PHOLIAS CULTURAES

PHOLIAS CULTURAES PHOLIAS CULTURAES é uma revista que promove, divulga e estimula o lançamento de obras, projetos e Mãos à obra e dedos nas teclas! Saravá! E Sara foi!

PHOLIAS CULTURAES é uma revista eletrônica criada para divulgar eventos e ideias e estimular discussões. É um espaço democrático e aberto para promoção e divulgação de projetos artísticos, filosóficos, culturais, esportivos, científicos etc. Tudo que está sendo desenvolvido em qualquer parte do planeta pode e deve ser comentado.

O Instituto TAL, que foi criado com a missão de promover a cultura, a educação e o desenvolvimento integral da infância ...
26/03/2026

O Instituto TAL, que foi criado com a missão de promover a cultura, a educação e o desenvolvimento integral da infância e da juventude através da literatura, o programa Conversa Com o Leitor e a Casa 11 Sebo e Livraria convocam a sociedade civil, instituições de ensino, bibliotecas, editoras, pesquisadores, educadores, escritores, ilustradores, pais e todos os cidadãos interessados no futuro de crianças e adolescentes para participarem do I° Seminário Internacional Todas as Linguagens, que será realizado em 02/04/2026, ao vivo, no canal do YouTube.

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03/11/2023

QUE TAL OUVIR, HOJE, UMA EDIÇÃO DO

Programa Aldeia Do MUNDO

Sim! Nesta sexta, dia 03/11, às 21h a Internova Radio Web transmitirá o programa, com reprise amanhã, sábado, às 14h.

Para ouvir, acesse www.internovaradio.com.br

Seja bem-vinda(o), ouvinte do Aldeia!

18/04/2023

"Uma das mais respeitadas escritoras e intelectuais brasileiras, Conceição Evaristo está de livro novo nas prateleiras. Bem, não exatamente. Seu romance Canção Para Ninar Menino Grande, publicado originalmente numa tiragem limitada em 2018, acaba de ganhar uma edição expandida. Para falar da história do belo Fio Jasmim, Conceição participa hoje de uma conversa, transmitida ao vivo via Instagram, com o editor e escritor Allan da Rosa. O evento será às 18h, na Livraria Blooks, de Botafogo, Zona Sul do Rio."
Jornal MEIO - 18/04/23

18/04/2023

"Ontem o músico Rodrigo Suricato anunciou que está encerrando as atividades da banda que ele leva no nome e disse também que vai abandonar gradativamente a carreira musical. Atualmente, além da Suricato, ele é vocalista e guitarrista do Barão Vermelho.

Bom, lamento a decisão dele, que é um músico talentoso e dedicado, mas entendo sua posição. Me lembrei que certa vez uma famosa consultora de marketing digital me disse que para eu permanecer relevante no “novo mercado da música” deveria lançar vídeos todas as terças e quintas, música nova a cada 15 dias e alimentar o feed diariamente para manter o algoritmo aquecido. Por mim o algoritmo vai morrer de frio e inanição. Só publico quando tenho o que dizer. Prefiro ficar alheio ao burburinho das redes enquanto crio e produzo minhas músicas e trilhas silenciosamente. Lanço quando achar mais adequado, quando concluir que elas estão prontas, quando eu estiver satisfeito com o resultado e achar o momento favorável.

Cada um tem um ritmo e uma expectativa. Mas sei que tem muita gente ficando escrava das plataformas com suas métricas inalcançáveis e sua lógica algorítmica de moedor de carne. No final das contas é só mais uma ferramenta. Seja como for, cada um sabe de si e da sua carreira. Se serve de co***lo para tantos profissionais com muito menos projeção que o Rodrigo mas que se questionam todos os dias sobre continuar ou não na batalha, acho que estamos num momento de transição. Depois de anos de um governo hostil que nos tratou como inimigos, após uma pandemia que foi devastadora para nossa atividade e com uma legislação leonina em relação à remuneração dos autores pela execução de streaming há alguma esperança de melhora.

Espero que o Rodrigo e todos os músicos que estão buscando outra áreas de atuação tenham sucesso e sejam felizes nas novas empreitadas. Para os que continuam no fronte, boa sorte para nós!"

Makely Ka
Cantor, Compositor e Instrumentista

DAQUI A POUCO
18/03/2023

DAQUI A POUCO

NÃO OUVIU A EDIÇÃO DE TERÇA???
OUÇA SUA RETRANSMISSÃO HOJE
DAQUI A POUCO
ÀS 21H
PELA INTERNOVA RÁDIO WEB de Aracaju/SE
ACESSE AQUI (https://internovaradio.com.br/
)

Desde seu lançamento em 1957, O Livro Negro da Fome, de Josué de Castro, vem despertando o interesse dos intelectuais de...
16/03/2023

Desde seu lançamento em 1957, O Livro Negro da Fome, de Josué de Castro, vem despertando o interesse dos intelectuais de todo o planeta para a cruzada contra a fome e ajudando o despertar de uma consciência coletiva acerca desse que, infelizmente, continua sendo o nosso mais bárbaro e trágico fenômeno social.

13/12/2022

Luiz Gonzaga* volta pra curtir
(por Magno Córdova)
* (se estivesse vivo, Luiz Gonzaga faria, hoje [13/12/2022], 110 anos).
Em março de 1972, aconteceu no Rio de Janeiro o espetáculo em que “a Zona Sul carioca conheceu Luiz Gonzaga”.[1] Durante aquela temporada, o Teatro Tereza Raquel foi ocupado por uma plateia formada “por jovens da oposição, em sua maioria esmagadora”.[2] A aparição de Gonzaga naquele ambiente foi uma espécie de confirmação da influência pop sertaneja que a sua música exerceu na estética do movimento artístico/musical, interrompido em 1968 pelo AI-5 (Ato Institucional Nº5), denominado Tropicalismo: um dos roteiristas do espetáculo foi Carlos Capinam; o depoimento de Caetano Veloso, prestado à época para o jornal Última Hora, aparece reproduzido no encarte do disco com o registro do show. Nas palavras de Caetano, o espetáculo de Gonzaga só poderia ser comparado ao Rosa de Ouro[3], “pela justeza na colocação de artistas tão imensos no palco”.
(leia o texto na íntegra clicando no link abaixo)
https://rabiscosdeouvido.blogspot.com/.../luiz-gonzaga...

Livre pensar sobre música

26/07/2022

DAQUI A POUCO
A partir das 20h dessa TERÇA-FEIRA
26 de Julho
EDIÇÃO INÉDITA do

Programa Aldeia Do MUNDO

PELA Internova Radio Web,
da cidade de Aracaju/SE

NA EDIÇÃO DE HOJE: Itamar Assumpção (SP), Verônica Ferriane (SP), Artur Araújo (CE/MG), Alessandra Leão (PE) c/ part. de As Filhas de Baracho (PE), Rita Figueiredo (SP/Nova York), Alberto Salgado (BSB) c/ part. de Carol Senna (BSB), Jaguaribe Carne (PB) c/ part. de Lenine (PE), Maria Rita Stumpf (RS), Fausto Nilo (CE), Zé da Velha (SE) e Silvério Pontes (RJ), Nelson Ângelo (MG/RJ) com Carlos de Jaguarão (RS) e Manassés de Souza (CE) c/ part. de Mingo Araújo (RN).

O programa, produzido e apresentado pelo historiador mineiro Magno Córdova, tem como principal objetivo ampliar a escuta e informação musical brasileira dos ouvintes.

O “Aldeia do Mundo” vai ao ar todas às terças, às 20 horas, com reprises aos sábados, às 14 horas.
Para escutar acesse: www.internovaradio.com.br
Ou baixe nosso aplicativo android: https://play.google.com/store/apps/details

SEJA MUITO BEM-VINDO, OUVINTE DO ALDEIA!

Lendas UrbanasDurante a oficina literária, da qual participo semanalmente, há uns vinte anos, Pablo Kashner, antigo comp...
20/05/2022

Lendas Urbanas

Durante a oficina literária, da qual participo semanalmente, há uns vinte anos, Pablo Kashner, antigo companheiro de escrita, escreveu um conto de memória sobre lendas urbanas em que aborda o tema de modo bem-humorado. Como nunca havia escrito a respeito nesta coluna literária, resolvi me debruçar sobre o assunto que corre sorrateiramente pela cidade, principalmente em universidades, escolas e instituições. Onde moro, na Fazenda Bela Vista, há tempos, corriam de boca em boca as histórias das Três Freiras e a do João Cocó que virava lobisomem. Cá para nós, o nome do personagem João Cocó é bom demais! Faz a gente viajar. Literatura é isso, um passaporte ao mundo da fantasia.

As lendas urbanas são narrativas breves de caráter fabuloso, alarmista ou sensacionalista que compõem a oralidade social. De acordo com Saulo Gomes Thimóteo, “Toda pessoa, independentemente de sua origem, crença ou formação, desenvolve-se em torno de narrativas”. São histórias gestadas no imaginário popular, que mesclam elementos fantásticos com lugares específicos, como salas de aula, ruas, trevos, metrô, dentre tantos outros. Em Nova Friburgo, a Fonte do Suspiro foi cercada de feitiços e lendas. Uma delas narrava que aquele que bebesse das suas águas a elas se prenderia por toda a vida. Outra contava que suas águas recuperavam a saúde, consolavam os tristes, fortaleciam os fracos e encorajavam os vivos.

Quem não precisa de magia para se inserir na vida quotidiana?

A literatura nasceu com a oralidade das lendas, das fábulas, das histórias cotidianas que foram passadas de geração em geração até o surgimento da edição gráfica dos livros no século XV. A necessidade de a pessoa dialogar com a vida quotidiana é fundamental para sua interação com o ambiente. Nesse intercâmbio há aspectos desconhecidos e sem explicação lógica que criam temor, impaciência e inquietude. São nesses âmbitos que surgem as lendas, nas quais não se sabe se aconteceram ou não. Por outro lado, criam suspense e curiosidade. Podem acabar sendo orientadoras de comportamentos, como não se deve andar à noite em lugares desertos, como os pais avisavam aos filhos para não voltarem tarde da noite para casa por causa das “Três Freiras”. Ou mesmo a lenda da “Loira do Banheiro” que não deixava de ser uma maneira eficiente de evitar que as crianças ficassem muito tempo no banheiro das escolas. Ou a do “Homem da Agulhas”, lenda que corre mundo afora e alerta sobre o risco do contágio através de seringas. Uma lenda urbana que comumente muito se popularizou é a de que um vírus foi criado propositalmente em laboratório.

Há lendas urbanas clássicas que ressurgem de tempos em tempos e tornam-se adaptadas aos contextos social, histórico e cultural. De todo o modo, expressam a incapacidade de entendimento sobre fatos da vida, como a morte, a doença, o poder, a insegurança que são compartilhados através de narrativas que relançam saberes populares. Além do mais impulsionam a relação entre pessoas, ou seja, as lendas mobilizam grupos de conversa que contam e recontam narrativas, seguidos de inesgotáveis comentários.

Quem ainda não se impressionou ou foi tocado por uma lenda?

Tereza Malcher
Professora, Mestre em Educação, Escritora, Presidente da Academia Friburguense de Letras e ganhadora, em 2014, do Prêmio OFF Flip de Literatura.

PHOLIAS CULTURAES tem o prazer de compartilhar a resenha publicada pelo Escritor e Professor MARCIO PASCHOAL, autor das ...
30/04/2022

PHOLIAS CULTURAES tem o prazer de compartilhar a resenha publicada pelo Escritor e Professor MARCIO PASCHOAL, autor das biografias ROGÉRIA, Uma Mulher e Mais Um Pouco (Ed. Estação Brasil) e PISA NA FULÔ MAS NÃO MALTRATA O CARCARÁ - Vida e Obra do Compositor JOÃO DO VALE (Ed. Lumiar) e do romance inédito JOÃO ANTÔNIO E OS BEE GEES, entre vasta obra de ficção e não-ficção com forte ênfase na música, sobre o show do cantor e compositor Zeca Baleiro, no Rio de Janeiro, que foi publicada na revista eletrônica Narrativas & Depoimentos, da Villas-Boas & Moss | Agência e Consultoria Literária Ltda (vbmlitag.com.br). No texto, MARCIO PASCHOAL narra de forma bastante peculiar a atmosfera do evento, em que o cantor intercala suas canções e histórias numa minirretrospectiva de sua carreira.

"Agora que a pandemia está dando um tempo, começamos a ver ressurgir alguns espetáculos ao vivo. Um, em particular, vem chamando atenção por mesclar singeleza, talento e desafetação. O nome do show já diz um pouco sua intenção. “José”. Simples. Poderia também ser “José Ribamar” ou “José Ribamar Coelho Santos”. Mas ficou mesmo “José” a nova apresentação musical e intimista do cantor e compositor Zeca Baleiro. “Chovia no canavial / na noite em que eu quis partir / tristeza no meu carnaval / canta longe a juriti / o canto que era o sinal / de tudo que estava por vir / no mato do amor, matagal / um gesto que eu nunca esqueci / pichado no muro de cal / no engenho que eu mesmo ergui / moenda de dor, temporal / na noite em que quis partir”. Um cartão de boas-vindas. Em clima de bate-papo, tem início uma espécie de autobiografia musical (o tempo passa, já são mais de 20 anos de carreira) que corre solta e despretensiosa, com histórias de vida, canções marcantes na vida do artista. E claro, Zeca entremeia a conversa com alguns sucessos. Nada engessado, numa variação que pode incluir “A Flor da Pele”, “Lenha”, “Bandeira”, “Telegrama”, releituras como “Muzak” ou canções dos discos mais recentes, “O Amor no Caos” e “Canções d’Além-Mar”.

Como o show é uma minirretrospectiva, senti falta da ótima “Minha Casa” (CD Líricas) e do hit do “Diabo”, o cara mais underground, mas Tuco Marcondes não estava lá para as guitarras distorcidas. Zeca solo, em estado puro de violões, desfia histórias, relembrando as canções que escutou em Arari no velho rádio com válvulas, toca clássicos em vinis na vitrola, Nora Nei, Pepino di Capri, Sérgio Sampaio, e o público, como Zeca mesmo ressalva “na sua maioria vintage”, vai se deliciando. Há o momento literário, com poemas de autores tão necessários de serem apresentados ou resgatados, como Jorge de Lima. Nada é programado nesse encontro do artista com sua galera e o repertório flui de acordo com o andar das conversas. A plateia é convidada a participar em duetos. Zeca justifica que em cada lugar em que se apresenta o sotaque do coro difere. Por aqui tivemos um hilário “viver é bom esquece as penassxx vem morar comigo em Babylon”.

Zeca Baleiro recebe o público como se estivesse na sala de sua casa, narra passagens curiosas (como quando se apresentou no programa de auditório da Xuxa) ou na bem-humorada autocrítica, em recortes de jornais sobre seus trabalhos, quando a autora cisma com o verso de “ando triste, tristinho…”. No final, bis esperado, Zeca emenda um repente-protesto contra a figura nefasta de Bolsonaro, o tosco. Tudo transcorrendo com naturalidade e propício a improvisos, faceta múltipla da verve do artista. Zeca já passou com sua turnê “José” por São Paulo, Recife, Maceió e Rio de Janeiro. A próxima parada é Porto Alegre. Vida longa ao Sr José, cronista musical com seu humor inteligente e seu carisma natural. Ou vice-versa."

Marcio Paschoal é escritor, redator, professor, economista e autor com mais de dez livros publicados. Trabalhou para a Fundação Getúlio Vargas e foi colaborador do Jornal do Brasil nas áreas de música e literatura.

Publicou os romances Sofá Branco – menção honrosa Graciliano Ramos- UBE e pré-seleção do Prêmio Nestlé de Literatura –, Odara e Os Atalhos de Samanta, além dos ensaios de humor Cada Louco Com Sua Mania, com ilustrações de Jaguar, e Horóscopo Sexual Para Praticantes (todos pela Record). Escreveu também A Morte Tem Final Feliz (InVerso), o livro de crônicas A Maconha Está Bêbada (Mirabolante) e o infantil O Livro Maluco e a Caneta Sem Tinta, em parceria com Tereza Malcher (Zit).

TODA QUARTA3 EDIÇÕES DO ALDEIAPrograma Aldeia Do MUNDOOUÇA A PRIMEIRA EDIÇÃODENTRO DE INSTANTESÀS 18H PELAWeb Rádio Just...
27/04/2022

TODA QUARTA
3 EDIÇÕES DO ALDEIA

Programa Aldeia Do MUNDO

OUÇA A PRIMEIRA EDIÇÃO
DENTRO DE INSTANTES
ÀS 18H PELA

Web Rádio Justiça do Maranhão
Órgão OFICIAL DE COMUNICAÇÃO
DO TJMA - Tribunal de Justiça do Maranhão

PARA OUVIR DIRETO, CLIQUE AQUI: http://site.tjma.jus.br/asscom
E, EM SEGUIDA, VERIFIQUE ÍCONE DE SINTONIA AO FINAL DA PÁGINA

OUÇA A SEGUNDA EDIÇÃO ÀS 20H PELA

Rádio Bloco,
da cidade de Santa Maria, Rio Grande do Sul

Pra ouvir na Rádio Bloco, acesse aqui:
Site: http://radiobloco.net
App: https://bit.ly/2GsQAL4
RadiosNet https://goo.gl/CFZjBs
Radio Garden https://goo.gl/mEY

OUÇA A TERCEIRA EDIÇÃO
ÀS 20H DE BRASÍLIA
ZERO HORA DE PORTUGAL PELA

Rádio Transforma
da cidade do Porto, em Portugal

PARA OUVIR, CLIQUE AQUI: http://radiotransforma.net/
e, estando na página da Rádio Transforma, clique na seta localizada no cabeçalho da tela do seu lado direito.
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