Sala Mariuccia Iacovino

Sala Mariuccia Iacovino Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Sala Mariuccia Iacovino, Arte performativa, Rua Teotônio Regadas, 2-26, Rio de Janeiro.

Rebatizando o Espaço Guiomar Novaes dentro do Programa Gestores 2021 (promovido pela Sala Cecília Meireles e Funarj), a Sala Mariuccia Iacovino apresenta a série "O violino através da História" em outubro e novembro de 2021.

Depois de muito tempo, o terceiro concerto de nossa série está disponibilizado no Youtube. Foi no dia 9/11/2021, com o t...
12/08/2023

Depois de muito tempo, o terceiro concerto de nossa série está disponibilizado no Youtube. Foi no dia 9/11/2021, com o trio formado por Priscila Rato, Hugo Pilger e Lucia Barrenechea, com obras de Brahms e Mendelssohn.

Sala Cecília Meireles/FUNARJPrograma Gestores 2021/Sala Mariuccia IacovinoPRISCILA RATO, violinoHUGO PILGER, violonceloLUCIA BARRENECHEA, pianoPROGRAMAJohann...

Segue o link do segundo concerto da série "O violino através da História" com o Ensemble Imaginatio, concerto realizado ...
14/03/2022

Segue o link do segundo concerto da série "O violino através da História" com o Ensemble Imaginatio, concerto realizado em 23/10/2021. A Sala Mariuccia Iacovino foi uma das equipes montadas durante o Projeto Gestores, organizado pela Sala Cecília Meireles em 2021.

Sala Cecília Meireles/FUNARJPrograma Gestores 2021/Sala Mariuccia IacovinoEnsemble ImaginatoRoger Ribeiro, violino barrocoKristina Augustin, viola da gambaEd...

A Sala Mariuccia Iacovino existiu dentro do curso do Projeto Gestores 2021, organizado pela Sala Cecília Meireles. Nosso...
13/03/2022

A Sala Mariuccia Iacovino existiu dentro do curso do Projeto Gestores 2021, organizado pela Sala Cecília Meireles. Nossos concertos foram gravados e dois deles estão no Youtube da Sala Cecília Meireles. Segue o link para o primeiro, o do duo Mahur, realizado em 14/10/2021:

Sala Cecília Meireles/FUNARJPrograma Gestores 2021/Sala Mariuccia IacovinoDuo MahurPedro Rebello, voz, saz turco, oud, rabeca, lyra de pontusNatalia Sarante,...

Olá! O Projeto Gestores, do qual a Sala Mariuccia Iacovino fez parte, é um dos finalistas do Prêmio Concerto Especial 20...
04/12/2021

Olá! O Projeto Gestores, do qual a Sala Mariuccia Iacovino fez parte, é um dos finalistas do Prêmio Concerto Especial 2021. Votem lá!

CONCERTO | Prêmio CONCERTO 2021 apresenta finalistas; leitores podem votar pelo Site CONCERTO

A série dos quatro concertos que produzimos foi algo muito desafiador: pessoas que não se conheciam, com pensamentos dif...
14/11/2021

A série dos quatro concertos que produzimos foi algo muito desafiador: pessoas que não se conheciam, com pensamentos diferentes, tendo que chegar a uma missão e visão comuns da sala criada, além da organização de uma temporada com algum sentido em pouquíssimo tempo e orçamento enxuto. Desafios imensos e esperamos ter estado à sua altura. Agradecemos muito a toda a equipe da Sala Cecilia Meireles que nos acolheu e a seu diretor João Guilherme Ripper, que idealizou o Projeto Gestores (ele aparece ao microfone em duas fotos).
Colocamos as últimas fotos profissionais, feitas por Vítor Jorge no nosso último concerto (com o Trio Aquarius), a nossa despedida.
A página vai continuar com todo o material produzido e devemos colocar em breve a indicação para as gravações dos quatro concertos.
A Sala Mariuccia Iacovino agradece!

Agora, finalmente, as fotos profissionais (de Vítor Jorge) do maravilhoso concerto de ontem (12/11) do Trio Aquarius, fo...
13/11/2021

Agora, finalmente, as fotos profissionais (de Vítor Jorge) do maravilhoso concerto de ontem (12/11) do Trio Aquarius, formado pelo violinista Ricardo Amado, o violoncelista Ricardo Santoro e o pianista Flávio Augusto. Na apresentação do concerto (primeira foto), Dani Sardinha, uma das gestoras de nossa equipe. Nas seguintes, detalhes dos músicos, fotos do trio tocando e de seu agradecimento ao final. Bravi!

Ontem, 12/11, fechamos a nossa série “O violino através da História” com o maravilhoso concerto do Trio Aquarius, com mú...
13/11/2021

Ontem, 12/11, fechamos a nossa série “O violino através da História” com o maravilhoso concerto do Trio Aquarius, com música do século XX e XXI. Em breve, vamos disponibilizar as fotos profissionais desse concerto e, hoje, seguem as do concerto anterior, de 9/11, com o Trio Rato-Pilger-Barrenechea, feitas pelo incrível Vítor Jorge.
Gostaríamos de agradecer a todos os excelentes músicos que acreditaram na proposta e participaram dos nossos quatro concertos, assim como ao compositor Marcos Lucas, que nos deu a possibilidade de fazer a estreia brasileira de sua obra “Frankfurt-T-Rio” e nos honrou com sua presença no concerto, além dos outros dois compositores vivos, Edino Krieger e Dimitri Cervo (viva a música do século XXI¹) pela disponibilidade de seus materiais e informações para permitirem a realização do programa do concerto, presente no Power Point do dia do concerto e nas postagens em nossas redes sociais. Agradecemos a toda a equipe da Sala Cecília Meireles e a seu diretor, João Guilherme Ripper, além da Funarj e do patrocínio da Petrobrás, que tornou tudo isso possível.
Seguem, então, fotos do concerto de 9/11: a apresentação do concerto com uma das gestoras, Luíza Alvim, detalhes do trio (a violinista Priscila Rato, o violoncelista Hugo Pilger e a pianista Lúcia Barrenechea) durante a execução das obras de Mendelssohn e Brahms, o trio completo em performance e nos agradecimentos.

12/11/2021

Ainda sobre a obra "Trio Tocata" de Edino Krieger, o próprio compositor e o pianista Flávio Augusto (do Trio Aquarius) falam sobre ela em programa veiculado na TV Brasil em 2018.
É interessante que tivemos um trio barroco no segundo concerto da Sala Mariuccia Iacovino (o Ensemble Imaginatio) e o compositor Edino Krieger, presente no repertório do quarto concerto com o Trio Aquarius, tenha tido o barroco como uma das referências para a composição dessa obra.

Finalmente, um pouco da extensa carreira de Edino Krieger, cujo Trio Tocata estará no concerto do Trio Aquarius de 12/11...
11/11/2021

Finalmente, um pouco da extensa carreira de Edino Krieger, cujo Trio Tocata estará no concerto do Trio Aquarius de 12/11.
Nasceu em Brusque, Santa Catarina, em 17 de março de 1928. Com sete anos, começou a ter aulas de violino com o pai e, com 14, fez um recital em Florianópolis que lhe valeu uma bolsa de estudos, transferindo-se para o Rio de Janeiro, onde vive até hoje. Estudou com o introdutor da música dodecafônica no Brasil, Hans-Joachim Koellreutter, passando a integrar o grupo Música Viva, junto com Guerra Peixe e Cláudio Santoro. Em 1948, foi selecionado para uma bolsa nos EUA, tendo estudado com Aaron Copland e conhecido Darius Milhaud, experiências fundamentais para novos aportes à sua estética.
De volta ao Brasil, trabalhou na Radio MEC, onde foi diretor musical e regente da Orquestra Sinfônica Nacional (atualmente alocada na Universidade Federal Fluminense). Recebeu vários prêmios e reconhecimento por obras, como, entre muitas, o Quarteto de Cordas n. 1, o Ludus Symphonicus (1965) e o Canticum Naturale (1972) para soprano e orquestra, baseado em cantos de pássaros e sons da Amazônia. Em 1969, organizou a primeira edição do Festival de Música da Guanabara, que inspirou a realização da I Bienal de Música Brasileira Contemporânea cinco anos depois, com apoio da diretora da Sala Cecília Meireles na época, Myrian Dauelsberg. Entre 1981 e 1989 dirigiu o Instituto Nacional de Música da FUNARTE e, a partir de 1981, as bienais passaram a ser realizadas por ela.
Suas funções administrativas em diversas instituições não o impediram de continuar compondo ativamente até hoje. Neste ano de 2021, foram lançados o livro Textos e Contextos e o CD Entre Amigos, em cujo repertório há obras como Quatro Estudos Intervalares (dedicada ao pianista Flávio Augusto) e Trio Tocata (dedicada ao Trio Aquarius, que a estreou em 2011).
Sobre essa última obra, Krieger relatou: “tomei emprestado o título dos trios sonatas do período barroco do século XVIII, que eram sonatas tocadas por três instrumentos, e usei a ideia de uma tocata [obra que tem uma pulsação rítmica constante], batizando a obra como Trio Tocata, ou seja, uma tocata a três instrumentos”, sem deixar de incluir um baião bem brasileiro.
Imagens
1. Brusque, av. Cônsul Carlos Renaux, por volta dos anos 1930.
2.Edino Krieger com 14 anos.
3. Nos EUA, em 1948. Edino aparece à direita, de óculos e camisa de gola branca, debruçado sobre o piano em que toca Aaron Copland, em aula de composição. De costas, à esquerda, está Darius Milhaud.
4. Edino Krieger regendo a Orquestra Sinfônica Nacional em 1963.
5. Regendo a Orquestra Sinfônica Brasileira em 1987, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
6. Compondo. Foto de 2019.
7.Edino Krieger com o Trio Aquarius (Ricardo Santoro, Ricardo Amado e Flávio Augusto) em 2018.
8.Uma presença constante nos concertos, aplaudindo na platéia. Foto de 2018.
9.Com o livro Textos e Contextos e o CD Entre Amigos, em comemoração aos seus 93 anos, em 2021.

10/11/2021

O compositor Dimitri Cervo terá sua obra "Uguabê" no programa do Trio Aquarius, no concerto de 12/11 às 18h.

Vamos conhecer hoje um pouco da vida e obra de Dimitri Cervo, compositor também presente no programa de 12/11.Nasceu em ...
08/11/2021

Vamos conhecer hoje um pouco da vida e obra de Dimitri Cervo, compositor também presente no programa de 12/11.
Nasceu em Santa Maria (19/02/1968) e aos 14 anos já apresentava ao piano suas primeiras composições em público. Graduou-se em piano na UFRGS com Dirce Bauer Knijnik e fez cursos de composição (com Franco Donatoni) e de música para cinema (com Ennio Morricone) na Accademia Chigiana de Siena, Itália. De volta ao Brasil, fez mestrado em Salvador. O contato com a música percussiva afro-brasileira na Bahia influenciou a rítmica aditiva de sua música. Em 1995, sua “Abertura e Toccata” recebeu o 1º prêmio no Concurso de Obras Orquestrais do XV Festival de Londrina. Entre 1996 e 1998 fez uma parte do seu doutoramento (da UFRGS) em Seattle, aprofundando o contato com o Minimalismo norte-americano e passando a fundir elementos dele com a música brasileira. A partir de 2009 começou a desenvolver a Série Brasil 2010, com estética hibridizada, contendo elementos de música brasileira, música indiana (Konnakol) e da grande tradição europeia. Além da composição, atua como intérprete de sua obra na regência e no piano. Em 2017, regeu Toronubá frente à Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro, e solou ao piano, na Sala Cecília Meireles com a Orquestra da UFRJ, sua Rapsódia Maracatu, obra encomendada pela FUNARTE para a XXII Bienal do RJ. Em 2018 realizou um concerto autoral com a Orquestra Sinfônica da Venezuela em Caracas, além de que Toro-Lobiana e Abertura Brasil 2012 tiveram suas estreias nos EUA, em Viena e Seul. Em 2021 regeu a estreia de sua obra As Quatro Estações Brasileiras, para violino e orquestra, à frente da Orquestra Sinfônica de Santa Maria. Em janeiro de 2022 terá o seu Concerto para Trombone estreado na Holanda por Peter Steiner, trombonista vencedor do concurso Tchaikovsky 2019. É professor titular do Departamento de Música da UFRGS.
“Uguabê” foi composta originalmente para piano e orquestra de cordas em 2008, mas a versão para Trio foi dedicada ao Trio Aquarius e estreada com eles em 2018. É inspirada em elementos do barroco, do minimalismo e da música brasileira, com grande vitalidade melódica e rítmica.
Imagens:
1.Dimitri Cervo. Foto de Júnior Careca.
2.Dimitri Cervo criança com a mãe.
3.Com a professora Dirce Bauer Knijnik
4. Dimitri Cervo. Foto de Júnior Careca.
5. Regendo.
6. Solando ao piano sua Rapsódia Maracatu, com a Orquestra da UFRJ, na Sala Cecília Meireles, em 2017.
7. À frente da Orquestra Sinfônica da Venezuela, em Caracas, em 2018.
8. Estreia completa de “As Quatro Estações Brasileiras” para violino e orquestra, com solo de Francisco Coser e Orquestra Sinfônica de Santa Maria, em 2021.
9. Dimitri Cervo. Foto de Júnior Careca.
10. Estreia de "Uguabê", com o Trio Aquarius, em 2018.

Vamos conhecer um pouco da vida e da obra do compositor Marcos Lucas.Marcos Vieira Lucas nasceu no Rio de Janeiro em 196...
08/11/2021

Vamos conhecer um pouco da vida e da obra do compositor Marcos Lucas.
Marcos Vieira Lucas nasceu no Rio de Janeiro em 1964. Formou-se na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), tendo estudado com, entre outros, Guerra-Peixe. É mestre em Música pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e doutor em Composição Musical pela University of Manchester. Suas obras têm sido apresentadas no Brasil e no exterior. Possui vários prêmios, como o 1o Prêmio no Concurso Funarte de Composição (2001) e o 2º prêmio no Franz Liszt Composition Competition (Itália, 2017). Em sua produção, destacam-se duas óperas: “O Pescador e Sua Alma” (2006) e “Stefan and Lotte in Paradise” (2012). Esta última estreou em setembro de 2012 no Media City UK/BBC, na Inglaterra. É professor da UNIRIO, onde dirigiu o ensemble GNU e é membro do grupo de compositores Prelúdio 21, que desde 1998 produz suas músicas em concertos. Tem sido compositor visitante em universidades no Brasil e no exterior como na prestigiosa Jacobs School of Music da Indiana University (EUA).
Frankfur-t-Rio foi escrito em 2021 sob encomenda do Ars Plural Trio (Berlim), que a incluiu em sua tournée por cidades da Alemanha em setembro de 2021, dentro da série de concertos Neu Start Kultur. O título é uma homenagem às cidades-natais da violoncelista do trio Regine Daniels-Stoll (Frankfurt) e do compositor (Rio), assim como à palavra “trio”. A obra é estruturada em três movimentos que homenageiam os intérpretes do Ars Plural Trio. O primeiro (Enérgico) tem caráter mais vivo, pulsante e explora, em sua última seção, elementos melódico-rítmicos da salsa colombiana, em homenagem ao violinista Rubén Reina. O segundo movimento (Noturno), em contraste, é mais introspectivo e melancólico e faz referência a um pequeno trecho de um concerto para violoncelo do próprio Marcos Lucas, “Sortilégios‟, que teve sua estréia alemã pela violoncelista do trio. O terceiro movimento (Finale: Claro – Dançante) começa de maneira impetuosa, brilhante e dá lugar, em sua seção final, a uma música de caráter mais rítmico, dançante, baseada nos toques do Alujá de Xangô, do candomblé da Bahia, em homenagem ao pianista Paulo Brasil.
Imagens
1.Marcos Lucas na Praia Vermelha, próxima à UNIRIO
2. Marcos Lucas durante o doutorado em Manchester, em 1996.
3.Ópera “O Pescador e sua Alma” (2006) em Recife, 2015.
4. Foto de cena da ópera “Stefan and Lotte in Paradise”, 2012.
5. Foto de cena da ópera “Stefan and Lotte in Paradise”, 2012.
6. Com o GNU, na Bienal de 2005, regendo a sua obra "Três Poemas de Alberto Caeiro"
7. O grupo Prelúdio 21 com o Trio da UFRJ após concerto no Centro Cultural da Justiça Federal em 30 de abril de 2012.
8. Prelúdio 21 no Centro Cultural da Justiça Federal em 2019 com o duo Santoro de violoncelos.
9. Na Indiana University em 2017 com os jovens violinistas da IU String Academy.
10. Ars Plural Trio com a apresentação do Frankfut-T-Rio em setembro de 2021.

Endereço

Rua Teotônio Regadas, 2-26
Rio De Janeiro, RJ
20021-360

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