26/10/2019
Que tipo de liderança espera a nossa geração? Que tipo de liderança ela pode oferecer? Como pode colocá-la em prática?
Essas são inquietações que latem no fundo do nosso ser. Mas, se paramos um pouco para pensar, vamos perceber que nós devemos ser os protagonistas das mudanças que queremos ver. Notaremos que é nosso dever exercer uma influência positiva sobre os que nos cercam, ajudando-lhes a superar as suas dificuldades. Porém, olhando as nossas pobres forças e os nossos escassos recursos, nos damos conta da desproporção que existe entre a nossa missão e a nossa condição.
O autor grego Plutarco nos ilumina a esse respeito: “O que edificamos interiormente mudará nossa realidade exterior”. Com essa citação, J. K. Rowling, em seu discurso na Universidade de Harvard, quis dizer que a causa última de seu enorme êxito literário deve ser buscada em sua decidida batalha pessoal interior. O líder necessita dessa vitalidade interna, dessa luta pessoal, que lhe faça possível o sobrepor-se aos fracassos, aos desfalecimentos ou às traições.
Em suma, o líder está empenhado em mudar o mundo, em fazê-lo melhor, em humanizá-lo. “Mudar o mundo pode acontecer em qualquer lugar e qualquer um pode fazê-lo. Então, o que começa aqui pode realmente mudar o mundo” (William H. McRaven).