Galeria Bolsa de Arte

Galeria Bolsa de Arte .

A Bolsa de Arte convida para sua reabertura em Porto Alegre, reafirmando sua trajetória no Sul do Brasil e marcando uma ...
08/06/2026

A Bolsa de Arte convida para sua reabertura em Porto Alegre, reafirmando sua trajetória no Sul do Brasil e marcando uma nova etapa de seu programa, em parceria com a Almeida & Dale.

A exposição inaugural, Stromboli, tem curadoria de Bernardo José de Souza e reúne artistas de diferentes gerações e geografias. A mostra parte da força vulcânica de Stromboli para pensar o corpo como matéria plástica, em permanente metamorfose, atravessada por forças antagônicas, fragilidade, risco, violência e paixão.

Bernardo José de Souza é curador, pesquisador e escritor, com atuação no Brasil e no exterior. Foi diretor artístico da Fundação Iberê Camargo e integrou equipes curatoriais da Bienal do Mercosul e da Bienal SESC_Videobrasil.

Stromboli
13 de junho de 2026, às 11h
Rua Visconde do Rio Branco, 365 - Porto Alegre, Brasil

Vistas do stand da Bolsa de Arte na ArPa 2026 (), com projeto solo de Bruno Novelli () Suas obras constroem universos pi...
27/05/2026

Vistas do stand da Bolsa de Arte na ArPa 2026 (), com projeto solo de Bruno Novelli ()

Suas obras constroem universos pictóricos habitados por naturezas exuberantes, seres híbridos e antropomórficos. Cores saturadas, múltiplas texturas e padronagens que mimetizam peles, p***s e vegetação criam superfícies em constante movimento e transformação.

Sua prática parte de uma extensa pesquisa sobre formas de representar o mundo natural, assimilando imagens de expedições científicas, bestiários, mitologias e tradições que vão do clássico ao gótico, passando por imaginários contemporâneos. Contornos litorâneos, matas fechadas e quimeras híbridas aparecem em desenhos minuciosos que sugerem movimento contínuo.

Novelli também participa da coletiva Exposition Générale, em cartaz na Fondation Cartier, em Paris.

Bolsa de Arte | Stand D6
ArPa 2026
27–31 de maio de 2026
Mercado Livre Arena Pacaembu, São Paulo

A prática de Bruno Novelli parte de uma extensa pesquisa sobre formas de representar o mundo natural, assimilando imagen...
15/05/2026

A prática de Bruno Novelli parte de uma extensa pesquisa sobre formas de representar o mundo natural, assimilando imagens de expedições científicas, bestiários, mitologias e tradições visuais. O resultado, porém, não é uma pintura de catalogação, e sim um exercício de cosmogonia.

Cores saturadas, múltiplas texturas, padronagens que mimetizam peles, p***s e vegetação, e camadas espessas de tinta destacam as figuras do fundo e criam uma superfície em constante movimento e transformação — um território onde realidade e sonho, conhecimento e fabulação, natureza e cultura habitam o mesmo plano, sem uma clara distinção.

A Bolsa de Arte apresenta, na ArPa 2026 (), um projeto solo de Bruno Novelli ().

Bolsa de Arte | Stand D6
27–31 de maio de 2026
ArPa
Mercado Livre Arena Pacaembu, São Paulo



Artwork credits

1,2. Pássaro Misterioso, 2025, acrílica sobre tela (acrylic on canvas), 80 x 80 cm (31 1/2 x 31 1/2 in)

3,4. Três Miradores, 2024, acrílica sobre tela (acrylic on canvas), 80 x 80 cm (31 1/2 x 31 1/2 in)

5,6. No sonho do Tucunaré, 2023, acrílica sobre tela (acrylic on canvas), 221 x 191 cm (87 x 75 in)

A Bolsa de Arte apresenta, na ArPa 2026 (), um projeto solo de Bruno Novelli (). Nas pinturas do artista, uma natureza e...
11/05/2026

A Bolsa de Arte apresenta, na ArPa 2026 (), um projeto solo de Bruno Novelli ().

Nas pinturas do artista, uma natureza efervescente serve de cenário para criaturas híbridas, seres fantásticos e paisagens que parecem existir entre o sonho e o registro — como se o mundo estivesse sendo criado enquanto é observado.

A prática de Novelli parte de uma extensa pesquisa sobre formas de representar o mundo natural, assimilando imagens de expedições científicas, bestiários, mitologias e tradições que vão do clássico ao gótico, passando por imaginários contemporâneos.

Bolsa de Arte | Stand D6
27–31 de maio de 2026
ArPa
Mercado Livre Arena Pacaembu, São Paulo

07/05/2026

Save the date | 13.06.2026

A Bolsa de Arte convida para sua reabertura em Porto Alegre, marcando uma nova etapa de sua trajetória na cidade onde nasceu.

A galeria reafirma seu papel na consolidação da arte contemporânea no Sul do Brasil e amplia seu programa a partir da parceria com a Almeida & Dale. A ocasião será acompanhada pela abertura de Stromboli, exposição com curadoria de Bernardo José de Souza, que reúne artistas de diferentes gerações para pensar o corpo como território de transformação, tensão e força.

13 de junho de 2026, das 11h-16h
Rua Visconde do Rio Branco, 365
Porto Alegre, Brasil

André Severo (Porto Alegre, 1974) transita entre fotografia, instalação, cinema, desenho e publicação como quem persegue...
05/05/2026

André Severo (Porto Alegre, 1974) transita entre fotografia, instalação, cinema, desenho e publicação como quem persegue um enigma que nenhuma linguagem esgota sozinha. Suas operações partem de deslocamentos: casas retiradas de contexto, imagens reeditadas, situações transformadas em estrutura, de onde o reconhecível emerge transformado. Ao aproximar procedimentos do arquivo, do cinema e da observação direta, constrói imagens que oscilam entre o que foi registrado e o que foi inventado, sem que essa distinção se resolva. A cada novo trabalho: o mesmo enigma e outro ângulo para tentar lê-lo.

A Bolsa de Arte anuncia a representação de André Severo (Porto Alegre, 1974).André Severo desenvolve uma prática artísti...
30/04/2026

A Bolsa de Arte anuncia a representação de André Severo (Porto Alegre, 1974).

André Severo desenvolve uma prática artística que incorpora a multiplicidade de linguagens como fundamento e método. Ao longo de três décadas de trajetória, o artista articula fotografia, vídeo, instalação, desenho, pintura e publicação em projetos que se desdobram para além de um gesto ou objeto único, muitas vezes incorporando o próprio contexto como parte constitutiva da obra. Seus trabalhos partem de operações de deslocamento — de imagens, arquiteturas e situações — que tensionam as relações entre memória, percepção e experiência. Casas, paisagens, fragmentos do cotidiano e códigos da história da arte são reconfigurados como estruturas instáveis, nas quais o real é continuamente filtrado, editado e reinscrito. Ao aproximar procedimentos do arquivo, do cinema e da observação empírica, o artista constrói imagens que oscilam entre registro e ficção, entre presença e dissolução. Mais do que afirmar um meio específico, sua prática se organiza como campo expandido, no qual cada trabalho funciona como parte de uma investigação contínua sobre as formas de ver, habitar e narrar o mundo.

Realizou exposições individuais na Galeria Bolsa de Arte (2017, 2021 e 2022, São Paulo); Oi Futuro (2021, Rio de Janeiro); Museu do Trabalho (2022, Porto Alegre); Casa de Cultura Mário Quintana (2023, Porto Alegre); Caixa Cultural Brasília (2024, Brasília); Caixa Cultural Curitiba (2025, Curitiba) e Cinemateca Capitólio (2025, Porto Alegre).

Recebeu o Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça (2013), o Prêmio Funarte de Arte Contemporânea (2014), o XV Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia (2015) e o Prêmio Sérgio Milliet, ABCA (2018).

Sua obra integra o acervo do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, do Museu de Arte do Rio Grande do Sul, do Museu de Arte do Rio e do Museu Nacional de Belas Artes.

As esculturas de Túlio Pinto (Brasília, 1974) existem no limite — entre equilíbrio e queda, rigidez e fragilidade, perma...
25/04/2026

As esculturas de Túlio Pinto (Brasília, 1974) existem no limite — entre equilíbrio e queda, rigidez e fragilidade, permanência e efemeridade. Vigas de aço, blocos de concreto e volumes de vidro são dispostos em sistemas onde peso, densidade e gravidade não ilustram tensão, mas a constituem de fato. O que mantém tudo de pé é também o que ameaça desmoronar: a estabilidade surge do jogo preciso entre opostos, transformando cada peça em um campo de forças vivo, em constante negociação com o espaço e com o tempo.

A Bolsa de Arte anuncia a representação de Túlio Pinto (Brasília, 1974).Túlio Pinto trabalha a escultura no campo das fo...
24/04/2026

A Bolsa de Arte anuncia a representação de Túlio Pinto (Brasília, 1974).

Túlio Pinto trabalha a escultura no campo das forças, em detrimento do domínio da figura e da representação. Suas obras operam como sistemas de tensão real, nos quais peso, compressão e gravidade constituem a própria estrutura do trabalho. Ao reduzir a forma a elementos essenciais, vigas de aço, blocos de concreto, volumes de vidro, o artista dispensa qualquer função narrativa, concentrando-se na relação física entre os materiais. A montagem instaura um espaço relacional em que cada elemento depende do outro para se manter em equilíbrio. A rigidez opaca do metal e do concreto contrasta com a transparência e a aparente fragilidade do vidro e, no entanto, é justamente essa oposição que sustenta a estabilidade do conjunto. Na iminência da queda, o equilíbrio não surge como metáfora, mas como condição concreta envolvendo cálculo, risco e precisão.

Túlio Pinto realizou exposições individuais em instituições como Santander Cultural (2013, Porto Alegre), Phoenix Institute of Contemporary Art (2015, Estados Unidos), Humo Gallery (2017, Zurique, Suíça), Baró Galeria (2018, São Paulo), Galeria Piero Atchugarry (2018, Garzon, Uruguai), Galeria Senda (2018, Barcelona, Espanha), Fondamenta Sant’Apollonia e Piero Atchugarry Gallery (2019, Veneza, Itália), Millan (2020, 2022, São Paulo), Museu Oscar Niemeyer (2023, Curitiba) e Cerrado Cultural (2025, Brasília).

Recebeu prêmios e distinções como o Salão de Arte de Mato Grosso do Sul (2011), Prêmio Energisa Artes Visuais (2012), ARTIGO Rio ARTTOWN Programa de Residência Artística e 9ª Rede Nacional Funarte (2013) e 65º Salão Paranaense (2014).

Sua obra integra coleções de instituições como Museu Marta Herford (Alemanha), Fundación Pablo Atchugarry (Uruguai), Fundação María Cristina Masaveu Peterson (Espanha), Piramidón (Espanha), Coleção de Arte do Phoenix College (Estados Unidos), Instituto Figueiredo Ferraz (Brasil), Museu de Arte Contemporânea do Paraná (Brasil), Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul (Brasil), Museu Nacional de Brasília (Brasil) e Museu Oscar Niemeyer (Brasil).

Camila Elis () opera a pintura como campo de negociação entre cor, gesto e sensação. Em grandes formatos de textura avel...
18/04/2026

Camila Elis () opera a pintura como campo de negociação entre cor, gesto e sensação. Em grandes formatos de textura aveludada, fundos lavados e claros cedem espaço a velaturas de manchas vivas e saturadas, ou a tons densos e profundos, de onde emergem formas livres em constante transmutação. Entre camadas do inconsciente e contrastes energéticos, o olhar é lançado num sorvedouro contínuo, imerso numa miríade de sensações que se resolvem tanto em imagem quanto em experiência.

Endereço

Rua Mourato Coelho, 790
São Paulo, SP
05417-001

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 10:00 - 19:00
Terça-feira 10:00 - 19:00
Quarta-feira 10:00 - 19:00
Quinta-feira 10:00 - 19:00
Sexta-feira 10:00 - 19:00
Sábado 10:00 - 17:00

Telefone

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