GRESM Pavilhão Corinthiano

GRESM Pavilhão Corinthiano A Pavilhão Corinthiano é uma escola de samba de maquete da GRESA. Fundada em 1993, nasce em SP e agora a sede virtual é no bairro de Santo Antônio - Recife

G.R.E.S.M. PAVILHÃO CORINTHIANO
GRÊMIO GRANDE RECIFENSE ESCOLA DE SAMBA DE MAQUETE PAVILHÃO CORINTHIANO

FUNDAÇÃO: 03 de dezembro de 1993
CORES: Preta e branca
SÍMBOLO: Irmãos Metralhas
SEDE: Parque Santo Antônio,São Paulo–SP / Rua Frei Caneca, Santo Antônio – Recife - PE
PRESIDENTE E CARNAVALESCO: Leonardo Cristiano Galvão
COREÓGRAFO: Leonardo Cristiano Galvão
MESTRE DE BATERIA: VAGO - B

ateria Metralhadora
RAINHA DE BATERIA : VAGO
MESTRE-SALAS: VAGO - VAGO
PORTA-BANDEIRAS: VAGO - VAGO
MADRINHA: Gaviões da Fiel. PRESIDENTE DE HONRA E FUNDADOR: Flávio Marcos
LEMA: Abalando as estruturas. A mais popular do Festival. Uma goleada de samba. FORÇA: Oxaguian: A fé a frente de tudo abala qualquer barreira.

SINOPSE  Na escuridão da mata e no silêncio das vilas, ecoa um assobio cortante que atravessa a noite e arrepia a espinh...
21/01/2026

SINOPSE

Na escuridão da mata e no silêncio das vilas, ecoa um assobio cortante que atravessa a noite e arrepia a espinha dos viventes. É ela. Matinta Pereira. A lenda amazônica que o Pavilhão Corinthiano transforma em samba, mistério e encantamento.
Entre o medo e a fé, o enredo nasce como quebranto e proteção, tal qual o próprio samba da escola: um canto sagrado que afasta o mal e firma o pavilhão como escudo espiritual no festival. A narrativa mergulha no imaginário popular para contar a história da mulher envolta em preto, sem herdeira, sem destino fixo, que se esconde na floresta e ronda os telhados à procura de quem aceite seu pacto.
Matinta não é apenas bruxa ou feiticeira: é maldição transmitida, destino aceito no descuido de uma resposta inocente. Quem atende ao seu chamado — “Quem quer?” — herda o fardo de se tornar o que ela é. À noite, transforma-se em Rasga-Mortalha, a coruja lendária de canto estridente, sentada na cumeeira, anunciando presságios até o amanhecer.
Mas toda lenda também ensina. Para silenciar seu canto, basta prometer: tabaco, café, peixe ou cachaça. A quebra do trato, porém, traz o retorno da assombração e o castigo noturno. Entre rezas e simpatias, o povo aprende a se proteger: tesoura, chave, rosário bento, vassoura virgem e o poder do nome santo pronunciado com fé, capaz de varrer o tormento e romper a maldição.
Assim, o Pavilhão Corinthiano desfila entre o sobrenatural e a tradição oral, exaltando o saber popular, o medo que educa e a fé que protege. A Matinta Pereira deixa de ser apenas assombração e se torna símbolo da cultura viva, do respeito aos pactos e da força do sagrado que ecoa na noite — transformado em samba, mito e identidade no brilho da avenida.

Trabalhos abertos no barracão em Santo Antônio em Recife. "Osman Lins, de Vitória de Santo Antão para o mundo"
12/12/2021

Trabalhos abertos no barracão em Santo Antônio em Recife. "Osman Lins, de Vitória de Santo Antão para o mundo"

23/10/2021

Chegou o nosso samba!

Nossa homenagem à Osman Lins será grandiosa!

Sacode, Pavilhão!

Um dos nossos sambas de 1994.Salve a Pavilhão!
28/09/2021

Um dos nossos sambas de 1994.
Salve a Pavilhão!







27/09/2021

14) A ALEGRIA DE CAREQUINHA

Início de um novo ano e buscando melhores posições, Pavilhão nas mãos de Flávio busca a alegria no circo. Com o enredo " Palhaço Carequinha, uma vida no picadeiro" a preto e branco do Parque Santo Antônio, traz o circo para a São João.
Um busto de palhaço com o símbolo do Corinthians aparecem no abre alas. Outra alegoria que fez sucesso foi o "Circo na TV" mostrando as aparições do homenageado na Televisão.
As alas estavam mal acabadas e fora do contexto do enredo e com um desfile cheio de percalços, a escola f**a na penúltima posição caindo para o Grupo A.

17° FESTIVAL - “PALHAÇO CAREQUINHA, UMA VIDA NO PICADEIRO”

Lá vem Pavilhão, a alegria popular.
Quanta emoção e tá orgulho para apresentar
Savalla de Rio Bonito para o mundo.
Nasceu no picadeiro, cresceu como palhaço
Mayrink Veiga, Picolino foi cantor.
No Circo Bombril se revelou.

Você faz p**i na cama? Não, não, não!
Você faz malcriação? Nem pensar!
O palhaço o que é?
Sambista mostra no pé
Carequinha está no ar.

Vai com jeito vai
Sherlock de Araque vem a alegria.
É de chuá! É de chuá!
Sai de baixo, Seu Recruta, só na mordomia.
Com água na boca,
Sou faxineiro, sou artista musical.
Hoje o seu sorriso é quem me leva
A ganhar o Festival.

Em preto e branco, a avenida hoje é minha.
É Pavilhão na ilusão de Carequinha.

Enredo da Pavilhão Corinthiano para 2021? Temos sim:" Osman Lins - Rica Literatura de Santo Antão para o mundo"Segunda v...
19/08/2021

Enredo da Pavilhão Corinthiano para 2021? Temos sim:

" Osman Lins - Rica Literatura de Santo Antão para o mundo"

Segunda vez que a Alvinegra de Santo Antônio traz a homenagem ao Escritor Osman Lins. Mas este ano de 2021 será diferente do que fizemos em 2016.

Nossa equipe está sendo formada e nossa página do Insta já está no ar!

É a Pavilhão em busca do bicampeonato na Liga GRESA.

07/01/2020

13) HOMENAGEM A MUSSUM

Para finalizar o ano de 1994, a Pavilhão trouxe para a avenida uma das maiores perdas daquele ano; Antônio Carlos Bernardes Gomes, mais conhecido como Mussum.
Sua infância humilde, sua paixão pelo samba, e a veia artistica tanto para o humor quanto para as composições foram retratadas pela escola. O segundo carro o reino dos trapalhões trazia o Mussum, personagem que foi batizado pelo Grande Otelo. O Abre-alas trazia a vida no Morro da Cachoeirinha em Lins de Vasconcelos e a última alegoria, a sua paixão pelo samba, pela verde-rosa e os seus lp´s em carreira solo.
Um desfile que teve erros de harmonia e evolução com perda de pontos também em alegorias e fantasias. Nem o samba ajudou a escola que quase cai f**ando apenas na décima posição.

16° FESTIVAL - “UM GRANDE PÁSSARO TRAPALHÃO: MUSSUM”

Silêncio o poeta está dormindo,
eternamente sorrindo a sonhar.
Tristeza, mais um anjo trapalhão
partiu pra imensidão
como estrela a brilhar.
Morro da Cachoeirinha,
Filho da pobreza foi mais um.
com garra e ousadia sem medo algum
Antônio Carlos, Palhaço Mussum.

Reco-reco ecoando
na paixão verde e rosa
Vamos a luta, Pavilhão em verso e prosa.
Pra transformar o planeta,
ainda há esperança
Basta que a gente seja mais criança.

Grande pássaro do humor
rubro-negro sofredor,
Garçom traz mais uma ampola
e põe na mesa!
No samba o seu talento Original
e a Água benta afasta a tristeza.
No Rabo do Cometa, No mundo de Orós
Na Guerra dos Planetas, em cada um de nós.
Teu riso nunca vai se apagar
Antônio Carlos, preto e branco a exaltar.

Entre samba, mé e Trapalhões
Santo Antônio é, fonte de emoções
Tá bom pra Cacildis, na São João
Valeu Mussum, aplausos da Pavilhão!

19/12/2019

12) CHÃO DE ORESTES

Depois de comemorar um grande resultado, com o enredo sobre o futebol, Flávio buscou a inspiração em um dos Gênios da música brasileira : Orestes Barbosa.
A escola usou e abusou das estrelas e a avenida se tornou um chão estrelado de brincantes muito bem fantasiados com alegorias que remetiam as canções mais populares do compositor.
Com nota dez em quase todos os quesitos a Pavilhão voltava a conquistar o quarto lugar e agora sentia que a vitória estava mais perto do que nunca.

15° FESTIVAL - “CHÃO ESTRELADO DE ORESTES”

Neste palco iluminado,
Pavilhão engalanado pelo brilho das estrelas.
Sacudindo esse chão,
Orestes Barbosa na São João

Lá no Rio de Janeiro, nasceu e cresceu esse menino
Jornalista, escritor, poeta e compositor
Lindo destino.
Companheiro de Noel,
de Custódio com a flauta, violão e cavaquinho.
Francisco Alves, Silvio Caldas
é samba até raiar a alvorada.

Que som é esse?
Lavadeiras a cantar.
Também tem cigarra, canário e gato angorá.
Favela dos meus amores,
e a vendedora de flores.
Serenata Rosalina
De um palhaço do luar

Ah, o perfume e o beijo
e meus olhos perdidos.
Nega, meu bem?
Foi meu erro e o nome dela eu não digo
nunca a ninguém.
Tão distraída que pisava os astros qual meu coração.
E agora vem, sambar também
com Orestes Barbosa e a linda e orgulhosa
minha Pavilhão.

28/11/2019

11) NO PAÍS DO FUTEBOL

Ainda comemorando o tetracampeonato da Seleção brasileira, a escola que ainda não havia tocado no tema, apesar de ser ligada a um clube de futebol, traz para outubro o enredo “ Gênios da Bola”.
Representando e homenageando os grandes nomes do esporte, traz Pelé, Zico, Garrincha, Domingos da Guia, Heleno, e os craques atuais Romário e Bebeto.
Um desfile correto e com belos acabamentos, porém de acordo com os jurados com um fraco enredo. E foram justamente estes pontos perdidos no quesito que colocaram a escola no quarto lugar do Grupo.

14° FESTIVAL -“GÊNIOS DA BOLA”

Essa bola a rolar,
Apaixonou meu coração.
Quando o show terminar,
Eu vou gritar: É campeão!
Sacode minha Pavilhão.

Charles Miller trouxe ao Brasil,
Essa paixão que virou Nacional.
Feitiço e magia
Numa celebração mundial.
Relembrando os toques de Pelé
Garrincha, pernas tortas dando Olé.
Da Guia, ensinando essa arte
Que agora encanta em toda parte.

E meu coração se fez preto e branco
Com Sócrates, doutor.
Democracia que ensinou
O que é Corinthians?
É luta, é choro sofrido repleto de amor.

Canta fiel torcedor!
E dá-lhe Zico!
O jogo não acabou e eu acredito.
Que a vitória virá,
Está tão perto.
Qual o balé de Romário e Bebeto.

Paz nos estádios, brigar pra quê?
A União é o respeito em torcer.
A taça volta pra casa
Neste lindo festival.
De um tetracampeonato mundial.

13/10/2019

10) DE SÃO PAULO AO RIO DE JANEIRO

Após o festival dos festivais, a Pavilhão tinha como objetivo se manter no grupo principal mas lutando na parte de cima da tabela.
Flávio, observava entre meus amigos os mais habilidosos em evolução, fantasia e confecção de alegorias, com o intuito de absorver o melhor de cada um.
Com um enredo original falando de dois bairros em duas cidades diferentes, deu um show na passarela.
A Lapa paulista com suas características, o Teatro Cacilda Becker, o Tendal, entre outros e a Lapa carioca da Rua dos Arcos, do Disco Voador e da boemia sambista de Lamartine e Orestes. Um desfile com um enredo rico e bem feito. O quinto lugar foi comemorado e estava na hora de sonhar com o título.

13º FESTIVAL -“DA LAPA À LAPA”

E vem pra rua mulata,
ouvir a nossa serenata!
No céu, o luar de prata,
iluminando a boemia lá da Lapa.

O Rio Emboaçava banhando a Fazendinha
a missa anual feita a Nossa Senhora,
a região pro progresso caminha.
Imigração, cultura
Veneza ali se faz presente.
Artesões e ribeirinhas venha ver!
Indústrias fazem Sampa florescer.

O trem apita na estação, vou no embalo
Toca o sino na igreja e canta o Galo
Maior casa de cultura, o meu Tendal.
Cacilda Becker, o teatro em Festival.

E atravessei a Dutra.
Cheguei ao Rio de Janeiro,
Onde um águaduto virou cartão-postal
num bairro que encanta o mundo inteiro.
De Lamartine e Orestes,
do Circo Voador.
A Rua dos Arcos, Fundição Progresso
Onde Pavilhão, hoje, dá show.

13/10/2019

9) O FESTIVAL DOS FESTIVAIS

Para o grande campeonato anual, a Pavilhão traz o enredo do sexto festival: “Liberdade, igualdade e fraternidade.”
Foi escolhido para a reapresentação, devido a facilidade de leitura das fantasias e alegorias e agora com o crescimento das escolas, poderia f**ar mais completo.
Se lá em fevereiro de 1994, a escola somente conquistou o oitavo lugar, agora em agosto, o desfile foi impecável. Alas compactas e com fácil evolução, leitura fluída das fantasias e da alegoria que trazia um desenho dos Irmãos Metralha, nas cores da bandeira da França.
Na apuração o resultado foi a ascenção da escola ao grupo principal f**ando apenas atrás da Princesa dos Imigrantes que f**ava em primeiro lugar. Se em maio, a Armênia atrapalhara as pretenções da escola, agora f**ava em terceiro, vendo a Pavilhão Corinthiano em segundo lugar.

12º FESTIVAL - “LIBERDADE, IGUALDADE, FRATERNIDADE”(REEDIÇÃO DO 6º FESTIVAL)

Raiou a liberdade, nos iluminará!
Em prol da igualdade e da fraternidade
a nos irmanar.

Que luz maravilhosa vai brilhar,
onde o manto da noite resplandecerá!

É o fim da tirania, poderosa monarquia,
na Bastilha teve fim.
Cai Maria Antonieta, cai com ela a guilhotina
e as trevas da Idade Média, enfim.
Iluminismo, surge a luz da razão
de Voltaire e Diderot
Buscando a fé na ciência
contra a religião.

Apague o fogo, Ioiô!
Apague o fogo, Iaiá!
Inquisição nunca mais!
Se o crime foi pensar,
agora vou descobrir do que o homem é capaz.

Guerra abafando ideias,
a tirania em outras vestes reais.
Napoleão, lutou contra o mundo
foi derrotado.
A burguesia, o capitalismo, assinou.
Apagando o tratado
e a luz que um dia brevemente iluminou.

Endereço

Rua Frei Caneca/Santo Antônio
Recife, PE
55000000

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