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Galeria Inox e Galeria Radiante, em sua participação na SP-Arte Rotas 2026—“O projeto do estande tem como eixo a migraçã...
28/08/2026

Galeria Inox e Galeria Radiante, em sua participação na SP-Arte Rotas 2026



“O projeto do estande tem como eixo a migração, pensada de forma ampla: como deslocamento físico, mas também como experiência emocional, cultural e simbólica. A proposta curatorial parte da ideia de movimento - de pessoas, territórios, memórias e paisagens - entendendo a migração como um processo contínuo de transformação e reinvenção.

O estande reúne obras que refletem sobre a noção de terra instável, de pertencimento em suspensão e de paisagens que se deslocam junto com aqueles que migram. A paisagem surge não apenas como cenário, mas como linguagem: um espaço que carrega afetos, tensões, lembranças e expectativas.”



SP-Arte Rotas 2026 SP-Arte Feira de Arte
🗓️ 26-30 de agosto
📍 ARCA (São Paulo, SP)
🪧estande B13

DESTAQUE | JORGE MAYET E VALESKA SOARESExilado cubano vivendo no Brasil, Jorge Mayet concebe paisagens e formas naturais...
15/07/2026

DESTAQUE | JORGE MAYET E VALESKA SOARES

Exilado cubano vivendo no Brasil, Jorge Mayet concebe paisagens e formas naturais hiperrealistas a partir de uma memória sensível e imagética de sua terra natal. Refletem a nostalgia e o desejo do regresso, a um território no mapa mas também no afeto e na espiritualidade - concepções místicas e românticas de Cuba.
As árvores de Mayet são o elemento simbólico da flora cubana, da religião iorubá em que as preces eram feitas diante das árvores, e também de uma resiliência humana partilhada com a natureza.
Criam-se formas de árvores sem raízes, suspensas, em trânsito e em resistência.

O vazio, a transitoriedade e a impermanência formam um campo de tensões materializada nas instalações, esculturas e assemblages de Valeska Soares. Espelhos, capas de livro, telas encontradas e embalagens são manipulados, embaralhados, recortados e rearranjados, imprimindo relações entre intimidade e estranhamento, arquitetura e corpo, matéria e pensamento.
Suas obras, geralmente, recorrem a narrativas ficcionais da literatura para tecer experiências de intimidade e desejo que ultrapassam o campo individual e alcançam a sensibilidade coletiva.



[2] Jorge Mayet
Sem título

fio de metal, porcelana fria, poliuretano, fibra sintética e tinta acrílica
90 x 75 ø cm
2026

[5] Valeska Soares
Blue Threshold

capas duras de livros antigos montados sobre madeira
246 x 181 cm
2014



Galeria Inox
Av Atlântica, 4240 - subsolo 101
Copacabana, RJ

DESTAQUE | JUANITO CONTE E LÍVIA MOURA—O trabalho de Juanito Conte transita na interseção entre abstração, percepção e m...
07/07/2026

DESTAQUE | JUANITO CONTE E LÍVIA MOURA



O trabalho de Juanito Conte transita na interseção entre abstração, percepção e memória. A partir da pesquisa das relações entre cor e forma, o artista uruguaio investiga como a imagem pode condensar experiências sensoriais e narrativas, convidando o espectador a um estado de atenção ativa. A influência de ter crescido imerso em uma gráfica, que pertencia a seu pai, é descrita com grande importância no seu processo artístico.

Trabalha a pintura como um espaço de síntese e construção, onde a sobreposição de camadas e a repetição de padrões configuram territórios visuais em constante mutação.

Lívia Moura pinta, costura e tece como um meio de comunicação onírica, que atinge nosso inconsciente e que faz parte do mesmo movimento de criar cooperativas, performances, jogos rituais e hortas. Reproduz em seu trabalho ritmos de potência vital, fractais de galáxias, células do corpo, dos oceanos e de florestas vivas.

Sua arte cosmopolítica segue uma agenda que não é apenas humana, mas também das estações do ano, da lua em que se colhe uma planta, de um rio que permanece limpo, de uma mulher que descobre sua paixão, e do que a terra deseja, através dela.



[1] Juanito Conte
Highlight S/T

tinta acrílica sobre linho cru
2025

[3] Lívia Moura
Coração de Mãe Sempre Cabe Mais Um

pigmentos naturais, couro de pirarucu sustentável, mica e bordados de lã pela Cooperativa da Lã Mulheres Rurais da Montanha
2025



Galeria Inox
Av. Atlântica, 4240 - subsolo 101
Copacabana, RJ

DESTAQUE | GUSTAVO GENTA E JEFFERSON MEDEIROS—As investigações e buscas de Gustavo Genta nascem de uma inquietação pesso...
01/07/2026

DESTAQUE | GUSTAVO GENTA E JEFFERSON MEDEIROS



As investigações e buscas de Gustavo Genta nascem de uma inquietação pessoal, um espírito livre, que encontra nos materiais mundos sensíveis para produzir objetos que transcendem valores superficiais, que propõem a forma como beleza, mas também uma prática que apresenta ideias e sensações e as transforma, nas palavras do arquiteto, artista e designer suíço Max Bill, em “substância visível”.

Jefferson Medeiros propõe discussões sobre colonialidade, exploração do trabalho e violência no cotidiano urbano periférico, suas raízes e consequências. Utiliza materiais diversos, de concreto, aço, ferro a cápsulas de munição encontradas no circuito - as armas dos “esfarrapados do mundo” para as amarras herdadas da colonização.



[3] Jefferson Medeiros
Objeto Indigesto

ferro e metal não ferroso
2023

[4] Jefferson Medeiros
Facão

ferro e madeira
2024

[6] Gustavo Genta
Sem título

tinta aerosol, verniz sintético, pintura acrílica, fio de alpaca e espelhos
2026



As obras de Gustavo e Jefferson estão em exibição na Galeria Inox

Av. Atlântica, 4240 - subsolo 101
Copacabana, RJ

ENCERRAMENTO | REGRESSO CON MI SANTOSA Galeria Inox convida para a última semana de exposição de “Regresso con mi Santos...
09/06/2026

ENCERRAMENTO | REGRESSO CON MI SANTOS

A Galeria Inox convida para a última semana de exposição de “Regresso con mi Santos”, de Jorge Mayet.

A exposição fez parte do CIGA, um programa de mostras, conversas com artistas e curadores e visitas guiadas promovido pela , aproximando o público carioca dos espaços e circuitos de arte.



“As penas de aves, as casas tradicionais e os elekes se associam a um misticismo simbólico, cultural e religioso cubano.

Mayet concebe, com esses elementos, paisagens realistas e suspensas de um mundo real, inspiradas em visões de seu distante país natal. Representam a nostalgia e o desejo da volta para sua terra geográfica e espiritual.

Natureza e artifício suspensas, em trânsito, sonhando um sonho coletivo do regresso.”



Galeria Inox
Av. Atlântica, 4240 - subsolo 101
Copacabana, RJ

2026

DESTAQUE | JEFFERSON MEDEIROSJefferson Medeiros participa das exposições “Eu chorei rios”, na FGV-Arte (RJ) e “Dignidade...
27/05/2026

DESTAQUE | JEFFERSON MEDEIROS

Jefferson Medeiros participa das exposições “Eu chorei rios”, na FGV-Arte (RJ) e “Dignidade e luta: Laudelina de Campos Mello”, no IMS Paulista (SP).

“Eu chorei rios: arte dos povos originários da América”, com curadoria de Glicéria Tupinambá e Paulo Herkenhoff, apresenta um conjunto amplo e heterogêneo de produções que se afirmam como pensamento em ato.

Na mostra, Jefferson apresenta “Lança” (2021) [1,3-5]:

“Com quais armas temos nos vestido para lutar contra as estruturas imperialistas? Quais são as ferramentas de luta que precisamos usar para contra atacar as intermitentes investidas de morte dos devoradores de mundos? Eu não tenho dúvidas de que só a nossa unidade, a unidade dos ‘esfarrapados do mundo’ é capaz de resultar em material cortante para as amarras herdadas da colonização. Sejamos nosso aço, nossa haste, nossa mão e nos lancemos com toda força necessária contra todo ventre farto de vida alheia.”



Com curadoria Raquel Barreto e Renata Sampaio e assistência de Phelipe Rezende, “Dignidade e luta: Laudelina de Campos Mello” apresenta diversas facetas da vida e do pensamento de Laudelina.

O trabalho que Jefferson traz é “Eu também sei dançar” (2021) [2, 6-8]:

“Das inúmeras frustações da vida, costumam me afetar bastante as que doem em quem eu amo. Há muitos anos atrás, minha mãe comentou que gostaria de ter sido bailarina, mas não foi possível. (…) Nessa mesma vida são muitos os caminhos que se desenham, e seguindo as tramas desse rabisco fui trabalhar no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

(...) E foi alí que conheci uma história (…) da luta e da resistência de Mercedes Baptista, bailarina negra do Theatro Municipal, tentada a desistir por toda a estrutura que pesava sobre ela, mas que se manteve fazendo ponta e queixo erguido até seus noventa e três anos. Foi Giselli, hoje minha amiga que me contratou e me contou sobre Mercedes a princípio. Giselli também já tinha experimentado as agressões desse mundo referentes à dança. (…) sempre fico pensando onde vão parar as bailarinas negras dos anos iniciais do ballet do TM, não as via em massa nos anos finais, nem nas caixas cênicas tampouco nas caixinhas de música.”

23/05/2026
ABERTURA | REGRESSO CON MI SANTOSA Galeria Inox convida, no dia 23/05, a partir de 14h, para a abertura da nova exposiçã...
19/05/2026

ABERTURA | REGRESSO CON MI SANTOS

A Galeria Inox convida, no dia 23/05, a partir de 14h, para a abertura da nova exposição individual de Jorge Mayet, “Regresso con mi santos”.

O artista traz em suas obras uma representação do sonho de muitos conterrâneos, o regresso à terra natal. Uma esperança de futuro onde a realidade é diferente.

Esse regresso ocorre de forma conjunta, ele é acompanhado pelo retorno das tradições, um retorno às raízes, às suas origens.



A exposição faz parte do CIGA 2026 (Circuito Integrado de Galeria de Arte), promovido pela ArtRio . O evento tem como objetivo estimular a visitação
às exposições, estreitando a relação do público com os espaços participantes da Feira de Arte do Rio.

📅 23/05 (sábado)
🕝 14h
📍 Av. Atlântica, 4240 - subsolo 101

DESTAQUE | A Galeria Inox abre as portas de seu salão, exibindo obras de seu acervo e dos artistas representados.Jorge M...
29/04/2026

DESTAQUE | A Galeria Inox abre as portas de seu salão, exibindo obras de seu acervo e dos artistas representados.

Jorge Mayet [1-2] trabalha a paisagem e o distanciamento de sua própria terra, unindo memória, natureza e espiritualidade, criando ilhas, raízes e moradas que flutuam entre o real e o imaginário.

Cruz-Diez [1-5] reflete sobre a percepção da cor na arte, concebendo-a como uma realidade autônoma, desprovida de fantasias, que evolui no tempo e no espaço reais sem ajuda da forma e, ainda, sem necessidade de suporte.

A prática de Zé Angel [2,5] é atravessada pela migração, entendida como uma experiência coletiva. Constrói uma cartografia simbólica do deslocamento, integrando memórias fragmentadas de Cuba e do Brasil, imagens documentais e de geopolítica, referências à história da arte e elementos religiosos.

A partir de fotografias de lugares afastados e de desenhos de observação, Felippe Sabino [1,6,8] retrata a natureza (galhos, plantas, arbustos, matagais, folhagens) como terreno inexplorado, presente nas estradas e jardins abandonados, periféricos ao convívio e que crescem quase à revelia.

Lívia Moura [1,7,8,9] redesenha relações e imaginário, em um grande processo de cura. Com uma metodologia da entrega, do inesperado e da deriva, recupera materiais e situações, a fim de usá-los num discurso imediatamente social, por vezes erótico, atraente, e luminoso.

Gustavo Genta [1,9] constrói obras que flutuam com elegância - buscas materiai, e desenvolvimentos técnicos e formais se concatenam em peças que possibilitam novas obras e abrem novos caminhos. No fazer se encontra a expressão de uma forma de pensamento e um refinamento formal que resultam em uma busca estética e uma investigação permanente nos processos de produção.

Através de uma exploração meticulosa de cor e forma, Juanito Conte [1,10] investiga como a imagem pode condensar experiências sensoriais e narrativas. A formação autodidata, por ter crescido em uma gráfica, cercado por tintas e retículas, definiu uma linguagem que funde a herança das artes gráficas com uma abordagem pictórica gestual e expandida.

📍Galeria Inox

Av. Atlântica, 4240 - subsolo 101
Copacabana, RJ

DATAS | Dia Mundial da ArteHoje, dia 15 de abril, é celebrado o Dia Mundial da Arte.Aproveitamos esse dia para agradecer...
15/04/2026

DATAS | Dia Mundial da Arte

Hoje, dia 15 de abril, é celebrado o Dia Mundial da Arte.

Aproveitamos esse dia para agradecer aos organizadores da SP-Arte, à todos que nos visitaram, aos artistas que encantam com suas produções e todos que de alguma forma prestigiam a atividade criativa.

A arte, esse movimento contínuo que ajuda a transformar o nosso olhar rumo a um despertar mais próximo do humano, é o caminho que percorremos ao criar diversas formas de comunicação.

Endereço

Av. Atlântica, 4240 - Subsolo 101 E 132
Rio De Janeiro, RJ
22070-002

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