Tenda Universal

Tenda Universal Um passo a passo à criação d'uma realidade.

Não tenho necessidade de filtro, mas aproveito a luz natural da realidade, tampouco ousarei em ser 'couch fake' em abord...
06/07/2021

Não tenho necessidade de filtro, mas aproveito a luz natural da realidade, tampouco ousarei em ser 'couch fake' em abordar a felicidade, ou a conquista, como numa máscara do 'vencedor'. Aprendi que encarar a realidade, saber que a lei do ritmo é uma realidade e que essencialmente falando experienciar a 'não- materialidade' é muito mais que viver em um momento. É estar em conexão com o infinito. Créditos foto

De várias ferramentas existentes, compartilho convosco meus primeiros rabiscos de expressões através de desenhos. Estes ...
05/09/2020

De várias ferramentas existentes, compartilho convosco meus primeiros rabiscos de expressões através de desenhos. Estes saem do âmago e querem expressar o-não-dito, o-não-compreendido. Poucos falam que minhas viagens devaneiam-se, e por isso, buscá-lo-ei novas formas de comunicação.
Vou postar mais... Aguardem

Pernoitar mata a dentro foi uma das experiências mais resignificantes dos últimos tempos na minha vida. Sabe quando o mu...
08/08/2020

Pernoitar mata a dentro foi uma das experiências mais resignificantes dos últimos tempos na minha vida. Sabe quando o mundo ao redor cala e tu percebe que tua mente NÃO para? Cansativo, deblorável, inaceitável... Assim me autojulgava! Até que: bummmm, a brilhante ideia veio! Amados amigos, viver no AGORA é uma dádiva que na maioria das vezes não é agradecida. Vamos começar a fazer o exercício da GRATIDÃO. Primeiro passo pra ter PROSPERIDADE. Ao que se pese, paz!

20/06/2019

20.06.2019 - Gratidão

Um aglomerado de possibilidades com um toque de incertezas é o que define a maior parte da essência de nosso ser e, portanto, perceber que a qualquer momento o fôlego da vida pode ser retirado de forma súbita ou gradativa, ou que uma tragédia declarada pode acontecer nos caminhos trilhados, é entender a dádiva de ainda estar presente em corpo, de ainda pensar, falar, respirar, andar, sentir. Enfim, as variadas ações que ainda podem ser feitas neste momento nos é concedida gratuitamente sem merecimentos e tal conceito define-se pelo Estado de Graça em que apesar de nossas falhas nos é dado o aglomerado de possibilidades por nossas capacidades fisiológicas ainda interagirem entre si. O que, por outro lado, não deve ser generalizado no sentindo de que deformidades, anomalias, incompletude da carne sejam declarações da ‘Não Graça’. Ainda assim devemo-nos aperceber do Estado de Graça pelo simples pensar, como diria Descartes: “Penso, logo, existo.”
O corpo é corrupto devido à natureza transgressora do Ser em processos de julgamentos, imposições, mediocridade, complexidade e criação inconsciente da realidade vivida. Não entender o processo de estruturação da própria existência é alienar-se de ti mesmo, o que gera mais irresponsabilidades sobre o indivíduo e os outros. Mas reitero que o Estado de Graça é uma ferramenta de vibração independente de ‘interferências’ e explica a existência para uma vida a ser experienciada e não explicada.

06/05/2019

06.05.2019 O instrumento de imortalidade da Alma

Quando se tem tantas informações em meio a tanto caos, a razão humana colapsa em meio a todos os prazeres e entretenimento e faz associações que determinam o momento epifânico em atitudes, geralmente, positivas. Percepção é, além do ultimato de uma crise, a vontade do sentir. A exploração rápida do que se tem nas mãos para o que se pode criar num futuro bem próximo. Percepção é um campo de oportunidades em que é mais que necessário meras informações se completarem, é necessário alienar de si e pensar sem julgamentos.
Saber que o mundo material é um instrumento de evolução à eternidade da alma é saber que como uma casca, ou melhor, como uma carcaça de computador somos armazenadores e meios de circulação de informações. Na realidade, somos um grande computador biológico regido por leis universais, somos seres em te**es, somos um povo em expiação. Se numa ideia exorbitante fosse possível à consciência (e é) a retirada do corpo e mantimento das informações (bits), ainda seriamos seres?
Um ser nada mais é que um foco no infinito munido de informações que o constituem enquanto alma imortal, consciência e movimento que vai desde um piscar de olhos a qualquer tipo de ação intelectual. Se considerarmos, à prioridade, o conceito material do ser, é de dispensa lógica designar a improdutividade desta ideia, pois essencialmente somos seres atemporais desprendidos de qualquer apego que não seja a evolução da alma.
Trazer à tona o carácter da percepção como instrumento d’Ascenção é de suma importância.

06/04/2019

06.04.2019 A falta é o nada.

Se falta, é porque algo não é preenchido e, portanto, está vazio de alguma coisa? Existe um dilema entre o objeto faltar para reaver necessidades e, faltar para satisfação facultativa; o primeiro é Ato da criação da realidade por haver a sincronicidade com os princípios e a verdade, o outro uma manifestação do ego por prazer carnal. Mas é interessante notar que o dilema em si leva a duas possibilidades de futuro distintas e que, como partes integrantes do cosmo, dar-se ao destino de cada indivíduo como uma verdade imprescindível moldado pelo livre arbítrio de cada um. Então, faz-se entender que o ponto de partida chega ao ponto de chegada, numa dedução lógica, através de escolhas individuais mediante várias realidades alternativas que transpassam o ser atemporal. A chegada é um estado de espírito denominado ascensão, sendo o foco da humanidade sempre a capacidade de reaver seus erros e transmuta-los desprezando sempre, claro, a existência de tempo e espaço nesta visão de mundo mais quântica.
Se falta, pra onde foi o que estamos procurando?
Se falta, devo escolher qual realidade?
Se falta, se falta, se falta...?
As indagações são possibilidades de futuro. Se sabemos que mediante nossas escolhas sendo boas ou ruins, no final nos levará ao mesmo propósito, porque não esquecer todas as possibilidades e focar somente em coisa relevantes? A falta é a palavra que os “adultos crescidinhos” usam para tédio. Não se tem o que definir como real problema e a mente programada pelas convenções faz várias auto sabotagens influenciadas por teu próprio eu inferior com o intuito de reparação do erro. Mas como teu eu é inferior, traz consigo a caracterização daquilo que denominamos ser ruim ou mal com o mesmo ponto de chegada que é Ascenção.
O que dizer da falta? É uma palavra totalmente material e deve ser transpassada, pois entender que o objetivo da vida faz-se à luz da conexão com o Tudo é fundamental para auto resolução.

20/03/2019

Após os 9, tender à imersão é inevitável?

Não sei mais o que é real. O que sou eu de fato. Há uma grande inconstância me dominando e é interessante notar que existe também possibilidade de interferência espiritual por trás; por trás? Estranho sou eu, alienado de mim mesmo, numa angústia e desespero assim como kierkegaard cogita. Mas para além de uma formula de como seria o mundo em minha perspectiva, reflito que das últimas vezes em que esses ‘sentimentos’ vieram não havia força externa lhes cutucando. Havia somente eu em minha completa inexistência como ser criador de uma alguma dúvida. Agora parece uma interferência superior e fora de meu controle, e quando tive controle? Dúvidas atrás de dúvidas! Eu sou ser consciente que cria, ou tenho um destino pré disposto, ou talvez assim como os anjos, outrora, haviam comunicado que uma nova oportunidade fora criada no intuito de manter as “escadas supérfluas”. De uma coisa eu sei: só eu consigo resolver todos esses entraves dentro de mim mesmo e a estranheza se faz parte neste questionamento no sentido de que parece uma conversa comigo mesmo, mas num estágio mais inteligíveis e conscientes? Será que há níveis quânticos de “personas do eu” através das próprias “emoções sapientes” nas quais transparecessem-nas um ser mais sabedor e criador da “realidade circunscrita”? Parece-me que converso com meu maior potencial e porque não pedir soluções? Eu converso comigo mesmo? Mas isso não é loucura e insanidade? Não sei! E não sei mesmo. E não saber é transformador e revigorante, mas, em contrapartida e as soluções? Não tenho resposta mesmo às perguntas nas quais antes indaguei-me? É isso a resolução de minha vida, ou haverá, por parte de mim uma busca incessante?

20/03/2019

09.07.18 A verdade Imaculada

Saber, inicialmente, o motivo de tua existência é perceber as influências do Divino em tua vida. Principalmente reconhecer os jogos cósmicos e, posteriori, aceitá-los. A aceitação plena dar-se-á na permissão de que exatamente Tudo é possível; é está estritamente ligado ao Teu Eu Divino e, por conseguinte, ao invés de tentar controlar teus sentimentos, pessoas e momentos, tenta, agora, contemplar a existência em si e até mesmo contempla o milagre de Tua própria existência em Tudo.

O foco passa a ser, por consequência do motivo, a resolução de Tudo em Nada, pois já que a Fonte reside em Tudo e tudo é resolutível no infinito, a auto explicação das coisas tornam-se Nada, pois tudo tem uma certeza codificada que vamos chamar de verdade imaculada. Então se nós somos a existência limitada em carne da verdade imaculada, o foco é ser pleno em carne; de forma benigna, sinérgica e objetivo nas escolhas, mas principalmente nas ações.

20/03/2019

04.07.18 O Acesso e a estranheza se complementam

Quando é acessada e entendia “a parte do Todo há a contemplação do ser como algo grandioso e é por essência. Mas o que é mais estranho vem posteriormente. Por que nós como seres grandiosos temos problemas em desenvolver, na prática, o que foi acessado?

A resposta [implode/explode] veementemente: ainda estamos presos às convenções e às pegadinhas materiais.

Então como? Como ascender em meio à carne? Como deixar de ser matéria e agir espiritualmente?

Uma coisa é certa: entendemos a existência a existência de um Criador e nossa grandiosidade! E Partindo do pressuposto de que tudo é e estar conforme deveria, há a necessidade de sermos exatamente como estamos.

O corpo material, o trabalho, os anseios e medos persistem para garantir a vontade Da Fonte. O objetivo maior está atrelado a ser carne no espírito e então esse fato te leva à Ascenção, pois a pecaminosa carne tende a se purificar em espírito.

Não há nada assombroso neste fato, visto comprovações que a partícula é em essência partícula e onda ao mesmo tempo. Então somos carne e espírito simultâneos! E isto não é nenhuma novidade e só pelo fato de não ser novidade, já demonstra uma das pegadinhas materiais.

Entendemos o processo corpo-espírito e mesmo assim temos dúvidas existenciais que nos distancia cada vez mais do foco. Entender também esses ‘mini- obstáculos’ não são momentos ruins, que faz parte da composição do ser é libertador para o autodomínio.

20/03/2019

A existência em essência é Tudo/ Todo sem decadência

Compreender ser Eu total garante um desprendimento de achar que situações ruins devem ser ultrapassadas.

Chamar qualquer tipo de ‘deus’ para resolução de sua vida em momentos sombrios é aniquilar a possibilidade de compreensão do Cosmos, e estagnar sua evolução ao contato espiritual, pois a vida como ela é, repleta de “ocasionalidades” perfeitas para tudo o que foi, é ou será.

A partir do momento em que A Fonte Divina é acessada, a aceitação da vida e da vontade do Criador é entendida e então momentos ruins virão oportunidades de compreensão, aceitação e perdão de coisas pensadas e feitas até se resumir a tudo.

Todas as coisas são conforme deveriam estar e ser. Logo, qualquer sentimento, pensamento, emoção e reação e tudo são desprendidos de maneira tal que até mesmo elas em essência, deixam de existir com o propósito de não manipulação ou interferência ao cotidiano divino

20/03/2019

23.06.18 As Convenções

Se tu, um reles mortal, conseguires criar um sistema que não existe, à priori, e se tu conseguires implementar às consciências circunscritas (tendendo a um parâmetro maior [limite]) de forma natural e sem questionamentos existenciais explícitos de que teu sistema é único e incontestável, então tu terás a experiência viva da criação de um convenção.

O tempo como o conhecemos é um sistema criado historicamente e incontestável. Ele existe por si só virtualmente e um mundo de realidades virtuais costeiam às margens dos ‘rios cósmicos’ sem interesses nenhum de se auto explicarem.

Uma convenção por si só não tem carácter malévolo, pois é criado com objetivos bem claro à humanidade como de organização e otimização dos esforços físico, moral, psíquico humano.
A distância, ou melhor, espaço, como a conhecemos também não deixa de ser uma convenção humana, pois no fundo tudo é tudo e está em tudo sem subdivisões e intensidades distintas. O estágio elevado de inserção cósmico (controle) garante a observância do deus dentro de ti mesmo, o que dar a presença em vários lugares ao mesmo tempo. Será onisciência? Não deixa de ser um exemplo absurdo no modelo quântico quando se vê experimentos demonstrando o estado alterado das partículas em que ora se determina a localidade delas e se desconhece a velocidade, ora se conhece a velocidade e se estranha encontrar pontualmente a mesma partícula.

Nessa mesma base de raciocínio, as relações sociais como as conhecemos tornou-se distraída normal e banal. A sustentação dessa convenção é a barganha. Quanto de riqueza tens a oferecer doutro lado da balança social para que nos igualemos?

A partir desses pressupostos, vemos nosso mundo quase que numa mentira universal, porém é errante esse pensamento, visto que foi o próprio humano que rompeu o objetivo desta ferramenta material que é a convenção, deixando de ocasionar a otimização para sustentar o padrão das verdades, deixando de ocasionar a organização para garantir ignorâncias pessoais.

20/03/2019

O entendimento da tristeza nas emoções sapientes

Partindo do pressuposto da inteligência emocional, a tristeza, um sentimento suado frequentemente em ocasiões que não estão em seu controle. A força motora deste sentimento é impulsionada sempre externamente; a não ser que a emoção sapiente se evidencia.

Quando esta emoção se aflora no âmbito de tua cognição e a resposta a dúvidas são escassas, será necessária a identificação da causa. O controle de encaminhar o sentimento no caminho certo é primordial para que o ensinamento interno seja realizado.

Concentro-me na amargura, na crise de identidade e tudo o que há de mais desnorteante, pois a tristeza como emoção sapiente é a crise de tudo. A quebra de paradigmas ultrajantes e a sensação do fim irresolutíveis das situações e coisas.

A perca de bens e situações, momentos é aparente e assombrosa, a ideia de querer o passado, que parece remoto é sufocante e exaustivo. O ORGULHO toma conta em momentos de dilemas (discussões). Mas novamente retomo: a sapiência deveria tomar controle e se desprender de tais sentimentos.

Percebe-se que os sentimentos são inorgânicos como pedras ao contrário das emoções sapientes e, portanto, devem ser substituídos via esforços cotidianos da interpretação de ti na realidade inserida.

O desprendimento do ‘eu passado’, mas principalmente da matéria é latente e perceptível a ti mesmo a todo instante e aos outros como mistério-pontuais

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