55SP A 55SP tem como princípio difundir a arte contemporânea, fomentando a relação arte e novo colecionador.

Trabalhamos com o agudo contato entre musica e arte, comissionando peças em diferentes formatos de disco de vinil e outras edições limitadas.

Irreverente e provocativo, Álvaro Seixas tem um olhar crítico sobre a arte contemporânea. Ao subverter a cultura pop e q...
25/09/2024

Irreverente e provocativo, Álvaro Seixas tem um olhar crítico sobre a arte contemporânea. Ao subverter a cultura pop e questionar o sistema da arte, o artista nos convida à reflexão e à descoberta de novos olhares. Visite nosso site e confira as obras disponíveis.


A 55SP  em colaboração com  relevantes artistas contemporâneos nacionais e internacionais,  com o apoio de curadores e g...
20/09/2024

A 55SP em colaboração com relevantes artistas contemporâneos nacionais e internacionais, com o apoio de curadores e galerias tem em seu acervo mais de 40 edições nos mais diversos formatos: gravuras, esculturas, livros de artista, vídeos, obras sonoras em formato de vinil, cassete ou mesmo de instalação.

As obras são limitadas, numeradas, assinadas pelos artistas e acompanhadas de certificado de autenticidade. Os múltiplos são uma excelente opção para os novos colecionadores.



O projeto Arte Sonora, idealizado pelos artistas e professores Franz Manata e Saulo Laudares, comemora seus 15 anos com ...
25/07/2024

O projeto Arte Sonora, idealizado pelos artistas e professores Franz Manata e Saulo Laudares, comemora seus 15 anos com uma ocupação de dois meses na EAV Parque Lage, de 24 de julho a 29 de setembro. A programação inclui exposições, performances, rodas de sample, palestras, exibição de vídeos, entrevistas com artistas, podcasts e um grande happening de encerramento. A exposição reúne obras de 17 artistas que exploram a poética do som: Bruno Qual, Caio Cesar Loures, Denise Alves-Rodrigues, Eduardo Politzer, Gabriel Ferreira, Jean Deffense, Juliana Frontin, Leandra Lambert, Leandro Araujo, Leliene Rodrigues, Manata Laudares, Marta Supernova, Marcelo Mudou, Marco Scarassatti, Pedro Victor Brandão, Ulisses Carvalho e Vivian Caccuri. O projeto, iniciado em 2009, é uma plataforma de discussão e banco de dados sobre arte e som, envolvendo workshops, publicações, programas de rádio e residências.

Arte Sonora Ano 15
Curadoria e idealização: Franz Manata e Saulo Laudares
Inauguração: quarta-feira, 24 de julho de 2024, de 16h às 22h
Encerramento: 29 de setembro de 2024

Local: Cavalariças | Escola de Artes Visuais do Parque Lage
Endereço: Rua Jardim Botânico, 414
Rio de Janeiro | RJ

Visitação: de quinta a terça, das 10h às 17h (a exposição não abre às quartas)
Gratuito | aberto ao público | classificação livre

Foto 2. Circular Som Sistema, trabalho de Bruno Qual. Foto: Bea Salgado
Foto 3. Trítono frágil. Obra da artista Vivian Caccuri que estará na exposição
Foto 4. Obra de Leandro Araújo
Foto 5. Pek0. O artista fará uma performance no encerramento





Aquitáfoda I, de  , é um cartaz que manipula ícones de um espaço público transitório e os insere em um ambiente privado,...
24/07/2024

Aquitáfoda I, de , é um cartaz que manipula ícones de um espaço público transitório e os insere em um ambiente privado, com o título evocando a fonética tupi-guarani de nomes de estações como Anhangabaú e Tatuapé.

Foto 1 - Obra em formato cartaz na ruas ao redor da exposição Acareação de curadoria 2015

Foto 2 e 3 - Foto da obra em edição de 25 em papel de algodão da 55SP 📸 .pigosso

Foto 4 - obra na exposição Lorem Ipsum no espaço .sao.paulo 2024

“O cartaz produzido para o contexto da exposição se apropria de uma imagem que documenta a situação desumana que nos acomete corriqueiramente no contexto do transporte público de São Paulo. Com igual objetividade, no texto que a acompanha, e que também dá título ao trabalho, lemos uma expressão popular que pode ser utilizada com sentidos extremamente opostos: de maneira elogiosa ou como desabafo diante de um sentimento de insatisfação e exaustão.
Nesse sentido, o pôster pretende ser, para aqueles que o encontram nas ruas, no Metrô e na exposição, uma espécie de espelho do que vivemos na cidade. Ao fazer pensar sobre a evidência de um status quo profundamente indesejável mas ao qual reagimos passivamente todos os dias, se vale de um mecanismo de instantânea simplicidade e, não raro, de tom jocoso. Aqui, reforça-se a linguagem coloquial e compartilhada em âmbito comum pela junção das palavras criando uma dicção única, que aponta também para o potencial de viralização das hashtags.”
por Germano Dushá

Aquitáfoda I, 2015
Serigrafia em papel rives 180g
Edição 25
42 x 29 cm

A exposição individual de Ana Matheus Abbade, intitulada ‘Lastros são atos desatados, iminentes como a força entre o der...
18/07/2024

A exposição individual de Ana Matheus Abbade, intitulada ‘Lastros são atos desatados, iminentes como a força entre o derramamento e o transborde’, é um mergulho profundo na transformação e no tempo. No Ateliê397 em São Paulo, a mostra vai até 20 de julho e é resultado do Prêmio Recepção 397 e conta com a curadoria de Caio Bonifácio. A exposição é uma fusão de fotografia e instalação, destacando duas fotografias centrais e a imponente instalação “Mulher de Pedra.” O espaço expositivo, transformado em um canteiro de obras, convida o visitante a testemunhar intervenções artísticas contínuas, que envolvem tecidos tingidos, biombos de madeira e luz ultravioleta. A exposição propõe uma experiência sensorial e íntima, onde o processo artístico é revelado gradualmente, refletindo sobre a presença e a efemeridade dos corpos e materiais.

Lastros são atos desatados, iminentes como a força entre o derramamento e o transborde
Ana Matheus Abbade
Ateliê 397
Tv. Dona Paula, 199a - Higienópolis
20 de jun - 20 de jul

 
 

Anderson Borba participa das exposições Dudi Maia Rosa e Anderson Borba no Auroras, na exposição coletiva Raw, na HOA e ...
16/07/2024

Anderson Borba participa das exposições Dudi Maia Rosa e Anderson Borba no Auroras, na exposição coletiva Raw, na HOA e FDAG e da exposição coletiva On feeling - an exhibition about emotion and subjectivity na Approach Gallery, em Londres.

Fotos 1 a 5. Exposição Dudi Maia Rosa e Anderson Borba, no Auroras
Foto 6. Matéria do ArtReview com as 10 exposições a serem visitadas pelo mundo no mês de julho que inclui a exposição de Borba no Auroras
Foto 7. Vista da exposição On feeling - an exhibition about emotion and subjectivity que Borba participa em Londres na Approach Gallery


 Estufa no  De 6 jul a 20 out As instalações de vídeo escultural de Roque exploram uma linha tênue entre forma, cor e co...
06/07/2024


Estufa no
De 6 jul a 20 out

As instalações de vídeo escultural de Roque exploram uma linha tênue entre forma, cor e conteúdo, com técnicas de filmagem e métodos de exibição e apresentação reforçando o assunto. Roque pressiona por uma troca ponderada entre arquitetura e arte e, no entanto, eles permanecem singulares, seus respectivos limites nunca se dissolvendo completamente.
Estufa, a exposição leva seu título de uma obra de arte homônima que Roque criou com a artista Letícia Ramos em 2004. Uma grande estufa cheia de plantas tropicais e flores é tanto o assunto quanto o cenário do vídeo. Este é o primeiro trabalho apresentado no show, enquadrando uma exposição que relembra exatamente 20 anos de experimentação artística, produção, desenvolvimento, crescimento e temporalidades (con-)fundidas de Roque. A exposição é acompanhada pela primeira monografia do artista.

Roque’s sculptural video installations explore a fine line between form, color, and content, with filming techniques and methods of screening and presentation reinforcing the subject matter. Roque pushes for a thoughtful exchange between architecture and artwork, and, yet, they remain singular, their respective boundaries never dissolving entirely.

Estufa is Portuguese for greenhouse. The exhibition takes its title from an eponymous artwork that Roque created with the artist Letícia Ramos in 2004. A large greenhouse filled with tropical plants and flowers is both the subject and setting of the video. This is the earliest work featured in the show, framing an exhibition that looks back on exactly 20 years of Roque’s artistic experimentation, production, development, growth, and (con-)fused temporalities. The exhibition is accompanied by the artist’s first monograph.

Curator: Léon Kruijswijk

Foto Luiz Roque, White year, video still 2013 cortesia do artista

Kauê Garcia  Pistolas Se***is2023múltiplo (20 cópias + 5 P.A.’s)Pistolas Se***is é um trabalho dedicado a uma banda de m...
30/06/2024

Kauê Garcia
Pistolas Se***is
2023
múltiplo (20 cópias + 5 P.A.’s)

Pistolas Se***is é um trabalho dedicado a uma banda de mesmo nome que atuou entre 1972 a 1979. Ela foi formada na Vila Maria, Zona Norte de São Paulo, e permaneceu na obscuridade até os dias atuais.
A pesquisa baseia-se em criar uma contra narrativa sobre a origem do movimento Punk, questionando o pioneirismo inglês e a legitimidade do nome da banda S*x Pistols.
Em uma caixa, há uma fita cassete, um bottom, um patch, 4 fac-símile de cartazes da época, 4 fotos dos integrantes da banda e um fac-símile do zine Ruído Rebelde com uma entrevista com Carlinhos da Boca, vocalista do Pistolas.
A fita cassete traz o único registro da banda, a demo Rááá (1975), contando com 8 músicas gravadas em estúdio e uma canção bônus registrada ao vivo.
Na conversa encontrada no fanzine, Carlinhos da Boca fala sobre a sua trajetória, desde o início até o fim da banda, destacando a história sobre o evento fatídico em que Vivienne Westwood e Malcolm McLaren, durante uma viagem ao Brasil em 1973, assistem um show e roubam o nome e identidade dos Pistolas Se***is. Depois disso, Carlinhos lida com a frustração, a chacota e o esquecimento, amargando sua personalidade que já era agressiva, cínica e cética.
O projeto se ancora nessa construção nostálgica, com memorabilias e materiais raros, para trazer à tona questões contemporâneas, como a disputa por autoria, a busca por pioneirismo, os movimentos de revisão histórica, a apropriação cultural e a supressão das culturas locais pela hegemonia global.
Pistolas Se***is é um convite a questionar as estruturas de poder e sua influência na construção das narrativas oficiais, instigando-nos a ponderar sobre a confiabilidade das imagens que consumimos diariamente.

O trabalho apresenta a possibilidade de reinventar a história, criar versões e ficcionalizar como método de combate a cultura dominante e seus espaços de legitimação.

Marilá DardotLisbon Blues, 2019 Impressão Digital UV em Cartão / Papelão15 x 15 cm cada azulejo– contém 30 azulejos – 75...
30/06/2024

Marilá Dardot
Lisbon Blues, 2019
Impressão Digital UV em Cartão / Papelão
15 x 15 cm cada azulejo– contém 30 azulejos – 75 x 90 cm (montada)
Edicão de 50 + 5 PAs

A Lisbon Blues, de Marilá Dardot, surge da instalação composta por cerca de trinta caixas na nanogaleria reflectindo as marcas da Lisboa contemporânea. Estas caixas, em conjunto, formam uma mancha quase monocromática azulada. Coleccionadas por Marilá Dardot (1973, Belo Horizonte) ao longo de quatro meses, não foram sujeitas a qualquer intervenção ou processo pictórico pela artista. O tom azulado que todas ostentam deve-se à exposição solar a que foram sujeitas ao longo de vários anos nas montras de pequenas lojas Lisboetas.
O multiplo em parceria com a 55SP
como o título implica faz referência ao estilo de música melancólica de origem popular Americana negra, que é em si uma forma de resistência, funciona como uma metáfora para os espaços – e as pessoas – que, com os processos de gentrificação, tiveram de se reorganizar e mudar nos (ou dos) seus ambientes vividos.

Foto 1 - Lisbon Blues na exposição Lorem Ipsum curadoria que esta em cartaz ate 8 de julho na e .sao.paulo

Foto 2 e 3 - reprodução da obra

Foto 4,5 e 6 - exposição do projeto na em Lisboa. 2019

Monica Nador + JAMAC ( + .miriam.arte.clube ) Olha pro céu amor, 2012 - 2023 Serigrafia em papel de seda, vareta de bamb...
28/06/2024

Monica Nador + JAMAC ( + .miriam.arte.clube )
Olha pro céu amor, 2012 - 2023
Serigrafia em papel de seda, vareta de bambu e linha
71 x 55 cm
Ed 6

Mônica Nador (Ribeirão Preto, 1955) acumula em sua educação acadêmica arquitetura, pedagogia, história e artes plásticas. Esse conjunto de disciplinas se reflete em sua atuação como artista e ativista desde o início de sua trajetória. A pedagogia a leva a incluir, dentre os recursos de que se utiliza, metodologias ligadas à capacitação de pessoas. A partir da aproximação do projeto Paredes Pinturas onde trabalhava em casas e comércios na periferia da cidade de São Paulo, Mônica Nador inicia o processo de construção de um projeto coletivo no Jardim Miriam, na zona sul da cidade. O Jardim Miriam Arte Clube – Jamac parte da organização de oficinas para ensinar a técnica de estêncil para a comunidade, como forma de instrumentalizar seus habitantes, que podem, a partir dessa experiência, aplicar a técnica em trabalhos para comercialização, o que contribui para a autonomia do cidadão. A produção das pinturas do Jamac deixa as telas e os pincéis pelo estêncil e o processo de produção se torna coletivo, bem como sua autoria, que se torna compartilhada.

Se esta em São Paulo, a obra esta em nosso espaço na e mais informações por dm/email/whatsapp

Mônica Nador + Jamac são representados pela desde 2003.

Mônica Nador + Jamac participaram de grandes exposições em todo o mundo: 27ª Bienal de São Paulo (2006); Bienal de Lubumbashi, Congo (2015); Museo de Antioquia, Medellín (2016); 21ª Bienal do Sesc Videobrasil (2019); 1ª OsloBiennalen (2020).

+jamac

Apresentamos o múltiplo “Entre a cruz e a espada” de Anderson Borba ()  em nosso espaço no setor editorial da ArPA ( ). ...
25/06/2024

Apresentamos o múltiplo “Entre a cruz e a espada” de Anderson Borba () em nosso espaço no setor editorial da ArPA ( ).

Abertura amanhã, 26 de junho, em São Paulo.

O trabalho é situado entre o readymade e o entalhe manual, com retratos em perfil esculpidos em cabos de martelo. O título da obra alude a uma canção de Itamar Assumpção, onde se escuta “Eu fico sempre entre a cruz e a espada, será que compro feito ou será que faço em casa.” A meio caminho entre a produção em massa e a natureza específica e subjetiva do autorretrato, o múltiplo é tanto um objeto a ser contemplado quanto uma ferramenta funcional.
A série, que vem sendo produzida desde 2019 até os dias de hoje, também pode ser vista na exposição Dudi Maia Rosa + Anderson Borba, no auroras (.art.br).
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Anderson Borba presents the artist’s edition “Between the Devil and the Deep Blue Sea” (2019) at 55SP’s stand in the editorial sector at ArPa. Opening tomorrow, June 26th, in São Paulo
The work is situated between the readymade and manual carving, with profiled portraits sculpted on hammer handles. The piece’s title alludes to a song by Itamar Assumpção in which we hear the lyrics “I am always between the devil and the deep blue sea, I wonder if I should buy it or make it at home.” Halfway between mass production and the specific and subjective nature of the self-portrait, the edition is as much an object of contemplation as a functional tool.
The series, produced from 2019 to the present day, can also be seen at the exhibition Dudi Maia Rosa + Anderson Borba at auroras.
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Anderson Borba
Entre a cruz e a espada, 2019
[Between the Devil and the Deep Blue Sea]
Madeira e metal [Wood and metal]
52 x 10,5 x 4 cm [20.5 x 4.1 x 1.6 in.]
Edição de [Edition of] 24 + 3 PA [AP]


“Tenemos que Pensar” é uma série de quatro cartazes de Fabio Tremonte que utiliza a palavra como ferramenta para destaca...
19/04/2024

“Tenemos que Pensar” é uma série de quatro cartazes de Fabio Tremonte que utiliza a palavra como ferramenta para destacar as relações e tensões na construção do nosso mundo, incentivando a reflexão e o diálogo sobre as divisões que estabelecemos em comunidade. A prática de Tremonte mescla o cotidiano com o artístico, explorando práticas relacionais, performativas e afetivas, conectadas ao pensamento sobre a identidade original, profunda e comunitária da América Latina. Essa afinidade por narrativas originais permite a Fabio estabelecer uma comunicação a partir de diversas perspectivas territoriais. Em sua série de cartazes,ele convida à exploração de novas perspectivas de vida, destacando a urgência de repensar a partir de outros pontos de vista. O exercício de comunicação destaca como as palavras podem demonstrar as relações e tensões na construção do mundo, evocando questões sobre como elementos naturais como montanhas, plantas, animais e rios constroem o mundo e como imaginar novos mundos e comunidades. O apelo à reflexão e ao diálogo sobre as categorias divisórias nas comunidades é evidente na relação visual entre palavras, cores e espectadores. “Tenemos que Pensar” serve como um alerta para considerar as diversas perspectivas dos seres vivos ao interagir com o mundo.

Endereço

Alameda Lorena 1257 Casa 4
São Paulo, SP
01424005

Horário de Funcionamento

Terça-feira 12:00 - 19:00
Quarta-feira 12:00 - 19:00
Quinta-feira 12:00 - 19:00
Sexta-feira 12:00 - 19:00
Sábado 11:00 - 17:00

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