e Unesp, Downtown Doral Charter Elementary School, Flórida, EUA, ICC Language Schools - ICC 外語学院 Tóquio, Japão e Jornal Nikkey/Nippak, São Paulo, Brasil.