Devaneio Feminino - a história do machismo

Devaneio Feminino - a história do machismo Espetáculo de teatro performativo, que conta através de uma narrativa histórico social, a origem do machismo e seu reflexo na atualidade. Duração 25min

28/09/2025

Há 30 anos, em uma visita ao Pagode do Didi, território sagrado do samba no Centro do Recife, a olindense Marileide de Melo Barboza Silva viu pela primeira vez um músico tocando banjo pessoalmente. Foi paixão à primeira vista.

"Eu já tinha vivência de violão e cavaquinha, mas tinha algo no som, na forma de tocar o banjo, que me apaixonou", relembra, ao JC.

Nascia ali a relação que resultaria em seu atual nome artístico, Leyde do Banjo, considerada a primeira mulher a tocar profissionalmente esse instrumento em Pernambuco.

Aos 51 anos, a artista carrega outro pioneirismo: há sete anos, fundou a primeira roda de samba exclusivamente feminina do Estado, onde também é vocalista.

Leyde do Banjo e as Mari's do Samba são atrações do Transforma Pride 2025, realizado no Cais do Sertão e na Rua do Observatório, no Bairro do Recife, neste sábado (27), das 14h às 23h, e domingo (28), das 11h às 20h. A entrada é gratuita.

No começo de sua trajetória, Leyde tocava em grupos e rodas de samba, tendo de ouvir muitas vezes que "não sabia tocar". "Diziam que o meu lugar não era aquele, que eu era só cantora. Pois no samba, mulher canta, não toca", relembra.

"Causou certo espanto, porque, imagine, hoje ainda existe certa dificuldade. Agora, há 28 anos, era ainda pior. Mas foi muito importante, porque fez com que tantos homens entendessem mais e que as mulheres se incentivassem."

Ela seguiu em frente e fundou grupos como Amizade e Quintal das Crioulas que, embora tivessem muitas mulheres, também contavam com instrumentistas homens. Em paralelo, formou-se em psicologia, área na qual atua junto à carreira artística.

Confira mais detalhes no JC.COM.BR.

Foto: /Divulgação *vv
*digital

18/04/2025

A violência armada é uma ameaça que preocupa todas nós, e dependendo do local, da cor da pele, e das condições sociais em que vivem, algumas mulheres estão ainda mais em risco. No Nordeste, o percentual de mulheres vítimas de homicídios em geral e por arma de fogo é maior que a média nacional e as mulheres negras são 3 X mais afetadas do que as não negras.

Para além da violência doméstica, nas regiões Norte e Nordeste, onde os homicídios ocorrem principalmente nas ruas, onde nota-se o impacto da atuação do crime organizado na vitimização de mulheres por violência armada. Já no Sudeste, o grande número de casos registrados como morte por causa indeterminada pode indicar um outro problema: a subnotificação de homicídios.

Os dados são da nossa pesquisa “Pela vida das mulheres: o papel da arma de fogo na violência de gênero”. Nela trazemos também análises e recomendações de prevenção, dentre elas o controle do acesso a armas de fogo e o fortalecimento dos canais de denúncia.

18/04/2025

Você já pensou em criar um podcast para contar boas histórias com ciência no centro da conversa? Se você é negro ou indígena, essa pode ser a chance perfeita.

O Instituto Serrapilheira lançou uma nova chamada pública que vai apoiar financeiramente oito podcasts com até R$ 55 mil cada.

📲 Continue lendo em nosso site: https://revistaraca.com.br/edital-apoia-producao-de-podcasts-por-negros-e-indigenas/

20/02/2025

INSCREVA-SE ATÉ DIA 20 🎞🎥

Rio Branco (AC) receberá a primeira edição da Mostra Norte Delas de Cinema (), evento dedicado a exibir e celebrar a produção cinematográfica de mulheres da região amazônica. Com entrada gratuita, a mostra acontecerá de 26 a 30 de março de 2025 no Cine Teatro Recreio.

Mais do que um espaço de exibição, a I Mostra Norte Delas se propõe a ser um manifesto feminino, promovendo e valorizando a cultura das mulheridades em suas diversas formas. O evento busca dar visibilidade à pluralidade criativa amazônica, com foco em histórias e trajetórias de mulheres urbanas, ribeirinhas, indígenas, quilombolas e LGBTQIA+.

A programação incluirá exibições de longas e curtas-metragens, workshops, cursos e bate-papos com realizadoras da região Norte, com transmissão online. A curadoria está em andamento e busca filmes finalizados entre 2021 e 2025, dirigidos por mulheres dos sete estados da região: Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. As inscrições podem ser realizadas até o dia 20 de de fevereiro pelo e-mail [email protected].

A Mostra Norte Delas é uma iniciativa da Palmácea Filmes e Seiva Colab Amazônica, com o objetivo de fortalecer a produção audiovisual feminina na Amazônia e ampliar a representatividade das mulheres no cinema.

17/11/2024

05/10/2024

"Na história da música popular brasileira, é a primeira vez que uma letra nos lembra que o orçamento doméstico precisa incluir o absorvente feminino nas suas despesas."

No site da piauí, Mariana Filgueiras descreve como o hit "Só fé" abordou um tabu na MPB: a menstruação.

Leia: piaui.co/3ZPKjBe

09/08/2024

“A mulher maranhense já é protagonista de sua própria história por natureza”, entoa Raimunda Francisca Paz, ativista social de Balsas, que junto à Diocese de Balsas e ao Ispn Brasil ajudou a consolidar redes de mulheres agroextrativistas, no Sul do Maranhão. As iniciativas vieram para incentivar o empoderamento feminino no campo.

Leia matéria completa: https://agenciaeconordeste.com.br/mulheres-no-campo-sao-protagonistas-por-natureza/

30/12/2023

É com um misto de alegria e conforto.e satisfação q escrevo sobre a Lei Não é Não q o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, a nova legislação cria protocolos q visa implementar mecanismo de combate ao constrangimento e à violência praticada contra mulheres em ambientes como casas noturnas, boates, e demais locais fechados onde haja venda de bebidas alcoólicas.
A Lei 14.786/23 que estabelece o protocolo "Não é Não" é de autoria da deputada Maria do Rosário ( PT-RS) e foi sancionada nesta quinta-feira, 28, pelo presidente Lula e publicada no DOU nesta sexta-feira, 29. Conforme as novas diretrizes, o governo elaborará uma lista de empresas que se enquadram no selo "Não é Não - Mulheres Seguras". A expectativa é que o selo seja concedido aos estabelecimentos que aderirem ao protocolo. A nova lei entrará em vigor no prazo de 180 dias.
Quantas mulheres já sofreram qualquer tipo de violência em casas noturnas, bares e afins, são milhares. E a gente sabe o quanto isso é relativizado e invalidado principalmente por parte dos estabelecimentos. É uma vitória dos movimentos feministas, das mulheres q se expõem e esrevem todo dia sobre essa pauta tão delicada. As vezes não somos ouvidas, não nos dão a devida importância sobre o tema, afinal é sobre nossos corpos e o patriarcado nos quer submissas. É mais um avanço num país extremamente misógino e machista como o Brasil. Os dados sobre violência doméstica em nosso país são assustadores e não me canso de falar sobre isso, por q é preciso falar sim e não podemos normalizar jamais. O nome da Lei também remete aos tantos atos q já fizemos pelo país à fora, como o . E assim seguimos na luta, nos protestos, no cansaço, mas não na desistência, por q para sermos ouvidas, temos q gritar, e gritar muito alto. Nossos corpos não são públicos!!!!

30/12/2023

O presidente Lula sancionou a lei que cria o protocolo "Não é Não" para proteger mulheres de assédio em shows, bares e boates.

30/12/2023

Natália Correia!

30/12/2023

“Sou Ana Paula, mulher negra, quilombola, Doutora em História e admitida para uma bolsa pós-doutorado no W.E.B Du Bois Research Institute em Harvard University. Essa conversa é sobre mim, mas é também sobre a minha comunidade quilombola Santiago do Iguape\ Recôncavo da Bahia, sobre lutas ancestrais e contemporâneas do povo preto e quilombola, sobre famílias negras enquanto possibilidades de cura na diáspora, a base de sobrevivências cotidianas, de trocas culturais, criação e recriação de identidades e comunidades no além mar.”

Leia o texto completo de Ana Paula Cruz em nosso portal: www.geledes.org.br ou acesse pelo nosso destaque de retrospectiva.

Endereço

Rio Branco, AC

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