Sarau do Calango

Sarau do Calango O Sarau do Calango é uma ocupação cultural, que visa proporcionar a artistas da Zona Oeste da cidade principalmente, um espaço de apresentações artísticas.

Salve! O irmão Ludi Um tá na recuperação e na dispô por uns freelas! Aciona ele aí!!
20/04/2024

Salve! O irmão Ludi Um tá na recuperação e na dispô por uns freelas! Aciona ele aí!!

Salve Malungxs!!!
Quem souber de freela nessas áreas e puder me indicar.
Como alguns sabem, os custos com a recuperação da minha estão bastante altos.
E preciso urgente complementar minha renda.
Mojubá.

*AgradecimentosAo final deste ano de tantas perdas e alguns ganhos, sobretudo emocionais, f**a um sentimento de gratidão...
01/01/2022

*Agradecimentos

Ao final deste ano de tantas perdas e alguns ganhos, sobretudo emocionais, f**a um sentimento de gratidão imensa aos coletivos parceiros, ao público vibrante e a todos os mais de 55 artistas convidades, que se apresentaram nas edições temáticas do Sarau do Calango nestes 12 meses. E com isso, levamos adiante o nosso pequenino sonho de promover as artes integradas em nosso território que, ao longo desse ano, foi indiscutivelmente o território virtual nas ondas da web.

Depois de 11 edições online, uma a cada mês do ano, iniciadas lá no dia 20 de janeiro de 2021, com a edição 39 pedindo "Vacina Pra Todos, Já", finalizamos o ano de 2021 com nossa edição 50, "A Volta na Praça", o retorno à Praça da Capelinha, em Magalhães Bastos, junto à nossa querida Lona Cultural Gilberto Gil. Após dois adiamentos, nos dias 11 e 12 de dezembro, por conta de choque de data com outro evento na praça, no sábado, e devido a chuva torrencial que caiu na tarde de domingo, remanejamos a nossa tão esperada volta pra noite do dia 22/12, quarta-feira, mas como havia previsão de chuva à noite, quis o destino que antecipacemos pra véspera, terça-feira, dia 21/12/21, solstício de verão no Hemisfério Sul (data cabalística?). Pois bem, minha gente, a noite foi quentíssima, com uma certa tensão, já que fazia mais de 2 anos que não ocupávamos a praça com muita música, poesia, artesanato e brechó (no comando do coletivo das Mulheres do Fim do Mundo), bebidinhas e comidinhas, repleta de reencontros, afetos, respeito, consideração e, claro, do nosso intrépido e estimado microfone aberto, que teve a participação efetiva do público presente.

Os trabalhos foram abertos por Rogê Ferreira, poeta, idealizador e apresentador de nossa ocupação cultural efetiva, que trouxe sua prece pra "Yansãnta Bárbara". Seguimos com a poesia brilhante da poeta residente Ana Lago de Luz. Logo na sequência, veio o poeta e escritor Edson Santana, com sua potente poesia política, anti-racista e romântica, prestando sua homenagem ao saudoso mestre de capoeira baiano Moa do Katende, e também à outras personalidades da cultura afro-brasileira.

Em seguida, iniciamos os trabalhos musicais, que f**aram na responsa do violino arretado de Magilla, que interpretou clássicos de nosso cancioneiro e do Jazz estadunidense, acompanhado da guitarra afiada de Vandré e do cajón de Allan. E como de costume, nosso terreiro cultural afetivo é regado à muita música, poesia e otras cositas más, seguimos adiante com a jovem artesã e poeta residente Evelyn Pitanga, declamando poemas autorais, já lançados em dois livretos artesanais confeccionados por ela. Logo depois, o produtor cultural e poeta residente Thiago"Dife"Mathias nos trouxe seus recortes poéticos do cotidiano suburbano e suas reflexões sobre os relacionamentos humanos.

Na sequência das atrações musicais, tivemos a cantora, compositora e poeta Vanielle Bethânia com sua voz marcante e interpretações emotivas de releituras da música popular brasileira e de uma das inúmeras canções autorais de seu pai, Antonio Sena, e de seu tio, Demétrio. Tivemos uma grata surpresa com o casal Luciene e Geremias (Voz e Violão), que abriram as participações do palco aberto com duas canções autorais.

Logo em seguida, veio a apresentação de Alex Nistaldo do Coletivo Misturando Som, que não é bobo nem nada, e foi logo formando seu coletivo sonoro, convocando Felipe Ramos, da banda , pra assumir a guitarra de Vandré, e Corsário pra segurar na rítmica do cajón. Alex trouxe em seu balaio musical releituras do cancioneiro nacional e canções autorais. Em certo momento, chamou o cantor , presente na praça com sua companheira, a atriz Assayo , pra somar em um duo, homenageando o mestre do soul/ funk nacional, o síndico Tim Maia. Dife foi um dos convocados por Nistaldo, também saudando o síndico.
E desse encontro fortuito surgiu a The Big Brother Band... Anotaí, hein?!

E seguimos com mais um microfone aberto, com o jovem compositor, poeta e filósofo Thiago Jael, com duas canções autorais que dialogam com o indie-rock nacional.

Bom ressaltar a colaboração do artista plástico , que nos cedeu duas de suas telas pra nossa exposição.

A platéia, como sempre, é estimulada por Rogê a participar do microfone aberto e não se limita à intervenções de poesia apenas... O público cola pra cantar e tocar de verdade. Dan Machado chegou com seu R'n'B autoral, Djavan e Maglore, formando duo com a poeta Evelyn Pitanga. Allan deixou o cajón de lado, ou melhor, trocou de instrumento, com Vandré e veio com tudo, com seu repertório de autorais e releituras da MPB, provocando sua companheira Fabiana Kimmemgs a formarem um duo musical afinadíssimo, que tocou os presentes. E finalizando as atrações convidadas de nossa volta à praça, tivemos a honra de mais uma vez contar com a presença do duo Tereza & O Vento, com sua musicalidade afro-brasileira-ibérica, e suas releituras do cancioneiro latino, com destaque pra canção "Lua", composta em crioulo cabo-verdiano por Calú Princezito, conhecida na voz da cantora Mayra Andrade, nascida cubana, mas de nacionalidade cabo-verdiana. E como se não bastasse, o público continuou sedento em participar. Houve a formação de um duo entre os presentes, prontamente nomeado de Os Thiagos, tocando de Chico Science e Nação Zumbi a Mombojó. Marcos 'Bujão' pediu pra cantar "Será", da Legião Urbana, à capela, e o jovem poeta Matheus Cezar pediu pra ler um de seus poemas, finalizando assim, nossa potente "Volta na Praça".

E reiterando, queremos agradecer imensamente ao Ponto de Cultura Lata Doida pela parceria afetiva e efetiva, que mais uma vez executou a sonorização, a partir do manim Vandré. Ao nosso designer gráfico PhillRoc , que nos oferece uma identidade visual única. E não estamos menos gratos pela colaboração na cenografia de Vania e Bruna Marra (As Mulheres do Fim do Mundo). Assim como f**a uma gratidão enorme a todos artistas pelo aceite em ocupar a web ao longo desse ano e a praça nesta edição 50.

Opa!! Agradecimento especial a esse público participativo por demais, que faz a diferença em nossas edições presenciais na praça!

Uma excelente virada de ano e um ForaBolsonaro pra geral em 2022!!

Afeto, Força e Luta, Sempre!!

Forte Abraço e fiquem atentos, que em 2022 tem muito mais!!

Calango eu!!
Calanga tu!!
Calangue Nós!!

💚👊🦎👊🏿🔥🎉🎇🍻

Endereço

Tenete Pereira 36
Rio De Janeiro, RJ

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