Conectados do Axé

Conectados do Axé Aprendizados , boas conversas e quem sabe aquele alguém especial....

29/12/2025

Falar sobre a História de São Paulo não é apenas narrar fatos; para mim, é como abrir um portal no tempo.
Sinto uma paixão visceral por cada camada de asfalto que esconde os paralelepípedos de um século atrás e por cada fachada de prédio que resiste ao barulho da metrópole.
​O Centro Velho é o meu lugar sagrado.
Quando caminho pelo Triângulo Histórico — entre o Largo São Bento, a Praça da Sé e o Largo São Francisco — sinto que as pedras têm voz.
Um amigo me disse uma vez que eu me transformo quando começo a apontar os detalhes: um entalhe numa porta de ferro, o estilo de uma janela art déco ou a história por trás de um casarão esquecido.
​Dizem que meu olhar brilha e meu tom de voz muda; é como se eu deixasse de ser um simples espectador para me tornar parte daquela memória viva.
Para mim, São Paulo não é cinza; ela é feita de infinitas cores e histórias que só esperam alguém com pressa o suficiente para parar e ouvir.

Um Espetáculo, Milhares de Olhares​Este post é um mosaico de perspectivas. Cada vídeo, foro aqui foi filmado por uma pes...
29/12/2025

Um Espetáculo, Milhares de Olhares
​Este post é um mosaico de perspectivas. Cada vídeo, foro aqui foi filmado por uma pessoa diferente, e é aí que a magia acontece:
​Há quem focou na grandiosidade das torres, buscando o ângulo que toca o céu.
​Há quem filmou o reflexo das luzes da praça, capturando a emoção pura.
​Há o olhar atento aos detalhes dos relevos, onde a luz revela curvas da arquitetura que passam despercebidas no dia a dia.
​⌛️ Isso é Fazer História
​Registrar essas luzes não é apenas guardar uma lembrança no celular.
É um ato de fazer História. Quando cada um de nós aponta a câmera para a Sé, estamos documentando a evolução da nossa cultura.

Estamos dizendo que este espaço pertence ao povo e que a arte tem o poder de ressignificar o centro da cidade.

Cada frame compartilhado ajuda a construir a memória coletiva de uma São Paulo que vibra, que cria e que se reinventa através da luz.

​A Sé não é apenas um cenário; ela é a testemunha silenciosa de uma cidade que, mesmo na noite mais escura, escolhe brilhar.

O Farol do Meu Destino​Existem monumentos q são feitos d pedra e cal,e outros que são construídos c/ a própria fibra das...
28/12/2025

O Farol do Meu Destino

​Existem monumentos q são feitos d pedra e cal,e outros que são construídos c/ a própria fibra das nossas lembranças.
P/ mtos, aquele prédio d luzes vibrantes no coração d SP é apenas um marco arquitetônico; p/ mim, ele é o farol que ilumina a minha própria história.
​Olhar p/ aquele topo iluminado é mergulhar em um tempo de descobertas. Lembro-me de caminhar pelas ruas do Centro, quando o mundo parecia infinito e o primeiro amor guiava meus passos.
Perdidos entre o caos e a poesia da metrópole, o edifício estava sempre lá, como uma testemunha silenciosa de promessas feitas ao pé do ouvido e de um futuro que ainda era um rascunho e infelizmente se desfez com tempo.
​O prédio também marcou o rito de passagem para a minha vida adulta.
Nunca esquecerei o dia em que fui assinar o meu primeiro contrato de emprego.
Ao passar por ele, o céu se encheu de branco: estavam fazendo uma chuva de papel picado.
Naquele instante, senti que a cidade não estava apenas girando, mas comemorando comigo.
Era o meu batismo corporativo sob uma tempestade de confetes improvisados.
​Essa conexão se tornou tão pública que o edifício deixou de pertencer apenas a mim para se tornar minha "assinatura" entre as pessoas que amo.
É comum receber uma mensagem de um amigo ou familiar dizendo:
"Vi o seu prédio e lembrei de você".
Mandam-me fotos e dizem olha onde estou .... impossivel nao lembrar de vc.
Sim me sinto nessa paisagem...Sou eu ali, naquela silhueta imponente, personificada na paisagem urbana.​Até meus sonhos de infância encontram abrigo naquelas linhas. Para a menina que via no Batman o seu maior herói, o prédio sempre teve aquele ar de Gotham City, um símbolo de justiça e vigilância sobre a cidade que nunca dorme.
E, como se o destino quisesse selar essa amizade com o aço e o vidro, o edifício me presenteou em um momento crucial: ganhei uma réplica dele logo após uma entrevista de emprego decisiva.
Hoje, essa miniatura é o troféu de uma vitória conquistada, um amuleto que me lembra de onde vim e de quão alto posso olhar.
​O Altino Arantes não é apenas um prédio.
É o meu mapa,o meu passado é a prova q no meio de milhões de pessoas há aquele local

Onde tudo começou..São Paulo minha city ....Turistando na nossa própria cidade
28/12/2025

Onde tudo começou..
São Paulo minha city ....

Turistando na nossa própria cidade

"SP sendo linda com os melhores.
28/12/2025

"SP sendo linda com os melhores.

Hoje 26.12 ....última conjunção de Saturno com a Lua ....O meu Universo agradece ...
28/12/2025

Hoje 26.12 ....última conjunção de Saturno com a Lua ....
O meu Universo agradece ...

Ọ𝐲𝐚 𝐆𝐛á𝐥ẹ̀, 𝐯𝐚𝐦𝐨𝐬 𝐞𝐧𝐭𝐞𝐧𝐝𝐞𝐫 𝐮𝐦 𝐩𝐨𝐮𝐜𝐨 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐬𝐨𝐛𝐫𝐞 𝐄𝐥𝐚? 🔥🍃Antes de adentrar no assunto Ọya, vou expor algumas palavras em io...
09/11/2024

Ọ𝐲𝐚 𝐆𝐛á𝐥ẹ̀, 𝐯𝐚𝐦𝐨𝐬 𝐞𝐧𝐭𝐞𝐧𝐝𝐞𝐫 𝐮𝐦 𝐩𝐨𝐮𝐜𝐨 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐬𝐨𝐛𝐫𝐞 𝐄𝐥𝐚? 🔥🍃

Antes de adentrar no assunto Ọya, vou expor algumas palavras em iorubá para vocês entenderem.

- Baálé é o líder (homem) de uma casa ou família.
- Baálẹ̀ é o líder (homem) de uma comunidade, de uma aldeia.
- Gbá é o verbo varrer, limpar em iorubá.
- Gbálé significa varrer/limpar a casa (ilé).
- Gbálẹ̀ significa varrer/limpar o chão (ilẹ̀).
- Gbalẹ̀/Gbilẹ̀ significa espalhar, estender ao redor.
- Ìgbálẹ̀ significa vassoura em iorubá.
- Ìgbàlẹ̀ é denominação dada ao local onde ficam e se cultuam os Egúngún (Ancestrais veneráveis).
Prestem a atenção na diferença da escrita, e consequentemente no tom e significado das palavras.

Quando falamos Ọya Gbálẹ̀, estamos falando "Ọya varre o chão", em referência ao vento (um dos atributos e poderes de Ọya) que limpa, que varre o chão e a atmosfera.

Embora Ọya possui ligações fortes com Egúngún (Ancestrais veneráveis), com o Egúngún Ológbojò por exemplo, que chega a sair com Ọya no festival anual de Ọya em Ọ̀yọ́. Esta ligação não chega a ser como é falada e ensinada no Brasil, que Ọya veste branco, que deu a luz a nove Egúngún, que Ọya Gbálẹ̀ mora no cemitério. Gentem, os iorubás tradicionais não possuem cemitérios, eles enterram seus mortos em suas casas ou quintais.

Entre os iorubás não existe esta coisa de nove Ọya, Ọya é uma só.

Pode ser que Ọya seja cultuada e até "assentada" em algum Ìgbàlẹ̀ (local de culto a Egúngún), pode ser, ainda não tive o prazer de adentrar em um Ìgbàlẹ̀ iorubá. Mas isso não faz dela se vestir de branco e ser cultuada de forma diferente.

Ọya é Ọya, uma só.
Onírá é Ọya, uma só.

Então, não caiam nesta loucura que vemos na Internet, de 500 Ọya, uma faz assim, a outra faz assado, como já dizia meu querido e adorado padre Quevedo, ISSO NO ECXISTE!!!

ỌYA Á GBÈ WA ÒÒÒ.

Texto de: Hérick Lechinski
📸 Fotos do Festival Anual de Ọya em Ọ̀yọ́, em 2019.

🧜‍♀️LINHA DAS SEREIAS 🧜‍♀️  As Sereias e demais encantadas(os) aquáticas(os) são seres naturais,isto é, espíritos que nu...
06/11/2024

🧜‍♀️LINHA DAS SEREIAS 🧜‍♀️

As Sereias e demais encantadas(os) aquáticas(os) são seres naturais,isto é, espíritos que nunca encarnaram, regidas por lemanjá, Oxum e Nanã Buruquê.

Elas têm um poder de limpeza, purificação e descarga de ener
gias negativas superior a qualquer outra das linhas de trabalho de Umbanda Sagrada.

Elas não falam, mas seu canto é um poderoso mantra aquático
diluidor de energias negativas.

As Sereias verdadeiras são seres naturais regidas por lemanjá.

As Ondinas, ou antigas sereias, são mais velhas e são regidas por Nanã Buruquê.

As encantadas dementais aquáticas são regidas por Oxum.
Essas três mães d'água regem o mistério sereia do Ritual de Umbanda Sagrada e todas podem incorporar com cantos de lemanjá, de Oxum e de Nanã.

Salve as Sereias 🧜‍♀️

Ser de Oyá é bem mais do que estar no dendê.Ser de Oyá é não querer superar a ninguém mas sim viver na batalha, superand...
06/11/2024

Ser de Oyá é bem mais do que estar no dendê.

Ser de Oyá é não querer superar a ninguém mas sim viver na batalha, superando a si mesma a cada dia. (avisa lá que não estamos nessa vida para competições)

Ser de Oyá é ser obrigada a ser forte quando o mundo lhe faz fraca.

É engolir o choro mesmo quando a vontade é de chorar rios.

É carregar o peso do mundo nas costas além dos seus.

Ser de Oyá é encarar a falsidade de cada dia e na maioria das vezes sair como a errada, a louca da historia mesmo tendo razão - aliás: é ser a dona da razão mesmo sendo a miss imperfeição.

A rival da injustiça e a defensora dos mais fracos.

A super he***na protetora.
É ser de FASES mas nunca de FACES.
É se doar demais, cuidar demais, amar demais e odiar demais também.
É muito mais que tempestade: é vendaval.
Não é drama: é de verdade.
Afinal, ser de Oyá é sentir tudo demais. Intensidade a define.
Não basta querer. Tem que ser. Ser forte o suficiente pra pagar um alto preço, e ainda assim não querer se trocar por ninguém, jamais.
Porque ser de Oyá não é herança, é DNA.

Eu amo ser de Oyá.
Eparrey Oyá Minha Mãe!

(Autoria desconhecida)

Endereço

São Paulo, SP

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