Aldyfly A ALDYFLY É UM NUCLEO DESPORTIVO QUE VISA REUNIR OS INTERESSADOS EM ESPORTES AEREOS E DIVULGAR EVENTOS REALIZADOS POR SEUS INTEGRANTES.

20/06/2015

Essa modalidade chama muita atanção, principalmente pelas praias do nosso Brasil, e isso atrai a atenção dos novatos.

O fato é que o vôo com paramotor, apesar de transmitir uma idéia de grande liberdade, é muito mais difícil. Só é possível em condição limitada de vento e... é mais caro.

Mesmo assim, é um modalidade do esporte que cresce a cada dia. Todo aquele que desejar ser um piloto de paramotor deverá, necessariamente, ter muita experiência em vôos de paraglider sem motor para, somente após um longo período de treino, passar ao vôo com motor.

VAMOS AGORA AO QUE INTERESSA AO LEITOR:

QUERO APRENDER A VOAR,
QUAL É O EQUIPAMENTO IDEAL PARA MIM?

Existem no mercado mundial uma infinidade de marcas, modelos e tamanhos. Todos os paragliders são divididos em categorias. Para simplificar, devemos entender que os paragliders são feitos para pilotos PRINCIPIANTES (ou Saída de Escola), BÁSICOS, INTERMEDIÁRIOS, AVANÇADOS e equipamentos COMPETITION (esse último é equipamento usado apenas por pilotos profissionais).

Uma convenção internacional criada por uma instituição alemã especifica os paragliders como DHV 1, 2 e 3, sendo o 1 para principiantes, 2 para intermediários e 3 para avançados. Sem entrar em detalhes, para o principiante, basta saber que a medida que o número vai aumentando, significa que o paraglider é mais indicado para pilotos com mais experiência. Ou seja:
DHV 1: piloto principiante que não voa regularmente.
DHV 1-2: piloto principiante que voa mais vezes.
DHV 2: piloto com mais experiência.
DHV 3: piloto muito experiente, que voa continuamente.

SOB PENA DE SOFRER UM GRAVÍSSIMO ACIDENTE, todo novato deverá pilotar somente paragliders indicados para o seu nível de experiência.

Os mesmos modelos de paraglider são fabricados para pilotos de vários pesos. Qualquer velame deverá suportar o peso do piloto mais cerca de 20kg em equipamentos. Então, por exemplo, se você possui 60kg, deverá comprar um velame que suporte no mínimo 80kg.

MAS QUAL É A DIFERENÇA ENTRE UM DHV 1 E UM DHV 3?
POR QUE SABER ESSA DIFERENÇA É TÃO IMPORTANTE?

Um paraglider DHV 1 é mais lento (velocidade máxima cerca de 45Km/h ou mais, dependendo do fabricante). É mais tolerante a erros cometidos pelo piloto e se estabiliza mais facilmente quando um elemento externo (uma rajada de vento mais forte por exemplo) age sobre a vela. DHV 1 é uma paraglider menor e mais grosso (perfil mais espesso).

Os paragliders DHV 3 são para pilotos muito experientes e exigem um cuidado e atenção redobrados do piloto. Em caso de panes, a vela não estabilizará rapidamente sem a interferência do piloto. DHV 3 é um paraglider com perfil mais fino e possui um número muito maior de células. Um piloto iniciante, que não sabe decidir rapidamente o que fazer em uma determinada situação, poderá sofrer um acidente, se usar um equipamento DHV-3, pois ele não tem habilidade suficiente para dominar uma vela mais rápida e agressiva.
EU NÃO SEI QUASE NADA SOBRE PARAGLIDERS.
O QUE DEVO FAZER?
O mais sensato é procurar um instrutor habilitado que, por sua vez, deverá indicar a você um equipamento DHV 1 e, no máximo DHV 1-2. Esse tipo de equipamento será o correto para iniciá-lo no mundo do paraglider. Com o passar do tempo e com mais prática, será possível adquirir equipamentos que sejam indicados para pilotos intermediários. Ao verificar um anúncio de paraglider, procure sempre verificar qual é o nível do mesmo, se DHV 1, DHV 1-2 ou DHV 2. Então, se você é novato ou nunca voou de paraglider antes, nunca pense em comprar um equipamento que seja especificado DHV3.

COMO SABER SE O
EQUIPAMENTO ESTÁ
EM BOAS CONDIÇÕES?

Assim como uma roupa, um automóvel ou outro equipamento qualquer, todo o paraglider tem um prazo de validade. Para equipamentos novos, as fábricas dão uma garantia de 300 horas ou 3 anos de validade para o equipamento. Ao comprar um equipamento usado, você deverá prestar a atenção nos seguintes itens:


a) Estado geral do velame. O tecido do paraglider é um tecido especial, porque é "rip-stop" e porque é siliconado. "Rip" em inglês significa "rasgar" e "stop" é "parar". Logo "rip-stop" é um tecido que não permite "rasgar". Mesmo assim, esse tecido não é indestrutível e pode rasgar, quando arrastado contra as pedras, galhos de árvores ou quando o piloto perdeu altitude e teve de pousar em cima de árvores. Nessas condições, o tecido pode romper-se, esgaçar-se ou furar. Caso isso aconteça, o tecido poderá ser remendado pelo próprio piloto, com seu "kit de reparos", mas isso dependerá do tamanho do rasgo.

A camada de silicone tem a finalidade de deixar o tecido totalmente impermeável, ou seja impedir totalmente a passagem do ar através de suas fibras. Quanto menos ar passar pelas fibras tanto melhor. Com o tempo, o tecido começa a deixar o ar escapar por entre as fibras. Se o ar passar livremente pelas fibras do tecido, o paraglider perderá totalmente suas propriedades aerodinâmicas. Em outras palavras, simplesmente não voará. Para melhor verificar a rapidez com que o ar passa pelos poros do tecido, é utilizado um aparelho chamado porosímetro, mas esse equipamento só está disponível junto aos fabricantes e em alguns poucos locais no Brasil que fazem conserto de paragliders. Quanto mais antiga for a vela, mais chances de o equipamento ter um tecido mais poroso. Procure sempre saber se o tecido está poroso ou não.


b) Fabricação. Um paraglider não tem uma vida muito longa, pois trata-se de um equipamento feito de um tecido que, embora seja especial, não dura muito. Apesar disso, certamente existem equipamentos muito bem cuidados ou que foram comprados e ficaram um longo período sem serem utilizados. Procure descobrir a data de fabricação do mesmo. Se tiver mais de 5 anos de uso, o melhor é analisar o tecido com mais cuidado.

c) Rasgos no tecido. Se o tecido rasgou alguma vez, esse não deverá ter remendos maior que alguns centímetros, pois os remendos são geralmente feitos com fitas que são adesivadas, quando o correto seria que eles fossem costurados ou, melhor ainda, que tivessem aquela parte do velame totalmente trocada. Sempre questione se o tecido tem remendos.


d) Estado geral das linhas. De nada adianta ter um velame novo, se as suas linhas estão comprometidas. As linhas não devem estar emendadas e nem devem estar esfiapadas, mastigadas ou danificadas de qualquer outra forma. Todo piloto consciente sabe, em caso de linhas com problemas, o melhor mesmo é trocá-las.

03/07/2014

primeiro voo do meu trike feito por paulo rodrigues em jul 2013

Excepcional treinamento de paratrike em jaru-Rondonia em jul 2013
30/06/2014

Excepcional treinamento de paratrike em jaru-Rondonia em jul 2013

13/01/2014
tarde d  domingo, apos  um belo voo
13/01/2014

tarde d domingo, apos um belo voo

motor ligado, velame no colo e uma certeza:vou voar
13/01/2014

motor ligado, velame no colo e uma certeza:vou voar

parceiros: juntos nesta caminhada jul2013 os voadores acreanos
13/01/2014

parceiros: juntos nesta caminhada jul2013 os voadores acreanos

paisagens bucolicas para relaxar do intenso treinamento em Jaru
13/01/2014

paisagens bucolicas para relaxar do intenso treinamento em Jaru

treinamento e montagem de trike ouro preto doeste
13/01/2014

treinamento e montagem de trike ouro preto doeste

08/01/2014

Primeira decolagem de paramotor 08/12/2013: Instinto X razão.

Endereço

Rio Branco, AC
69906130

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Aldyfly posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar