12/03/2026
A crise ecológica tem tensionado um dos fundamentos do direito moderno: a ideia de que apenas os humanos podem ser sujeitos de direitos. Em diferentes partes do mundo, decisões judiciais passaram a reconhecer rios, florestas e ecossistemas como entidades juridicamente representáveis.
Nesse horizonte, artistas investigam as implicações políticas desse deslocamento, produzindo obras que expõem as fronteiras históricas que separaram o mundo vivo das instâncias de decisão, proteção e reconhecimento.