URBANB Sou Artista Visual e Designer Gráfica Todas as obras são únicas, não reproduzíveis e com certificado de autenticidade. # # Mostra Vida, São Paulo, SP.

Nome Artistico - URBANB

Nome - Maria Lucia Urban Borbely - ARTISTA VISUAL E DESIGNER GRAFICO
TÉCNICAS: ARTE DIGITAL e PINTURA ÓLEO SOBRE TELA
ESTILO DE TRABALHO: ARTE CONTEMPORÂNEA

Material de uso para execução dos trabalhos:

ARTE DIGITAL, lápis e papel para os desenhos, software de design gráfico adobe illustrator aics5. Faço croqui dos desenhos, depois são redesenhadas “com o uso de mouse” em software de design gráfico adobe illustrator aics5 para criação vetorial e ilustração gráfica. Minha influência em arte digital veio principalmente da minha formação como designer gráfico e do pintor húngaro radicado na França Victor Vasarely de pinturas de abstrações geométricas. PINTIURA A ÓLEO, tela canvas com chassi, tintas a óleo marca zecchi (firenzi, Itália), phoenix arts, gato preto e corfix, óleo de linhaça, solvente e tinner. Utilizo fotografias em geral, estudo das fotos redesenho em tela e a pintura flui. As fotografias são sempre de paisagens que eu mesma fotografei ou de outras pessoas as quais me identificam, de preferencia lugares que com certeza já estive em alma. A inspiração para tudo isso vem do momento em que estou vivendo, também influenciada pelas musicas que escuto acompanhada de um café. Minhas paisagens vem da influencia do pintor italiano radicado no Brasil Nicolao Antônio Facchinetti onde em geral pintava paisagens sempre despovoadas. E-MAIL – [email protected]
FANPAGE - https://www.facebook.com/URBANB.MariaLuciaUrbanBorbely
INSTAGRAM – .artesvisuais
SITE – http://urba98.wix.com/urbanbdesign #
AUTVIS - https://www.autvis.org.br/artistas/detalhe/57040

Os frutos dessa determinação, criatividade e principalmente garra, começaram a surgir, com as exposições nas quais foi selecionada, conforme abaixo descrito. EXPOSIÇÕES – PRÊMIOS – URBANB

2024
VII Circuito das Artes e Cultura do Atelier MVinhas, Chaves/Portugal, Porto/Portugal. Mostra de Arte Por Onde Nossos Pés Pisaram Santa Barbara do Oeste/SP
Exposição Itinerante GRANDES MESTRES, 1 Sertãozinho/SP, 2 Cravinhos/SP, 3 Ribeirão Preto/SP. # # Salão de Artes Plásticas de Arceburgo, Arceburgo, MG. Exposição Itinerante FRIDA Uma mulher a frente do seu tempo, 1 Cerquilho/SP, 2 Sorocaba/SP, 3 Boituva/SP, 4 Santos/SP. Exposição Itinerante PROJETO OCEANOS Exposição Oceanos, 5 São Paulo, SP, 6 Botucatu/SP.

2023
Exposição Itinerante PROJETO OCEANOS Exposição Oceanos, 1 Ubatuba, SP, 2 Embu das Artes, 3 São Paulo/SP, 4 Catanduva, 5 São Paulo/SP. XIX Mostra de Arte do Vale do Paraíba, Região Serrana e Litoral Norte, Taubaté, SP. # # Salão de Artes Plásticas de Arceburgo, Arceburgo, MG. Exposição VIRTUAL "Arte, infinita Arte”.

2022
V Circuito Internacional das Artes e Cultura do Atelier MVinhas, Lisboa/Portugal, Madrid/Espanha, Chaves/Portugal e no Brasil em Limeira/SP e Santa Bárbara d´Oeste/SP
Diálogos em Papel no museu", Tatuí, SP.

2020
# # Mostra Virtual de Arte da Granja Viana, Virtual, São Paulo.
2° Diálogos em Papel Exposição Coletiva Virtual, Metrô, São Paulo.

2019
IV Circuito Internacional das Artes e Cultura do Atelier MVinhas, Lisboa/Portugal, Madrid/Espanha, Chaves/Portugal
1º Salão de Belas Artes Clodomiro Amazonas, Taubaté/SP. Exposição Coletiva Itinerante Pintando o Brasil A diversidade cultural do nosso país, Limeira/SP e Campinas/SP. MENÇÃO HONROSA no # # Salão de Artes Plásticas de Arceburgo, Arceburgo/MG.
11 a. Arte No Fórum Exposição Coletiva de Artes, São Paulo/SP. Projeto IDEA10 – Leroy Merlin Tamboré – Barueri/SP
DIPLOMA MULHER VIRTUOSA da ‎Federação Brasileira Dos Acadêmicos Das Ciências, Letras E Artes –. FEBACLA – São Paulo/SP
Mostra de Arte – Casa da Arte e Cultura, Gunma-Ken/Japão.

2018
3ª. Mostra de Arte – Casa da Arte e Cultura, Gunma-Ken/Japão. III Circuito Internacional das Artes e Cultura do Atelier MVinhas, Lisboa e Chaves/Portugal. Mostra PALETA Alma do Artista, Madri/Espanha.
8 a. ARTE NO FÓRUM Exposição Coletiva de Artes, São Paulo/SP.
6 a. ARTE NO FÓRUM Exposição Coletiva de Artes, São Paulo/SP. Exposição Coletiva “Essas Mulheres Maravilhosas”, Limeira/SP. Circuito Arte Brasil Teresina- Exposição Coletiva, Teresina/PI.

2017
4 a. Exposição Coletiva de Artes ARTE NO FÓRUM, São Paulo/SP. # # Salão de Artes Plásticas de Arceburgo, MG.
3 a. MEDALHA DE PRATA 9º Salão Brasil, beleza e Cores, Sociedade Brasileira de Belas Artes SBBA, Rio de Janeiro/RJ. GRANDE MEDALHA DE BRONZE 37° Salão da Paisagem, na Sociedade Brasileira de Belas Artes SBBA, Rio de Janeiro/RJ.
2 a. IX Mostra Cultural SIM, Eunápolis/BA.

2016
MEDALHA DE PRATA, modalidade Arte Digital, Prêmio Arte e Cultura Golden Square Shopping, São Bernardo do Campo/SP. MEDALHA DE BRONZE, # # Salão Marinha do Brasil, “Homenagem ao 71º Aniversário do Comando do 1º Distrito Naval”, Sociedade Brasileira de Belas Artes SBBA, Rio de Janeiro/RJ. XXIV Salão Nacional Da Primavera - SOARTE 2016, Teresópolis/RJ.
39º Salão de Artes Plásticas Waldemar Belisário, Ilha Bela/SP. MEDALHA DE DESTAQUE VI Salão de Artes Plásticas ABD & Petrópolis, Petrópolis/RJ. Exposição Coletiva “A Arte Contemporânea Brasileira”, São Paulo/SP. PALETA DE BRONZE 51° Salão Feminino “Homenagem às Mulheres Pintoras Brasileiras”, Sociedade Brasileira de Belas Artes SBBA, Rio de Janeiro/RJ. Exposição Coletiva “Arte Abstrata”, Limeira/SP. # # # Salão de Artes Plásticas de Arceburgo, Arceburgo/MG.

2015
I Salão de Artes da Escola Preparatória de Cadetes do Exército EsPCEx, Campinas/SP. MEDALHA DE OURO na modalidade Arte Digital Salão de Artes Plásticas LXIX do Comando Militar do Sudeste, São Paulo/SP.
5ª edição da MVArte - Mostra Virtual de Arte, Galeria de Arte Virtual Ana Pirolo. XXIX Salão de Artes Plásticas de Arceburgo, Arceburgo/MG. Exposição Coletiva “Flores e Estrelas Guia”, São Paulo/SP. Exposição Coletiva “Convergências”, São Paulo/SP. Exposição Coletiva “E Deus criou a Mulher...”, São Paulo/SP. Exposição Coletiva “Sampa 461 anos”, São Paulo/SP.

2014
1º Salão Virtual TV da Fama
I Salão de Artes Plásticas Solar dos Andradas, CPOR- São Paulo/SP.
1ª EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL de Arte Digital “Emoções ao olhar”, Suzano/SP.
1º Salão de Arte de Inverno do Parque das Águas, Caxambu/MG. XVIII Salão de Artes Plásticas de Arceburgo, Arceburgo/MG. Exposição Coletiva Internacional “Show de Bola nas Artes”, Belo Horizonte/MG. MEDALHA PERSONALIDADE 2013 modalidade Painel Artístico, ARTPOP Academia de Artes de Cabo Frio/RJ.

2013
Exposição "Sem Título" do 2º Edital da Galeria Le Circule, Uberlândia/MG.

1987
Obras expostas e vendidas. Palmas Leilão – São Paulo/SP.

1986
49º Salão Paulista de Belas Artes, São Paulo/SP.
2ª Mostra Coletiva dos Artistas Iguaçuenses “Foz Faz Arte”, Foz do Iguaçu/PR.
1ª. Exposição de Artistas Novos, Foz Do Iguaçu/PR.

1985
Exposição “Programa Nosso”, São Paulo/SP
1ª Exposição de Artistas Novos, Foz Do Iguaçu/PR.

25 de Julho - Dia Nacional do EscritorParabéns as Escritoras e Escritores que acompanham a minha página.Arte digital de ...
25/07/2026

25 de Julho - Dia Nacional do Escritor
Parabéns as Escritoras e Escritores que acompanham a minha página.

Arte digital de propriedade URBANB

São Cristóvão, apesar de ser um dos santos mais populares do mundo, muito pouco se sabe ao certo sobre sua vida, santo v...
25/07/2026

São Cristóvão, apesar de ser um dos santos mais populares do mundo, muito pouco se sabe ao certo sobre sua vida, santo venerado por católicos, cristãos ortodoxos e umbandistas (no sincretismo afro-brasileiro é equiparado a Xangô), classificado como mártir cristão, morto durante o reinado de Décio, imperador romano do século III.

São Cristóvão é venerado no dia 9 de maio pela Igreja Ortodoxa. O Calendário Tridentino da Igreja Católica permite a celebração de São Cristóvão no dia 25 de julho, apenas em missas privadas. Esta restrição foi removida mais tarde. Apesar da Igreja Católica ainda aprovar a devoção a ele, o listando entre os mártires romanos venerados em 25 de julho, ela removeu seu dia festivo do calendário católico de santos em 1969. Na época, a igreja declarou que a celebração não era de tradição romana, tendo em vista sua adesão tardia (por volta do ano de 1550) e limitada ao calendário romano.

A Igreja Católica argumenta que quase nada de histórico é conhecido sobre a vida e a morte de São Cristóvão, apesar de várias lendas serem atribuídas a ele. A mais popular se origina da Legenda Áurea, uma compilação de histórias de santos do século XIII.

Lenda de São Cristóvão:
Um rei pagão em Canaã ou na Arábia, através das preces de sua esposa teve um filho a quem batizou de Reprobus (Offerus), dedicando-o ao deus Apolo. Adquirindo tamanho e força extraordinárias com o tempo, Reprobus resolveu servir apenas aos mais fortes e bravos. Em sua busca por tais indivíduos, ele acabou servindo a um rei poderoso e a um indivíduo que alegava ser o próprio Satanás, mas acabou por achar que faltava coragem a ambos, uma vez que o primeiro temia o nome do diabo e o último se assustara com a visão de uma cruz na estrada. Em seguida, ele encontra um eremita que lhe educou na fé cristã, batizando-o. Reprobus se recusou a jejuar e a rezar para Cristo, mas aceitou a tarefa de ajudar as pessoas a atravessar um rio perigoso, no qual muitos haviam morrido ao tentar fazer a travessia.

Certo dia, Reprobus fez a travessia de uma criança que ficava cada vez mais pesada, de tal maneira que ele sentia como se o mundo inteiro estivesse sobre os seus ombros. Após a travessia, a criança revelou ser o Criador e o Redentor do mundo. Daí provém o nome Cristóvão, que significa "aquele que carrega Cristo". Em seguida, a criança ordenou a Reprobus que fixasse seu bastão na terra. Na manhã seguinte, apareceu no mesmo local uma exuberante palmeira. Este milagre converteu muitos, despertando a fúria do rei da região. Cristóvão foi preso e, depois de um martírio cruel, decapitado.

A análise histórica das lendas de São Cristóvão sugere que Reprobus (Christóvão) viveu durante o período de perseguição aos cristãos do imperador Décio ou do imperador Diocleciano, e que ele foi capturado e martirizado pelo governador da Antioquia. De acordo com o historiador David Woods, os restos mortais de Cristóvão foram possivelmente levados para Alexandria por Pedro I, onde teriam sido confundidos com os do mártir egípcio São Menas.

A lenda de São Cristóvão, de origem grega, provavelmente teve início no século VI. Em meados do século IX, já havia se espalhado pela França. Originalmente Cristóvão era apenas um mártir e, como tal, é registrado nos antigos martirológios. A passagem simples sobre sua vida logo deu lugar a lendas mais elaboradas. A ideia vinculada a seu nome, primeiramente entendida no sentido espiritual, como "aquele que carrega Cristo no coração", foi tomando um sentido mais literal por volta dos séculos XII e XIII, se tornando o principal feito do santo. O fato dele ser frequentemente chamado de "grande mártir" pode ter dado origem à história de que possuía estatura enorme. O rio e o peso da criança podem ter sido acrescentados como maneira de identificar as provações e lutas de uma alma que têm sobre si o jugo de Cristo neste mundo.

Antes da canonização formal de São Cristóvão no século XV, muitos santos eram proclamados divinos por aclamação popular. Isto significa que os processos de canonização de então se davam de maneira muito mais rápida, mas muitos dos santos eram baseados em lendas, na mitologia pagã ou até mesmo em outras religiões. Em 1969, a Igreja Católica examinou todos os santos de seu calendário para ver se realmente haviam evidências históricas de que eles existiram e viveram uma vida de santidade. Nesta análise, a Igreja concluiu que havia pouca evidência de que muitos santos, incluindo alguns muito populares, existiram de fato. Cristóvão foi um dos santos cuja vida teria sido baseada em grande parte em lendas e, assim sendo, teve seu nome retirado do calendário hagiológico.

Alguns santos, como Santa Úrsula, tiveram suas vidas consideradas tão lendárias que seus cultos foram completamente reprimidos. Cristóvão, por sua vez, teve seu culto restrito a calendários locais.

Cristóvão sempre foi um santo muito popular, sendo reverenciado especialmente por atletas, marinheiros, barqueiros e viajantes. Ele é reverenciado como um dos catorze santos auxiliares.

Dia 25 de Julho - Dia da Mulher Negra Latino-americana e CaribenhaArte digital de propriedade URBANB
25/07/2026

Dia 25 de Julho - Dia da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha

Arte digital de propriedade URBANB

20/07/2026
Amedeo Clemente Modigliani (Livorno, 12 de julho de 1884 — Paris, 24 de janeiro de 1920) foi um artista plástico e escul...
12/07/2026

Amedeo Clemente Modigliani (Livorno, 12 de julho de 1884 — Paris, 24 de janeiro de 1920) foi um artista plástico e escultor italiano que viveu em Paris.

Artista principalmente figurativo tornou-se célebre, sobretudo por seus retratos femininos caracterizados por rostos e pescoços alongados, à maneira das máscaras africanas.

Morreu aos trinta e cinco anos, em condições de extrema pobreza material, vítima de meningite tuberculosa, agravada pelo excesso de trabalho, álcool e dr**as.

Na infância, Amedeo sofreu de diversas doenças graves - pleurisia, tifo e tuberculose -, que comprometeram sua saúde pelo resto da vida e cujo tratamento forçava-o a constantes viagens, até sua mudança definitiva para Paris, em 1906. Também por causa da saúde precária não recebeu educação formal e voltou-se para o estudo da pintura, iniciado na cidade natal, que prosseguiu em Veneza e Florença. Teve uma estreita relação com sua mãe, que lhe deu aulas até que ele completasse dez anos, e começou a desenhar e pintar precocemente, antes mesmo de ir para a escola. Aos quatorze anos, durante uma crise de febre tifoide, ele delirava e, em seu delírio, falava que queria acima de tudo ver as pinturas no Palazzo Pitti e nos Uffizi, em Florença. Sua mãe então prometeu a ele que, assim que se recuperasse, ela o levaria a Florença; de fato, não só cumpriu a promessa como permitiu que o filho fosse trabalhar no estúdio de Guglielmo Micheli, um dos pintores mais conhecidos de Livorno, de quem Amedeo recebe as primeiras noções de pintura. No ateliê de Micheli, ele conhecerá, em 1898, o grande Giovanni Fattori, sendo assim influenciado pelo movimento dos Macchiaioli, em particular pelo próprio Fattori e por Silvestro Lega.

Em 1906, Modigliani transfere-se para Paris e, ao fim de três anos de vida boêmia, executa uma de suas obras mais importantes: O violoncelista, que expôs no Salão dos Independentes de 1909.

Como outros pintores e artistas do seu tempo, viveu a experiência da extrema pobreza. Por meio dos companheiros de arte, conheceu o poeta polaco Leopold Zborowski, que se tornaria seu melhor e mais devotado amigo, além de incentivador e marchand. Em 1917, Zborowski consegue para Modigliani uma exposição individual na Gallerie Berthe Weill. A exposição durou apenas um dia, pois se transformou num escândalo graças aos nus expostos na vitrine da galeria.

A grande musa de Amedeo foi Jeanne Hébuterne, com quem teve uma filha, Jeanne, em 1918. Complicações na saúde fazem o pintor viajar para o sul da França com a esposa e a filha, a fim de recuperar-se. Retorna a Paris ao final de 1918.

No dia seguinte à morte do companheiro, Jeanne, grávida de nove meses, suicida-se, atirando-se do quinto andar de um edifício.

Obra: O violoncelista

Jesuíno Francisco de Paula Gusmão (Santos SP 1764 - Itu SP 01/07/1819). Pintor, arquiteto, escultor, encarnador, dourado...
30/06/2026

Jesuíno Francisco de Paula Gusmão (Santos SP 1764 - Itu SP 01/07/1819). Pintor, arquiteto, escultor, encarnador, dourador, entalhador, mestre em torêutica, músico, poeta. Mulato, filho de Antônio Gueraldo Jácome e Domingas Inácia de Gusmão, sobrinha do padre jesuíta brasileiro Bartolomeu Lourenço de Gusmão, conhecido como Padre Voador.

Em 1781 transfere-se para Itu e vive entre religiosos locais. Na construção da Igreja Matriz Nossa Senhora da Candelária, trabalha como ajudante do pintor José Patrício da Silva Manso, de quem se torna auxiliar e discípulo. Na cidade de São Paulo, em 1796, pinta o forro da nave da Igreja da Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo e os painéis do antigo Convento de Santa Teresa, que atualmente compõem o acervo do Museu de Arte Sacra.

Ao enviuvar, após breve vida matrimonial, que lhe gerou cinco filhos, ingressa na vida religiosa. É ordenado padre carmelita em 1797, e adota o nome de Frei Jesuíno do Monte Carmelo. Reza sua primeira missa no ano seguinte.

Em Itu, realiza os forros da capela-mor e da nave da Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo, por volta de 1784, e os painéis laterais da capela-mor da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Candelária, datados do fim do século XVIII. Entre 1815 e 1819, dirige a construção da Igreja e Convento de Nossa Senhora do Patrocínio, desempenhando simultaneamente as tarefas de arquiteto, mestre-de-obras, pintor e escultor.

Realiza ainda oito quadros para a igreja e compõe músicas sacras para sua inauguração. Falece antes de terminar a obra, que é concluída por seus filhos e inaugurada em 1820. Em 1945, é publicado pelo Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - Sphan, em São Paulo, o livro de Padre Jesuíno do Monte Carmelo de Mário de Andrade (1893 - 1945).

Comentário crítico

Frei Jesuíno do Monte Carmelo é reconhecido como um dos principais artistas do período colonial em São Paulo. De sua obra de compositor de músicas sacras, construtor de órgãos, entalhador e arquiteto, restam apenas os trabalhos de pintura realizados nas cidades de São Paulo e Itu.

Mulato e de origem humilde, Jesuíno tem duas inclinações quando criança: o sacerdócio e a pintura. Não sendo possível aprender o latim necessário para se ordenar padre, e diante da necessidade de trabalhar desde cedo, volta-se para o ofício de pintor. Sua formação dá-se pela observação das poucas decorações de igrejas existentes na época em sua cidade natal, principalmente o templo do convento carmelita de Santos. Devoto de Nossa Senhora do Carmo desde menino, os frades carmelitas exercem papel fundamental em sua vida. O padre-mestre o inicia na música e na técnica do órgão. Também provém dos carmelitas sua primeira encomenda importante: estofar e encarnar as imagens esculpidas em madeira de Nossa Senhora da Conceição, de Sant'Ana e de São Joaquim. Apesar da má qualidade do trabalho, devido à inexperiência do artista, os religiosos decidem levar o jovem de 17 anos para auxiliar nos serviços da nova igreja da ordem em Itu, em 1781.

Enquanto trabalha na igreja carmelita em vários serviços - como sacristão, tocando órgão nas missas, enfeitando os altares para festas -, é contratado pelo artista José Patrício da Silva Manso para ajudar na decoração da recém-construída Matriz de Nossa Senhora da Candelária de Itu. Não se sabe ao certo quais das obras devem-se exclusivamente ao mestre e quais são as do ajudante. Em todo caso, nota-se que mesmo nos trabalhos cuja autoria é atribuída a Jesuíno - como os 12 painéis da capela-mor -, a orientação de José Patrício, artista mais experiente, é indiscutível. Como observa Mário de Andrade (1893 - 1945), único estudioso da obra do pintor colonial, os painéis apresentam uma "paleta emprestada", tradicional e bastante acadêmica, em vermelhos e azuis intensos e sombrios. São também muito irregulares como conjunto, principalmente no que diz respeito à unidade de composição das cenas narradas. Esta coleção de 12 telas apresenta a primeira obra de Jesuíno pintor, embora como pintor aprendiz.

É com a decoração da Igreja do Carmo de Itu (ca.1784) que Jesuíno alcança um primeiro momento de independência artística. Do conjunto realizado resta o forro da capela-mor. Se ainda tem em mente a tradição que conhecia, mistura-a com intervenções do próprio temperamento. Assim como no teto da matriz, pintado por ele e concebido por Silva Manso, não trabalha o assunto em perspectiva de fuga, optando por colocar as figuras bem de frente, achatando a curva natural do teto. Para reuni-las, dando unidade à cena representada, utiliza uma grinalda de folhas e flores carregadas por querubins e serafins, de modo a agrupar as seis figuras veneráveis e os santos carmelitas num único espaço, com a Visão da Virgem do Carmo ao centro. O artista liberta-se aqui das tonalidades escuras e tons terrosos. Ocorre o clareamento de sua paleta. O conjunto cromático formado pelo resplendor da luz amarela que parte da coroa da virgem, o forro azul-celeste, os brancos, os tons de vermelho, azul, laranja e verde presentes tanto nas vestes dos papas quanto nas dos anjos e flores lançadas por eles, sugerem uma atmosfera quente e luminosa. De modo curioso, Jesuíno insere, no lado direito inferior da composição, um único anjo de pele parda, mas com traços semelhantes aos dos anjos brancos.

Após a morte da esposa, o artista vai para São Paulo, em 1795, com a tarefa de decorar as igrejas carmelitas da capital. Dos trabalhos realizados, pode ser apreciada apenas a pintura do teto da Igreja da Ordem Terceira do Carmo, obra de maior vulto. Volta ao cromatismo austero nas 24 figuras do teto da nave. Não cede nunca à movimentação barroca; suas figuras são hieráticas e seus gestos sugerem um ritmo contido.

Inicia estudos de latim, recebe a ordenação em 1797 (porém, por ser mulato, com a ressalva do ex defectu natalium), é chamado a partir de então de Frei Jesuíno do Monte Carmelo. Sua produção artística diminui após o recebimento das ordens.

Retorna a Itu em 1797. F**a abalado pela tentativa frustrada de ingressar na Ordem Terceira de Nossa Senhora do Monte Carmelo. Começa a idealizar a congregação dos padres do Patrocínio por volta de 1800. Consegue o apoio local e até mesmo de Dom João VI (1767 - 1826) para construir a Igreja de Nossa Senhora do Patrocínio, em Itu. Improvisa-se arquiteto e desenha seu risco (a fachada original é remodelada ao gosto eclético em 1894). É assessorado pelos filhos, todos religiosos. Seus últimos trabalhos, os mais dramáticos de sua produção artística, são as oito telas de santos carmelitas em tamanho natural para a decoração dos corredores laterais da igreja. Compõe músicas para sua inauguração, mas morre em 1819 antes de vê-la pronta, o que acontece um ano depois. Segundo Mário de Andrade, Frei Jesuíno do Monte Carmelo é o protótipo do artista do Brasil colônia, muito mais intuitivo do que culto, localizado no "entremeio entre a arte folclórica legítima e a arte erudita legítima".

Foto: Teto da Igreja de Nossa Senhora do Carmo, em Itu

No mundo todo, diversas datas são comemoradas todos os meses, são dias de homenagem às mães, pais, profissionais, santos...
12/06/2026

No mundo todo, diversas datas são comemoradas todos os meses, são dias de homenagem às mães, pais, profissionais, santos, elementos da natureza, personalidades importantes e personagens históricos.

Uma das celebrações mais importantes é a do Dia dos Namorados, porém, esta data possui diversas origens, algumas bem curiosas, outras envolvendo fatores econômicos e crendices populares.

Uma das lendas sobre a origem remete à época anterior ao nascimento de Jesus Cristo. Na Roma antiga, o Dia dos Namorados teve início quando o imperador Claudius II proibiu o casamento entre jovens em 270 a.C. O objetivo era diminuir o número de homens casados e ter mais soldados em seu contingente. Insatisfeito com a proibição, o bispo Valentinus desafiou a autoridade do rei e começou a realizar casamentos escondidos. Após descoberto, foi preso e condenado à morte. Na prisão, Valentinus apaixonou-se por uma moça cega, filha do carcereiro. Com um milagre, ele recuperou a visão de sua amada e deixou-lhe uma carta antes de ser decapitado. No bilhete, lia-se “from your Valentine” (do seu Valentinus). Foi desta frase que surgiu a expressão Valentine’s Day (Dia de São Valentim), data comemorada, até hoje, nos Estados Unidos, no dia 14 de fevereiro.

No Brasil, o dia teve uma origem comercial, em 1948, quando a rede de lojas Clipper percebeu que durante o mês de junho sempre ocorria uma queda nas vendas relacionada à ausência de uma data comemorativa no mês. Para reverter essa situação, a empresa contratou o publicitário João Dória, que teve a ideia de copiar o Valentine’s Day e escolheu o dia 12 de junho para as comemorações. A data não foi escolhida por acaso. No Brasil, as mulheres, esperançosas na busca de um amor, homenageiam o Santo Antônio, o “santo casamenteiro”, no dia 13 de junho. Então a escolha do Dia dos Namorados ficou para um dia antes destas homenagens ao santo do amor. A estratégia de Dória surtiu efeito com o slogan “não é só com beijos que se prova o amor”, o que alavancou as vendas da loja e criou a tradicional troca de presentes da data.

Foto obras em Arte digital fineart 1/1

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John Constable (11 de junho de 1776, Suffolk - 31 de março de 1837, Londres). Estudou na Dedham Grammar School e ao deix...
11/06/2026

John Constable (11 de junho de 1776, Suffolk - 31 de março de 1837, Londres). Estudou na Dedham Grammar School e ao deixar a escola, trabalhou um período com seu pai, apesar de seu coração não estar ali.

Em 1799 convenceu então seu pai a mandá-lo para a Royal Academy em Londres para estudar arte. Em 1816, Constable conquistou sua segurança financeira com a morte de seu pai. Casou-se com Maria Bicknell contra a vontade da família dela e foram muito felizes. Com a morte de sua esposa, em 1828, caiu numa profunda depressão e seus trabalhos tornaram-se mais escuros passando um ar de lamento.

Foi um dos artistas pioneiros na percepção e estudo da mudança dos efeitos da luz e condições atmosféricas na arte. Constable, que fez da natureza seu tema principal, dedicou-se à compreensão e desenvolvimento de novos caminhos para descrever a mutação. O céu, principalmente, o encantou devido às mudanças de luminosidade na natureza as quais governam tudo.

Marcou fortemente esta sua obsessão com estudos das nuvens e da abóbada celeste, também experimentou diferentes técnicas com folhas molhadas e sereno, capturando novos efeitos, para retratá-los em seus trabalhos.

Nascido no vilarejo de East Bergholht, em Suffolk, sempre agradeceu ao maravilhoso céu local sua decisão de se tornar pintor. Difíceis de catalogar num ou noutro movimento, seus quadros têm algo dos impressionistas na execução e tratamento da cor, mas são definitivamente românticos em seus motivos.
De fato, Constable foi um dos primeiros pintores a representar a paisagem com um novo realismo sentimental, embora de maneira mais austera do que Turner ou Friedrich.

O início de sua carreira artística não foi fácil: a família se opunha, e a Academia da Inglaterra recusou seus quadros, considerando-os fora dos padrões acadêmicos, devido ao já mencionado tratamento impressionistas da cor. A obra de Lorrain e de Poussin foi definitiva para sua formação, bem como as paisagens de Rubens.

Constable teve oportunidade de conhecer a obra de todos esses artistas pelos originais pertencentes à coleção particular do aristocrata Beaumont. Entusiasmou-se também pelas obras de Gainsborough e Reynolds, cujas teorias pôs em prática. A exemplo dos impressionistas, Constable preferia pintar ao ar livre e nas suas telas tentava plasmar as alterações nas condições da natureza tal como ocorriam: névoa, chuva fina, sol tênue, umidade.

Um dos quadros mais bem aceitos pela crítica foi O Carro de Feno, que lhe valeu a medalha de ouro da Academia. Até Delacroix tentou copiar os céus de Constable, deslumbrado com a força e o sentimento de sua trabalhada luminosidade.

Constable tinha grande afinidade com a poesia e ocasionalmente exibiu seus escritos. Constable ganhou reconhecimento da sua obra lentamente, primeiro na França e depois na Inglaterra.

Faleceu em 1837 e foi um inspirador fundamental para os pintores do Romantismo e pintores de paisagem de forma geral.

Foto: O carro de feno

Gustave Courbet (Ornans, 10 de junho de 1819 — La Tour-de-Peilz, 31 de dezembro de 1877) foi um pintor francês. Foi acim...
10/06/2026

Gustave Courbet (Ornans, 10 de junho de 1819 — La Tour-de-Peilz, 31 de dezembro de 1877) foi um pintor francês. Foi acima de tudo um pintor da vida camponesa de sua região.

Ergueu a bandeira do realismo contra a pintura literária ou de imaginação.

Obras polêmicas, como “Origem do Mundo”.

Foto: Os quebradores de pedras

Corpus Christi (expressão latina que significa Corpo de Cristo ) é uma festa católica. É um evento baseado em tradições ...
04/06/2026

Corpus Christi (expressão latina que significa Corpo de Cristo ) é uma festa católica.

É um evento baseado em tradições católicas. É realizada na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade, que, por sua vez, acontece no domingo seguinte ao de Pentecostes. É uma "Festa de Guarda", isto é, para os católicos, é obrigatório participar da Santa Missa neste dia, na forma estabelecida pela conferência episcopal do país respectivo.

A procissão pelas vias públicas, quando é feita, atende a uma recomendação do Código de Direito Canônico (cânone 944) que determina ao bispo diocesano que a providencie, onde for possível, "para testemunhar publicamente a adoração e a veneração para com a Santíssima Eucaristi, principalmente na solenidade do Corpo e Sangue de Cristo." É recomendado que, nestas datas, a não ser por causa grave e urgente, não se ausente da diocese o bispo (cânone 395).

Os tapetes de rua são uma tradição e manifestação artística popular realizada por fiéis da Igreja Católica, confeccionados para a passagem da procissão de Corpus Christi.

A tradição da confecção do tapete surgiu em Portugal e veio para o Brasil com os colonizadores. Os desenhos utilizados são variados, mas enfocam principalmente o tema Eucaristia. No Brasil essa tradição está sendo ampliada, atingindo inclusive comunidades, bairros e até colégios (um exemplo é o Colégio Virgo Potens, em Guarulhos-SP, que desde 2009 realiza a confecção junto a materiais diversos e também foco na Sustentabilidade).

Para confeccionar os tapetes são utilizados diversos tipos de materiais, tais como serragem colorida, borra de café, farinha, areia, flores e outros acessórios.

Foto: Belo painel, dando destaque à representação da Virgem Poderosa, Padroeira do Colégio Virgo Potens, Guarulhos, São Paulo-SP

Endereço

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