GRESM. Cisne Branco

GRESM. Cisne Branco A Cisne Branco é uma escola de samba de maquete da GRESA, fundada em 1994 em São Paulo. Sua sede virtual agora é na Cohab - Recife- PE G.R.E.S.M.

CISNE BRANCO
GRÊMIO GRANDE RECIFENSE ESCOLA DE SAMBA DE MAQUETE CISNE BRANCO

FUNDAÇÃO: 07 de janeiro de 1994
CORES: Preta e Amarela
SÍMBOLO: Cisne
SEDE: Brás, São Paulo – Rua Brás Pires, Cohab- Recife – PE
PRESIDENTE E CARNAVALESCO: Ana Lúcia Silva
COREÓGRAFO: Ana Lúcia Silva
MESTRE DE BATERIA: Mestre Anunciação – Bateria Marujeira
MESTRE-SALAS: , Heleno, Clóvis (baliza)
PORTA-BANDEIR

AS: Jussara, Adriana ( Porta Estandarte)
MADRINHA: São Clemente
BAIANAS: Tia Janaina
DIRETORIA:Batistuta, Horácio, Gesuíno Marques, Matilde Ribeiro, Noa, Jota Tigrão, Catarina, Kaka Sampaio, Anunciação, Erasmo Sampaio, Clóvis, Valeska, Adriana, Janaina Sampaio. PRESIDENTE DE HONRA E FUNDADOR: Anderson Nascimento Sampaio
LEMA: Seja noite ou seja dia, pra sempre vou te amar
FORÇA: Orunmila: O destino que me guia é a vontade do bem e do amor.

No bairro da COHAB, no Recife, onde o concreto guarda memórias e o povo reinventa a beleza todos os dias, nasce um lago ...
23/01/2026

No bairro da COHAB, no Recife, onde o concreto guarda memórias e o povo reinventa a beleza todos os dias, nasce um lago simbólico feito de lágrimas, suor e esperança. É nesse espelho d’água urbano que a eterna música de Tchaikovsky ganha novos passos e um novo destino. Aqui começa a história de Odete, uma menina da comunidade, cuja vida é marcada por sonhos grandes demais para os limites impostos ao seu redor.

Desde pequena, Odete encontra na dança e na imaginação um refúgio. Ao cair da noite, quando o bairro silencia e os postes refletem luz nas poças d’água, ela se vê transformada em cisne: leve, branca e livre. Mas esse encanto não nasce do acaso. Ele é fruto de um feitiço moderno, lançado por Rothbart, que não veste capa nem carrega varinha — ele se manifesta na forma do abandono social, do preconceito, da violência e das portas fechadas. De dia, Odete é invisível; à noite, no lago da COHAB, ela voa em forma de cisne, prisioneira de um destino que não escolheu.

O tempo passa, e o lago torna-se abrigo de outros cisnes: jovens da periferia que, como Odete, resistem às dores do cotidiano com arte, afeto e solidariedade. Unidos, eles dançam sobre o asfalto, transformando o bairro em palco e o sofrimento em poesia.

É então que surge Siegfried, um jovem da própria COHAB, criado entre responsabilidades precoces e sonhos adiados. Ao encontrar Odete à beira do lago, ele se encanta não apenas com sua beleza, mas com sua história. O amor nasce simples, verdadeiro, feito de mãos dadas e promessas sussurradas sob o céu recifense. Odete revela seu feitiço e diz: só um amor fiel, capaz de enxergá-la além das aparências, poderá libertá-la.

Mas Rothbart armou sua cilada. Surge Odile, o cisne negro, representação das ilusões fáceis, dos caminhos sedutores que afastam o jovem de sua essência: o brilho falso, o sucesso imediato, a negação das raízes. Por um instante, Siegfried se deixa enganar. A dor invade o lago, e Odete sente o peso da traição, como na versão original do bal

Somos a terceira escola a desfilar! Rumo ao Grupo de Acesso em 11 de dezembro de 2020.
22/05/2020

Somos a terceira escola a desfilar! Rumo ao Grupo de Acesso em 11 de dezembro de 2020.

19/12/2019

9) JOVENS TARDES DE DOMINGO

Relembrando os grandes festivais da Jovem Guarda, a Cisne Branco traz para outubro de 1994, uma homenagem ao movimento do Ieieiê.
Anderson fizera a pesquisa nos lp's de seus pais, fanáticos de Roberto Carlos, Erasmo e Wanderleya. Presentes na homenagem também estavam Ronnie Von, Wanderley Cardoso e Martinha, com seus maiores sucessos. O carro trazia a Festa de Arromba com a homenagem aos outros não citados em alas.
Desfile plasticamente perfeito, diferente do que se viu em setembro e um segundo lugar muito comemorado.
Como somente uma escola subiu para o Especial de novembro, a Rapaziada do Brás permanecia no grupo, algo que não duraria muito tempo, como se viu em novembro.

14º FESTIVAL -“SOU JOVEM GUARDA, SOU IEIEIÊ”

É Festa de Arromba, meu povo!
É a Cisne Branco, de novo
Viajando na onda do Ieieiê
Sou Jovem Guarda, muito prazer!

Festival,
o Brás em movimento musical.
Uma juventude apaixonada
em tardes de domingo animadas
Do Tremendão , de Wandeca Ternurinha
O Rei Roberto, linda Martinha.
Garota Papo Firme, Chegou o Bom.
Canta Ronnie Von.

Parece que eu sabia,
dançava com alegria, aquele Bom Rapaz.
Na mesma praça, no mesmo banco
eu não te esquecerei jamais.

Leno e Lilian, Wanderley
Odair José, hoje eu sei
foi um sonho que não chegou ao final

19/12/2019

8) UM POEMA MUSICAL

Falando sobre os grandes poetas brasileiros e de língua portuguesa a Cisne Branco foi para a avenida em setembro de 1994. Camões, Claudio Manuel da Costa, Tomás Antônio Gonzaga, Castro Alves, Cecilia Meirelles, Manuel Bandeira, Vinicius de Moraes, Fernando Pessoa, Florbela Espanca e Carlos Drummond estavam em alas e alegorias representados.
Nada poética foi a apuração para Anderson , com a leitura de notas baixas para a parte plástica da escola e de quando em vez, retirando pontos dos quesitos de apresentação.
Um desfile que o colocou na nona posição do grupo A. Resultado pior do que o sétimo lugar do festival anterior. A mudança de postura deveria ser toma. E a Rapaziada do Brás em outubro de 1994, voltaria a brilhar.

13º FESTIVAL -“TUDO É POESIA”

Romanceiros reuniram
trovas e versos da Flor
a derradeira do Lácio que brotou.
E inspirou Camões
em seus poemas
Por um gigante sonhar,
Tudo vale a pena.
Anchieta, Manuel,
Tomás Antônio Gonzaga,
Marilia de Dirceu.
Boca do Inferno e
os Sermões de Vieira.
A Cisne Branco chegou,
oi leva eu!

Senhor Meu Deus, onde estarás?
Escute a voz de um Condor na escuridão!
O Byronismo a semear
o mal-do-século, tristeza e solidão.

Cruz e Souza, um sonhador
em Cecília a ecoar.
Olavo, um escultor
da palavra e do versar.
Carlos Drummond de Andrade,
Manuel Bandeira
Fernando Pessoa, Florbela e os seus aís
João Cabral, pedra é teu verso
E meu poetinha Vinicíus de Moraes.

Eu também sou poeta,
nesta linda noite de luar.
Trovador, seresteiro
com o Brás a desfilar.

14/10/2019

7) O FESTIVAL DOS FESTIVAIS

Para o grande festival, Anderson escolhe o melhor enredo escrito dos seis existentes, a singela homenagem a Clara Nunes. Com “O canto de um Sabiá”, a rapaziada do Brás, traz para a avenida a reedição do sétimo festival.
Se naquela oportunidade a Cisne Branco conseguiu subir para o grupo principal, porque a história não poderia se repetir?
Agora a escola viria maior devido ao crescimento de todas as entidades e o desfile seria mais rico em detalhes da vida e obra de uma das maiores cantoras do Brasil.
Mas os tempos eram outros e a disputa acirrada. Com os mesmos erros de todos os festivais a escola termina a apuração na sétima posição. Anderson conseguia se manter no grupo e não cair para o B, porém a Cisne ficava cada vez mais com a cara de uma escola de acesso. E aparentemente, o menino não estava preocupado em mudar esta face. O baque do próximo mês o faria mudar de postura.

12º FESTIVAL - “O CANTO DE UM SABIÁ” - REEDIÇÃO DO 7º FESTIVAL

Ninguém ouviu
o Canto das Três Raças.
E nem sentiu
que o mar serenou.
Então, surgiu
a voz que emocionou o Brasil.
A Claridade então se viu
fluiu um canto de amor.

Amanheceu, apareceu Menino Deus,
Conto de Areia.
Yemanjá e Ijexá,
brincando no alto-mar com a sereia.

Eis a Feira de Mangaio,
Êh Baiana!
A força da natureza
e entre elas, a lama.
E a Morena de Angola,
requebrando tão bela.
E a Portela na avenida,
tão linda, Portela.

É na palma da mão que eu quero ver,
que eu quero ver, o samba incendiar!
Cisne Branco trazendo pra você,
com muito prazer,
o canto de um Sabiá.

14/02/2019

6) BRINDANDO NO FESTIVAL

Para o décimo primeiro festival, a Cisne Branco trouxe um enredo sobre a história da bebida e o ritual de comemorar. Com o tema “Um brinde a você”, Anderson falou sobre o vinho, a cerveja, a aguardente e o champagne.
Um desfile sem maiores pretenções, como se apenas estivesse ali para participar da brincadeira. Na verdade, há tempos que a escola do Brás estava com este pensamento.
O abre alas trazia o Cisne com taças que traziam o destaque. As alas representavam as bebidas citadas e nada a mais. Com um enredo fraco e samba na mesma linha a escola ficou na sexta colocação.

11º FESTIVAL -“UM BRINDE A VOCÊ”

Desde tempos primitivos
o homem em rituais.
Aprendeu a destilar
e retirar o sabor.
Inspirações divinais
para a alegria e para a dor.
Meu Cisne Branco,
com raça e encanto vai oferecer
neste lindo festival,
um brinde a você!

Sagrado e Profano, Viva Evoé!
Chegou Saturnália, Deus Baco a reinar.
O vinho e o pão renovam minha fé.
Sangue do cordeiro, a abençoar.

Da água que passarinho não bebe
vou afogar a tristeza.
Cachaça, a aguardente da cana.
Saquê, do arroz e põe o Run sobre a mesa!
Tequila, me alucina
E o puro malte e a cevada.
October Fest, tem cerveja gelada
E no ano novo
Champagne numa noite iluminada.

Vamos brindar, chegou a hora
A minha escola outra vez a arrepiar!
É a rapaziada do Brás
fazendo esta cidade balançar.

29/01/2019

5) MUSICA CLÁSSICA DÁ SAMBA?

O símbolo da escola é um cisne e baseado nisto, Anderson conta a história de Odete e o Feiticeiro. “O lago dos cisnes” de Tchaikovsky, vira enredo e vai para a avenida São João.
O símbolo representava a Odete, amaldicoada que só podia abandonar o lago enquanto a lua se banhava em suas águas. A paixão dela pelo principe é representada pelo casal e o feiticeiro vem na fantasia da bateria.
Assim como o final da peça é triste, triste foi o resultado do desfile da escola do Brás. Infelizmente devido aos erros de plástica e evolução a escola quase cai para o Grupo B ficando apenas com a oitava posição.

10º FESTIVAL -“NO LAGO DOS CISNES”

Num castelo encantado,
uma festa a acontecer
e um príncipe enfeitiçado
pelos cisnes brancos na luz do anoitecer.
As margens do reino de um Mago
A transformação aconteceu
Odette se transforma em donzela
e o jovem seu coração prometeu.

Minha princesa, a sua maldição eu vou quebrar.
Feitiço nenhum neste mundo
o meu amor irá calar.

Enganado pela filha do vilão
a dança com um cisne negro,
por Odile a paixão.
Consolada a princesa,
aceita o seu destino.
É o fim desse sonho tão divino.

Mas o Brás, hoje resgata essa história
destrói o mago e a vitória
vem com os votos de amor.
É eterno, pleno de bondade e paz
e a Rapaziada do Brás
mostra o seu valor.

Minha bela princesinha,
vem pra avenida sambar,
na alegria do meu festival!
Cisne Branco, sacudindo
com esse cortejo musical.

29/01/2019

4) AS CAPITANIAS HEREDITÁRIAS DO BRASIL

Confuso e ambíguo, foi o enredo da Cisne Branco para o mês de maio de 1994. Primeiro porque as capitanias mostram locais e características atuais, mas termina com a ideia de primeiros passos de um país.
O samba não foi um dos melhores da escola, principalmente depois de duas grandes obras e também contribuiu para a confusão do julgamento.
As alas não podiam trazer as quatorze capitanias e muitas ficaram fundidas a uma única ala. Fora estes aspectos, na plástica e evolução da escola mais falhas, fizeram com que a escola, ficasse em sétimo lugar. Subir seria muito difícil, naquele mês, devido a São Luiz, Pavilhão e Armênia, serem as favoritas. Mas este lugar não era o esperado pelo Anderson que mudaria a forma de desfilar no próximo mês, seguindo o exemplo do desfile da Bafo do Tatu, daquele mês.

9º FESTIVAL -“UMA VIAGEM PELAS CAPITANIAS”

Brasil, linda aquarela.
Nesta viagem bela, Brás vai viajar.
Começando pelo Maranhão,
Bumba-meu-boi tradição,
Inhã-jança a assombrar.
Do Rio Grande fui parar,
dunas de sal eu avistei,
cheguei ao Ceará.
Os coquerais e as lindas praias
da Ilha de Itamaracá.

De Pernambuco, a Todos os Santos
encantos de cultura singular.
A praia de Ilhéus, tantos encantos.
Porto Seguro,
onde o Brasil vai começar.
Do São Tomé ao Espírito Santo
De São Vicente, Santo Amaro o progresso.
Santana, um rio azul,
Brasil de norte ao sul
trilhava o caminho do sucesso.

Agora é carnaval, viajo pelo mar de fantasias.
A Cisne Branco em alto astral,
relembra as capitanias.

31/12/2018

A largata rasteja, chora a sua tristeza,
Até o dia em que cria asas.
Aquele patinho feio que você tanto esnobou
Em belo Cisne se transformou.

Conta uma lenda sagrada de Oxumare,
Debaixo de um arco-Iris quem passa verá
Menina virar menino, homem em mulher
Respeite o desejo de quem quer mudar!

GRESM. Cisne BrancoGRESM. Cisne Branco Cisne Branco - 2017 - 88° FESTIVAL - " Metamorfoses"

27/12/2018

3) A ARTE DE PENSAR NA AVENIDA

Para a sua estreia no Grupo Especial, a Cisne Branco traz a Filosofia para a avenida.
Anderson era apaixonado pelos grandes pensadores e tentar representá-los na passarela com um enredo citando Sócrates, Aristóteles e Platão foi um grande achado.
O tema, do nosso ponto de vista, era original. E tinha tudo para contribuir para que a escola permanecesse no grupo. Mas não foi isso que ocorreu.
Muitos erros na evolução e devido ao tamanho maior das escolas do principal, Anderson, trouxe um desfile plástico simples e sem grandes impactos. O tamanho da escola, fez com que perdesse pontos já em penalidades e depois quesito após quesito, a escola ficou entre as quatro rebaixadas, findando na décima primeira posição e voltando ao grupo A.

8º FESTIVAL - “A FORÇA QUE TEM O PENSAMENTO”

Hoje, tem Filosofia
na avenida musical.
A República aprovou,
o Senado se formou.
É na Grécia Antiga
que eu vou viajar e aprender.
Ideias que podem me transformar
e um novo mundo conceber.

Sou Pantheon do Samba,
em acordes divinais.
Pensar, é a sabedoria humana
que me satisfaz.

Édipo,
o Oráculo preveu o seu destino.
Medeia com o seu poder divino,
porém sem dele, nunca usufruir.
Hércules, um semi-deus
que Hera desafia.
Aquiles de Atenas, supremacia
A Tróia em ruínas a cair.
Odisseu e Ulisses
Heróis, sábios guerreiros

presentes, nesta festa mitológica e bela,
ornada de alegria pelo Brás,
meu Brás.
Em paz, é Cisne Branco nesta linda aquarela,
na mente o pensamento pela paz.

Endereço

Rua Brás Pires , Cohab
Recife, PE

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