18/12/2025
Olho pela janela tentando esvair essa angústia
Vejo rostos, imagens de tudo que se passou
Oro para que por um acaso, mudemos de direção
E nos encontremos de novo
Olho pela janela e vejo a chuva
Cada gota que escorre remete às curvas do seu corpo
Aquela silhueta inebriante
Abro essa janela e sinto um tal vento
A brisa sussurra ao pé do ouvido
Como você fazia a todo o tempo
Ah! Aquela nossa química intoxicante
Há somente entre nós essa mesma janela
Delirei tanto em meus pensamentos que já se foi todo o caminho
Enquanto escrevo este verso, só um pensamento me domina:
Quem me dera!