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07/03/2022

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A COR PÚRPURAO MUSICALData: 20 de janeiro a 20 de fevereiro de 2022Horário: Quintas e Sextas às 20h | Sábados às 16h e à...
18/01/2022

A COR PÚRPURA
O MUSICAL
Data: 20 de janeiro a 20 de fevereiro de 2022
Horário: Quintas e Sextas às 20h | Sábados às 16h e às 20h30 | Domingos às 18h
Ingressos: Plateia Vip R$170 |
Plateia R$130 | Balcão Nobre R$90 | Balcão Superior R$50
Ingressos promocionais: Sessões de quinta-feira, exceto dia 20/01: Plateia e Balcão Nobre R$70
Acesse: https://bit.ly/3cXdMiV
Lotação presencial: 999 lugares
Classificação: 12 anos
Duração: 180m
A COR PÚRPURA

De Marsha Norman

Músicas de Brenda Russell, Allee Willis e Stephen Bray

Versão brasileira Artur Xexéo

Um espetáculo original de Tadeu Aguiar
A Cor Púrpura, o musical iniciou sua temporada em setembro de 2019, fazendo um extremo sucesso de público e crítica, recebendo 75 prêmios e 87 indicações.

Alice Walker foi a primeira escritora negra a ganhar o Pulitzer pelo seu livro A Cor Púrpura, que continua contemporâneo ao retratar relações humanas, de amor, poder, ódio, em um mundo pontuado por estruturais diferenças econômicas, sociais, étnicas e de gênero. O livro A Cor Púrpura foi lançado em 1982.
Com direção de Steven Spielberg, a obra foi adaptada para o cinema em 1985, recebendo 11 indicações ao Oscar.
Escrito há mais de 35 anos e vencedor dos Prêmios Pulitzer, Grammy e Tony, A Cor Púrpura é um musical baseado em uma história passada na primeira metade do século XX, na zona rural do Sul dos Estados Unidos, com personagens típicos dessa região.
Com um elenco em sua maioria escolhido por meio de te**es, permanece praticamente o mesmo. O musical, nesta retomada teatral, apresenta a trajetória e luta de Celie (Letícia Soares) contra as adversidades impostas pela vida a uma mulher negra, na Geórgia, no decorrer da primeira metade do século XX. Na adolescência, a personagem tem dois filhos de seu suposto pai (Jorge Maya), que a oferece a um fazendeiro local para criar seus herdeiros (entre eles, Harpho – Alan Rocha), lavar, passar e trabalhar sem remuneração. Ela é tirada à força do convívio de sua irmã caçula Nettie (Ester Freitas) e passa a morar com o marido Mister (Wladimir Pinheiro). Enquanto Celie resigna-se ao sofrimento, Sofia (Erika Affonso) e Shug (Flávia Santana) entram em cena, mostrando que há possibilidade de mudanças e novas perspectivas, esperança e até prazer. A saga de Celie é permeada por questões sociais de extrema relevância até os dias atuais como a desigualdade, abuso de poder, racismo, machismo, sexismo e a violência contra a mulher.
Completam o elenco: Analu Pimenta (Squeak); Suzana Santana (Jarene); Hannah Lima (Doris); Cláudia Noemi (Darlene); Caio Giovani (Grady Ensemble); Leandro Vieira (Chefe da Tribo Olinka Ensemble); Gabriel Vicente (Bobby Ensemble); Thór Junior (Pastor Ensemble); Renato Caetano (Soldado Ensemble); Nadjane Pierre (Solista da Igreja Ensemble).
Ficha técnica:

Texto: Marsha Norman

Músicas: Brenda Russell, Allee Willis e Stephen Bray

Versão Brasileira: Artur Xexéo

Direção Geral: Tadeu Aguiar

Direção Musical: Tony Lucchesi

Elenco: Letícia Soares, Wladimir Pinheiro, Flávia Santana, Jorge Maia, Alan Rocha, Ester Freitas, Erika Affonso, Analu Pimenta, Suzana Santana, Cláudia Noemi, Hannah Lima, Caio Giovani, Renato Caetano, Thór Jr, Gabriel Vicente, Leandro Vieira, Nadjane Rocha.

Assistência de direção: Flávia Rinaldi

VivArt Indica: Outra Publicação que já li e recomendo é:Sinopse «Vivemos numa sociedade urgente, rápida e ansiosa. Nunca...
14/09/2019

VivArt Indica: Outra Publicação que já li e recomendo é:
Sinopse

«Vivemos numa sociedade urgente, rápida e ansiosa. Nunca as pessoas tiveram uma mente tão agitada e stressada. Paciência e tolerância para as contrariedades estão a tornar-se artigos de luxo. Quando o computador demora a iniciar, são poucas as pessoas que não se irritam. E quando não estão a dedicar-se a atividades interessantes, facilmente se angustiam. Raros são os que contemplam as flores nos jardins ou se sentam para conversar nas suas varandas ou à janela. Estamos na era da indústria do entretenimento e, paradoxalmente, na era do tédio. É muito triste descobrir que a maior parte dos seres humanos de todas as nações não sabem ficar sozinhos, interiorizar, refletir sobre as nuances da existência, desfrutar da sua própria companhia, ter um autodiálogo. Estas pessoas conhecem muitas outras nas redes sociais, mas raramente conhecem alguém a fundo e, o que é pior, raramente se conhecem a si próprias. Este livro fala do mal do século. Muitos pensam que o mal do século é a depressão, mas aqui apresento outro mal, talvez mais grave, mas menos percetível: a ansiedade decorrente da Síndrome do Pensamento Acelerado (SPA). Pensar é bom, pensar com lucidez é ótimo, porém pensar demais é uma bomba contra a saúde psíquica, o prazer de viver e a criatividade.»

VivArt Indica: Quem Gosta de Ler e Busca o Conhecimento em Diversos Assuntos! A Dica é:Descrição Autor mais lido da déca...
14/09/2019

VivArt Indica: Quem Gosta de Ler e Busca o Conhecimento em Diversos Assuntos! A Dica é:
Descrição

Autor mais lido da década, Augusto Cury já vendeu mais de 30 milhões de livros.

"Os pais e os professores lutam pelo mesmo sonho: tornar seus filhos e alunos felizes, saudáveis e sábios. Mas jamais estiveram tão perdidos na árdua tarefa de educar.
Apresentarei aqui ferramentas para promover a formação de pensadores, educar a emoção, expandir os horizontes da inteligência e produzir qualidade de vida.
Estes são alguns dos temas fundamentais que você encontrará neste livro:
• Os sete hábitos dos pais brilhantes
• Os sete hábitos dos professores fascinantes
• Os sete pecados capitais dos educadores
• As dez técnicas pedagógicas que podem revolucionar a sala de aula e a de casa

Não escrevo para heróis, mas para pessoas que sabem que educar é realizar a mais bela e complexa arte da inteligência. Educar é acreditar na vida e ter esperança no futuro, mesmo que os jovens nos decepcionem no presente.
Educar é semear com sabedoria e colher com paciência."
Augusto Cury

Mensagem do Autor

Augusto Cury é psiquiatra, cientista, pesquisador e escritor. Publicado em mais de 70 países, já vendeu, só no Brasil, 28 milhões de exemplares de seus livros, sendo considerado o autor brasileiro mais lido na atualidade. Cury é autor da Teoria da Inteligência Multifocal, que trata do complexo processo de construção de pensamentos, dos papéis da memória e da formação do Eu. Também é autor do programa Escola da Inteligência, que tem como objetivo ensinar crianças e jovens a gerenciar sua emoção. Acompanhe o autor pelo Facebook: Facebook.com/augustocuryautor Entre em contato com o autor: [email protected] www.escoladainteligencia.com.br

Sobre o Autor

Augusto Cury é psiquiatra, cientista, pesquisador e escritor. Publicado em mais de 70 países, já vendeu, só no Brasil, mais de 30 milhões de exemplares de seus livros, sendo considerado o autor brasileiro mais lido na atualidade. Entre seus sucessos estão Armadilhas da mente, O futuro da humanidade, A ditadura da beleza e a revolução das mulheres, O código da inteligência, O vendedor de sonhos, Ansiedade, Nunca desista de seus sonhos, O homem mais inteligente da história e O homem mais feliz da história. Cury é autor da Teoria da Inteligência Multifocal, que trata do complexo processo de construção de pensamentos, dos papéis da memória e da construção do Eu. Também é autor do Escola da Inteligência, o primeiro programa mundial de gestão da emoção para crianças e adolescentes e o maior programa de educação socioemocional da atualidade, com mais de 250 mil alunos.

03/09/2019

Mágico
Adjetivo

Singular Plural
Masculino mágico mágicos
Feminino mágica mágicas

má.gi.co

relativo à magia

Substantivo

má.gi.co

pessoa que faz truques de magia
ilusionista

Magia

A magia, antigamente chamada de Grande Ciência Sagrada pelos Magos, é uma forma de ocultismo que estuda os segredos da natureza e a sua relação com o homem, criando, assim, um conjunto de teorias e práticas que visam ao desenvolvimento integral das faculdades internas espirituais e ocultas do Homem, até que este tenha o domínio total sobre si mesmo e sobre a natureza. A magia tem características ritualísticas e cerimoniais que visam a entrar em contato com os aspectos ocultos do Universo e da Divindade. Afirma-se que, por meio de rituais, feitiços, orações ou invocações, é possível fazer com que forças ocultas atuem sobre o ambiente, modificando, por exemplo, a vontade, o agir ou o destino das pessoas. Essa concepção, no entanto, é tida como irracional pela ciência.
Etimologia

A palavra "magia" provém do persa magus ou magi, que significa "sábio". Da palavra magi, também surgiram outras tais como magister, magista, "magistério", "magistral", "magno" etc. Também pode significar algo que exerce fascínio, num sentido moderno, como por exemplo quando se fala da "magia do cinema".
Supõe-se que o caçador primitivo desenhava a presa na parede da caverna antes da caça como forma de motivação. Posteriormente, adquiriu o ritual de enterrar os mortos e nomeou as forças da natureza que desconhecia, dando origem à primeira tentativa de compreensão da realidade, que chamamos de mito.

Segundo o Novo Testamento bíblico, por exemplo, são três magos os primeiros a dar as boas-vindas a Jesus recém-nascido. No Velho Testamento, há a disputa mágica entre Moisés e os Magos Egípcios. Nos Vedas, no Bhagavad Gita, no Alcorão e em diversos textos sagrados, existem relatos similares.

Praticamente todas as religiões preservaram suas atividades mágicas ritualísticas, que se confundem com a própria prática religiosa - a celebração da Comunhão pelos católicos, a incorporação de entidades pelos médiuns espíritas, a prece diária do muçulmano voltado para Meca ou ainda o sigilo (símbolo) do caboclo riscado no chão pelo umbandista.

Os antigos acreditavam no poder dos homens e que, através de magia, eles poderiam comandar os deuses. Assim, os deuses são, na verdade, os poderes ocultos e latentes na natureza.

Durante o período da Inquisição, as bruxas e feiticeiras foram perseguidas, julgadas e queimadas vivas pela Igreja Católica, pois esta acreditava que a magia estava relacionada com o diabo e suas manifestações.

A magia, segundo seus adeptos, é, muitas vezes, descrita como uma ciência que estuda todos os aspectos latentes do ser humano e das manifestações da natureza. Trata-se assim de uma forma de encarar a vida sob um aspecto mais elevado e espiritual. Os magos, utilizando-se de atividades místicas e de autoconhecimento, buscam a sabedoria sagrada e a elevação de potencialidades do ser humano.

A magia é, também a ciência de simpatia e similaridade mútua; a ciência da comunicação direta com as forças sobrenaturais; e um conhecimento prático dos mistérios ocultos na natureza. Está intimamente relacionada às disciplinas ditas ocultas, como o hermetismo do Egito Antigo, a alquimia, a gnose e a astrologia. Para Aleister Crowley, é "a arte de provocar mudanças a partir da vontade". No final do século XIX, ressurgiu, principalmente após a publicação do livro A Doutrina Secreta, de Helena Petrovna Blavatsky, e pela atuação da Ordem Hermética do Amanhecer Dourado (Hermetic Order of the Golden Dawn), na Inglaterra, que reviveu a magia ritualística e cerimonial.

Prática da Magia

A prática da magia requer o aprendizado (pelo iniciado, pelo xamã, pelo sacerdote etc.) de diversas técnicas de autocontrole mental, como a meditação e a visualização. Franz Bardon, proeminente mago do século XX, afirmava que tais exercícios têm, como objetivo, equilibrar os quatro elementos presentes na psique do mago, condição indispensável para que o praticante pudesse se envolver com energias mais sutis, como a evocação e a invocação de entidades, espíritos e elementais (seres da natureza), dentro de seu círculo mágico de proteção. Outras práticas mágicas incluem rituais como o de iniciação, o de consagração das armas mágicas, a projeção astral, rituais festivos pagãos de celebração, manipulação de símbolos e outros com objetivos particulares

Sociedades e tradições voltadas a pratica de magia

O.T.O. - Ordo Templi Orientis

A Ordo Templi Orientis, fundada por Theodore Reuss e Karl Kellner no princípio do século XX, baseou-se inicialmente na aplicação dos conhecimentos do ta**ra sobre o sistema da maçonaria. Quando o ocultista inglês Aleister Crowley passou a ter o controle da ordem, seus rituais e filosofia básica foram reformulados para serem interpretados e trabalhados sob a chamada Lei de Thelema. A O.T.O. acabou sendo a origem de diversas dissidências que adotaram diferentes visões sobre a magia. Dentre as dissidências que realizam um trabalho considerado sério, podemos citar a Ordo Templi Orientis Antiqua (O.T.O.A.) e a Tiphonian Ordo Templi Orientis (T.O.T.O.).

Rosa Cruz

Rosa-cruz é um movimento filosófico que se popularizou na Europa no início do século XVII após a publicação de vários textos que pretendiam anunciar a existência de uma ordem esotérica até então desconhecida para o mundo. Rosacruz é um nome atribuído com base no lendário personagem Christian Rosenkreutz, que é o ponto de partida para várias organizações rosacruzes. A misteriosa doutrina da ordem é supostamente "construída sobre verdades esotéricas do passado antigo", que "oculta ao homem comum, fornece uma visão da natureza, do universo físico e do domínio espiritual".

IOT - Iluminados de Thanatheros

A Iluminados de Thanatheros é uma organização mágica internacional que se concentra no trabalho prático de grupo na magia do caos. A ideia foi anunciada pela primeira vez em 1978, enquanto a ordem propriamente dita foi formada em 1987. Esta sociedade mágica fraterna tem sido uma influência importante em algumas formas de ocultismo moderno.

Sistemas de magia

Magia Contemporânea e Teosofia

A magia contemporânea encontra raízes no trabalho de iniciados como Eliphas Levi e Papus. A teosofia, ou a moderna teosofia, tem, como um de seus fundadores, Helena Petrovna Blavatsky, que foi buscar, no oriente, a fonte de seu importante sistema filosófico. Este sistema não se apresenta exatamente como os sistemas utilizados pelos estudiosos de magia, mas, antes, pretende transmitir o conhecimento esotérico universal que estaria contido em toda e qualquer tradição filosófica ou religiosa. Blavatsky considera, por exemplo, que todos os homens são magos no sentido último da palavra, pois todos podem utilizar o divino poder criador, seja através do pensamento, palavra ou ação.

Magia Universal

A magia universal pode ser definida como: ato de manipular energias espirituais, utilizando-se de toda e qualquer forma de magia existente, independente de sua origem, através de objetos de qualquer natureza, ações ou reações, com objetivo de alcançar desejos próprios ou de terceiros.

Objetivos na magia universal de acordo com seus seguidores: autoconhecimento, autocontrole, elevação espiritual e intelectual, equilíbrio social e emocional, domínio do próprio destino, tanto no mundo carnal quanto no futuro mundo espiritual;
Código de Ética da Magia Universal: sinceridade, verdade, humildade, respeito aos seus fundamentos e práticas religiosas e aos demais segmentos religiosos independente de sua origem, respeito à todo ser humano ou espiritual independente de sua posição social, raça ou crença; proteger os fundamentos secretos da magia universal e a todos ligados a ela, direta ou indiretamente quando assim solicitarem sigilo; não influenciar terceiros em sua decisão de iniciar-se ou não na magia universal;

Sempre que citamos o sujeito como masculino, também nos referimos ao feminino, ou seja: qualquer degrau da magia universal pode ser ocupado tanto por homens quanto por mulheres, independente de sua cor, raça, ocupação social ou orientação sexual.

Nesta doutrina, os adeptos são conhecidos como:

Mestre: aquele que é chefe de seu clã, ou seja, o mago;
Discípulos: aqueles que seguem as orientações e ensinamentos de seu mestre.

O mestre chama todos os integrantes de seu clã de discípulos, jamais chama-os de "filhos". Os discípulos chamam o mago do clã de mestre, jamais de pai ou mãe; Não existem padrinhos ou madrinhas, apenas testemunhas de ritual; Não existem beijos nas mãos como "pedido de benção": a forma de saudação entre os integrantes, independente de seu degrau, é um aperto de mão estendido, ou seja, a mão de um aperta o antebraço do outro; Em virtude de não haver o tratamento e simbolismo de "família" dentro da magia universal, podem existir relações de qualquer natureza entre seus integrantes, tanto de discípulos com discípulos quanto de discípulos com mestre;

Magia sexual

Agrupam-se, neste item, diversos sistemas (Thelemita, gnóstico etc.) que representam uma versão ocidental da Ta**ra. Uma das bases destes sistemas é a concepção que o sémen do homem e a v***a da mulher são sagrados.

A magia sexual divide-se em diversos sistemas diferentes e conflitantes, a maioria deles derivados do sistema originalmente desenvolvido por Paschal Beverly Randolph, Maria de Naglowska e depois por Theodore Reuss na Ordo Templi Orientis (O.T.O.) Podemos considerar os diversos sistemas de magia sexual:

Ansariético: criado pelos Ansarichs ou Aluítas (em inglês: Ansaireth ou ainda Nusairis) na Síria antiga
Eulis: criado por Pascal Beverly Randolph, um iniciado entre os Aluítas;
Sistema da O. T. O.: sistema de magia sexual que foi a base da Ta**ra ocidental;
Sistema da Fraternitas Saturni: é derivado da O.T.O.;
Sistema Maatiano: criado por dissidentes da O.T.O.;
Sistema da 0. T. O. A.: derivado da O.T.O., faz uso de práticas astrais de magia sexual;
Magia do Caos: sistema mágico na qual uma das formas de gnose vem da "automagia sexual";
Movimento Gnóstico Cristão Universal: sistema de magia sexual acentuadamente ascético fundado pelo neognóstico Samael Aun Weor

Thelema

Sistema criado por Aleister Crowley a partir do recebimento do "Liber AI Vel Legis" ("O Livro da Lei"). Trata-se do início de uma Nova Era (Aeon) de Aquário, onde o ser humano percebe-se como centro de seu próprio universo, assim divino. Thelema, em grego, significa "vontade". Os axiomas mais importantes para os Thelemitas, constantes no "Livro da Lei", são: "Faze o que tu queres será o todo da Lei" (Do what thou wilt shall be the whole of the Law) e "Amor é a lei, amor sob vontade" (Love is the law, love under will), que, diferentemente do que muitos interpretam, não significa "fazer o que quiser", mas sim a realização daquilo que chamam de "Verdadeira Vontade", sempre lembrando que isso é um ato de amor perante a humanidade, mas um amor colocado sob domínio da vontade.

Gnosticismo Samaeliano

Samael Aun Weor, fundador do Movimento Gnóstico Cristão Universal, ensinou a magia sexual como um dos pilares fundamentais do que chamou Revolução da Consciência. Sua principal característica é o que o próprio autor chama de "ascese revolucionária da Era de Aquário". Ainda de acordo com o autor, metafisicamente, seu processo consiste na "mescla inteligente da ânsia sexual com o entusiasmo espiritual". Contudo, em termos que se atêm somente à fisiologia desta classe de magia sexual, esta consiste, em suma, na conexão dos órgão genitais masculinos e femininos (chamados pelos termos orientais Lingan e Yoni) evitando-se o orgasmo, tanto masculino quanto feminino, e a perda do sêmen.

Magia Luciferiana

Este sistema é desenvolvido por uma fraternidade chamada "Fraternitas Saturni". É um sistema parecido com o da O.T.O., centralizando suas práticas em magia sexual (em especial nas práticas da "mão esquerda") e em magia ritualística. A diferença principal em relação a O.T.O. é que, enquanto esta busca a fusão individuada com a energia criadora, porém sem uma representação central, a Fraternitas Saturni busca elevar o espírito humano a uma condição de divindade, representada por Lúcifer. O sistema possui 33 graus.

Magia Enoquiana

A magia enoquiana é um sistema simbolicamente complexo, que consiste na evocação de energias (também chamadas de entidades), e foi proposto pelo astrólogo e alquimista John Dee e por Edward Kelley. O sistema foi posteriormente estudado pela Golden Dawn e por Aleister Crowley.

Magia Musical

Criado por uma renomada ocultista, Juanita Wescott, estudiosa do sistema de Franz Bardon. O sistema de magia musical faz uso dos mais elevados ensinamentos do hermetismo e da cabala, do ponto de vista de Franz Bardon.

Magia Avaloniana

A magia avaloniana é uma forma de espiritualidade Celta, assim como o druidismo e a wicca. Visa principalmente à adaptação da espiritualidade europeia ao Brasil, local onde surge. São politeístas, animistas e creem na transmigração da alma. Trabalham com reconstrucionismo celta.
Wicca

Religião fundada por Gerald Gardner em 1951, resgatando práticas religiosas dos povos celtas. É uma religião voltada para os cultos à natureza, com politeísmo, magia e exoterismo.

Xamanismo

Sistema que deu origem a diversos cultos e religiões e cuja origem remonta à Idade da Pedra. O xamã é uma espécie de curandeiro, com poderes mágicos especiais.

Candomblé

É um sistema semelhante ao vodum, muito popular no Brasil. Consiste na invocação de orixás, voduns e inquices africanos, considerados ancestrais divinizados.

Vodu haitiano

É um sistema popular no Haiti. Assemelha-se ao candomblé e ao vodum africano.

Vodu da Luisiana

O vudu da Luisiana é associado à tradição creole de Nova Orleans.

Umbanda

É uma fusão de várias religiões, notadamente a pajelança e o catimbó, com predominância deste último. Na umbanda, há a invocação, geralmente, de caboclos e pretos-velhos, enquanto que, no candomblé, invocam-se os orixás.

Quimbanda

É um sistema de magia que trata da invocação de entidades chamadas Exus, podendo-se, com a ajuda dessas entidades, fazer tanto o bem quanto o mal.
Outros sistemas
Editar

Existem inúmeros outros sistemas místicos e/ou mágicos que possuem os mais diversos fundamentos. O ponto em comum desses diversos sistemas seria atingir um objetivo através do uso de meios sobrenaturais ou ocultos.

Mago

Mago ou magi (plural do termo persa magus, significando tanto "imagem" quanto "[homem] sábio", do verbo cuja raiz é meh, "grande", em sânscrito maha) é um termo usado desde o século IV a.C. para denotar um seguidor de Zoroastro, ou ainda, um seguidor do que a Civilização helenista associava com o Zoroastro, o que, em suma, era a habilidade de ler as estrelas e manipular o destino que elas previam. O sentido anterior ao período helenista é incerto.
Mago atualmente denota aquele que pratica a magia ou o ocultismo. No entanto, pode indicar também alguém que possui conhecimentos e habilidades superiores como, por exemplo, quando se diz que um músico é um "mago dos teclados" por tocar com perfeição o instrumento musical.

Visão científica

Os Magi originais eram a casta sacerdotal da Pérsia Sassânida, além de químicos, físicos e astrólogos. Seus trajes consistiam de um manto escuro decorado com astros, chapéu alto, triangular e pontudo, e suas demonstrações públicas envolviam o uso de substâncias químicas para geração de fumaça que causavam grande impressão entre o povo; observadores europeus trouxeram sua imagem para o folclore do ocidente.

Visão religiosa

No sentido religioso e histórico, denotava uma linha sacerdotal hereditária na Persia, da qual (ou Zaratrusta) foi um membro conhecido. Esta casta formava a sociedade dos Magos ou Magi, que dividiam os iniciados em três níveis de iluminação:

Khvateush – Os que eram mais elevados, iluminados com a luz interior, iluminados.
Varezenem – Praticantes
Airyamna – Amigos dos arianos

Os antigos magos persas eram divididos em três níveis:

Herbods ou noviços
Mobeds ou Mestres
Destur Mobds – Homem perfeito, sendo idênticos com os hierofantes de mistérios praticados na Grécia e no Egito (veja hermetismo).

A Bíblia traduz os magos como homens sábios. O termo também tornou-se familiar com os magos que visitaram o menino Jesus no Evangelho de Mateus, capítulo II.

Visão atual

Nos dias de hoje a magia foi revivida em seu aspecto ritualístico, principalmente pela Ordem Hermética do Amanhecer Dourado ("Hermetic Order of the Golden Dawn"), na Inglaterra ao final do século XIX.

Ilusionismo

Ilusionismo (ou Prestidigitação) é a arte performativa que tem como objetivo entreter o público dando a ilusão de que algo impossível ou sobrenatural ocorreu. Os praticantes desta atividade designam-se por ilusionistas ou mágicos.
Embora os ilusionistas aparentem desafiar as leis da física, na realidade os números por eles criados nada têm de sobrenatural, tratando-se de ilusões realizadas através de meios naturais.

História

O ilusionismo é uma das mais antigas formas de entretenimento. A primeira descrição por escrito de um número de magia enquanto arte cénicas surge no Antigo Egito e data de 1700 a.C.. O documento em questão designa-se por Papiro de Westcar e atualmente encontra-se no Museu Egípcio de Berlim.

Desde essa altura existem milhares de registros de atuações, que hoje reconhecemos como ilusionismo, um pouco por toda a história. Frequentemente os ilusionistas do passado eram encarados como detentores de poderes sobrenaturais, o que resultou numa dura perseguição no período da Inquisição.

O primeiro livro na qual surgem descritas as explicações de números de ilusionismo chama-se The Discoverie of Witchcraft, e foi escrito por Reginald Scot em 1584 com objetivo de demonstrar que os poderes sobrenaturais não existem. Em Portugal, a primeira descrição por escrito de um número de ilusionismo surge no livro Thesouro de Prudentes em 1612 por Gaspar Cardoso de Sequeira.

A profissão de ilusionista, no sentido atual do termo, apenas veio a ganhar notável prestígio a partir do século XVIII. Um dos grandes impulsionadores do ilusionismo moderno chamava-se Jean Eugène Robert-Houdin (1805-1871) e era de nacionalidade francesa. O seu passado de relojoeiro permitiu-lhe criar ilusões originais, de grande engenho e espetacularidade, que apresentava no seu pequeno teatro para a elite parisiense. Robert-Houdin frequentemente é referido como o “pai do ilusionismo moderno” uma vez que terá sido dos primeiros ilusionistas a trazer a magia para os palcos elegantes dos teatros e de festas privadas, afastando-se do mágico saltimbanco que atuava nas ruas e feiras.

No início do século XX tornou-se célebre o ilusionista de origem húngara Ehrich Weiss (1874-1926) que adoptou o nome artístico de Harry Houdini, inspirado por Robert-Houdin. Os seus números frequentemente envolviam fugas de algemas, correntes e camisas-de-forças.

Muitos outros foram os ilusionistas que prestigiaram e contribuíram para a evolução do ilusionismo, incluindo Alexander Herrmann, Harry Kellar, Howard Thurston, Dante,Chung Ling Soo,Charles Carter, Dai Vernon e Harry Blackstone.

Mais recentemente nomes como Doug Henning, Siegfried and Roy, David Copperfield, Lance Burton, David Blaine, Penn and Teller,Criss Angel e Steven Frayne (Dynamo) tornaram-se celebridades do mundo do ilusionismo.

Em Portugal, nos séculos XX e XXI tornaram-se conhecidos do grande público os ilusionistas Conde d'Aguilar (1909-1988), Jolson (1922-1995), Luís de Matos, Helder Guimarães, David Sousa e Mário Daniel.

Em 1948 foi fundada a Fédération Internationale des Sociétés Magiques ou FISM (Federação Internacional das Sociedades Mágicas), tratando-se de uma das mais respeitadas organizações da comunidade mágica. É o organismo internacional que coordena os clubes e federações de ilusionistas de todo o mundo, e organiza o "Campeonato do Mundo de Magia FISM" a cada três anos. Até à data, três prémios foram conquistados por ilusionistas portugueses nessa competição: Helder Guimarães (2006, FISM Estocolmo), David Sousa (2006, FISM Estocolmo) e Tá na manga (2012, FISM Blackpool).

O Mágico

O Mágico

França Reino Unido
2010 • cor • 90 min
Realização Sylvain Chomet
Argumento Sylvain Chomet
Elenco Laurent Kircher
Thierry Torres Rubio
Nic Debray
Victor Ens
Antonio Mengual Llobet
Charlotte Walton
Sandra Gaudi
Género animação
Lançamento Portugal 23 de dezembro de 2010
Brasil 14 de janeiro de 2011
Idioma
inglês / francês

L'illusionniste (em inglês: The Illusionist; no Brasil e em Portugal, O Mágico) é um filme de animação franco-britânico de 2010, com argumento e realização de Sylvain Chomet, baseado numa obra inédita de Jacques Tati. Estreou-se no Festival de Berlim em 16 de fevereiro de 2010. L'illusionniste (em inglês: The Illusionist; no Brasil e em Portugal, O Mágico) é um filme de animação franco-britânico de 2010, com argumento e realização de Sylvain Chomet, baseado numa obra inédita de Jacques Tati. Estreou-se no Festival de Berlim em 16 de fevereiro de 2010.

Sinopse
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No final dos anos 1950, com o nascimento do rock'n'roll, o mundo do music hall tende a desaparecer. Um velho mágico considera-se um artista em vias de extinção e, por isso, abandona as salas de espetáculo parisienses para tentar a sua sorte em Londres. Porém, o cenário que encontra nessa cidade é, infelizmente, o mesmo. Entretanto, ele continua os seus espetáculos por teatros e bares, agora no Reino Unido. Até que um dia ele conhece uma jovem rapariga chamada Alice, num pub de uma vila escocesa, que vai mudar a sua vida...

Premiações

O filme teve numerosas nomeações, tendo vencido os seguintes prémios:

Prémios do Cinema Europeu de 2010

Melhor filme de animação

National Board of Review de 2010

Prémio Spotlight

Prémios New York Film Critics Circle de 2010

Melhor filme de animação

César de 2011

Melhor filme de animação

PalhaçoA palavra Palhaço deriva do italiano paglia, que quer dizer palha, que era o material usado no revestimento de co...
03/09/2019

Palhaço
A palavra Palhaço deriva do italiano paglia, que quer dizer palha, que era o material usado no revestimento de colchões. O nome começou a ser usado porque a primitiva roupa desse cômico era feita do mesmo pano e revestimento dos colchões: um tecido grosso e listrado, e afofada nas partes mais salientes do corpo com palha, fazendo de quem a vestia um verdadeiro "colchão" ambulante. Esse revestimento de palha os protegia das constantes quedas e estripulias. Já a palavra clown é de origem inglesa e tem origem no século XVI. Deriva-se cloyne, cloine, clowne. Etimologicamente vem de clod, que em inglês significa "camponês" e ao seu meio rústico, a terra. O termo em inglês é amplamente utilizado, por conta da influencia do britânico Philip Astley. No Brasil existe uma divergência teórico-semantica para com essas duas palavras. Alguns teóricos apontam que os dois termos indicam uma mesma coisa, já outros dizem que cada termo remete a uma escola de pensamento diferentes.

O palhaço é lírico, inocente, ingênuo, angelical e frágil. O palhaço não interpreta, ele simplesmente é. Ele não é um personagem, ele é o próprio ator expondo-se, mostrando sua ingenuidade. Na busca desse estado, o ator não busca construir um personagem, mas sim encontrar essas energias próprias, tentando transforma-las em seu corpo. Por tanto, cada ator desenvolve esse estado pessoal, de palhaço, com características particulares e individuais.

Embora vinculado aos circos, o palhaço pode atuar também em espetáculos abertos, em teatro, em programas de televisão ou em qualquer outro ambiente. Em várias ocasiões é o personagem que tem a tarefa de entreter o público durante as apresentações, especialmente no circo. É geralmente vestido de um jeito engraçado, com trajes desproporcionados e multicoloridos, com aplicações de pinturas (maquiagens) especiais e acessórios característicos. Entretanto, há diversos tipos de palhaço, como o melancólico, romântico, bufão, tramp (mendigo), etc.

Na linguagem comum, o termo também pode ser referido como uma característica do comportamento de uma pessoa não confiável ou não acostumado a levar a sério um argumento.
Há relatos de figuras semelhantes ao palhaço contemporâneo desde 2500 a.C, no Egito antigo. São encontradas várias outras referências; Grécia, Roma, China e até em civilizações americanas como os astecas. Podemos achar referências à arte de fazer rir quatro mil anos atrás. Inúmeras vezes esse personagem adquiria importantes papéis sociais, muitas vezes estando ao lado do rei ou imperador.
Oriente

Os lubyet eram figuras cômicas das dinastias chinesas, atuavam como desastrosos assistentes dos personagens príncipes e princesas. Assim como os bobos da corte europeus, os lubyet, pela sua proximidade com os déspotas, tinham grande influência na sociedade, podendo sugerir importantes mudanças no agir dos imperadores.
Podemos encontrar na Malásia o P'rang, que utilizava máscaras com olhos enormes e bochechas desproporcionais formando uma figura bizarra e ao mesmo tempo cômica. Em Bali encontramos os irmãos Penasar e Kartala. Enquanto o primeiro é ordeiro e apolíneo, o outro faz tudo pelas avessas e atrapalhadas.
Grécia e Roma

Depois de apresentar-se às tragédias gregas, os palhaços entravam em cena satirizando os contos gregos, principalmente os de Hércules. Os próprios sátiros (daí vem a palavra sátira) seria o germe dos palhaços de hoje. Depois que o Império Romano começo a se expandir, outras personagens começaram a surgir na Europa. Os Cirros e Estúpidos, começaram a levar a arte clownesca para as ruas. Mas foi na idade média que eles tomaram as ruas definitivamente.
Idade Média

Na Idade Média, o teatro teve um grande problema com a Igreja Católica no poder e a maioria dos teatros foram fechados. Com isso, os artistas tomaram as ruas. Para sobreviver começaram a desenvolver uma linguagem que desse conta das ruas, e cada vez ficavam mais conhecidos no continente. na Escandinávia eram conhecidos como gleemen, e na França, jongleurs. Enquanto os Bobos da corte faziam suas graças para não perder a cabeça, os artistas de ruas faziam as suas para não morrer de fome. Mas assim como os lubyet, da China, os bufões e bobos da corte tinham também certo papel social, na medida em que utilizavam de seu humor para questionar as decisões tomadas pelos soberanos, de modo a fazê-los refletir sobre a forma como governavam. Eles eram as únicas figuras na corte que poderiam "falar o que quiser" sem grandes revezes, desde que todos rissem. Podemos encontrar facilmente muitas estorias antigas e atuais envolvendo bobos da corte. E o cargo ainda não foi extinto, como é o caso de Nigel Rodes, o primeiro bobo da corte oficial desde 1649, quando o último ocupante do cargo perdeu o emprego após a revolução republicana liderada por Oliver Cromwell e a decapitação do rei Charles 1º. Mas mesmo com as dificuldades de idade média, os palhaços continuavam a tomar espaço. Nas peças religiosas faziam o papel de diabo cômico ou narrador. Até que William Shakespeare mostrou que o palhaço podia não só fazer rir, como fazer chorar, e tornar ainda mais dramáticas as cenas trágicas de uma obra, os palhaços passaram a ser tão importantes, nessas representações, quanto os atores sérios de grandes clássicos do teatro.
Commedia dell'arte

A commedia dell'arte foi uma forma de teatro popular improvisado, que começou no século XV na Itália e se desenvolveu posteriormente na França e que se manteve popular até o século XVIII. A “Commedia dell’arte” vem se opor à “Comédia Erudita”, também sendo chamada de “Commedia All’improviso” e “Commedia a Soggetto”. Esta forma ainda sobrevive através de alguns grupos de teatro.
O início do circo

A cultura circense se enraíza pelos vários eventos da antiguidade, como as Grandes dionísias e os jogos nos Circos Romanos. Mas é a Philip Astley que se atribui a criação do circo que conhecemos hoje. Ele era suboficial da Cavalaria das Forças Armadas Inglesa. Muitos oficiais da cavalaria já se apresentavam nas ruas há muito tempo, mas a grande ideia de se estabelecar um local fixo foi dele. O formato circular ajudava os acrobatas a praticar suas acrobacias mais facilmente enquanto o cavalo corria em círculos. Astley construiu uma estrutura de 13m de circunferência em um local fechado. Os espetáculos de rua passaram a acontecer dentro deste local e a cobrar ingresso. Os cavaleiros das forças armadas inglesa podiam agora continuar trabalhando mesmo depois de aposentados. A aproximação dos oficios de hipismo, com outras artes de ruas deram também forma a várias outras modalidades. Como o Music hall e diversas formas teatrais, com pantomimas, adaptações de commedia dell'arte e melodramas. Não demorou para que outros artistas também integrassem às atrações do novo estabelecimento de Astley. Os palhaços começaram a aparecer no seu local mais conhecido atualmente, o circo. O palhaço mais importante foi Mr. Merryman, que atuava a cavalo. Com o desenvolvimento da arte do palhaço, várias partes do mundo adaptaram o personagem ao seu próprio estilo, fazendo surgir novas figuras, como o palhaço Augusto, o Excêntrico, o Vagabundo, o Mímico e o Branco. Cada tipo um possui características próprias e marcantes.
Tipos de palhaço

O Clown é um personagem múltiplo, e as vezes nem é visto um personagem, mas sim como um estado, o estado de clown. Com isso a multiplicidade de tipos e modos de se exercer o oficio são inúmeras. Desde personagens mais óbvios como o Bozo até os comediantes mais sutis como Mr. Bean. Mas no decorrer da historias, certos tipos se consolidaram e se estruturaram com características fixas.
Branco e Augusto
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Augusto é o tipo mais conhecido no Brasil. É extravagante, absurdo, pícaro, mentiroso, surpreendente, provocador. Representa a liberdade e a anarquia, o mundo infantil. É desajeitado e desastrado, tornando sua atuação desajeitada e deselegante. É inoportuno em sua tentativa de socializar-se, mas acaba por conquistar com sua simpatia e brincadeiras. Diversas lendas coincidem a fazer nascer o personagem no Circo Renz de Berlim (1865), encarnado por um tal August, um moço de jeito enfadonho e beberrão — de onde vem o nariz vermelho. Diz a lenda que ele era um cuidador de cavalos e um certo dia, como era alcoólatra, entrou no palco bêbado. Como as pessoas na Europa costumam ser muito brancas, quando bebem avermelham o nariz e as maçãs do rosto., muitos dizem que deriva-se daí o nariz de palhaço e a maquiagem. É esse o espírito do Augusto, brincalhão e que faz bastante algazarra. Ainda na mesma lenda, diz-se que o companheiro do Augusto entrou para tentar tirar o amigo do picadeiro, sóbrio tenta de todo jeito fazer o amigo se regrar. É daí que se acredita que nasceu o Branco. Outra versão diz que o termo augusto é de raiz alemã. No caso seri o alemão Tom Belling que teria entrado a cavalo e feito uma apresentação desastrosa. Então a plateia gritou Augusto! Augusto!" que em dialeto berlinese, significa pessoa que se encontra em situação ridícula. Ele é uma grande hipérbole. Tudo é grande, suas roupas, seu nariz, seus sapatos.

O Branco é o inverso do Augusto. Também chamado Carabranca, Pierrot, Enfarinhado e Esperto ou Sério. Em vários circos do Brasil ele é conhecido como Escada. O tipo nasceu na Inglaterra em meados do século XVIII, com Giuseppe e Joe Grimaldi, costumava aparecer maquiado de branco e vestido num elegante vestido brilhante. Seus trajes são seu grande diferencial, já que sua elegância revela um clown aristocrata, que, quando contracena com outros palhaços, toma o controle da situação.

Os dois formam a dupla mais tradicional de palhaços, com um contrasto apolíneo e bacante, de ordem e desajuste.

Palhaços famosos

Benjamin de Oliveira
Arrelia
Bozo
Carequinha
Carlitos, personagem de Charlie Chaplin
Croquete
Krusty
Tiririca
Torresmo
Patati Patatá
Piolin
Slava Polunin

Endereço

Rua Do Passeio, 40
Rio De Janeiro, RJ
20021-290

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