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22/06/2026

“Viajar é uma das formas mais poderosas de ampliar o nosso olhar sobre o mundo.”

No episódio 83 do Podcast Arte In Forma, conversei com Camila Castanheira, fundadora da Acordei Quero Viajar Camila Castanheira, sobre viagens que vão muito além dos roteiros tradicionais.

Dos mistérios do Egito às histórias da Grécia, do Marrocos à Inglaterra, Camila compartilha experiências que unem cultura, arte, patrimônio, gastronomia e conhecimento.

Uma conversa sobre sair da zona de conforto, compreender outras culturas e descobrir que aquilo que consideramos verdade nem sempre é a única forma de ver o mundo.

Viajar pode ser turismo. Mas também pode ser transformação.

▶️ Assista ao episódio completo no YouTube.
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Qual foi a viagem que mais transformou a sua forma de enxergar o mundo?


Algumas exposições nos convidam a observar. Outras nos desafiam a rever a forma como observamos.Foi essa sensação que ti...
19/06/2026

Algumas exposições nos convidam a observar. Outras nos desafiam a rever a forma como observamos.

Foi essa sensação que tive ao visitar DESCONSTRUTIVO, exposição do artista visual Antonio Bokel, em cartaz na Casa de Cultura Laura Alvim.

Sou admiradora de seu trabalho e foi um prazer percorrer uma mostra em que formas geométricas ora se dissolvem nos reflexos dos espelhos, ora se reorganizam em composições radicais, criando deslocamentos, tensões e novas possibilidades de leitura.

Como destaca a curadora Daniela Avelar: “O jogo de Bokel, talvez e no limite, seja estar em uma relação viva – e que por isso se sabe mutável – com as coisas, extraindo delas padrões formais, para não apenas quebrá-los, mas compor com eles...”

E talvez seja justamente essa relação viva e mutável que torna a exposição tão instigante. Nada parece definitivo. As formas se transformam, os limites se deslocam e o olhar do espectador é constantemente convocado a participar desse processo.

Uma mostra que nos lembra que criar também pode ser desconstruir, reorganizar e descobrir novas maneiras de ver.

Você conhece o trabalho de Antonio Bokel?


17/06/2026

“Os móveis guardam memórias. E novas histórias continuam sendo escritas através deles.”

No episódio do Mosaico dos 100, conversamos com Arnaldo Danemberg, antiquário, pesquisador e uma das maiores referências em mobiliário e antiquariato no Brasil.

Em uma conversa cheia de histórias e afeto, Arnaldo compartilha sua trajetória, o universo do garimpo de peças históricas, a restauração e o valor cultural dos objetos que atravessam gerações.

Mais do que decorar ambientes, peças antigas carregam marcas do tempo, memórias e narrativas que continuam vivas em cada nova casa que as recebe.

Uma conversa sobre arte, patrimônio, história e o poder dos objetos de conectar passado e presente.

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Você tem algum objeto em casa carregado de memória afetiva?


No último sábado, visitei a exposição O Jardim da Memória, do artista Rodrigo Borges , em cartaz na Galeria do Lago Gale...
15/06/2026

No último sábado, visitei a exposição O Jardim da Memória, do artista Rodrigo Borges , em cartaz na Galeria do Lago Galeria do Lago, no Museu da República, antigo Palácio do Catete, residência do Barão de Nova Friburgo e, posteriormente, sede da Presidência da República, onde viveu Getúlio Vargas.

Há algo de especialmente potente em encontrar uma exposição sobre memória em um lugar tão impregnado de história.

Com curadoria de Isabel Portella Isabel Sanson Portella, museóloga e responsável pela Galeria do Lago, a mostra nos conduz por paisagens delicadas e inquietantes, nas quais o fantástico convive com o cotidiano, e personagens parecem buscar vestígios de lembranças há muito esquecidas.

A memória é o ponto de partida da pesquisa de Rodrigo Borges. Em suas obras, o artista investiga a ação do tempo, do esquecimento e da fantasia, mas sobretudo aquilo que permanece após a morte.

Como o próprio artista escreve: “A morte mais cruel e definitiva não apodrece ossos e sim memórias.”

A frase ecoa pelas salas da exposição e nos convida a refletir: o que permanece de nós? São os objetos, os lugares, os afetos ou as histórias que continuamos a contar?

Visitar exposições é também exercitar a memória, individual e coletiva, e compreender como a arte nos ajuda a enfrentar aquilo que o tempo insiste em apagar.

Você já visitou uma exposição que permaneceu viva em sua memória?


Olha onde fui parar 😂😂😂 !!!!
13/06/2026

Olha onde fui parar 😂😂😂 !!!!

A semana está terminando, mas a inspiração continua.Em um passeio pela Legado Rio, um espaço que reúne peças vintage, ar...
12/06/2026

A semana está terminando, mas a inspiração continua.

Em um passeio pela Legado Rio, um espaço que reúne peças vintage, arte e design, meu olhar foi imediatamente atraído pela obra de um dos maiores nomes do design brasileiro: Sérgio Rodrigues.

Conhecido como o pai do mobiliário moderno brasileiro, Sérgio Rodrigues construiu uma linguagem própria para o design nacional, valorizando as madeiras brasileiras, o conforto e uma estética que traduz a identidade do nosso país.

Nas imagens, alguns encontros especiais: o icônico Sofá Mole, a Poltrona Vronka e outras peças que ajudaram a consolidar o Brasil no cenário internacional do design.

A visita também revelou outros tesouros, como as obras de Maxwell Alexandre Maxwell Alexandre e a elegância da cadeira de balanço criada por Joaquim Tenreiro, outro nome fundamental da história do mobiliário brasileiro.

Mais do que admirar belas peças, visitar lugares como este é uma oportunidade de compreender como arte, arquitetura e design dialogam com a nossa cultura e ajudam a contar quem somos.

Qual dessas peças chamou mais a sua atenção?


12/06/2026

“Se não for para se divertir, é melhor ficar em casa com meu cachorro.”

Foi assim que Pedro Leal resumiu sua visão sobre criatividade, trabalho e processo criativo.

Designer e marceneiro autoral, Pedro compartilha neste episódio uma trajetória inspiradora: da publicidade ao design de mobiliário, construindo uma carreira baseada em curiosidade, pesquisa, identidade e prazer em criar.

Uma conversa sobre design brasileiro, arte, materiais, memória e a importância de encontrar significado no que fazemos.

🎙️ Episódio #108 do Podcast Arte In Forma.

▶️ Assista ao episódio completo no YouTube.
🎧 Ouça também no Spotify.

Qual foi a reflexão que mais chamou sua atenção neste trecho?


09/06/2026

Arte IN Forma por Lourdes Luz:
Lugares que não devem ser apenas visitados. Devem ser apreciados.

Existem lugares que nos ajudam a entender por que a arte atravessa o tempo. Este é um deles.
Em Mérida, na Espanha, o Teatro e Anfiteatro Romano nos lembram que a arte, o espetáculo e os encontros humanos sempre ocuparam um lugar central na construção das sociedades.

Caminhar por esse espaço é perceber como arquitetura, cultura e memória permanecem vivas, mesmo após quase dois mil anos. As pedras contam histórias de apresentações, celebrações, disputas e da vida cotidiana de uma civilização que ainda influencia o nosso modo de pensar e de criar.

Mais do que um patrimônio histórico, este é um lugar que nos convida a refletir sobre a permanência da arte no tempo e sobre a necessidade humana de criar espaços de convivência, expressão e compartilhamento.

Você já conhecia o Teatro Romano de Mérida?


05/06/2026

Visitar uma exposição é sempre um convite para ampliar o olhar.

Recentemente estive no Istituto Italiano di Cultura , no Rio de Janeiro, para conhecer a exposição Pintura Italiana Hoje – Uma Nova Cena, com curadoria de Damiano Gulli.

Segundo o curador, o objetivo da mostra é “destacar, promover e valorizar a riqueza e a complexidade da pintura italiana em todas as suas variantes e matizes na contemporaneidade”.

O que mais me chamou atenção foi justamente a convivência entre diferentes linguagens, narrativas e processos criativos. Obras que dialogam entre si e nos provocam a pensar sobre o presente, sobre memória, identidade, imaginação e os múltiplos sentidos do que chamamos de contemporâneo.

Entre os artistas presentes, selecionei neste vídeo alguns trabalhos que considero especialmente potentes, como os de:

Aronne Pleuteri barbaronn
Giuliana Rosso
Davide Serpetti
Alice Faloretti
Giulia Mangoni — cuja obra me impactou pela forma como articula história, memória e imaginário.

A arte continua sendo um dos espaços mais férteis para refletirmos sobre o nosso tempo.

Você já visitou alguma exposição que mudou a forma como você vê o mundo?


Você consegue imaginar um lugar onde artistas, escritores e pensadores passavam horas discutindo ideias que mudariam a h...
03/06/2026

Você consegue imaginar um lugar onde artistas, escritores e pensadores passavam horas discutindo ideias que mudariam a história?

No século XIX, esse lugar existia: os cafés de Paris.

Foi ali que muitos debates sobre arte, cultura e sociedade aconteceram. Entre uma xícara de café e outra, nasceram reflexões que influenciaram movimentos artísticos inteiros e transformaram a forma como enxergamos o mundo até hoje.

A arte não acontece apenas dentro dos museus. Ela também nasce das conversas, das observações e dos encontros que ampliam nosso olhar sobre a vida.

✨ Se você ama história, arte e curiosidades culturais, o curso Revolução do Olhar foi criado para você.

Uma jornada para compreender como a arte acompanha as transformações da sociedade e como cada obra revela muito mais do que vemos à primeira vista.

Endereço

Praça Da Luz, 2
São Paulo, SP
01120-010

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