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Mulheres f**a! Episódio 2 Gi - Determinada, dona de si e forte.A série Mulheres f**a traz mulheres reais e incríveis par...
16/08/2023

Mulheres f**a! Episódio 2 Gi - Determinada, dona de si e forte.

A série Mulheres f**a traz mulheres reais e incríveis para te inspirar, vem com a gente, conhecer a Gi.

https://open.spotify.com/episode/3W7Cd281GY0hucQtXs80AS?si=169a03b411d043b2

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Eu prometi a mim que cada vez que eu passasse por um gatilho, eu escreveria mais sobre o assunto, para que cada vez, mai...
17/04/2023

Eu prometi a mim que cada vez que eu passasse por um gatilho, eu escreveria mais sobre o assunto, para que cada vez, mais pessoas possam se concientizar do quanto dói um trauma de infância, ainda mais se ele for voltado ao abuso.
A falta de diálogo com a criança é a arma que o abusador precisa para agir.
Até hoje tenho dificuldade em entender porque fiquei calada, porque permiti e porque não gritei pedindo ajuda.
Porque eu não sabia que não tinha culpa, que mesmo sendo criança eu poderia ter razão contra um adulto, que não seria um desrespeito denunciar e que seria amparada ao invez de apanhar.
É muito comum a criança ou adulto que passa por um momento como esse travar, não ter reação, simplesmente não tomar nenhuma atitude. Eu acho que nosso corpo entra em choque.
Mas o que venho manifestar hoje é, porque os culpados são mais protegidos que os inocentes?
Reflete comigo.
Os dados informam que aumentaram as denuncias por abuso infantil.
Você acha que aumentaram ou só estão tendo mais incentivo para denunciarem seus abusadores?
Quantas pessoas você já conversou e que foram abusadas sexualmente em um transporte, no trabalho, por um amigo ou por um parente que mantém isso em segredo?
Por medo de se expor, ou talvez de desmoronar uma família inteira.
Se essa família desmoronar, a culpa é de quem denuncia ou do cretino abusador?
Hoje, mais um gatilho, mais uma noite que perco o sono, que palavras vem a garganta e são engolidas junto com a raiva.
E bora para a terapia né? Que é o que tem pra hoje.

Quer saber mais?

https://open.spotify.com/episode/4yl0JU2OqLoFEFd0pfVdhL?si=v9LxTCRzT9iKitgqe7yfWw&dd=1

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Mais um Pod no ar.Neste episódio do Conversando para ensinar, explico como lido com os medos da minha filha Sarah de 8 a...
29/10/2022

Mais um Pod no ar.
Neste episódio do Conversando para ensinar, explico como lido com os medos da minha filha Sarah de 8 anos. Desta vez só a minha narrativa, vem me ouvir, espero te ajudar com a minha experiência de mãe.

Link na bio.

30/05/2022

Parte da minha reforma tem sido como mãe.
Acredito que a educação dos meus pais tenha sido boa, baseada no que me tornei como ser humano responsável, honesto e justo.
Não significa que tudo que fizeram foi perfeito, mas o melhor que puderam fazer, baseado nas ferramentas e condições que tinham na época.
Eu, me vi "xerocando" cada passo da minha mãe, procurando a alimentar o mais saudável que podia, cuidando da saúde, bem estar, higiene, aparência, responsabilidade com os estudos, porém, ela não era como eu, suas reações me surpreendia a cada dia e eu, fui movida por uma vontade imensa de melhorar, de buscar ser uma mãe perfeita, pois só assim, eu poderia dar o meu melhor. Sabendo claro que a perfeição não existe, era ali que eu coloquei meu alvo.
Vou relatar o que aconteceu hoje.
Minha pequena vai dormir às 21 horas, não é cedo se pensar que ela acorda as 5:40 da manhã, porém, menos que isso de sono não descansa e mais que isso não me permite ter tempo saudável com ela.
Tivemos uma conversa bem madura está semana, ela está para completar 8 anos e com isso, quis adicionar responsabilidades que talvez devesse já ter feito, mas admito, sou mãe que mima e quis fazer só para apenas, poder cheirar ela enquanto troco, enquanto alimento, enquanto vou acorda-la de manhã.
Combinamos que, a partir de hoje ela guardaria de suas roupas, cuidaria das suas gavetas, se trocaria de manhã sozinha, e teria responsabilidades como banho, escovar os dentes, pentear os cabelos, cuidar do material escolar sozinha e sem que eu precisasse pedir.
No primeiro momento ela adorou saber que poderia arrumar como quisesse suas coisas e logo tirou tudo que era meu da sua cômoda, meus livros que estavam no seu espaço e minhas roupas também.
Organizou todas as roupas que eu havia deixado dobradas na sua cama e já começou a escrever seus planos.
Lembra das horas saudáveis, separamos uma tela para pintar hoje e buscamos técnicas de pinturas no YouTube para que além de se divertir, pudesse aprender com a brincadeira.
Sarah tem muita dificuldade em esperar e pedi que ela organizasse a mesa para a atividade e, pentear o que conseguisse do seu cabelo enquanto eu terminava de organizar a cozinha pós almoço.
Logo a mesa estava organizada, com tipos de tintas separadas, glitter, pincéis, paninhos e água mas, o stress de escovar os cabelos veio antes mesmo de pegar a escova.
Zunidos, resmungos e um ameaçar de choro começaram e logo eu disse:
-Espere pela mamãe, vou te ajudar. Tudo deve ser treinado e você ainda não sabe como fazer, vou te explicar.
Muito choro, escova escorregando da mão e eu:
-Não aprender terá consequências, nem sempre a mamãe estará presente na sua vida e você terá o cabelo que consegue pentear, se conseguir até os ombros, será ali que cortaremos.
- E se eu não conseguir?
- Então cortaremos pequeno igual ao seus amigos.
E assim ela pega a escova novamente.
Primeiro combinado:
A mamãe vai pentear toda a parte de cima e o meio e você só as pontinhas e a cada dia você sobe um pouquinho até conseguir pentear o cabelo todo.
Ela fechou a cara e eu:
- Está com raiva filha?
- Sim!
- Da mamãe?
- Não, de mim que não sei.
- Não nascemos sabendo meu amor, você aprendeu a usar talheres e reagia da mesma forma como está reagindo com a escova.
E ela penteou, brava, discordando, mas o fez.
Depois disso nossa tela foi a distração para que ela voltasse a se sentir feliz.
Trabalho incrível, tarde maravilhosa. Até que as 21 horas o despertador me avisa da hora de dormir.
Eu estava no quarto lendo.
Mandei mensagem para o Oliver, meu marido:
Hora de dormir!
Eu me canso de toda notícia ruim ter que ser dada por mim.
- Filha, hora de dormir! Ele disse.
Ela pediu 20 minutos pra terminar um filme.
Lembram que eu disse sobre ter poucas horas de sono?
Pois é, ele deu 20 minutos.
Eu fiquei refletindo se estava apenas querendo o controle da situação ou se estava p**a dele ser sempre o pai legal e eu não ceder na hora de dormir. O que faço? Mando pra cama e passo por cima dele ou amanhã quem da os 20 minutos sou eu?
Nenhuma das alternativas!
Resolvi me acalmar e esperar.
Ele entrou no banheiro e ela no quarto.
Separou o uniforme para a aula de manhã, arrumou a mochila da escola. Eu pedi, pegue a escova, a mamãe vai prender seu cabelo.
Ela foi ao banheiro e ele saindo disse:
- Não vai usar seus 20 minutos? (Quando viu o notebook dela desligado)
- Não papai, tenho outras responsabilidades pra resolver.
Escovou os dentes, fez xixi e voltou para o quarto. Sentou na cama abriu metade do cabelo pra cada lado e disse enquanto penteava os cabelos:
Mamãe, eu refleti sobre o que aconteceu a tarde. Eu não estava certa, nós seres humanos precisamos fazer coisas que são difíceis também, não gostei, mas preciso pentear meu cabelo, sei que vou conseguir!
Passava os dedos, achava um nozinho e lá ia ela tirar com a escova.
Eu comecei a chorar. Ela com aquela carinha de amor, eu disse:
- A mamãe está chorando de felicidade de ver a menina incrível que você é. De saber que você, mesmo sabendo ser tarefa difícil, resolveu aprender. Obrigada por ser minha filha e por ser assim.
Ela:
- Obrigada por me ensinar mamãe.
Prendi sua trança, ela me pediu para colocar o celular dela para despertar as 5:30 e assim a ensinei. Ela criou mais um alarme, as 21 horas e completou:
- Agora você não tem mais a responsabilidade de me colocar para dormir.
O nome do despertador era: Escovar os dentes, fazer xixi e rezar.
Hoje foi um dia incrível!
Escrevo enquanto choro porque sou mãe mole mesmo.
Uma vitória pra mim que não precisei mandar, não precisei brigar, consegui apenas a motivando e dela, que passa mais uma fase do seu desenvolvimento.

Posto aqui uma sugestão de livro que me ajudou a mudar meu comportamento:
Educação não violenta
Autor: Elisama Santos

PS. Nunca dei nenhum tapa na Sarah, mas levanto meu tom de vós o suficiente para assusta-la as vezes e me doía muito ver seus olhos arregalados de medo. Isso também é uma forma de agredir, que entendo hoje ser completamente desnecessária.

É hora de analisar, de refletir, de pensar se estamos no caminho correto e, se como educadores, estamos preparando nosso...
20/05/2022

É hora de analisar, de refletir, de pensar se estamos no caminho correto e, se como educadores, estamos preparando nossos filhos no melhor caminho para um futuro melhor.
Vou dividir uma situação que tem me destruído nas últimas semanas.
Pra quem me conhece mais, sabe que sofri buling na escola por anos e tenho gatilho muitas vezes com vídeos, áudios e até com professoras lecionando por conta de uma péssima profissional que cruzou minha educação.
A Sarah no final do ano de 2021 foi empurrada na escola por um "amiguinho" e machucou a perna de uma forma assustadora para um pequeno empurrão. Lidamos com o assunto e passou. Era o que achavamos até que, a uns 30 dias atrás, ela começou a me retrucar com tapas e empurrões quando eu a assustava, ou fazia qualquer brincadeira de mão, como cócegas por exemplo.
Como em casa não somos a favor da educação agressiva, e a Sarah não sabe se quer a dor de uma palmada, estranhamos o comportamento dela e como pais, logo começamos a observar e ofertar assuntos relacionados pra que ela, se sentisse a vontade e com amigos, para conversar com a gente.
Logo tivemos a história contada por nossa pequena.
Nas aulas de educação física, ela errava e as crianças a enxotavam: Você não sabe, não é assim, faz isso, faz aquilo, você só erra! Isso fez com que ela, não quisesse frequentar essas atividades e foi se isolando, como ela relatou, ficava no cantinho. Um dia, sentada no canto pra não atrapalhar, quatro crianças passaram do lado dela e pisaram no seu pé pra judiar, mesmo ela estando abraçada nas pernas.
Em outro momento, uma das crianças pegou os dois últimos tapetes da aula e sentou pra que ela não pegasse nenhum na aula extra e ainda a empurrou.
Seu melhor amigo passou a beliscar e bater nela várias vezes durante os intervalos, pegava seus lápis, apontador e ficava atrapalhando ela nas lições. Vejam bem, o melhor amigo, talvez pra "fazer parte" do monte, passou a machucá-la todos os dias. Ela ficou com várias marquinhas de chute nas pernas e certo dia com uma marca no braço devido a um tapa.
Vejam bem, ela chegou em casa, com o braço marcado de um tapa que levou no intervalo da escola.
Neste mesmo período, uma menina na perua escolar, dois anos mais velha que ela, bateu no seu braço. E incentivava duas menores a bater nela também, pois se não batessem, apanhavam.
Eu questionei o que ela disse neste momento e ela:
-Eu disse pra ela que não gostava que me batesse e que não queria que ela fizesse isso mas, ela segurou meu braço e me deu mais seis tapas mamãe.
Acho que as mamães que lêem isso e não são agressivas com seus filhos devem imaginar o que eu senti neste momento.
Educação agressiva cria crianças, adolescentes e adultos agressivos. Nós vivemos numa sociedade que tem medo das ruas, medo da violência, porque alimentamos essa máquina? Porque, em 2022 ainda não temos o assunto em pauta para que nossas crianças sejam educadas de forma correta?
Segue aqui meu apelo aos pais.
Sejamos diferentes, vamos tentar ser pais melhores, hoje em dia temos internet, livros de qualidade, podcasts sobre educação, vamos ler, ouvir, e aplicar na educação dos nossos filhos uma educação de qualidade. Podcast é grátis! Você pode ouvir enquanto usa seu transporte ao trabalho, enquanto lava uma louça, enquanto caminha, faz suas necessidades, enquanto navega nas suas redes sociais. Separe um momento para evoluir, e para preparar seus filhos.
Não podemos mais permitir que o valentão ou valentona da escola seja colocado num pedestal, ele não é popular, ele é agressivo!
O valentão/valentona deve ser parado, deve ser deixado de lado até que seja parte de uma sociedade que respeita o próximo.
Por uma sociedade melhor e menos agressiva.
Leiam, ouçam seus filhos e suas necessidades, nenhuma criança é agressiva de graça.
Amparem suas crianças. Menos tapas e mais abraços de acolhimento.

O PARCEIRO IDEALÉ complicado deixar uma receita onde cada pessoa tem ingredientes diferentes mas, quando pensamos no cas...
27/01/2022

O PARCEIRO IDEAL

É complicado deixar uma receita onde cada pessoa tem ingredientes diferentes mas, quando pensamos no casamento, durante nossa vida, vamos imaginando um monte de coisas. Nossa casa, nossos filhos, quando o desejamos é claro, ... nossos pets, nossa cozinha, a sala de estar, o momento de chegar no conforto do lar, as refeições, às vezes até pensamos com carinho sobre os cuidados com o parceiro,... sua jantinha, o café da manhã de domingo, porém, vida de casado está mais para um grande contrato do que um sonho de liberdade.

Os defeitos do outro que incomodam quando nos conhecemos ao longo do relacionamento, se tornam uma pedra no sapato, que se você não tirar vai te causar uma inflamação daquelas, que ficam latejando por muito tempo, sem te deixar pensar em outra coisa, apenas na dor.

Nada melhor que começarmos com a principal dica:

• Escolha um companheiro que você consiga dialogar.

É muito importante que os problemas sejam conversados, a briga as vezes é mais emocionante, e tem gente que conta logo com a reconciliação pra ter alguma emoção, principalmente quando o relacionamento já não vem tendo essa emoção em outros momentos, porém, a briga sempre deixa marcas, quando não temos a paciência pra refletir no que vamos entregar em forma de palavras para o próximo, e digo mais, isso não só no casamento, mas na vida. A emoção nos permite "botar pra fora". O problema disso, é a marca do que a emoção causa, grava no próximo não apenas a reflexão das palavras mas, junto com elas, a agressão da raiva, da indignação, e muitas vezes, da agressão física. Tem muitos assuntos que precisam de carinho para que sejam aceitos, a imposição é normalmente a pior maneira de se tentar uma conquista, você até consegue conquistar algo, mas quando alguém te faz algo por imposição, a não ser que seja um fetiche, a marca vai estar ali sempre como um gatilho, esperando pra te devolver o sentimento ruim que ficou entalado na garganta.

Segunda dica:

• Respeite o tempo do seu parceiro.

Tem gente que precisa de tempo para refletir, a resposta momentânea na maioria das vezes, não é verdadeira. Quantas vezes não disse algo que se arrependeu em segundos? É exatamente isso que estou dizendo. Se permita, mesmo que seja aqueles pequenos segundos, que normalmente tampamos a boca e olhamos para o nada tentando saber se estamos certos ou não, antes de responder.

E se o seu parceiro lhe disser, não consigo conversar agora, estou muito nervoso ou, nervosa? Respeite! Essas pessoas não sabem refletir em pouco tempo, instantes então, nem se fala, não tente forçar a barra, pode ser uma porta aberta para a agressão, então diga: Quando puder conversar, saiba que estou esperando, e, espere de verdade. Se esse momento do diálogo não chegar, é a hora de você refletir sobre essa parceria e sua importância. Ah! Vale lembrar que não estou falando do quanto é importante para alguém e sim, pra você mesmo! Se não valorizaram a pessoa que é, ninguém fará isso por você, seja o exemplo.

Terceira dica:

• Espaço.

Duas pessoas ao se unirem não se tornam uma. No começo da relação, muitas pessoas exigem parceria. É muito fácil ouvir: Casei com você pra que fosse companheiro nisso ou naquilo. Está aí um grande erro! Você deve ser auto suficiente, ter suas metas, seus planos, sua vida e, o parceiro é exatamente isso, um parceiro! Veja como um negócio, eu tenho uma loja e preciso de um vendedor, pague bem, dê condições boas de trabalho e terá de volta um bom vendedor. No casamento se você alimentar com respeito, honestidade, lealdade e o que mais seu parceiro necessitar, se tiver escolhido bem, terá em troca uma excelente parceria.

Quarta:

• Saiba ouvir.

Ouvir é muito importante, eu por exemplo, sempre falei pelos cotovelos, é muito fácil estar pensando no que quero dizer enquanto o outro está desabafando suas necessidades. A questão é que não ouvir, lhe coloca na situação de não saber e, se não souber, como vai respeitar as necessidades do seu parceiro para que ele também respeite as suas?

Quinta:

• Não tem resposta? Não responda!

O melhor é dizer: Não sei, posso pensar no assunto?

Porque?

Por que dar qualquer resposta causa uma esperança no seu parceiro, então, você pode prometer algo que não vai cumprir? Ou que vai causar um gatilho de raiva porque respondeu sem pensar?

Não se comprometa se não puder e quiser cumprir.

Depois dessas dicas bem básicas, quero complementar com mais uma.

• Papel e caneta e lá vamos nós: Anote tudo que espera e não quer desta parceria.

Coloque tudo que te incomoda, tudo que espera do seu parceiro, tudo que sonha realizar, casa ou sítio, filhos, pets, a organização do lar, uso do banheiro, obrigações de cada um, o que você aceita e o que você não aceita, que sua lista seja bem longa, peça ao seu parceiro para fazer o mesmo, depois disso, sentem e tenham tempo para discutir cada uma das anotações, mesmo que isso leve dias, afinal, o que quero deixar bem claro aqui é que, reformar, da muito mais trabalho que construir.

Reforme-se eternamente se isso lhe trouxer melhoras. Evolua!

Construa uma parceria forte e terá um casamento perfeito, não tente ser esperta ou esperto usando seu parceiro, tudo que você faz, o universo se encarrega de trazer de volta. Seja parceiro para que tenha um parceiro também e o principal, desista se não te fizer bem, não desperdice sua vida, ela é muito valiosa pra ser descartada por quem não te merece.

Leva muito tempo para se reconstruir, mas, todo ser humano tem esse poder de se reformar e isso não depende de ninguém, só de você.

Outra coisa que acho importante deixar claro, quando falo sobre agressão, não estou dizendo sobre agressão física apenas, mas também da agressão verbal, da agressão de palavras ou apenas no tom de voz, não percebemos, quando estamos nervosos o quão alto gritamos para expressar sentimentos e isso passa despercebido quando é dito, porém, quando ouvimos não é assim. Dói, machuca e grava causando danos que podem levar anos para serem apagados então, vamos cuidar para não causar danos no próximo.

Lembrando pra ficar gravado...

Respeitar, dar espaço e ter o seu espaco, refletir sempre e dialogar, ser parceiro para ter um parceiro e reformar-se sempre para evoluir.

Endereço

São Paulo, SP
02247000

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