Além de ser o fã numero 1 da Xuxa, ele também comanda a empresa Ultrafarra que distrubui remédios por todo o Brasil, é o fundador da Igreja Bola de Névoa, já fez revolução à francesa e recentemente lançou seu partido (PCC) na legenda e venceu a candidatura a prefeito de São Paulo (o que lhe rendeu a capa da Forbes). Estudos recentes revelaram (após sua morte) que ele veio de outro mundo, o que lhe
rendeu uma identidade alienígena. Sendo assim, foi eleito por unanimidade o novo papa e agora de fato completa sua tão malígna missão de dominação mundial. Nas horas vagas faz long sets de micro house, house, techno, deep e downtempo. De toda a pluralidade multimídia do DJ Paulo Tessuto nasceu o Carlos Capslock, um mix de DJ, viral, personagem e performer. O nome veio de uma brincadeira entre amigos, enquanto a imagem é de um nerd, Deformador de Opiniões e designer de teclados, alguém que convida todos os grupos a participarem dos eventos e uma parte integral da identidade visual do projeto. A comunicação é feita de um modo irreverente, viral e ácida, através de telenovelas, fanzines, montagens e toda uma gama de artifícios para dialogar com o público através da internet. Essa interação também ocorre durante o evento, onde são estimulados os pensamentos críticos por parte do público a respeito dos inúmeros problemas do cotidiano em nossa cidade, estado e país, tais como mobilidade, arte urbana, ocupação de espaços públicos e política higienista. Já o evento, em si, transpira com mesmo fervor e intensidade durante sua realização quanto o empenho colocado em sua divulgação. A musicalidade da Carlos Capslock é um blend hipnótico de sonoridade minimalista, techno, nudisco, downtempo, house e um toque de evolução constante que oferece aos frequentadores a uma experiência inovadora e destoante do cenário local. Complementando, a festa abre espaço para as performances mais variadas, projeções independentes e reúne uma gama diversificada de pessoa procurando se divertir, se expressar e se conhecer. Esse viés subversivo continua com um dos objetivos da Carlos Capslock: revitalizar o centro de São Paulo promovendo e apoiando eventos gratuitos em várias localidades. Entre eles o RIVOTRIO (a versão “trio elétrico” do Capslock, e participações na Virada Cultural na Cracolândia (2012) e também no Anhangabaú da Felicidade (2013). No outro lado do espectro, em 2013 o evento fez um tour pela capital germânica de Berlin, tocando em vários clubes mundialmente famosos como Tresor, Golden Gate, Wilde Renate, Sisyphos entre outros. O conhecimento adquirido rendeu uma participação na exposição “Zeitgeist: A Arte da Nova Berlim”, realidade em 2015 na CCBB-BH, promovendo promovendo uma edição que retratou a cena cultural eletrônica da cidade Alemã. Devido a uma grande experiência de seus produtores em promover esta edições itinerantes, a Carlos Capslock é uma festa totalmente democrática, capaz de se adaptar às mais diversas infra-estruturas e lugares. Dessa forma, o evento se tornou uma referência para aqueles que querem promover uma diversão global, agindo como um agente transmutador da cidade em um ambiente mais contestador, humano e divertido. Hoje é tido como um dos expoentes da cultura eletrônica em São Paulo. RESIDENTES:
_ TESSUTO
_ L_CIO
_ SHADOW MOVEMENT
_ STROKA
_ PACO TALOCCHI