Coloriramar

Coloriramar Uma página muuuuuito colorida. Que leva o Amor, poesia e um pouco do meu cor-ação. Ele é o Amor e quem ama é cor !" (thiago grulha)

Coloriramar é uma expressão do meu lado humano, meus amores, minhas cores, minhas poesias, meu cor-ação. É um sorriso pra Deus, um abraço pra todos, o meu jeito de andar com Ele, de pedir perdão, de tentar, de tributar louvor, de partilhar minha fé, saltar as muralhas...
É o meu jeito de contar a história Dele, de dizer aos que precisam ouvir:
“– Ele nos ama, e nos leva a amar como Ele nos amou.

Nicolas Behr ♥️
20/08/2026

Nicolas Behr ♥️

caminha caminhadorcaminha e o caminho se abrirácaminho com a minha dorcaminho e o caminho se abrirá
18/08/2026

caminha caminhador
caminha e o caminho se abrirá
caminho com a minha dor
caminho e o caminho se abrirá

13/08/2026

sobre o cansaço de sustentar a própria existência.

Eu acho tão bonito quando alguém conhece a própria história.Quando sabe de onde veio, não só no sentido amplo, mas nos d...
13/08/2026

Eu acho tão bonito quando alguém conhece a própria história.
Quando sabe de onde veio, não só no sentido amplo, mas nos detalhes: o que o avô fazia, como o bisavô ganhava a vida, que caminhos os pais percorreram até chegar aqui. Existe uma espécie de continuidade nisso, como se a vida deixasse rastros suficientes para que alguém pudesse se reconhecer no meio do caminho. Como se fosse possível olhar para trás e, a partir daí, entender onde se está e talvez até para onde ir.

Eu não tenho isso.

Eu não sei quase nada sobre as minhas origens.
Não conheço os nomes que vieram antes de mim.
Não sei quem foi meu tataravô, o que ele fazia, como viveu.
E, às vezes, penso que talvez nem tenha havido escolha, que talvez ele tenha sido apenas mais um corpo atravessado pela história, alguém a quem nem o direito de existir como sujeito foi dado.

E então eu começo do vazio.

Não sei exatamente como cheguei até aqui.
Nunca me deram um mapa que facilitasse o meu trajeto, mas talvez ninguém receba.

Ainda assim, há algo que acontece aos poucos.
Algo que consome, que corrói, que vai minando o pouco de vida que existe em mim.

Quando você chega a um lugar novo sem identidade, ou pior, quando constroem uma identidade por você, uma que não pode ser questionada, você se vê presa.
Enclausurada em ideias, em expectativas que não são suas.

E então, quando finalmente reúne forças para sair desse lugar que aprisiona, começa um outro movimento: o de nomear.
De tentar encontrar um nome para si mesma.
Um significado próprio.

Às vezes, nesse caminho, nasce uma poesia.
Você cria um símbolo, ressignifica, dá um novo nome à dor, à angústia, à própria existência e segue.

Mas o que dói é perceber que, assim como fizeram com meus pais e com meus avós, a existência que eu tento criar continua sendo invalidada.
Quem eu tento ser continua sendo apagada.
A forma como escolho amar, e até quem eu escolho amar, segue sendo julgada, atravessada, negada.

E chega uma hora em que lutar para ser cansa.
Lutar para existir se torna um fardo pesado demais.
Uma mala que, às vezes, dá vontade de largar no meio do caminho. (CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)

10/08/2026

mais um dia de passeio dos stories pro feed ♥️

Dia de Passeio no Parque 🧡🐈‍⬛
30/07/2026

Dia de Passeio no Parque 🧡🐈‍⬛

Onde eu vou colocar todo esse amor que sinto por você?Para onde eu envio esse excesso de afeto que agora me consome e, s...
27/07/2026

Onde eu vou colocar todo esse amor que sinto por você?
Para onde eu envio esse excesso de afeto que agora me consome e, sem ter onde repousar, se transforma em sofrimento?

O que eu faço com todos os sonhos que você plantou no meu coração e na minha mente? O que eu faço com isso? Para onde eu levo? O que eu escrevo?

Acho que não existe história, crônica ou poema capaz de descrever o quão brutal é precisar me desfazer de tantas emoções bonitas. De tudo o que me elevou, me arrancou de mim e me fez acreditar no amor outra vez.

O que eu faço com isso?
Seguirei procurando palavras.

Talvez eu escreva. Talvez eu cante. Talvez eu dance. Talvez eu transforme esse amor em tudo aquilo que ele ainda consegue criar dentro de mim. Vou celebrar a existência desse sentimento que você provocou no meu coração, porque, apesar da dor, ele foi um dos lugares mais bonitos em que já estive. Eu não quero partir dele, mas você já se retirou.

O que eu queria mesmo era compartilhar tudo isso com você. Dividir esse amor no cotidiano, no cuidado, nas pequenas coisas. Nos incontáveis beijos que eu ainda quero te dar. Nos abraços em que eu gostaria de me perder e te encontrar. No êxtase de ter você dentro de mim. Nos mares em que eu imaginava que nos afogaríamos juntos, mares de amor. Era isso.

Mas o que me resta é escrever. Chorar de vez em quando. Reler as cartas. Rever as fotos. E aprender, aos poucos, a conviver com a ausência de alguém que despertou em mim um amor tão imenso, sem que eu pudesse viver tudo o que esse amor ainda tinha para oferecer.

Endereço

São Paulo, SP

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