Maria Antônia

Maria Antônia Versão online do Jornal Maria Antônia que traz novidades e informações descontraídas para o seu dia-a-dia.

Há mais ou menos 20 anos ela estava uma sala de aula do curso de Jornalismo da Fiam. Dedicada e determinada. Na época di...
11/09/2024

Há mais ou menos 20 anos ela estava uma sala de aula do curso de Jornalismo da Fiam. Dedicada e determinada. Na época dizia que queria f**ar rica. Ontem nos encontramos na Livraria da Vila e para minha surpresa ela lembrou dos textos que escrevia nas aulas. Hoje só no Youtube tem mais de sete milhões de seguidores e é umas das maiores influenciadores do mundo no seu segmento. Parabéns pela sua carreira e pelos seus livros. E é muito bom rever uma aluna que conserva seu entusiasmo e a alegria de viver.

Muito legal o bate-papo com Márcio Juliboni, diretor de redação da Money Times. O jornalista conversou com os alunos do ...
24/04/2024

Muito legal o bate-papo com Márcio Juliboni, diretor de redação da Money Times. O jornalista conversou com os alunos do Mackenzie sobre o mercado do jornalismo econômico.

Semestre novo, redação nova! Sejam bem-vindos novos repórteres e fotógrafos!
27/08/2015

Semestre novo, redação nova!
Sejam bem-vindos novos repórteres e fotógrafos!

Obra ameaça área verde no centroO Parque Augusta, localizado no quarteirão da Rua Augusta entre a Marquês de Paranaguá e...
27/05/2015

Obra ameaça área verde no centro
O Parque Augusta, localizado no quarteirão da Rua Augusta entre a Marquês de Paranaguá e a Caio Prado, teve sua retomada de posse pela Polícia Militar no início de março. Com um protesto realizado no mesmo dia, cerca de 200 pessoas se mantiveram dentro do parque em forma de um ato de manifestação pacíf**a.
Aécio Moraes, 36, um dos ativistas que ainda se mantém na luta contra a destruição do Parque Augusta, explica que o movimento possui um caráter não somente ambiental, mas também educativo e cultural. De acordo com ele, existem várias creches e escolas na região que beneficiariam seus alunos com uma área verde próxima a essas instituições. “Seria muito bom se nossa cidade fosse reconhecida como um lugar em que se destaca pela atenção dada à cultura, especialmente a essa (cultura) que ensina a viver em harmonia com a natureza.”, explica o ativista.
A moradora de um dos edifícios de frente ao parque, a aposentada Juliana Almeida, 69, afirma que uma das vantagens do local era que criava um ambiente descontraído do cinza da cidade para os moradores da região. O único problema é que, quando ninguém cuidava do espaço, ele não f**ava com um visual agradável.
“Agora o movimento segue em diálogo com o prefeito para que o parque se mantenha de pé e receba seus devidos investimentos”, diz Aline Oliveira, 25, que ajudava na coleta de assinaturas para o movimento.
O Parque Augusta possui cerca de 24 mil m² e com aproximadamente 600 árvores. É uma das poucas áreas no centro de São Paulo que ainda cultiva um grande espaço dedicado à vegetação. Atualmente, o terreno pertence as construtoras Cyrela e Setin.
Ao final de 2013, a lei n° 15.941 permitiu a criação do Parque Municipal Augusta, pela prefeitura. Mas devido à falta de recursos para a desapropriação, os investimentos não puderam ser concluídos. E já no início de 2015, foi autorizada a construção de prédios e edifícios na região, com alvará do Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp).
Apesar de todo o conflito agora ser político e estar mais relacionado a órgãos públicos, alguns ativistas se encontram com suas tendas na calçada do parque, na Rua Augusta, recolhendo assinaturas para uma petição de defesa e preservação ao local. Também é possível participar de uma pequena assembleia pública, criada por manifestantes, na Praça Roosevelt, no centro, às segundas-feiras, às 20h.



Texto: Felipe Bugarib
Foto: Júlia Brunelli
Jornal Maria Antônia
Abr/2015

O fim das paletas? A febre refrescante que o brasileiro adotou nos últimos dois anos pode estar sendo curada. As paletas...
12/05/2015

O fim das paletas? A febre refrescante que o brasileiro adotou nos últimos dois anos pode estar sendo curada. As paletas mexicanas, famosas por seu tamanho e caráter artesanal, começam a ser consideradas mais um caso de “moda” no ramo das franquias alimentícias. Tendo sabores diferenciados como morango com leite condensado e manga com pimenta, os saborosos sorvetes estão sendo observados por consultores e especialistas, que começam a ver um futuro incerto para essa tendência.
“Aonde você vai agora tem paleta. Todo lugar tem e tudo que é demais cansa uma hora”, diz Ana Laura Joanini, 45 anos, proprietária de uma loja de doces. “As pessoas não procuram mais como antigamente. No verão é paleta e no inverno já será outra coisa. Iria colocar em minha loja, mas acabei desistindo por não ter mais alta procura”, afirmou. Ana também afirmou que é necessário ter um marketing definido para se garantir uma boa clientela, porém sempre trazendo inovações, fidelizando seus clientes de costume e trazendo novos consumidores.
Mesmo com a possível quebra da onda mexicana, há quem não esteja preocupado com as previsões. A empresa Los Paleteros, pioneira no Brasil, fechou o ano passado com faturamento por volta dos R$ 70 milhões, 72 unidades ativas e mais de 10 milhões de paletas vendidas. "O mercado de sorvetes cresceu 70% nos últimos cinco anos e contamos com uma aceitação de 95% dos nossos consumidores, o que reforça nossa expectativa em relação à expansão dos negócios", explica Gilberto Verona, sócio à frente da marca com Gean Chu. Verona revela também que a conquista desses números expressivos se dá pele produto natural, inovador e de fácil consumo. “Por ser no palito, tem um maior apelo de compra impulsiva, dado ao fato de ser de porção única de consumo”.
Muitas outras lojas, que começaram simplesmente como quiosques, adotaram o modelo de franquias. Helado Monterrey, Los Hermanos e El Paletero também se expandem para fora do eixo sul-sudeste, alcançando consumidores do sorvete “premium” por todo Brasil. “Para 2015, o plano de expansão da marca contempla a abertura de mais 75 unidades e o início da expansão para o Nordeste”, garante a empresa Economídia, assessoria responsável pela imagem da franquia Los Paleteros.




Foto e Texto: Arthur Henrique Ribeiro da Costa
Jornal Maria Antônia
Abr/2015

A Exposição "Museu Dançante" no MAM (Museu de Arte Moderna) recebe mais de 38 obras contemporâneas e espetáculos de danç...
29/04/2015

A Exposição "Museu Dançante" no MAM (Museu de Arte Moderna) recebe mais de 38 obras contemporâneas e espetáculos de dança que mostram como é possível interagir com as esculturas. Os dançarinos fazem parte da São Paulo Companhia de Dança (SPCD) e quem quiser assisti-los é só checar a programação neste Link: http://mam.org.br/exposicao/museu-dancante/.
A exposição vai até o dia 21 de junho de 2015, Aproveite!
Dica: Mackenzista não paga!
Foto e Texto: Thainá Dias

Oportunidade para as futuras mamães: Com preço acessível e aulas de qualidade, desde janeiro o programa para gestantes d...
29/04/2015

Oportunidade para as futuras mamães: Com preço acessível e aulas de qualidade, desde janeiro o programa para gestantes do Sesc Consolação atrai cada dia mais grávidas dispostas a fazer atividades com exercícios de fortalecimento, relaxamento, flexibilidade, coordenação, alongamento, técnicas de respiração e muito mais. O curso mostra para as futuras mães como atividades físicas ajudam na gravidez, diminuindo desconfortos físicos, como dores nas costas, prisão de ventre e inchaço, além de ajudar a manter o humor mais estável e a autoestima e o sono em dia. O curso acontece duas vezes por semana, às quartas e sextas-feiras, em dois períodos. O da manhã ocorre das 7h10 às 8h, e no período da noite das 18h30 às 19h20. No primeiro dia da semana acontecem as atividades físicas em circuito, alternando uso de objetos, e no segundo dia, hidroginástica. Qualquer mulher a partir da 12ª semana de gestação com autorização do obstetra pode participar do programa. A matrícula custa 60 reais (preço cheio) e 30 reais (para usuários matriculados no Sesc) e o curso vai até 18 de dezembro. A contadora Priscila dos Santos está na 23ª semana e participa do curso desde fevereiro. Como já fazia atividade física antes, com a permissão do médico, se inscreveu no programa e diz como as aulas já a ajudaram. “É muito bom ter uma atividade especial para as gestantes, com atividades voltadas para nós”, diz. Outras gestantes também aproveitam o curso. Uma delas é a própria professora, Eliane Petito, que está na 15ª semana e mostra como é importante fazer atividades físicas antes, durante e depois da gravidez. Também segundo a professora, a partir do mês de abril começarão as palestras para as alunas do curso. O objetivo é apresentar e discutir temas como alimentação, formas de parto e cuidados com o bebê, entre outros. “Tentamos mostrar para as grávidas como é importante cuidar da saúde, com exercícios físicos e com uma alimentação regulada”.




Texto e Foto: Julia Guerrero Borges

Jornal Maria Antônia
Abr/2015

São Paulo em “X”: Um pedaço do Japão está em São Paulo e não é o bairro da Liberdade. O Projeto  Centro  Aberto  (desenv...
28/04/2015

São Paulo em “X”: Um pedaço do Japão está em São Paulo e não é o bairro da Liberdade. O Projeto Centro Aberto (desenvolvido pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano) se inspirou nos modelos de travessia em “x” espalhadas pelas ruas de Tóquio para trazer a novidade aos asfaltos paulistas. Dessa forma, desde dezembro do ano passado, a Secretaria Municipal de Transportes, através da Companhia de Engenharia de Tráfego – CET, tem implantado a ideia em cruzamentos movimentados da capital. No dia 3 de março foi a vez da Rua da Consolação com as ruas Caio Prado, Maria Antônia e Doutor Cesário Mota Junior. A ideia do Projeto Centro Aberto visa justamente a qualif**ação e otimização de espaços físicos priorizando pedestres e ciclistas, especialmente na região central. Assim, a implantação das faixas em “X” procura facilitar a vida de quem está na rua, evitando a necessidade de atravessar uma via por vez e garantindo mais segurança e agilidade aos pedestres. Rafael Montanhini, 27, passa todos os dias pelo cruzamento e aprovou a novidade. “Realmente ficou mais rápido. Antes precisava esperar o sinal fechar duas vezes para atravessar”, comentou o estudante. Ele não é o
único. De acordo com dados da Secretaria Municipal de Transportes, de pesquisas feitas pela CET, cerca de 2.200 pessoas a cada hora passam diariamente pelo local. O comentário de Rafael é comprovado ao olhar os números que a CET informa. Antes, o tempo de travessia durava cerca de 127 segundos. Esse tempo gasto agora cai para 77 segundos, ou seja, 50 segundos são poupados dos moradores da cidade que nunca para. Contudo, esses números são debatidos quando colocados em prática. No momento em que o pedestre inicia a travessia, o semáforo passa para a luz vermelha piscante. Desta forma, quem está usando a faixa tem que correr para o outro lado para não f**ar no meio do caminho. Segundo a CET, o método é seguro pois a luz verde pisca durante cinco segundos e depois o vermelho f**a piscando durante 32 segundos. Na prática, foram contados cinco segundos de verde e 28 segundos de vermelho, quase insuficientes para alcançar o outro lado sem correr. Esses números podem parecer razoáveis se levarmos em conta o grande fluxo de jovens que passam pelo local, especialmente alunos da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Porém, para Domingos Martins, 64
anos, que usou a faixa apenas uma vez, o tempo não foi suficiente para completar a travessia. “Moro na região, mas não tenho usado a faixa. O tempo não é suficiente para atravessar a passos normais e isso é perigoso, não só para mim, mas para qualquer pessoa com dificuldades de mobilidade e que não conheça o sistema”, argumenta. Para o aposentado, deveriam haver sinalizações para informar pedestres que não são da região e desaconselha o uso para quem não conhece a região. Outras três faixas foram implementadas antes dessa da Rua da Consolação. A primeira foi no cruzamento entre as ruas Riachuelo e Cristóvão Colombo. Depois as Avenidas Ipiranga e São João receberam a novidade em janeiro desse ano e em fevereiro foi a vez do viaduto do Chá com a rua Xavier Toledo ser contemplado com as faixas.




Foto e Texto: Louise Morona

Jornal Maria Antônia
Abr/2015

São Paulo em cores: Conhecida como a cidade cinza, São Paulo está ganhando cores em seus muros, prédios e vielas por mei...
24/04/2015

São Paulo em cores: Conhecida como a cidade cinza, São Paulo está ganhando cores em seus muros, prédios e vielas por meio do grafite. A arte das ruas chegou no Brasil no fim da década de 1970. A população, que sofria com ditadura militar, tinha medo de manifestar sua insatisfação com o governo. O grafite foi o viés para mostrar a indignação e procurar brechas para a liberdade de expressão. Mais de 40 anos depois, a prefeitura de São Paulo institucionalizou essa arte. Foram criados projetos para popularizar o grafite, que é mundialmente conhecido. Entre esses projetos está o mural inaugurado em fevereiro, na avenida 23 de Maio, nas regiões centro e sul. Duzentos artistas trabalharam no projeto, que tem 5,4 quilômetros de extensão. Entre eles, Gen Duarte, que aprovou o projeto. “Pra mim, foi uma grande honra estar em um projeto desta dimensão, que colaborou com visibilidade e permitiu um contato maior com o público”. O projeto na Avenida 23 de Maio teve uma grande repercussão. Os Arcos dos Calabreses foram construídos entre 1885 e 1887 e só foram descobertos na gestão do prefeito Jânio Quadros. Por ser um patrimônio tombado, a obra não pode sofrer alterações. Porém, o grafiteiro Gen discorda. “Até então antes dos Arcos serem grafitados ninguém sequer lembravam deles. Estavam lá sujos e trancados. O grafite tem esse poder de revitalização e discussão com a sociedade. Lógico que não devemos sair grafitando patrimônios históricos, mas esses arcos foram de comum acordo entre a prefeitura e a curadoria’”. O projeto City+Colour, com o lema “mais cor por favor”, pretende deixar São Paulo um pouco mais colorido. Procura aproximar quem quer ter seu muro ou prédio grafitado e quem quer mostrar sua arte. No site www.colorpluscity.com/pt é possível ver um mapa com os locais que estão cadastrados para receber o grafite. Apesar dos esforços da prefeitura ainda existem muitas barreiras no mundo do grafite. Gen cita entre eles, “o preconceito, custo muito alto de material e o não entendimento das forças policiais em alguns momentos”. O grafite foi descriminalizado em 2011 por uma lei federal.



Texto: Ana Carolina Milagres
Jornal Maria Antônia
Abr/2015

A cidade vai f**ar mais colorida. Conheça o projeto que está conectando donos de espaços urbanos com pessoas que querem pintar.

SOS queda de árvores: Desde o final do ano passado, São Paulo sofre com a queda de árvores. Os temporais, típicos do ver...
18/04/2015

SOS queda de árvores: Desde o final do ano passado, São Paulo sofre com a queda de árvores. Os temporais, típicos do verão, ocorreram de forma mais isoladas e fortes, com rajadas de ventos que chegaram aos 90 km/h. Ao longo de todo o ano de 2014, foram registradas 2.252 quedas de árvores contra 1.861, em 2013, segundo balanço preliminar do Centro de Controle Operacional Integrado. Um dos bairros mais atingidos foi o de Higienópolis, onde o empresário Ricardo Luiz Galvão Mendes, 32, morreu no dia 22 de dezembro pela queda de uma árvore que atingiu o táxi onde estava. Moradores e funcionários do bairro ligaram, mandaram fotos e e-mails diversas vezes para a prefeitura e subprefeitura, pedindo que as árvores fossem analisadas e podadas, se necessário. Na Rua Itacolomi, o porteiro do Edifício Amaralina, que preferiu não se identif**ar, solicitou a retirada da árvore que f**a em frente ao prédio há mais de um ano e meio. A árvore doente caiu com as fortes chuvas de janeiro e atingiu o muro de uma escola, localizada no outro lado da rua. Segundo o porteiro, a prefeitura não retirou a árvore alegando que havia muitas demandas na cidade. O segurança da Escola Higienópolis, Manoel Virginio da Silva, 39, destacou a demora do serviço da prefeitura. “Só vieram quando caiu”. A prefeitura não se pronunciou sobre os casos ocorridos na região. Com a constante queda de árvores, muitas delas, saudáveis e sem risco de queda, estão sendo retiradas. Com a intenção de proteger as árvores, a ONG SOS Planeta faz um manifesto que consiste em amarrar um laço negro nas árvores. Um dos idealizadores da ONG, José Manoel Ferreira Gonçalves, vê que esse alerta é a favor das árvores de São Paulo. “Pensamos em São Paulo como um todo. Nossa cidade precisa muito do verde, de parques, de humanização e cabia aquele manifesto. Pensamos em fazer algo forte e respeitoso, que pudesse ser replicado facilmente.” A ONG, fundada por José Manoel e amigos, é decorrente de um programa que ele apresentava na rádio Jovem Pan, em São Paulo, com boletins diários exatamente com esse nome SOS Planeta. Desde 11 de novembro até o início de janeiro 1.765 árvores caíram na cidade, segundo um estudo da prefeitura. São as árvores que contribuem para amenizar o calor no verão e manter a umidade durante do inverno, além de melhorar a qualidade do ar da capital. Por esse motivo, a prefeitura replanta árvores nos locais onde houve quedas, mas, para José Manoel, isso não é tudo que a prefeitura deve fazer. “Ensinar, orientar, incentivar as pessoas a fazerem isso. Nunca, jamais criminalizar as árvores, como se fossem culpadas pelos fatos lamentáveis, incluindo mortes e tudo mais. Elas são vítimas como todos nós.”



Texto: Ana Carolina Milagres e Liz Fernanda Sacramento
Fotos: Liz Sacramento
Jornal Maria Antônia
Mar/2015

Lazer como mobilidade: Em uma cidade onde o barulho e o estresse imperam, ter minutos de tranquilidade e cuidados com a ...
16/04/2015

Lazer como mobilidade: Em uma cidade onde o barulho e o estresse imperam, ter minutos de tranquilidade e cuidados com a saúde não é comum. É com esse intuito que surgiu o projeto SampaBike, que além de promover o não-sedentarismo, tem a ideia de incluir o lazer no dia a dia, como forma de transporte. Com muitos pontos espalhados pela cidade, o bairro de Higienópolis tem cinco estações de bicicletas. Duas estão localizadas na Rua Maranhão número 43 e na Rua Major Sertório, próximas à Universidade Mackenzie. Como boa opção de transporte, as “laranjinhas” têm o intuito de promover a responsabilidade social e transformá-las em transporte público frequente como tentativa de acabar com os engarrafamentos e poluição ambiental. Usuário há dois meses, Felipe Lima, morador da região da Consolação, utiliza as bicicletas como meio de locomoção até sua escola no bairro da Luz, um trajeto que demora 30 minutos para ser feito. Apesar de achar o serviço muito bom, Felipe reclama da falta de espaço e sinalização na cidade, mas isto não o desmotiva a deixar de usar. Outra reclamação é o horário que as bikes são deixadas na hora do almoço na estação da Rua Haddock Lobo. Segundo Felipe, no momento em que sai, de manhã, “as bicicletas não estão na estação”. O serviço é gratuito e para utilizar basta acessar o site do projeto e se cadastrar. Também é possível usar o Bilhete Único. Os dois modos são apenas para liberar as bicicletas das estações. Nenhum valor é cobrado pelo serviço, apenas se for excedido o tempo de utilização. Neste caso o usuário terá que pagar uma taxa de R$ 5. A devolução pode ser feita em qualquer estação, independente de onde foi retirada. O horário de funcionamento é das 6h as 22h, todos os dias. No site também é possível localizar a estação mais próxima, verif**ando a disponibilidade das bicicletas. O projeto é uma parceria da Prefeitura de São Paulo em parceria com a empresa Settrell/Samba, e com o apoio do Banco Itaú.





Texto: Thais Bugelli

Jornal Maria Antônia
Mar/2015

Endereço

Rua Major Sertório, 727
São Paulo, SP

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Maria Antônia posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar