GRESM. Acadêmica do Samba

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GRESM. Acadêmica do Samba A Acadêmica do Samba é uma escola de samba de maquete da GRESA, fundada em 1999 e com sede virtual na Várzea - Recife -PE G.R.E.S.M. Uma picada de paixão.

ACADÊMICA DO SAMBA
GRÊMIO GRANDE RECIFENSE ESCOLA DE SAMBA DE MAQUETE ACADÊMICA DO SAMBA

FUNDAÇÃO: 01 de janeiro de 1999
CORES: Azul e Branca
SÍMBOLO: Cobra
SEDE: Jabaquara, São Paulo – SP / Rua Jabaquara, Várzea - Recife – PE
PRESIDENTE E CARNAVALESCO: Carlos Eduardo
COREÓGRAFO: Noemi Lopes
MESTRE DE BATERIA: Mestre Salatiel - Bateria Venenosa
MESTRE-SALAS: Moraes, Norberto (baliza)
PORTA-BANDEIRAS: Regina Fernanda, Miriam Luz ( Porta Estandarte)
MADRINHA: Imperador da Ponte
BAIANAS: Tia Pequena
DIRETORIA: Salomão, Boquinha, Zé Pipoca, Matheus Gomes, Hugo Pontes, Jejé, Tião Fortaleza, Miriam Luz, Pequena, Salatiel, Norberto, Kaio com K, Ana Conda, Mimi
PRESIDENTE DE HONRA E FUNDADOR: Laiza Santos
LEMA: A renovação do Festival. FORÇA: Oxumaré: Depois da tempestade, a bonança virá

02/09/2026

9) AGUARDENTE PARA COMEMORAR

Pela primeira vez na história, a Acadêmica tinha conquistado seu título e agora defendendo a conquista e em busca do Bi, trazia o enredo “Dos engenhos às usinas, o doce e branco açúcar”.
Trazia a moeda e o Engenho no Abre Alas, junto ao símbolo, a segunda alegoria trazia os “Quitutes da Baiana” e a terceira alegoria “Adoçando a vida”.
E se no mês passado, a Acadêmica acertou tudo, desta vez isso não ocorreu. E assim, ficando em 12° lugar, quase caindo para o Grupo A, Laíza se prepara para um novo festival.

71º FESTIVAL -“DOS ENGENHOS ÀS USINAS, O DOCE E BRANCO AÇÚCAR”

Como é doce a vitória,
Sou campeã!
Jabaquara é a dona do festival!
Com açúcar e afeto, vou sacudir
De azul e branco esse carnaval.

Sal da Índia,
Que adoça o meu paladar,
Derivado da cana,
Presente no dia a dia.
Como dizia Ferreira Goulart
Da negra usina ao branco da alegria.
No ciclo do açúcar foi riqueza
A dor da escravidão.
Hoje, fartura na mesa
Que sacode a São João.

Êh Baiana, prepara o quindim,
E o doce manjar!
Acadêmica do Samba
Teus quitutes vem provar.

Vem brindar comigo meu amor,
A cachaça me embala,
Vem sambar!
Aguardente, Moça Branca
Quero teu calor,
A cobra vem bebemorar.

Caldo de cana,
A rapadura que alimenta,
Também é base de nutrição.
A comunidade da Zona Sul
Com muito orgulho e união.

Sentindo a dor do desamor, frágil e pequenino, nosso protagonista se vê como um menino perdido em seus próprios sentimen...
16/01/2026

Sentindo a dor do desamor, frágil e pequenino, nosso protagonista se vê como um menino perdido em seus próprios sentimentos. Ferido por uma separação, encontra no colo materno o conselho que mudaria seu destino: viajar, seguir o coração e deixar que o tempo cure o que a saudade insiste em sangrar. Assim, ele pega a estrada rumo ao Norte do Brasil, onde cada passo será um canto, cada estado um verso, e cada mulher um destino.
No Acre, a primeira paixão se chama Glória. Inspirada na força criadora de Glória Perez, mulher de palavras, novelas e dores transformadas em arte, ela enxuga o pranto do viajante e o apresenta a Rio Branco, cidade de histórias, lendas e afetos. Em meio às narrativas de amor e resistência, Glória revela a beleza da cultura acreana e a memória de uma cigana que o tempo levou, mas nunca apagou.
Seguindo os trilhos da história, o viajante chega a Rondônia, onde encontra Maria, a Louca. Maria não é apenas mulher, é metáfora: a locomotiva da Madeira-Mamoré, símbolo de sonhos, ambições e mortes no vale do Guaporé. Entre belezas naturais exuberantes e cicatrizes do passado, Maria embala o coração do protagonista, mostrando que o progresso também cobra seu preço.
No Pará, de joelhos e chapéu na mão, ele vive a fé e a emoção do Círio de Nazaré, guiado por Fátima, a própria Fafá de Belém, voz da Amazônia. Com ela, conhece o Ver-o-Peso, seus aromas, cores e sons, onde o sagrado e o popular se misturam em perfeita harmonia.
O caminho segue para o Amazonas, onde surge Hipólita, a mítica Rainha das Icamiabas. Com ela, o viajante aplaude o esplendor do Teatro Amazonas e se encanta com a ilha da fantasia em Parintins, onde os bois Garantido e Caprichoso transformam amor em espetáculo grandioso, dividido apenas pela paixão.
No Amapá, o tambor anuncia a chegada de Verônica dos Tracajás, pura musicalidade e ancestralidade. Ao som da cultura ribeirinha, ela apresenta o Forte São José de Macapá, guardião da floresta, da história e da fé de um povo que dança.

Endereço

Rua Jabaquara/Várzea
Recife, PE

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