A DELFINA TÁ ON

A DELFINA TÁ ON A DELFINA TÁ ON é um projeto viabilizado por meio da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc (Lei n° 14.017/2020) no município de São José do Norte.

Com coordenação e direção artística de Thiago Wyse e produção de Amora Produções Culturais. O projeto visa trazer popularidade à obra da poeta nortense Delfina Benigna da Cunha. Escritora no século XIX em São José do Norte, Delfina nasceu no Pontal da Barra, perdeu a visão aos 20 meses de vida e começou a escrever aos 12 anos. Sua poesia fala de "amor em uma combinação tensa com a poesia da existê

ncia (...)". Parte de sua vida e obra será compartilhada, através das redes sociais e de leituras que serão veiculadas num programa de podcast, disponível nas principais plataformas de áudio. É possível acessar todos nossos perfis através do link disponível nesta página. Aproveite e conheça mais sobre vida e obra da poeta Delfina Benigna da Cunha. Com coordenação e direção artística de Thiago Wyse e produção de Amora Produções Culturais.
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ELENCO:

Bianca De-Zotti, Bruna Tarouco, Fernanda Fiuza, Juliana Blasina, Katiúscia Machado

CURADORIA:

Andréia Pires

PRODUÇÃO:

Amora Produções Culturais

COORDENAÇÃO E DIREÇÃO:

Thiago Wyse

05/02/2022

A Secretaria Municipal de Educação e Cultura (SMEC) presta singela homenagem a Biblioteca Pública Municipal Delfina da Cunha, que nesta sexta-feira, 04 de fevereiro, completa 50 anos. O espaço que tem como objetivo servir a comunidade em geral, através de um ambiente de estudos e pesquisas, disponibilizando recursos culturais e o incentivo à leitura.

Assim, em homenagem aos 50 anos da biblioteca, a Prefeitura Municipal realizará uma apresentação musical na próxima quinta-feira, 10, às 20h. A apresentação será feita em frente ao espaço da Biblioteca Pública Municipal Delfina da Cunha, situada na rua General Osório nº 369.

Fundada em 04 de fevereiro de 1972, a biblioteca recebeu o nome de Delfina da Cunha, em homenagem a Delfina Benigna da Cunha. Delfina foi uma poetisa cega autodidata, nascida em São José do Norte. Iniciou sua jornada literária aos 12 anos, primando pela métrica em seus poemas, ela foi a autora do primeiro livro de versos publicados entre gaúchos (1834).

30/04/2021

OBRIGADO

Falar sobre Delfina num período tão difícil foi um aprendizado para nós. Ela que tanto superou desafios na vida mesmo tendo seus privilégios, soube fazer sua arte como ninguém.

Queremos agradecer nossos seguidores e todos os leitores que aqui estão, começando a ter curiosidade pela vida e obra de Delfina, ou que já conheciam suas poesias.

Queremos agradecer aos grupos de organizações culturais e grupos políticos que foram fundamentais na luta pela sanção das políticas públicas de cultura, principalmente, sobre a Lei Aldir Blanc.

Sem ela, não teríamos realizado esse projeto, envolvendo tantos nomes, principalmente, de mulheres das artes da cena e da literatura.

Queremos agradecer ao empenho da SMEC com seus profissionais no setor de Cultura, do Conselho Municipal de Políticas Publicas para Cultura de São José do Norte, pois sabemos que do lado de lá há muito trabalho, também.

Esperamos que o projeto siga com novos rumos, partindo de políticas de incentivo à cultura que ainda existem, mantendo assim nossas criações e nosso sustento.

Não podemos deixar de lado, nossa capacidade incrível de criar mesmo sabendo a cada dia que passa que estamos diante do caos, sendo brasileiros e fazendo arte no Brasil.

Pagaremos nossos boletos e lutemos para continuar pagando, principalmente, com o que temos direito de receber.

Políticas Públicas para Cultura não são favores, são direitos.

VIVA A ARTE, A CULTURA, A LEITURA,
VIVA DELFINA!

ATÉ BREVE! e com vacina.

A DELFINA TÁ ON tem coordenação artística e direção de Thiago Wyse e produção de Amora Produções Culturais.

Um projeto viabilizado por meio da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc (Lei n° 14.017/2020) no município de São José do Norte.

VOCÊ SABIA?A Biblioteca Pública Municipal de São José do Norte se chama Delfina da Cunha? Desde 1972 a Biblioteca existe...
30/04/2021

VOCÊ SABIA?

A Biblioteca Pública Municipal de São José do Norte se chama Delfina da Cunha? Desde 1972 a Biblioteca existe com esse nome e atende a população Nortense.

Ao longo desses anos a Biblioteca possuiu endereços diferentes e profissionais servidores do município como professoras e, logo mais, bibliotecárias, que foram responsáveis pelo setor.

Importante salientar que o município foi um dos primeiros a contratar um profissional da área, bibliotecária, para desempenhar a função de gestão do setor. Isso aconteceu em 1984 com a primeira profissional chamada Lizete Abreu.

Com milhares de obras, a Biblioteca possui os exemplares dos títulos de Delfina que foram adquiridos na Biblioteca Nacional. Esses exemplares foram adquiridos no formato de microfilmes. Logo, foram impressos e disponibilizados na Biblioteca.

Atualmente, a Biblioteca Pública Municipal Delfina da Cunha tem coordenação da bibliotecária Marilisa Neves e atende na Rua Gen. Osório, 369. Das 8h às 12h e das 13 às 17h, de segunda à sexta-feira.

O atendimento vem sendo presencial. Quem tiver interesse em se tornar um amigo da Biblioteca pode entrar em contato pelo telefone (53) 3238-2531 ou e-mail [email protected]

Para Milanesi a Biblioteca Pública reflete em si o presente e guarda em si o passado, a memória local [...] elementos que formarão o quadro completo, difícil em sua fragmentação [...] mas que poderão ocupar espaços, como num jogo de montar, no esforço de compreensão da vida.

A DELFINA TÁ ON tem coordenação artística e direção de Thiago Wyse e produção de Amora Produções Culturais.

Um projeto viabilizado por meio da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc (Lei n° 14.017/2020) no município de São José do Norte.

29/04/2021

NO YOUTUBE

Bianca De-Zotti faz a leitura de um poema de Delfina da Cunha publicado em seu primeiro livro "Poesias oferecidas às senhoras rio-grandenses"

Neste poema, Delfina nos fala do amor. O mote diz: "Gosto de amar, vou amando, / Confesso minha fraqueza; / O crime não é só meu, / é também da natureza."

Segundo Santin, Delfina enfatiza o amor em uma combinação tensa com a poesia da existência, oriunda da pluralidade sentimental que transita entre os diferentes aspectos de sua relação com o mundo: família, pátria, amizade, compaixão, ideologia, valores, gratidão, paixão, entre as muitas motivações que compõem o tema.

Esse tema se manifesta singularmente como a presentificação do Amor primordial, força fundamental do mundo, sua coesão interna que gera a vida e lhe dá motivação e razões para vivê-la.

Para ver e ouvir na íntegra, acesse nosso canal no Youtube, através do no link https://linktr.ee/adelfinataon e conheça mais de Delfina da Cunha com leitura e dramatização da poeta Bianca De-Zotti

A DELFINA TÁ ON tem coordenação artística e direção de Thiago Wyse e produção de Amora Produções Culturais.

Um projeto viabilizado por meio da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc (Lei n° 14.017/2020) no município de São José do Norte.

Esse é um trecho de um dos poemas publicados em seu primeiro livro chamado "Poesias oferecidas às senhoras rio-grandense...
29/04/2021

Esse é um trecho de um dos poemas publicados em seu primeiro livro chamado "Poesias oferecidas às senhoras rio-grandenses".

Ouça esse poema no EP05 - AO FIM que está disponível no link da bio e na sua plataforma de áudio preferida.

A DELFINA TÁ ON tem coordenação artística e direção de Thiago Wyse e produção de Amora Produções Culturais.

Um projeto viabilizado por meio da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc (Lei n° 14.017/2020) no município de São José do Norte.

28/04/2021

NO YOUTUBE

Juliana Blasina faz a leitura de um poema de Delfina da Cunha publicado em seu primeiro livro "Poesias oferecidas às senhoras rio-grandenses"

Neste poema, Delfina nos fala do fim de suas dores na sua existência. O mote diz: "Oh! Morte por que não vens / Findar meus dias fatais? / Ausente vivo penando, / Morrendo não peno mais."

Delfina faleceu no Rio de Janeiro, em 13/04/1857, aos 65 anos. Segundo Becker em sua homenagem à poeta, Delfina Benigna da Cunha, quando faleceu não imaginou que seria considerada a he***na da poesia brasileira, a pioneira dos prelos, bendita entre as plateias, desbravadora intelectual.

Há algum tempo, o dia 20 de maio vem comemorando o dia da Língua Nacional, o português, que Delfina sem método Braille conseguiu fazer chegar a nós seus estéticos pensamentos registrados pelas tipografias de Porto Alegre e do Rio de Janeiro.

Para ver e ouvir na íntegra, acesse nosso canal no Youtube, através do link https://linktr.ee/adelfinataon e conheça mais de Delfina da Cunha com leitura e dramatização da poeta Juliana Blasina

A DELFINA TÁ ON tem coordenação artística e direção de Thiago Wyse e produção de Amora Produções Culturais.

Um projeto viabilizado por meio da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc (Lei n° 14.017/2020) no município de São José do Norte.

27/04/2021

AO FIM - EP05

Neste quinto e último episódio, quatro poemas publicados em seu primeiro livro "Poesias oferecidas às senhoras rio-grandenses" são lidos pela atriz Fernanda Fiuza.

O episódio começa com um soneto por ocasião da morte da mãe da autora.

Delfina ficou órfã de pai em 1826, e de mãe, em 1833. Seus pais foram o capitão-mor Joaquim Fernandes da Cunha, responsável pela guarda do litoral, e Maria Francisca de Paula e Cunha.

Em seguida, outro soneto, também por ocasião da morte da mãe da autora é lido por Fernanda.

No terceiro poema, Delfina mostra sua melancolia diante da vida. O mote diz: "Todos vivem, só eu morro, / Em cada instante que vivo."

O episódio encerra com um poema em que Delfina fala de amizade. O mote diz: "Os enleios da amizade."

Para ouvir esse episódio com leitura da atriz @ , confira o link da bio. Além dele, há os demais episódios com poemas de Delfina, lidos por mulheres das artes da cena e da literatura.

A DELFINA TÁ ON tem coordenação artística e direção de Thiago Wyse e produção de Amora Produções Culturais.

Um projeto viabilizado por meio da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc (Lei n° 14.017/2020) no município de São José do Norte.

Esse é um trecho de um dos poemas publicados em seu primeiro livro chamado "Poesias oferecidas às senhoras rio-grandense...
26/04/2021

Esse é um trecho de um dos poemas publicados em seu primeiro livro chamado "Poesias oferecidas às senhoras rio-grandenses"

Becker diz em sua homenagem à Delfina: "Iniciava sua carreira artística apropriando-se de um limitado conjunto de recursos. No entanto, fez de sua capacidade intelectual o seu escudo para vencer as barreiras dos campos de conflitos interiores."

Nesse soneto, vemos Delfina expondo um de seus conflitos interiores, e que o dedica aos seus leitores, sem deixar dedicatória alguma.

Ouça esse poema no EP04 - AO MUNDO que está disponível no link https://linktr.ee/adelfinataon e na sua plataforma de áudio preferida.

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25/04/2021

NO YOUTUBE

Bruna Tarouco faz a leitura de um poema de Delfina da Cunha publicado em seu segundo livro "Coleção de poesias oferecidas à Imperatriz viúva"

Neste poema, composto por um mote (estrofe, anteposta ao início de um poema, utilizada pelos poetas como motivo da obra) e uma glosa (composição poética, constituída por uma estrofe inicial, seguida por tantas estrofes quantos os versos apresentados na estrofe inicial e devendo ser estes incluídos sucessivamente, um a um, no final de cada estrofe, para desenvolvimento do tema da composição) Delfina nos revela uma dificuldade em enxergar alegria na vida. O mote diz: "Minha alma afeita ao pesar / Estranha toda alegria."

Para ver e ouvir na íntegra, acesse nosso canal no Youtube, através do nosso link https://linktr.ee/adelfinataon e conheça mais de Delfina da Cunha com leitura e dramatização da atriz Bruna Tarouco.

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24/04/2021

AO MUNDO - EP04

Neste quarto episódio, quatro poemas publicados em seu primeiro livro "Poesias oferecidas às senhoras rio-grandenses" são lidos pela poeta Bianca De-Zotti.

O episódio começa com um poema em que Delfina demonstra ter convicção dos seus posicionamentos políticos, das suas razões no mundo, se redimindo de culpa que lhe impuseram na época. O mote (estrofe, anteposta ao início de um poema, utilizada pelos poetas como motivo da obra) diz "Embora murmure o mundo, / O mundo não me conhece."

No segundo poema, Delfina fala de amor e amizade com o mote "Por amor, e amizade / Desejo sempre te amar." Em seguida temos um soneto em que Delfina o dedica para o Senhor D. Pedro I, a quem tem enorme admiração, quase devoção e uma grande gratidão.

O episódio encerra com um outro soneto que pelos primeiros versos, parece ser dedicado aos seus leitores: "Em versos não cadentes, Oh! leitores, / Vereis os males meus, vereis meus danos:"

Para ouvir esse episódio com leitura da poeta Bianca De-Zotti, corre no link https://linktr.ee/adelfinataon. Além dele, há mais três episódios com poemas de Delfina, lidos por mulheres das artes da cena e da literatura.

A DELFINA TÁ ON tem coordenação artística e direção de Thiago Wyse e produção de Amora Produções Culturais.

Um projeto viabilizado por meio da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc (Lei n° 14.017/2020) no município de São José do Norte.

Esse é um trecho de um dos poemas publicados em seu primeiro livro chamado "Poesias oferecidas às senhoras rio-grandense...
23/04/2021

Esse é um trecho de um dos poemas publicados em seu primeiro livro chamado "Poesias oferecidas às senhoras rio-grandenses".

Delfina fala de amor, nesse e em muitos outros poemas. Tanto que Santin fala sobre a poesia dela que "O amor é valorizado na construção poética de Delfina a partir da ideia, nele subjacente, de origem, de busca, de compreensão do ser amoroso, do ser apaixonado, do ser fraterno, do ser social, do ser cordial, uma visão do sentimento universal do amor como a mola propulsora do universo e de suas relações."

Ouça esse poema no EP03 - A POETA GRATA disponível no link da bio e na sua plataforma de áudio preferida.

A DELFINA TÁ ON tem coordenação artística e direção de Thiago Wyse e produção de Amora Produções Culturais.

Um projeto viabilizado por meio da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc (Lei n° 14.017/2020) no município de São José do Norte.

23/04/2021

NO YOUTUBE

Katiúscia Machado faz a leitura de um monólogo de Delfina da Cunha publicado em seu segundo livro "Coleção de poesias oferecidas à Imperatriz viúva"

Delfina sempre muito grata, escreveu um monólogo de gratidão. Bastante melancólico, ele é essencialmente dedicado aos seus pais. Delfina recitou esse texto no Teatro São Januário em 18 de novembro de 1842.

Para ver e ouvir na íntegra, acesse nosso canal no Youtube, através do nosso link https://linktr.ee/adelfinataon e conheça mais de Delfina da Cunha com leitura e dramatização da atriz Katiúscia Machado

A DELFINA TÁ ON tem coordenação artística e direção de Thiago Wyse e produção de Amora Produções Culturais.

Um projeto viabilizado por meio da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc (Lei n° 14.017/2020) no município de São José do Norte.

Endereço

São José Do Norte, RS

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