Museu da Cidade do Recife

Museu da Cidade do Recife O Museu é um espaço para visitação, pesquisa e realização de eventos e atividades culturais. N
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Instalado no Forte das Cinco Pontas em 1982, o Museu da Cidade do Recife abriga acervo de documentos iconográficos de extrema importância para a preservação da história urbana, cultural e social do Recife. São mais de 250 mil imagens, 2.560 títulos, entre livros e revistas, 1.898 peças digitalizadas, incluindo mapas, plantas e projetos de arquitetura, além de um acervo de objetos históricos.

🦠 Há 108 anos, o Recife recebia uma embarcação que ficaria marcada na história da cidade por um motivo inesperado.🚢  Em ...
01/09/2026

🦠 Há 108 anos, o Recife recebia uma embarcação que ficaria marcada na história da cidade por um motivo inesperado.

🚢 Em 1º de setembro de 1918, o v***r inglês SS Demerara, vindo de Liverpool e seguindo viagem pela América do Sul, passou pelo Porto do Recife. A bordo, passageiros e tripulantes conviviam com uma doença que se espalhava rapidamente pelo mundo: a influenza responsável por uma das maiores pandemias do século XX, conhecida como Gripe Espanhola.

Mas a história da epidemia no Recife não pode ser contada apenas a partir da chegada de um navio. A região portuária tornou-se um dos primeiros espaços associados à disseminação da doença. Trabalhadores dos armazéns, que moravam em diferentes pontos da cidade, adoeceram. A própria Diretoria de Higiene Pública chamou os primeiros casos entre esses trabalhadores de “mal dos armazéns”.

Em poucas semanas, a epidemia alterou profundamente o cotidiano recifense. O comércio fechou portas, a circulação dos bondes foi reduzida e até médicos, enfermeiros e funcionários da assistência pública adoeceram.

Afogados esteve entre as áreas mais duramente atingidas. São José, Poço, Várzea e Graças também aparecem nos registros oficiais. Outras fontes revelam ainda a presença intensa da doença nos Coelhos, Remédios, Torre, Santo Amaro, Encruzilhada, Feitosa, Matinha e Cordeiro.

🏚️ Cerca de 75% das mortes ocorreram dentro das casas. Eram, muitas vezes, habitações sem iluminação e ventilação adequadas, situadas em ruas estreitas e em territórios onde a precariedade urbana tornava ainda mais difícil enfrentar a doença. A Gripe Espanhola, portanto, não apenas atravessou o Recife. Ela desenhou uma cartografia das desigualdades da cidade.

🤔 E por que “Gripe Espanhola”? O nome não significa que a doença tenha surgido na Espanha. Durante a Primeira Guerra Mundial, a imprensa espanhola pôde divulgar amplamente informações sobre a epidemia porque o país permanecia neutro e não estava submetido à mesma censura de guerra existente em outras nações europeias. A intensa cobertura acabou associando a doença à Espanha.

📸 Crédito das imagens: Construção do Porto do Recife. Foto: NID. // SS Demerara. Foto: BBC News Brasil.

01/09/2026

Fomos destaque no quadro Histórias Daqui, da , e foi lindo ver o nosso acervo e o Forte das Cinco Pontas ocupando a telinha do TV Jornal Meio-Dia!

Mostramos por lá o motivo do Forte ter 4 pontas (apesar do nome!), memórias marcantes como o sino e a porta da antiga Igreja dos Martírios, e a nossa famosa parede com os 94 bairros da cidade. Aperte o play e confere!

Nesta sexta-feira, 28 de agosto, o Museu da Cidade do Recife e o Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade...
28/08/2026

Nesta sexta-feira, 28 de agosto, o Museu da Cidade do Recife e o Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) - PPG.MDU | UFPE - firmaram um Protocolo de Intenções para fortalecer ações de ensino, pesquisa, extensão, inovação e difusão do conhecimento sobre os acervos documentais preservados pelo Museu. 📚✨

A parceria aproxima ainda mais o Museu da universidade e abre novas possibilidades para pesquisas, aulas, visitas de campo, exposições, oficinas educativas, publicações e ações de Educação Patrimonial.

O acordo também prevê intercâmbio de conhecimentos sobre conservação, tratamento, digitalização e interpretação dos acervos, estimulando estudantes de graduação e pós-graduação a utilizarem a documentação do Museu como fonte para compreender a arquitetura, o urbanismo, a paisagem e a história do Recife.

Com essa parceria, Museu e Universidade unem forças para pesquisar, preservar e compartilhar as muitas histórias do Recife. 🙂

Memória HistóriaDoRecife Arquitetura Urbanismo Pesquisa Cultura Museus

Hoje, 19 de agosto, o Museu da Cidade do Recife celebra três dimensões que fazem parte de sua trajetória: a História, a ...
19/08/2026

Hoje, 19 de agosto, o Museu da Cidade do Recife celebra três dimensões que fazem parte de sua trajetória: a História, a formação de novos profissionais e a fotografia como instrumento de preservação da memória. 🙂

Somos uma casa de muitas gerações de historiadores, de nomes como José Gonsalves de Mello, patrono da Biblioteca e do Setor de Pesquisa do MCR, aos profissionais que hoje mantêm essa história viva. Entre eles estão o gestor Dirceu Marroquim, os técnicos Lourdes Bezerra e Sandro Vasconcelos, além dos futuros historiadores que atuam no Educativo, na Pesquisa e no Acervo.

Celebramos também nossos estagiários, que trazem novos olhares, aprendizados e contribuições para o cotidiano do Museu, e os fotógrafos, cuja arte transforma instantes em documentos e memórias, preservando pessoas, lugares e acontecimentos do Recife que hoje fazem parte do nosso acervo.

Nossa homenagem se estende a historiadores, pesquisadores, professores, estudantes, estagiários, fotógrafos e a todos que fazem da memória uma ferramenta de conhecimento e transformação.

Porque preservar a memória é também abrir caminhos para novas pesquisas, descobertas e histórias.

📸 Crédito das imagens:
Imagem 1: Equipe do Museu da Cidade do Recife.
Imagem 2: José Antônio Gonsalves de Mello, patrono da Biblioteca e do Setor de Pesquisas do MCR.

: O carrossel tem duas fotografias. Na primeira, a equipe do Museu da Cidade do Recife posa em um espaço expositivo do Museu. De pé, da esquerda para a direita, estão Pedro Barros, Dirceu Marroquim, Vinícius Santos, Gabriel Ramos, Danilo Barbosa e Sandro Vasconcelos. Sentados, na mesma direção, estão Lucas Rocha, Mariellen dos Santos, Maria de Lourdes e Genilson Vitório. Na segunda imagem, um retrato de José Antônio Gonsalves de Mello, homem idoso, de cabelos grisalhos, usando óculos, terno e gravata, sorrindo para a câmera.

⚔️ Há 381 anos, o território onde hoje está o bairro de Casa Forte foi palco de um dos episódios marcantes da Insurreiçã...
17/08/2026

⚔️ Há 381 anos, o território onde hoje está o bairro de Casa Forte foi palco de um dos episódios marcantes da Insurreição Pernambucana.

Em 17 de agosto de 1645, o antigo Engenho de Dona Ana Paes recebeu a Batalha de Casa Forte. Após a derrota das tropas holandesas na Batalha do Monte das Tabocas, soldados em retirada invadiram a região da Várzea e fizeram mulheres e crianças reféns, muitas delas familiares de integrantes da resistência luso-brasileira.

Para resgatá-las, João Fernandes Vieira, André Vidal de Negreiros, Henrique Dias e Felipe Camarão reuniram o chamado Exército Patriota. Sob chuva intensa, as tropas atravessaram o Rio Capibaribe e cercaram os holandeses no engenho. A batalha terminou com a vitória dos insurretos, o resgate dos reféns e a captura de mais de 300 soldados holandeses.

O episódio contribuiu para enfraquecer o domínio holandês fora do Recife e integra o conjunto de acontecimentos que levariam à expulsão dos invasores de Pernambuco. A memória da batalha permanece presente na cidade, inclusive no nome do bairro de Casa Forte e da Avenida 17 de Agosto.

As imagens deste carrossel fazem parte do acervo do Museu da Cidade do Recife e registram a Praça de Casa Forte, espaço que guarda, na paisagem atual, a memória de um território marcado por importantes acontecimentos da história pernambucana.

📸 Acervo do Museu da Cidade do Recife
Imagem 1: 05834_Praça de Casa Forte. Autor e data não identificados.
Imagem 2: 05950_Praça de Casa Forte. Autor e data não identificados.

: O carrossel tem duas fotografias em preto e branco da Praça de Casa Forte. Na primeira, vê-se o espelho d’água da praça, cercado por vegetação, com a Igreja de Casa Forte ao fundo. Na segunda, a praça aparece em outro ângulo, com o espelho d’água em primeiro plano, coberto por plantas aquáticas, e a igreja ao fundo, parcialmente entre a vegetação.

✈️ Há 99 anos, o Recife ganhava um monumento em homenagem a dois pioneiros da aviação.Em 26 de agosto de 1927, foi inaug...
14/08/2026

✈️ Há 99 anos, o Recife ganhava um monumento em homenagem a dois pioneiros da aviação.

Em 26 de agosto de 1927, foi inaugurado um monumento dedicado aos aviadores portugueses Gago Coutinho e Sacadura Cabral, responsáveis pela primeira travessia aérea do Atlântico Sul, realizada em 1922.

Partindo de Lisboa com destino ao Rio de Janeiro, os aviadores fizeram do Recife uma das etapas dessa viagem histórica, que marcou a história da aviação e aproximou ainda mais Brasil e Portugal.

Oferecido pela comunidade portuguesa em Pernambuco, o monumento traz no alto a figura de Ícaro, personagem da mitologia grega associado ao sonho de voar.

As imagens deste carrossel registram diferentes momentos da história do monumento. A primeira mostra a solenidade de inauguração, em 1927, com o público reunido ao redor da obra. A segunda foi registrada em 1935, durante a construção do Grande Hotel, e revela o monumento integrado à paisagem urbana do Recife daquele período.

📸 Créditos das imagens:
Imagem 1: Inauguração do monumento. Acervo do IAHGP.
Imagem 2: Construção do Grande Hotel, 1935. Autor não identificado. Acervo do Museu da Cidade do Recife.

: O carrossel tem duas fotografias históricas. Na primeira, em tom sépia, o monumento em homenagem a Gago Coutinho e Sacadura Cabral aparece ao centro, com a figura de Ícaro no alto. Em frente à obra, um grupo de pessoas acompanha a solenidade de inauguração, em 1927. Ao fundo, aparecem árvores, edifícios e elementos da paisagem urbana do Recife. Na segunda imagem, em preto e branco, o monumento aparece em primeiro plano, à direita, durante a construção do Grande Hotel, em 1935. Ao fundo, vê-se o edifício em construção, além de árvores, outros prédios e a fiação elétrica da cidade.

A Boa Vista é um dos bairros que ajudam a contar a história das transformações urbanas do Recife. Integrante da RPA 1, a...
13/08/2026

A Boa Vista é um dos bairros que ajudam a contar a história das transformações urbanas do Recife. Integrante da RPA 1, a localidade reúne importantes espaços de memória, cultura e patrimônio da cidade. 🙂

E o nosso projeto Meu Bairro traz algumas curiosidades sobre esse lugar! 👇

A princípio, a região era formada por sítios, poucos arruados e muita vegetação. Foi ainda no século XVII que recebeu o nome de Boa Vista, atribuído por Maurício de Nassau, que teria se encantado com a vista que se tinha das terras.

No fim do século XIX e início do século XX, o bairro passou por grandes transformações urbanísticas. Entre elas, a antiga Rua do Aterro deu lugar à atual Rua da Imperatriz, enquanto o Beco do Tambiá, depois conhecido como Rua da Intendência, transformou-se na Avenida Manoel Borba.

A Boa Vista também reúne importantes espaços da história e da cultura do Recife, como a Igreja Matriz da Boa Vista, o Teatro do Parque, a Faculdade de Direito, o Cinema São Luiz, o Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano e o histórico Hotel Central.

💬 Você mora, já morou ou frequenta a Boa Vista? Compartilhe nos comentários suas lembranças, histórias, personagens marcantes ou lugares especiais do bairro e ajude a construir o nosso inventário participativo sobre os bairros do Recife!

📸 Na foto em destaque, a Praça Maciel Pinheiro e a Igreja Matriz da Boa Vista. As imagens fazem parte do acervo do Museu da Cidade do Recife, sem identificação de autoria.

🎓 Você sabia que a Faculdade de Direito do Recife e a Faculdade de Direito de São Paulo compartilham o pioneirismo na hi...
11/08/2026

🎓 Você sabia que a Faculdade de Direito do Recife e a Faculdade de Direito de São Paulo compartilham o pioneirismo na história do ensino jurídico no Brasil?

As duas instituições foram criadas simultaneamente pela Lei Imperial de 11 de agosto de 1827, sancionada por D. Pedro I. No ano seguinte, em maio de 1828, tiveram início as aulas tanto na Academia de São Paulo quanto na Faculdade de Direito do Recife, originalmente instalada no Mosteiro de São Bento, em Olinda.

Mais do que uma instituição de ensino, a Faculdade de Direito do Recife se tornou um importante centro de produção intelectual, política e jurídica. Foi um dos principais espaços de formação e circulação de ideias no país, especialmente a partir da chamada Escola do Recife. Ao longo de sua história, passaram por suas salas nomes como Joaquim Nabuco, Tobias Barreto, Castro Alves e Rui Barbosa, entre tantos outros personagens que marcaram a vida cultural e política brasileira.

As fotografias deste carrossel, preservadas pelo acervo do Museu da Cidade do Recife, registram a Faculdade de Direito em seu tradicional edifício no bairro da Boa Vista. A primeira imagem mostra o palacete em destaque, enquanto a segunda apresenta uma perspectiva mais ampla, com a Praça Adolfo Cirne e a Faculdade de Direito ao fundo.

📸 Acervo do Museu da Cidade do Recife
Imagem 1: Faculdade de Direito. Foto: Alexandre Berzin.
Imagem 2: Praça Adolfo Cirne e Faculdade de Direito. Foto: Alexandre Berzin.

: O carrossel tem duas fotografias históricas em preto e branco. Na primeira, o edifício da Faculdade de Direito do Recife aparece em destaque. Na segunda, uma vista mais ampla mostra a Praça Adolfo Cirne, com a Faculdade de Direito ao fundo e a área da praça em primeiro plano. As duas imagens registram a paisagem urbana do entorno da instituição.

Por trás de cada peça do nosso acervo, existe um trabalho cuidadoso de pesquisa e conservação. Neste mês, por exemplo, n...
08/08/2026

Por trás de cada peça do nosso acervo, existe um trabalho cuidadoso de pesquisa e conservação. Neste mês, por exemplo, nossa equipe do Setor de Acervo e Conservação está empenhada no trabalho de conservação preventiva da imagem de Nossa Senhora do Carmo, que pertenceu à Igreja dos Martírios e, desde 1983, integra o acervo do Museu da Cidade.

A escultura, com cerca de 70 cm de altura e feita em gesso, passa por um processo de conservação preventiva. Nesta primeira etapa, a equipe realiza uma limpeza delicada e a higienização da peça. Depois, serão feitos pequenos retoques e nivelamento.

Todo o conjunto recebe atenção especial: a coroa, o escapulário de metal, o Menino Jesus e os cinco anjinhos que ornamentam a base da imagem também passam pelo processo de conservação. Cada detalhe importa. É assim que cuidamos do patrimônio da nossa cidade. 🥰

: Carrossel de fotos mostra os bastidores do trabalho de conservação preventiva de uma imagem de Nossa Senhora do Carmo. Em uma das imagens, um cotonete é utilizado na limpeza delicada do rosto de um dos anjos da base da escultura. Outras fotos mostram a equipe do Setor de Acervo e Conservação trabalhando na peça, além de detalhes da imagem e do resultado parcial do processo de conservação.

Restauro

Você sabia que hoje, 6 de agosto, é aniversário do bairro da Várzea? De acordo com registros históricos, a origem do bai...
06/08/2026

Você sabia que hoje, 6 de agosto, é aniversário do bairro da Várzea? De acordo com registros históricos, a origem do bairro remonta ao século XVI. 🥰

O nome "Várzea" apareceu pela primeira vez em 1612, na publicação Livro que Dá Razão do Estado do Brasil, de Diogo de Campos Moreno. Outras fontes, porém, consideram como marco da criação do bairro a inauguração da Igreja de Nossa Senhora do Rosário, em 1618.

O que sabemos é que a história da Várzea se confunde com os primeiros tempos da ocupação de Pernambuco. Ainda na primeira metade do século XVI, suas terras férteis, planas e banhadas pelo rio Capibaribe começaram a ser distribuídas entre colonos portugueses.

- O nome do bairro vem de sua própria geografia: uma área plana, baixa e ribeirinha, localizada às margens do rio Capibaribe. Pelo rio, o açúcar produzido nos engenhos seguia em pequenas embarcações até o porto do Recife.

- Com o crescimento da povoação, surgiram importantes espaços religiosos, como a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, onde, segundo a tradição, está sepultado Antônio Filipe Camarão, liderança indígena que participou das batalhas contra os holandeses, e a Capela de Nossa Senhora do Livramento.

- Hoje, a Várzea preserva sua forte vocação cultural. O bairro abriga a Oficina Francisco Brennand, o Instituto Ricardo Brennand, a Praça Pinto Damaso, cujo projeto original é atribuído ao paisagista Roberto Burle Marx, e o antigo casarão onde funcionou o primeiro hospital odontológico do Brasil.

📍Entre o rio, os engenhos, a arte e a vida universitária, a Várzea continua sendo um dos territórios mais ricos em história e cultura do Recife.

📸 Crédito das fotos:

• Inauguração da Feira da Várzea, em 12/11/1960. Foto: Mário de Carvalho (02238).
• Inauguração da Avenida Afonso Olindense, fevereiro de 1950. Autor não identificado.

Endereço

Praça Das Cinco Pontas
Recife, PE
50020-500

Horário de Funcionamento

Terça-feira 10:00 - 16:00
Quarta-feira 10:00 - 16:00
Quinta-feira 10:00 - 16:00
Sexta-feira 10:00 - 16:00
Sábado 10:00 - 16:00
Domingo 10:00 - 16:00

Telefone

+558131343755

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