O Coral da Cidade de São Paulo é um coral comunitário de iniciativa não-governamental dedicado especialmente à música erudita. A participação é universal e gratuita, e seus participantes são provenientes das mais diversas regiões de São Paulo, de diferentes faixas etárias e atividades. Desde 2002 o coral reúne estudantes, trabalhadores, donas-de-casa, profissionais liberais e aposentados que se de
dicam ao aprendizado da Teoria Musical, Solfejo e Técnica Vocal oferecido gratuitamente pelo coral para integrarem o grupo que apresenta as grandes obras do repertório para coral e orquestra. Entre suas principais atuações destacam-se a montagem da ópera Orfeu e Eurídice de Gluck (2010); a Sinfonia da Paz de Cláudio Santoro (sob a regência de Natália Larangeira); a Sinfonia n. 3 “O Primeiro de Maio” e a estréia brasileira do oratório A Canção das Florestas op. 81 de Chostakovitch e do Requiem de Hanns Eisler; a Sinfonia n. 2 “Lobgesang” de Mendelssohn; O Messias e os Quatro Hinos de Coroação de Händel; Stabat Mater de Pergolesi; a Missa de Santa Cecília de José Maurício Nunes Garcia; Missa em dó menor KV 427 e Requiem KV 626 de Mozart e o Choros n. 10 de Villa-Lobos, acompanhado da Orquestra Acadêmica de São Paulo, além da Sinfonia n. 2 "Ressureição" de Mahler como convidado da Orquestra Heliópolis, sob a regência de Isaac Karabtchevsky. Todas as atividades artísticas e pedagógicas do coral e da orquestra são mantidas pela Associação Coral da Cidade de São Paulo, entidade sem fins lucrativos que foi fundada e dirigida pelos próprios participantes do coral. Diretor artístico: Luciano Camargo