IMS Rio Inicialmente residência da família Moreira Salles, apresenta exposições, filmes, shows, entre outros. E gosta de Cinema.
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O Instituto Moreira Salles é uma entidade civil sem fins lucrativos que tem por finalidade exclusiva a promoção e o desenvolvimento de programas culturais. Mais informações: www.ims.com.br

Com importantes patrimônios em quatro áreas: Fotografia, em mais larga escala, Música, Literatura e Iconografia, o IMS notabiliza-se também por promover exposições de artes plásticas de artistas brasileiros e e

strangeiros. Suas atividades são sustentadas por uma dotação, constituída inicialmente pelo Unibanco e ampliada posteriormente pela família Moreira Salles. A instituição está presente em três cidades – Poços de Caldas, Rio de Janeiro e São Paulo –, onde promove exposições, palestras, shows, ciclos de cinema e eventos. Além de catálogos de exposições, livros de fotografia, literatura e música, o IMS publica regularmente a Revista ZUM (www.revistazum.com.br), sobre fotografia contemporânea do Brasil e do mundo, e a Revista serrote (www.revistaserrote.com.br), de ensaios e ideias. Uma rádio de internet, a Rádio Batuta (www.radiobatuta.com.br) dá vazão ao acervo de música e produz documentários sobre grandes compositores e intérpretes. Os produtos podem ser adquiridos em nossa loja online (www.lojadoims.com.br) e nas lojas dos centros culturais.

31/12/2025

O IMS deseja uma boa travessia em 2026! Feliz ano novo! ✨🥂

📸 Imagem: Proa da canoa, 2022. Foto de Luiz Braga. A imagem faz parte da exposição ‘Luiz Braga - Arquipélago imaginário’, que está em cartaz no Paço Imperial, Rio de Janeiro, até 1° de março de 2026.

O IMS deseja um feliz Natal e agradece ao público que prestigiou as iniciativas realizadas ao longo deste ano! 🎄📸 Imagem...
24/12/2025

O IMS deseja um feliz Natal e agradece ao público que prestigiou as iniciativas realizadas ao longo deste ano! 🎄

📸 Imagem: Foto de ensaio para o "Calendário da Beleza Negra 1994", primeiro calendário afro-brasileiro realizado pela Editora Vozes e a comissão de Religiosos, Padres e Agentes de Pastoral Negros, lançado em comemoração aos 300 anos de Zumbi. 1993. Foto de Januário Garcia. Acervo Instituto Moreira Salles/Arquivo Januário Garcia

O Instituto Moreira Salles apresenta a programação de atrações para 2026, com atividades distribuídas em suas unidades e...
21/12/2025

O Instituto Moreira Salles apresenta a programação de atrações para 2026, com atividades distribuídas em suas unidades e em parcerias no Brasil e no exterior.

No IMS Paulista, destacam-se exposições que abordam trajetórias e arquivos de fotógrafos e coletivos. Entre elas estão mostras dedicadas a Fernando Lemos e Albert Frisch; a apresentação do 'Arquivo Afro Fotográfico Zumví', com cerca de 400 fotografias representativas do movimento negro no Brasil; e uma série de obras de Ara Güler, com 200 imagens sobre a cidade de Istambul. A programação inclui ainda 'Dignidade e luta: Laudelina de Campos Mello', sobre a vida e a militância da sindicalista brasileira, e uma mostra de fotolivros históricos de mulheres, em parceria com o coletivo 10×10 Photobooks.

No IMS Poços de Caldas, serão exibidas as exposições 'Stefania Bril: desobediência pelo afeto' e a individual de Liti Guerreiro, artista local. As parcerias no Rio de Janeiro seguem enquanto o IMS Rio passa por obras de restauro e reforma, com a continuidade da exposição 'Luiz Braga – Arquipélago imaginário' no Paço Imperial. No exterior, até abril está em cartaz no Centro de Fotografía de la Intendencia Montevideo a mostra 'Walter Firmo: en el verbo del silencio, la síntese del grito'.

O cinema terá presença por meio de uma retrospectiva do cineasta Abbas Kiarostami, com filmes restaurados em 2k nas salas de São Paulo e Poços de Caldas. Nas ações de educação, destaca-se a Escola Escuta no Rio de Janeiro. A área inda lança o livro 'O que fazemos quando encontramos uma imagem?' em versões física e digital, além dos Cadernos de mediação cultural.

O atendimento a pesquisadores permanece na sede administrativa do IMS na Glória (Rio de Janeiro).

Veja mais: https://ims.com.br/2025/12/18/atracoes-de-2026-no-ims/

#2026

19/12/2025

A agenda e o calendário IMS 2026 já estão à venda!

As imagens escolhidas para os dois itens integram a série 'Nightvision – Mapa do Éden', desenvolvida pelo fotógrafo Luiz Braga a partir de 2006, durante o período de transição da fotografia analógica para a digital.

Inicialmente, Luiz Braga passou a investigar as funcionalidades da fotografia noturna de sua câmera em contextos de baixa iluminação. Posteriormente, expandiu esse uso para situações à luz do dia. Como resultado, obteve imagens em tons prata-esverdeados, que ampliam sua pesquisa cromática e marcam a construção de uma nova poética visual. Dessa experimentação emerge uma visualidade fantástica sobre a região retratada, na qual a ficção das cores abre espaço para a inventividade narrativa, recusando estereótipos historicamente associados ao território.

Agenda IMS 2026
Design: Marcela Souza
Formato: 16 x 12 cm
R$55,00

Calendário IMS 2026
Design: Marcela Souza
Formato: 11 x 18 cm
R$35,00

Veja mais: lojadoims.com.br

#2026

17/12/2025

🖼 EXPOSIÇÃO: 'Luiz Braga - Arquipélago imaginário', no Paço Imperial!

A exposição faz uma leitura ensaística do arquivo do fotógrafo paraense Luiz Braga (Belém, PA, 1956), percorrendo 50 anos de carreira através de 258 fotografias – 190 delas inéditas.

Sem caráter retrospectivo, com núcleos permeáveis entre si, ela evidencia a intimidade, o ordinário e o gesto de “espiar” como metodologias poéticas de Braga que, a partir do Marajó, sistematiza uma prática assídua no seu trabalho, focada na escuta e na oralidade, interessada nas histórias das pessoas e dos saberes populares, que passam a ser protagonistas.

A curadoria é de Bitu Cassundé.

Luiz Braga (1956) nasceu, vive e trabalha em Belém do Pará. Começou a carreira em 1975, fotografando em preto e branco, e na década de 1980 descobriu as cores vibrantes da visualidade ribeirinha. Desde então retrata o cotidiano desse universo, sempre evitando os estereótipos. Com humanismo e naturalidade, suas fotografias mostram uma relação próxima com as pessoas e os ambientes retratados, utilizando técnicas em preto e branco, infravermelho e cores. Atualmente desenvolve um ensaio de longa duração na Ilha de Marajó, no Pará.

▶️ Luiz Braga - Arquipélago imaginário

📅 Quando
De 9/12/2025 a 1/3/2026

📍 Onde
Paço Imperial
Praça XV de Novembro, 48 - Centro (Rio de Janeiro/RJ)

⌚️ Horários
De terça à domingo, das 12h às 18h.

🎫 Ingresso
Entrada gratuita

🧏 Acessibilidade
O espaço expositivo conta com recursos de acessibilidade.

🔗 Veja mais: https://ims.com.br/exposicao/luiz-braga-arquipelago-imaginario/

📹 Vídeo de Laura Liuzzi

🖼 EXPOSIÇÃO: 'Luiz Braga - Arquipélago imaginário', no Paço Imperial!A exposição faz uma leitura ensaística do arquivo d...
02/12/2025

🖼 EXPOSIÇÃO: 'Luiz Braga - Arquipélago imaginário', no Paço Imperial!

A exposição faz uma leitura ensaística do arquivo do fotógrafo paraense Luiz Braga (Belém, PA, 1956), percorrendo 50 anos de carreira através de 258 fotografias – 190 delas inéditas.

Sem caráter retrospectivo, com núcleos permeáveis entre si, ela evidencia a intimidade, o ordinário e o gesto de “espiar” como metodologias poéticas de Braga que, a partir do Marajó, sistematiza uma prática assídua no seu trabalho, focada na escuta e na oralidade, interessada nas histórias das pessoas e dos saberes populares, que passam a ser protagonistas.

A curadoria é de Bitu Cassundé ().

Luiz Braga (1956) nasceu, vive e trabalha em Belém do Pará. Começou a carreira em 1975, fotografando em preto e branco, e na década de 1980 descobriu as cores vibrantes da visualidade ribeirinha. Desde então retrata o cotidiano desse universo, sempre evitando os estereótipos. Com humanismo e naturalidade, suas fotografias mostram uma relação próxima com as pessoas e os ambientes retratados, utilizando técnicas em preto e branco, infravermelho e cores. Atualmente desenvolve um ensaio de longa duração na Ilha de Marajó, no Pará.

▶️ Luiz Braga - Arquipélago imaginário

📅 Quando
De 9/12/2025 a 1/3/2026

📍 Onde
Paço Imperial
Praça XV de Novembro, 48 - Centro (Rio de Janeiro/RJ)

⌚️ Horários
De terça à domingo, das 12h às 18h.

🎫 Ingresso
Entrada gratuita

🧏 Acessibilidade
O espaço expositivo conta com recursos de acessibilidade.

🔗 Veja mais: https://ims.com.br/exposicao/luiz-braga-arquipelago-imaginario/

📸 Interior casa Gerlane, Movimento II, 2024. Foto de Luiz Braga.

Mais do que qualquer outra manifestação artística em nosso país, a Música Brasileira deve à matriz africana sua existênc...
20/11/2025

Mais do que qualquer outra manifestação artística em nosso país, a Música Brasileira deve à matriz africana sua existência, originalidade e sobrevivência.

O Acervo de Música do IMS guarda arquivos de pessoas negras artistas que brilharam como compositoras, cantoras, instrumentistas ou arranjadoras, tais como Chiquinha Gonzaga, Pixinguinha, Elizeth Cardoso e Baden Powell. São partituras, gravações, fotografias, impressos, recortes de jornais e muitos outros itens que documentam não só as suas próprias carreiras, mas também as de profissionais da música que atuaram com elas.

Mas é no acervo fonográfico que vamos encontrar um tesouro sonoro que precisa ser ouvido e celebrado todos os dias do ano. São registros que remontam ao início do século XX, às vezes revelando repertório e modos de tocar ainda do século XIX, e se estendem por todas as décadas seguintes, até os dias de hoje.

Entre outubro de 2023 e abril de 2024, esteve em cartaz, no IMS Paulista, a exposição 'Pequenas Áfricas: o Rio que o samba inventou', título inspirado em Heitor dos Prazeres, que chamou de “uma ‘África em miniatura’ a comunidade afrodescendente que, instalada à margem do Rio de Janeiro branco e europeizado, produziu uma das mais decisivas revoluções estéticas do século XX”.

A trilha musical garimpada para a exposição selecionou 94 sambas gravados entre 1904 e 2022, sete deles anteriores a 'Pelo telefone'. São registros que privilegiam o samba como construção coletiva, realizada com maestria e criatividade por pessoas instrumentistas e cantoras identificadas com as matrizes que geraram – e continuam gerando – tantas maravilhas.

Aproveitando o Novembro Negro, o IMS relembra esse repertório, esperando que ele seja mais conhecido e divulgado, e que também estimule novos mergulhos, pois há muitos possíveis.

Veja mais: https://ims.com.br/por-dentro-acervo/94-sambas-em-homenagem-ao-novembro-negro/

Resultado do 8º concurso de ensaísmo serrote!A antropóloga e artista Ava Cruz, o poeta e tradutor Tom Nóbrega Silva e a ...
17/11/2025

Resultado do 8º concurso de ensaísmo serrote!

A antropóloga e artista Ava Cruz, o poeta e tradutor Tom Nóbrega Silva e a jornalista Carolina Marcondes são as ganhadoras da oitava edição do Concurso de Ensaísmo serrote, promovido pela revista de ensaios do Instituto Moreira Salles. Seus ensaios serão publicados na serrote #51, que chega às livrarias este mês.

O júri foi composto pelo antropólogo e jornalista Fábio Zuker, a escritora, pesquisadora e editora Fernanda Sousa, a historiadora Ynaê Lopes dos Santos e os editores da serrote, Paulo Roberto Pires e Guilherme Freitas.

Nascida em Minas Gerais, Ava Cruz (1998) é doutoranda tr****ti em antropologia social na Universidade de São Paulo (USP), onde pesquisa as intersecções entre gênero, sexualidade e religiões afro-brasileiras. Premiado em primeiro lugar no concurso, o ensaio “Ritual para um arquivo tr****ti” reconstitui a trajetória de Thais Diniz, e de toda uma comunidade trans dos anos 1980, a partir de uma série de fotografias antigas e escassos registros documentais.

Em segundo lugar ficou o ensaio “Telefone sem fio”, de Tom Nóbrega Silva (1984), que parte da brincadeira infantil para refletir sobre sua experiência como deficiente auditivo e a relação humana com sons e vozes. Bacharel em filosofia pela USP, navega por zonas híbridas entre arte e teoria, e se define como “um tanto cyborg”.

No ensaio “Com amor, Isilda”, terceiro colocado no concurso, a paulista Carolina Marcondes (1981) revisita os diários de sua tia, vítima de feminicídio quando o termo não existia, e mostra como o assassinato é a culminância de violências simbólicas e concretas do cotidiano. Marcondes é jornalista e redatora desde 1999.

Além dos prêmios principais, o júri decidiu conceder menções honrosas a dois ensaios, que serão publicados na serrote #52: “Rotas de fuga!”, de Fernanda Lima da Silva, e “Máquinas de fazer máquinas”, de Mayane Batista.

Encontro aberto com Aline Motta! 👊🏾💥O módulo Residência Artística Laboratório de Imagens, da  , terá o prazer de receber...
03/11/2025

Encontro aberto com Aline Motta! 👊🏾💥

O módulo Residência Artística Laboratório de Imagens, da , terá o prazer de receber Aline Motta para uma rica troca. A conversa é aberta ao público.

Aline é artista visual e escritora. Combina diferentes técnicas e práticas artísticas em seu trabalho, como fotografia, vídeo, instalação, performance e colagem. De modo crítico, suas obras reconfiguram memórias, em especial as afro-atlânticas, e constroem novas narrativas que invocam uma ideia não linear do tempo.

Chega mais para essa conversa!

📅 Quando
Dia 12/11, quarta, 16h às 18h

📍 Onde
Centro Nacional do Folclore e Cultura Popular
Salão da Biblioteca Amadeu Amaral
Rua do Catete, 179 - Catete
Rio de Janeiro/RJ

🎫 Como participar
Entrada gratuita

🔗 Acesse o site https://escolaescuta.ims.com.br

💻 EVENTO ONLINE: Participe da roda conversa 'Demarcação, Tecnologias e outros processos de poder e retomada', com Jennyf...
22/10/2025

💻 EVENTO ONLINE: Participe da roda conversa 'Demarcação, Tecnologias e outros processos de poder e retomada', com Jennyffer Tupinambá, Jaci Guarani e mediação de Paula Guajajara!

A demarcação é um importante mecanismo para a retomada, manutenção e ampliação dos territórios indígenas no Brasil. A conversa tem como objetivo discutir os meios utilizados para garantir esse direito e como a tecnologia pode ser uma ferramenta aliada ou inimiga no caminho desta conquista.

Os convidados irão compartilhar histórias e práticas que têm colaborado para enfrentar esse cenário desafiador.

A conversa ocorre no contexto da exposição 'Paiter Suruí, Gente de Verdade', em cartaz no IMS Paulista, e aproxima diálogos entre instituições culturais, sociedade e território.

📅 Quando
Dia 30/10, quinta, 19h

🎫 Como participar
Encontro online e gratuito

📍 Onde
Transmissão via YouTube: youtube.com/imoreirasalles

🧏 Acessibilidade
Evento ao vivo com interpretação e tradução em Libras.

🔗 Mais informações: https://ims.com.br/eventos/demarcacao-tecnologias-e-outros-processos-de-poder-e-retomada-novembro-2025/

🖼 Imagem: Pamadeli Suruí, Aldeia Lapetanha, c.1984. Além de ser um dedicado agente Indígena de Saúde (AIS), Pamadeli era apaixonado por fotografia. Seu olhar atento capturava a vida na aldeia, desde os momentos mais simples até os mais significativos. Seus registros, que documentam a rotina, as celebrações e as pessoas da nossa comunidade, formam hoje um acervo fotográfico de inestimável valor, um dos maiores do povo Paiter Suruí. Foto de Miguel Suruí. Acervo Pamadeli Suruí.

: Esse post possui texto alternativo.

▶️ Inscrições abertas para o II Seminário Memórias Negras: Arquivos para o Futuro!O evento ocorre de 28 a 30 de outubro ...
21/10/2025

▶️ Inscrições abertas para o II Seminário Memórias Negras: Arquivos para o Futuro!

O evento ocorre de 28 a 30 de outubro no Campus Maracanã da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e propõe o compartilhamento de reflexões e experiências com memórias negras que se desdobram em práticas de educação, difusão, produção de narrativas e imaginários por um futuro antirracista.

Promovido pelo Instituto Moreira Salles, o seminário é uma iniciativa no âmbito da pesquisa e do processamento do Arquivo Januário Garcia, que reúne um grande conjunto de documentação das vivências afrodiaspóricas, no Brasil e em diversos países.

O evento ocorre em parceria com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) a partir da Superintendência de Equidade Étnico-racial e de Gênero (Supeerg), da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PR-3), do Departamento Cultural (Decult) e do Núcleo de Memória Audiovisual (NuMA/CTE). Além disso, o evento também tem como parceiros a Gerência de Relações Étnico-Raciais da Secretaria Municipal de Educação.

📅 Quando
Esquenta online: 27/10, segunda
Seminário: 28, 29 e 30/10, terça a quinta

📍 Onde
Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Auditório 111
Rua São Francisco Xavier, 524, Maracanã
Rio de Janeiro/RJ

🎫 Como participar
Entrada gratuita, lugares limitados. Inscrições abertas por meio de preenchimento de formulário.

🧏 Acessibilidade
Evento com interpretação em Libras

🔗 Programação completa e inscrições: https://ims.com.br/eventos/ii-seminario-memorias-negras-arquivos-para-o-futuro-rio-de-janeiro/

📚 SERROTE: A edição  #50 da revista de ensaio do IMS traz Anne Carson, em um texto singular: uma conferência escrita pel...
15/10/2025

📚 SERROTE: A edição #50 da revista de ensaio do IMS traz Anne Carson, em um texto singular: uma conferência escrita pelo céu!

No ensaio 'Lições sobre a história da escrita celeste', a escritora canadense Anne Carson (1950), que também é poeta e ensaísta, classicista e dramaturga, transforma o próprio céu em narrador de uma autobiografia. Ao longo de sete dias de criação, o texto acompanha a voz desse céu que escreve, ama, entrevista pedras e questiona a razão humana, numa reflexão sobre tempo, linguagem e consciência. A escrita da autora é uma vigorosa demolição dos limites entre gêneros literários.

"Na sexta eu decidi delegar tarefas. Por que fazer todo esse trabalho ingrato de escrita se dá para contratar um ghost? Então passei algum tempo fazendo experimentos com escritores celestes, programadores de escrita celeste e impressoras matriciais-celestes: existem especialistas da aeronáutica que cumprem todas essas funções em seus aviõezinhos que exalam uma fumaça branca pitoresca."

Traduzido por Sofia Nestrovski, o texto integra o livro 'Wrong Norma' (2024). As imagens que acompanham o ensaio são de Carmela Gross, artista visual paulistana cuja série 'Projeto para a construção de um céu' (1981) foi apresentada na 16ª Bienal de São Paulo.

🔗 A serrote é a revista de ensaios do Instituto Moreira Salles publicada três vezes ao ano. Veja mais em: https://revistaserrote.com.br/

🛒 Onde comprar
A revista serrote está disponível nos centros culturais do IMS (exceto IMS Rio), on-line na Loja do IMS (lojadoims.com.br) e em livrarias.
serrote #50, 224 páginas, R$48,50

✅ Como assinar
A assinatura da revista serrote, que tem desconto progressivo, pode ser feita no site revistaserrote.com.br. Veja as opções:
1 ano / R$ 123,67 + frete / três edições (desconto de 15%)
2 anos / R$ 232,80 + frete / seis edições (desconto de 20%)
3 anos / R$ 327,37 + frete / nove edições (desconto de 25%)

Endereço

Rua Marquês De São Vicente, 476
Rio De Janeiro, RJ
22451-040

Horário de Funcionamento

Terça-feira 12:00 - 18:00
Quarta-feira 12:00 - 18:00
Quinta-feira 12:00 - 18:00
Sexta-feira 12:00 - 18:00
Sábado 10:00 - 18:00
Domingo 10:00 - 18:00

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Sobre o IMS Rio

Em 1999, a casa no bairro da Gávea onde viveram Walther Moreira Salles e sua família tornou-se a sede do Instituto Moreira Salles no Rio de Janeiro. Apresenta exposições, filmes e shows, além de abrigar os acervos de Fotografia, Música, Literatura e Iconografia. A própria casa, marco da arquitetura moderna dos anos 1950, é um atrativo para os visitantes.

Definida por Guilherme Wisnik como “uma casa de chácara”, a antiga residência de Walther Moreira Salles é, segundo o arquiteto, “uma construção monumental, elegante e austera, projetada para abrigar tanto uma família numerosa quanto uma intensa vida social, marcada por frequentes recepções para convidados ilustres”.