Arte Como Trabalho

Arte Como Trabalho Arte como trabalho: estratégias de sobrevivência dos trabalhadores da arte.

Estamos felizes em anunciar que já está online o catálogo virtual do projeto Arte como Trabalho: estratégias de sobreviv...
28/02/2023

Estamos felizes em anunciar que já está online o catálogo virtual do projeto Arte como Trabalho: estratégias de sobrevivência - 2a. edição. Acessem e divulguem! Link na bio.

Chegou o fim do ano, momento de retrospectiva, que tal lembrarmos também do encerramento do projeto "Arte como trabalho"...
30/12/2022

Chegou o fim do ano, momento de retrospectiva, que tal lembrarmos também do encerramento do projeto "Arte como trabalho"?
Foi um dia repleto de acontecimentos. Oficinas e uma roda de conversa com os artistas. Queremos agradecer a todes que fizeram parte deste projeto.
Que venha 2023! ✨✨✨

Conheça os artistas e as obras que participaram da 2° edição do projeto "Arte como trabalho: estratégias de sobrevivênci...
23/12/2022

Conheça os artistas e as obras que participaram da 2° edição do projeto "Arte como trabalho: estratégias de sobrevivência". A exposição coletiva aconteceu entre os dias 30 de setembro e 29 de outubro de 2022 no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira.

A terra do meu quintal faz a sua quadra de tênis [que eu não posso jogar], 2022
Viviane Laprovita
Vídeo
2’47”

Nossos passos vêm de longe, 2022
Viviane Laprovita
Registro de performance
Tecido, lama e sacolas

Esse vídeo contém uma parte de imagens atuais da Baixada Fluminense que fazem parte do filme: “Baixada Never Gives Up” - ONU BR - 2018, utilizadas em Creative Commons (CC BY)

Viviane Laprovita (), 31 anos, é de São João de Meriti e vive no Flamengo, RJ. Pesquisadora de imagem, é formada em Estudos de Mídia e Mestra em Cultura e Territorialidades (UFF). Sua pesquisa investiga afro visualidades, relacionando memória, periferia e natureza. Desenvolve o universo ficcional surrealista REAÇÃO, que entre presente-passado-futuro espelha memórias e sonhos de liberdade de seu corpo/território. Transita entre as linguagens da poesia, videoarte, pintura, fotografia e performance.

📸 Fotografia: Ximenne Freitas ()

Conheça os artistas e as obras que participaram da 2° edição do projeto "Arte como trabalho: estratégias de sobrevivênci...
22/12/2022

Conheça os artistas e as obras que participaram da 2° edição do projeto "Arte como trabalho: estratégias de sobrevivência". A exposição coletiva aconteceu entre os dias 30 de setembro e 29 de outubro de 2022 no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira.

Faminta, 2021
Thaís Iroko
Instalação
Souplast, garfo e faca trinchante de inox gravados por fotocorrosão; Tinta spray, verniz, toalha, mesa, espelho, taças, guardanapo, caixas de som e arranjo de flores.

Cria que é cria não abandona a quebrada, 2020
Thaís Iroko
Vídeo
32”

Thaís Iroko () (1992, RJ) é artista visual, arte educadora e graduanda no curso de Engenharia Agronômica pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. É integrante do Movimento Nacional Trovoa (RJ) e da coletiva de grafite e arte urbana Preta Pinta Preta. Atualmente é aluna-bolsista da Elã - Escola Livre de Artes do Galpão Bela Maré e participa do Projeto “Se Essa Rua Fosse Bispo do Rosário” no Museu Bispo do Rosário. Recentemente também participou da exposição coletiva “Quermesse”, no Centro Cultural Inclusartiz (RJ).

📷 Fotografia: Ximenne Freitas ()

Conheça os artistas e as obras que participaram da 2° edição do projeto "Arte como trabalho: estratégias de sobrevivênci...
22/12/2022

Conheça os artistas e as obras que participaram da 2° edição do projeto "Arte como trabalho: estratégias de sobrevivência". A exposição coletiva aconteceu entre os dias 30 de setembro e 29 de outubro de 2022 no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira.

Colo, 2022
Thaís Basilio
Acrílica sobre tela
50x50 cm
Coleção Rubens Takamine

Estandarte Doméstico, 2022
Thaís Basilio
Bandeira feita com tecidos de algodão
64x45 cm

Thaís Basilio () nasceu na Zona Norte do Rio de Janeiro. Aos dois anos de idade mudou-se para o município de Belford Roxo, onde residiu por trinta anos. Graduou-se em Artes Visuais pela UERJ. Atualmente, cursa mestrado em Linguagens Visuais no PPGAV/UFRJ e o programa de residência artística ELÃ, promovido pelo Galpão Bela Maré. Desenvolve as seguintes questões em sua poética: gênero, raça, trabalho doméstico e automatização do corpo. Paralelamente à produção artística, é arte-educadora na rede pública de ensino.

📷 Fotografia: Ximenne Freitas ()

Conheça os artistas e as obras que participaram da 2° edição do projeto "Arte como trabalho: estratégias de sobrevivênci...
22/12/2022

Conheça os artistas e as obras que participaram da 2° edição do projeto "Arte como trabalho: estratégias de sobrevivência". A exposição coletiva aconteceu entre os dias 30 de setembro e 29 de outubro de 2022 no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira.

Tudo continua tão devagar, 2020
Tete Silva
Tríptico fotográfico
60x40 cm (cada)

Tete Silva ()
Sou uma fotógrafa em busca de uma cidade. Talvez Salvador, onde nasci, ou o Rio de Janeiro, lugar onde vivo. Talvez ainda, a cidade imensa e confusa da minha imaginação onde cabem todas as cidades por onde caminhei. Em cada rua, bairro, praça e morro, transito entre o impulso documental e a ficção, entre captar o tempo em que vivo e recriá-lo para exprimi-lo como eu o percebo. Meu trabalho reflete essa procura, e mesmo quando experimento outros caminhos, é no inusitado e no imprevisto próprio das ruas que me apoio, seja como memória, seja como um persistente sentimento comunitário.

📸 Fotografia: Ximenne Freitas ()

Conheça os artistas e as obras que participaram da 2° edição do projeto "Arte como trabalho: estratégias de sobrevivênci...
21/12/2022

Conheça os artistas e as obras que participaram da 2° edição do projeto "Arte como trabalho: estratégias de sobrevivência". A exposição coletiva aconteceu entre os dias 30 de setembro e 29 de outubro de 2022 no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira.

Eka - complexo-fusão, 2021
Siwaju Lima
Metalon, processo de oxidação e solda
95,4x46,6 cm

Máquina-de-moer-gente, 2022
Siwaju Lima
Metalon, chapa de aço, processo de oxidação e solda
58,6x38,6 cm

Siwaju Lima ( ) nasceu em 1997, é artista visual e pesquisadora em processos tridimensionais utilizando o metal e materiais orgânicos, desenvolve a partir da coleta e reutilização de ferros velhos, estruturas tridimensionais antes talhadas em matrizes de cobre em um processo de incisão direta. Discente na UERJ, cria na intersecção de tempo-território, em uma investigação e experimentações de novas linguagens e narrativas para sugerir outras perspectivas de continuidade histórica, a partir de si e do seu campo intuitivo ancestral, como também da transformação de velhas estruturas em novos objetos para o campo social.

📸Fotografia: Ximenne Freitas (

Conheça os artistas e as obras que participaram da 2° edição do projeto "Arte como trabalho: estratégias de sobrevivênci...
21/12/2022

Conheça os artistas e as obras que participaram da 2° edição do projeto "Arte como trabalho: estratégias de sobrevivência". A exposição coletiva aconteceu entre os dias 30 de setembro e 29 de outubro de 2022 no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira.

Um Defeito de Cor, 2020
Osvaldo Carvalho
Acrílica sobre tela
190x185 cm

Osvaldo Carvalho ()
Mestre em Poéticas Visuais pela ECA-USP. Principais individuais: Balada, Piccola Galleria – Casa FIAT de Cultura, Belo Horizonte, MG (2021); Terra Prometida, Paço Imperial, Rio de Janeiro, RJ (2018); Fabulário, MAC de Niterói, RJ (2014); Em Trânsito, Espaço Cultural Marcantonio Vilaça, TCU-DF (2012). Recebeu os Prêmios RespirArte pela FUNARTE e Arte Como Respiro pelo Itaú Cultural ambos em 2020. Finalista na 7ª edição do Prêmio Marcantonio Vilaça, 2019. Premiado com a Bolsa para Desenvolvimento de Projeto no Prêmio Porto Seguro Brasil Fotografia, 2017.

📸Fotografia: Ximenne Freitas ()

Conheça os artistas e as obras que participaram da 2° edição do projeto "Arte como trabalho: estratégias de sobrevivênci...
16/12/2022

Conheça os artistas e as obras que participaram da 2° edição do projeto "Arte como trabalho: estratégias de sobrevivência". A exposição coletiva aconteceu entre os dias 30 de setembro e 29 de outubro de 2022 no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira.

Novena a São José Operário para conseguir emprego, 2019
Leandro e Silva
Santinhos

Esboço, 2022
Leandro e Silva
Punção sobre alumínio

Todos ali produziam sem nunca ver o produto final. Um dia, um deles, curioso, abriu a bobina e, para sua surpresa, o que ele viu naquele pergaminho de aço era seu reflexo.

Leandro e Silva (.e.i.s_domundounivos)

Nascido e criado na cidade de Volta Redonda, hoje morador do Rio de Janeiro. Foi na graduação, em cinema, que comecei a formular uma produção artística focada na questão do trabalho, que se estende, atualmente, na minha pesquisa de mestrado (PPGAV-UFRJ). Desde então, coleto fuligens, futuco documentos de toda ordem e promovo e registro ações de movimentos populares com o objetivo de edificar e disputar a memória dos trabalhadores da região Sul Fluminense por meio da arte.

📸 Fotografia: Ximenne Freitas ()

Endereço

Rio De Janeiro, RJ

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