Rena Cultural

Rena Cultural Chão de resistência • Quilombo Urbano • Somos tradição

Oportunidade: Vaga Afirmativa pessoas negras empresa de energia
27/06/2023

Oportunidade: Vaga Afirmativa pessoas negras empresa de energia

Dia 3 de junho - Homenagem à Mulher QuilombolaA Família Renascença -  Quilombo Urbano da Cidade do Rio de Janeiro - home...
03/06/2023

Dia 3 de junho - Homenagem à Mulher Quilombola
A Família Renascença - Quilombo Urbano da Cidade do Rio de Janeiro - homenageia nossas Mulheres Guerreiras.

Concurso Miss Beleza Negra/2023Promovido pelo Renascença Clube, Conselho Estadual dos Direitos dos Negros e Promoção da ...
30/05/2023

Concurso Miss Beleza Negra/2023

Promovido pelo Renascença Clube, Conselho Estadual dos Direitos dos Negros e Promoção da Igualdade (CEDINE-PIR) e pelo Grupo Palco dos Mil Sonhos (GPMS), o Concurso Beleza Negra/2023 tem como objetivo fomentar a nossa cultura revelando a história da força e beleza da mulher negra, fruto de inspiração do nosso ícone, Abdias do Nascimento, quando realizava os Concursos de Beleza Negra - "Boneca de Piche" e "Rainha das Mulatas" – assim como, no posicionamento do Renascença Clube em relação à força e empoderamento negro. Vale lembrar que, nos anos 50 e 60, o Renascença ousou lançando mulheres negras nos concursos de beleza, a nível nacional. E foi vitorioso, quando a “Miss Renascença”, Vera Lúcia Couto, foi eleita Miss Guanabara, em 1964. Um título emblemático, já que ela foi a primeira mulher negra a vencer um concurso de Miss, se tornando referência da atuação política e social e símbolo de resistência do povo negro. Participe você também!

A ficha de inscrição para as candidatas ao nosso Concurso Miss Beleza Negra está na bio do nosso Instagram ou no linktr.ee/renacultural . No dia 30 de julho, no Renascença Clube, será a grande final, e escolhida a vencedora do Concurso. Desejamos boa sorte às candidatas!

HÁ MUITO A DIALOGAR SOBRE PROGRAMAS DE INCLUSÃO DOS NEGROS NA ECONOMIAENVIADO POR / FONTE Folha de São Paulo, por Cida B...
25/05/2023

HÁ MUITO A DIALOGAR SOBRE PROGRAMAS DE INCLUSÃO DOS NEGROS NA ECONOMIA
ENVIADO POR / FONTE Folha de São Paulo, por Cida Bento
Psicóloga Cida Bento, que é diretora-executiva do Ceert (Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades) (Foto: Zanone Fraissat/Folhapress)
SEMINÁRIO NO BNDES DEBATEU INICIATIVAS DE PESO, MAS QUE NÃO ATINGEM TODA A POPULAÇÃO
O Dia da África nos remete a um dos principais marcadores de nossa nacionalidade, que é a ascendência africana da maioria da população brasileira.
O reconhecimento dessa ascendência em nossa identidade, tão rica e presente em diferentes contribuições civilizatórias à sociedade brasileira, desde o tempo em que trabalho era somente “coisa de preto”, significa demarcar a riqueza da pluralidade que permite ao Brasil ser único em sua diversidade.
Tanto tempo de expropriação do trabalho das pessoas descendentes de povos africanos nos exige focalizar a justiça econômica nessa efeméride, pois a eliminação das desigualdades e do racismo que tornam vulneráveis parcela majoritária da população é elemento indissociável e principal da democracia que queremos.
Assim é que celebramos o evento importante ocorrido sob a liderança do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), que propiciou um rico debate sobre equidade e diversidade racial nas experiências do Brasil e da África do Sul no âmbito da economia. Com a presença do presidente do banco, Aloizio Mercadante, e da alta liderança da organização, que participaram durante todo o dia, os debates envolveram pesquisadores, empresários, gestores públicos e a sociedade civil organizada.
Temas candentes, como as cotas nas universidades e a reserva de vagas na administração pública federal e em muitos estados e municípios, foram trazendo um cenário em que iniciativas importantes, algumas delas com resultados significativos, precisam atingir toda a população.
A experiência brasileira no setor bancário foi debatida, salientando o importante marco do acordo coletivo de trabalho, assinado em 2002, no qual havia uma cláusula de promoção da igualdade. Os movimentos sindicais, de mulheres e de negros recorreram ao Ministério Público do Trabalho, evidenciando dados de uma ampla pesquisa que explicitava as desigualdades raciais e de gênero no setor. Por sua vez, o MPT provocou a Febraban a implementar um programa visando promover a equidade racial.
Esse programa e outros desenvolvidos no país guardam similaridades com aspectos do Black Economic Empowerment (BEE), implementado na África do Sul, e têm desafios também semelhantes em períodos de crise econômica, quando tendem a se fragilizar. Há muito a dialogar sobre os diversos programas que vêm sendo implementados no território da economia e do mundo do trabalho, com a certeza de que as soluções envolvem o debate entre os setores público, empresarial, sindical e do movimento negro para o alcance de soluções que alterem efetivamente o quadro das desigualdades.
Medidas governamentais definindo critérios e condicionalidades que assegurem que os recursos possam ser dirigidos efetivamente ao fortalecimento econômico da população negra e ao exercício de seu direito fundamental ao trabalho digno precisam ser instituídas, com definição de metas a serem cumpridas e métricas de monitoramento que acompanhem a mudança do quadro de desigualdades.

Mas uma outra dimensão da celebração, também fundamental, se deu nos preciosos campos da cultura e da memória, concretizada no lançamento da Iniciativa Valongo, localizada na zona portuária do Rio de Janeiro, representando a pedra de toque do evento. Sob a coordenação executiva do BNDES esse Patrimônio Histórico da Humanidade pela UNESCO recebeu R$ 10 milhões e pretende captar mais investimento para iniciar um longo e amplo processo de reestruturação de toda a região, com vistas à preservação da memória do porto que mais pessoas escravizadas recebeu no mundo, como monumento não só à memória mas ao futuro de um país que só será realmente uma democracia na medida em que consolidar uma sociedade antirracista.

Axé Renascença pra mim, pra você, pra todos nós!Atenção negritude! Dia 27/05, a partir das 16h, PH Mocidade e Alex Primo...
24/05/2023

Axé Renascença pra mim, pra você, pra todos nós!
Atenção negritude! Dia 27/05, a partir das 16h, PH Mocidade e Alex Primo apresentam, pela primeira vez, o Projeto Axé Renascença que traz a africanidade para dentro do clube.
Samba de roda com partido alto e muito axé!
Se junte a nós em nosso terreiro e receba o axé da ancestralidade!

Última sexta-feira do mês tem RenaCine no Renascença Clube. A entrada é gratuita e você ainda tem direito ao famoso cald...
22/05/2023

Última sexta-feira do mês tem RenaCine no Renascença Clube. A entrada é gratuita e você ainda tem direito ao famoso caldinho de ervilha. Não dá para perder!

Homenagens na OAB para Dra. Sebastiana Arruda e para o Renascença Clube. Segue convite. É preciso confirmar presença.
20/05/2023

Homenagens na OAB para Dra. Sebastiana Arruda e para o Renascença Clube. Segue convite. É preciso confirmar presença.

16/05/2023

No dia 13 /05 o grupo GRUPO PALCO DOS MIL SONHOS QUE ATUA COM MAESTRIA HÁ 36 ANOS INVESTINDO NA AUTOESTIMA NEGRA, apresentou no clube Renascença,o Espetáculo ORFEU NEGRO 50 ANOS - Tributo a Ancestralidade.

Direção Artística Mery Ribeiro
Direção de Produção Vanderlei Bomfim
Direção Cênica Joey Dias
Direção Geral Leônidas Lopes
Cedine - Conselho Estadual dos Direitos do Negro Luiz Eduardo Oliveira.

TRIBUTO A ANCESTRALIDADENo 13 de maio de 2023, o Renascença Clube, considerado um dos últimos quilombos urbanos da cidad...
11/05/2023

TRIBUTO A ANCESTRALIDADE

No 13 de maio de 2023, o Renascença Clube, considerado um dos últimos quilombos urbanos da cidade do Rio de Janeiro, comemora, com a tradicional feijoada de Preto Velho, os 50 anos da montagem da peça ORFEU NEGRO, encenada no Renascença em 1973. Reconhecido como Patrimônio de Natureza Imaterial da Cidade do Rio de Janeiro, que valoriza a nossa cultura e a dos nossos representantes, esse espaço da cultura Afro Carioca abre, mais uma vez, as suas portas para celebrar a negritude.

PROGRAMAÇÃO

13h - 15h - Feijoada de Preto Velho
15h – 17h - Homenagem aos 50 anos da peça Orfeu Negro
17h – Show com o Grupo Choro da Ribeira

HISTÓRICO: PEÇA TEATRAL ORFEU DA CONCEIÇÃO / ORFEU NEGRO
Essa peça teatral, escrita por Vinicius de Moraes, em 1954, foi baseada no drama da mitologia grega de Orfeu e Eurídice. A trilha sonora da peça, lançada em vinil, em 1956, pela Odeon, tem música de Antônio Carlos Jobim e letra de Vinicius de Moraes.
Adaptações: Orfeu da Conceição (1956), Orfeu do Carnaval (1959), Orfeu (1999) e Orfeu Negro (1973)
Local da estreia 1956: Teatro Municipal do Rio de Janeiro

ORFEU NEGRO – MONTAGEM TEATRAL NO RENASCENÇA CLUBE (1973)
Autores: Vinicius de Morais e Antonio Carlos Jobim
Direção: Haroldo de Oliveira
Tanto na primeira montagem teatral da peça Orfeu Negro no Renascença Clube, quanto na segunda montagem no teatro Tereza Raquel, todo o elenco foi composto por atores negros, artistas de renome como: Zózimo Bulbul, Clea Simões, Zezé Motta, Geraldo Rosa, Jacyra Silva, José Araújo e Antonio Pompêo, além de jovens atores do Renascença Clube. Esse foi um grande momento na história do Clube, já que esses jovens atores, formados no grupo teatral do Renascença, deram os primeiros passos na carreira artística, outros buscaram suas realizações profissionais e de vida em outras carreiras, mas todos tiveram uma base de conhecimento através da cultura artística e profissional, o que lhes deu o empoderamento e pertencimento social para conquistar seus espaços como cidadãos.

TRIBUTO A ANCESTRALIDADENo 13 de maio de 2023, o Renascença Clube, considerado um dos últimos quilombos urbanos da cidad...
03/05/2023

TRIBUTO A ANCESTRALIDADE

No 13 de maio de 2023, o Renascença Clube, considerado um dos últimos quilombos urbanos da cidade do Rio de Janeiro, comemora, com a tradicional feijoada de Preto Velho, os 50 anos da montagem da peça ORFEU NEGRO, encenada no Renascença em 1973. Reconhecido como Patrimônio de Natureza Imaterial da Cidade do Rio de Janeiro, que valoriza a nossa cultura e a dos nossos representantes, esse espaço da cultura Afro Carioca abre, mais uma vez, as suas portas para celebrar a negritude.

PROGRAMAÇÃO

13h - 15h - Feijoada de Preto Velho
15h – 17h - Homenagem aos 50 anos da peça Orfeu Negro
17h – Show com o Grupo Chorinho da Ribeira

HISTÓRICO: PEÇA TEATRAL ORFEU DA CONCEIÇÃO / ORFEU NEGRO

Essa peça teatral, escrita por Vinicius de Moraes, em 1954, foi baseada no drama da mitologia grega de Orfeu e Eurídice. A trilha sonora da peça, lançada em vinil, em 1956, pela Odeon, tem música de Antônio Carlos Jobim e letra de Vinicius de Moraes.
Adaptações: Orfeu da Conceição (1956), Orfeu do Carnaval (1959), Orfeu (1999) e Orfeu Negro (1973)
Local da estreia 1956: Teatro Municipal do Rio de Janeiro

ORFEU NEGRO – MONTAGEM TEATRAL NO RENASCENÇA CLUBE (1973)
Autores: Vinicius de Morais e Antonio Carlos Jobim
Direção: Haroldo de Oliveira
Tanto na primeira montagem teatral da peça Orfeu Negro no Renascença Clube, quanto na segunda montagem no teatro Tereza Raquel, todo o elenco foi composto por atores negros, artistas de renome como: Zózimo Bulbul, Clea Simões, Zezé Motta, Geraldo Rosa, Jacyra Silva, José Araújo e Antonio Pompêo, além de jovens atores do Renascença Clube. Esse foi um grande momento na história do Clube, já que esses jovens atores, formados no grupo teatral do Renascença, deram os primeiros passos na carreira artística, outros buscaram suas realizações profissionais e de vida em outras carreiras, mas todos tiveram uma base de conhecimento através da cultura artística e profissional, o que lhes deu o empoderamento e pertencimento social para conquistar seus espaços como cidadãos.

Endereço

Rua Barão De São Francisco/54
Rio De Janeiro, RJ
20560-031

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Rena Cultural posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Rena Cultural:

Compartilhar

Categoria