26/08/2020
Cultura Popular de matriz africana no contexto de Pandemia
Como vive, ou sobrevive, a Cultura Popular de matriz africana durante a pandemia - e o que ela tem para ensinar nesse momento de crise?
Nesta LIVE o mandato agroecológico do Marquito convida o Coletivo Afro Floripa para uma conversa sobre as atividades que esse coletivo realiza e como estão se mantendo nesse tempo de isolamento social.
Quarta feira, dia 26, às 20h no Facebook do vereamor!
www.facebook.com/marquitovereamor
O Coletivo Afro Floripa é um espaço de convergência de 4 grupos de práticas e estudos da cultura africana e afro brasileira: Maracatu Arrasta Ilha, Capoeira Angola Ginga Erê e Angoleiro Sim Sinhô, Abayomi Dança e Percussão Afro.
Entendemos a Cultura Popular como uma prática de resistência. Manifestações com potencial de realizar um trabalho político transformador, servindo tanto de modelo de um mundo diferente possível, quanto de construção desse novo mundo. Um mundo contra-hegemônico, livre da opressão, individualidade e fragmentação capitalista.
Venha conhecer e se inspirar nesses outros formatos de fazer política.
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🌊 Erik Dijkstra - percussionista, brincante e pesquisador de ritmos da cultura popular. É cofundador e coordenador musical do grupo Abayomi de dança e percussão africana desde 2009.
🔥 Téo de Barros - Pernambucano de nascimento, mestre de cultura popular e músico. Dá aulas de capoeira em Florianópolis desde 1999. Funda, junto aos seus alunos, em 2018, o grupo de capoeira angola Ginga Erê.
☀️ Simone Fortes - Dançarina, professora de dança afro, coreógrafa e uma das fundadoras do grupo Abayomi. Atua em pesquisas sobre danças de matriz africana há duas décadas, e há dez anos foca nas danças mandén do oeste da África.
🌙 Alexandra Eliza Vieira Alencar - Rainha do Maracatu Arrasta Ilha e coordenadora da ala da dança. Realiza atividades de produção cultural há 14 anos, além de atuar em espetáculos e dançar em diversos grupos. Co-fundadora do Fórum Setorial Permanente de Cultura Negra de Florianópolis.
🌼 Charles Raimundo - Um dos fundadores do Maracatu Arrasta Ilha, Mestre da orquestra percussiva e produtor cultural do grupo há 18 anos. Desenvolve oficinas de intercâmbio com as nações de maracatu pernambucanas, e ensaios públicos na UFSC.
⛰️ Carlos Eduardo Castellano Mostaco - treinel do Centro de Capoeira Angola Angoleiro Sim Sinhô, coordenado por Mestre Plínio, e o aluno mais velho em Floripa, sendo responsável pelos treinos no bairro Rio Vermelho.