Fábrica de Chocolate, de Mário Prata

Fábrica de Chocolate, de Mário Prata Página do espetáculo FÁBRICA DE CHOCOLATE, de Mário Prata.

𝗖𝗼𝗺𝗽𝗮𝗿𝘀𝗮𝗿𝗶𝗮 𝗧𝗲𝗮𝘁𝗿𝗮𝗹 se preparando para o novo projeto!Ḛl̰ḛn̰c̰o̰:̰ Adriana Maia / Ana Achcar / Anna Wiltgen / Aramís D...
17/01/2023

𝗖𝗼𝗺𝗽𝗮𝗿𝘀𝗮𝗿𝗶𝗮 𝗧𝗲𝗮𝘁𝗿𝗮𝗹 se preparando para o novo projeto!

Ḛl̰ḛn̰c̰o̰:̰ Adriana Maia / Ana Achcar / Anna Wiltgen / Aramís David Correia / Dada Maia / Gilberto Góes / Henrique Manoel Pinho / José Ângelo Bessa / Mariana Consoli / Miguel Ferrari / Stefania Corteletti / Xando Graça.

𝗙𝗲𝗶𝗿𝗮 𝗱𝗲 𝗢𝗽𝗶𝗻𝗶ã𝗼: 𝗥𝗲𝘃𝗶𝘀𝗶𝘁𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗼 𝗕𝗿𝗮𝘀𝗶𝗹 𝗱𝗲 𝟲𝟴
LEITURA DRAMATIZADA com textos de: Lauro Cesar Muniz / Braulio Pedroso / Jorge Andrade / Gianfracesco Guarnieri / Plínio Marcos / Augusto Boal.

𝗗𝗶𝗮𝘀 𝟮𝟰 𝗲 𝟯𝟭 𝗱𝗲 𝗷𝗮𝗻𝗲𝗶𝗿𝗼, 𝟬𝟳 𝗲 𝟭𝟰 𝗱𝗲 𝗳𝗲𝘃𝗲𝗿𝗲𝗶𝗿𝗼.
(às 20 horas) (𝑬𝒏𝒕𝒓𝒂𝒅𝒂 𝑮𝒓𝒂𝒕𝒖𝒊𝒕𝒂)

𝗘𝘀𝗽𝗮ç𝗼 𝗖𝗼𝗿𝘁𝗶ç𝗼 𝗖𝗮𝗿𝗶𝗼𝗰𝗮
Rua Joaquim Silva, 105 (Lapa)

Todos nós temos guardado um momento inesquecível que nos emocionou, seja pelo riso, pela afetividade, pela nostalgia, pe...
07/02/2021

Todos nós temos guardado um momento inesquecível que nos emocionou, seja pelo riso, pela afetividade, pela nostalgia, pela comoção, pelo suspense, pela reflexão. Vamos trazer essa emoção de volta! O ator Henrique Manoel Pinho convida você a ser o personagem do filme, da série, da cena que nunca mais esqueceu. Recriar para vivenciar uma nova emoção, mas não mais como espectador e sim como intérprete. Através da análise de monólogos e diálogos, a proposta é estimular a capacidade criativa e lúdica de cada um para chegar a uma construção independente da original.
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OFICINA DE INTERPRETAÇÃO
MONÓLOGOS E DIÁLOGOS : CINEMA, TEATRO E SÉRIES
02 a 26/mar . 3ª/6ª . 19h às 21h
[ com entrega de certificado ]
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Clique e saiba mais!
https://www.cal.com.br/.../oficina-de-interpretacao.../

Partindo de cenas de filmes, peças e séries, desenvolveremos uma proposta nova de interpretação. Separando somente monólogos e diálogos, vamos trabalhar desde a primeira leitura da cena até a sua…

07/01/2020
O espetáculo Fábrica de Chocolate, de Mário Prata, o texto de Mário Prata, é uma denúncia da tortura e do estado de exce...
31/12/2018

O espetáculo Fábrica de Chocolate, de Mário Prata, o texto de Mário Prata, é uma denúncia da tortura e do estado de exceção promovido pelo governo brasileiro durante o período da ditadura civil-militar (assim como em outros momentos de nossa hirtória) que perdurou do Golpe de 64 a "redemocratização" em 85, portanto o seguinte programa realizado pela TV Brasil vem de encontro com a proposta da peça e merece ser visto. Não é a toa que a emissora sofre ameaça de ter sua continuidade finalizada,
Deixamos aqui nossa homenagem nesse terrível ano de 2018, um ano retrógrado e revelador, as pessoas que lutaram e continuam lutando pela igualdade de direitos e por uma sociedade mais justa, em especial a Marielle Franco, cuja trajetória é muito bem retratada no programa.
2019 será um ano de luta!! Muita luta!!!

Brasil é um dos mais perigosos para os militantes de direitos humanos

18/02/2018
29/01/2018

Parabéns para o nosso parceiro Cassiano Gomes, felicidades!!! Nosso operador de som e luz e intérprete do terrível Dodói!
Axé

02/12/2017

Série Repressão nas Universidades:

Por determinação da Lei nº 9.140/1995, em 4/12/1995, o estudante Honestino Monteiro Guimarães foi reconhecido pelo Estado brasileiro como desaparecido político. Seu nome consta no Relatório da Comissão Nacional da Verdade publicado em 10 de dezembro de 2014, como um dos 243 desaparecidos, vítimas da repressão política.

Nascido em Itaberaí (GO, 1947), Honestino Monteiro Guimarães mudou-se para Brasília em 1960. Começou a militar no movimento estudantil e filiou-se à Ação Popular (AP). Em 1965 ingressou na Universidade de Brasília, tornando-se o presidente do Diretório Acadêmico de Geologia. No ano seguinte foi preso pela primeira vez.

O Ofício nº 40 – IPM do I Exército, encaminhado ao reitor da Universidade de Brasília em 15 de agosto de 1968, solicitou informações sobre Honestino e outros estudantes da instituição, além de decretar, também, a “prisão preventiva, como incursos na Lei de Segurança Nacional, dos[...] estudantes dessa universidade”. No mesmo ofício, assinado pelo coronel Murilo de Souza, o oficial requisitou que “seja notificado sempre que ocorra a presença dentro do campus universitário de qualquer dos elementos citados [...]”.A reitoria informou o I Exército sobre os estudantes, que acabaram detidos depois de invasão do campus. Sob alegação de cumprir mandado de prisão de sete estudantes, a universidade foi cercada pela Polícia do Exército, Polícia Militar, Polícia Civil e pelo DOPS, que efetuaram a prisão dos alunos. Apesar de estar a poucos meses de concluir o curso de geologia, Honestino foi expulso da UnB e, depois de solto, em novembro, seguiu para a clandestinidade com a esposa, Isaura Botelho. Entre 1969 e 1971, Honestino viveu na capital paulista,desempenhando, ao mesmo tempo, atividades de dirigente da UNE e militante da AP. Em 1970, nasce a única filha do casal, Juliana. No final de 1971, foi eleito presidente da UNE em um congresso clandestino no Rio de Janeiro, local que Honestino manteve suas atividades políticas. Aos 26 anos de idade, foi preso por agentes do Centro de Informações da Marinha no dia 10 de outubro de 1973 e, desde então, permanece desaparecido.

Foi homenageado em 26 de agosto de 1997 ao dar nome ao Diretório Central dos Estudantes da Universidade de Brasília e ao receber o título de Mérito Universitário. Em 15 de dezembro de 2006, foi inaugurado em Brasília o Museu Nacional Honestino Guimarães, projetado por Oscar Niemeyer. Há ruas nomeadas em sua homenagem no bairro Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro e no bairro Macaxeira, em Recife. Em 2015, a Ponte Costa e Silva, em Brasília, teve seu nome alterado para Ponte Honestino Guimarães.

Fotografia: ASI/UNB: BR_DFANBSB_AA1_0_ROS_0019, p. 2.

Para consultar o acervo do Arquivo Nacional, acesse: http://arquivonacional.gov.br/consulta-ao-acervo.html

27/11/2017

Vídeo integrante da exposição Registros de uma guerra surda (2011). A partir de registros sonoros e imagens de arquivo, o filme mostra a ascensão do general ...

15/11/2017

CNV - Comissão Nacional da Verdade

Ótimo documentário
04/11/2017

Ótimo documentário

💀 O documentário O Dia que Durou 21 Anos apresenta, em três episódios, os bastidores da participação do governo dos Estados Unidos no golpe militar de 1964, que durou até 1985, e instaurou a ditadura no Brasil. Documentos do arquivo norte-americano, classificados durante 46 anos como "Top Secret", são expostos ao público.

⏰ Exibições:
04/11 | 19:35
06/11 | 14:35

31/10/2017

Assistam!!

Endereço

Rua Joaquim Silva, 105
Rio De Janeiro, RJ
20241-110

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