Performance Frango

Performance Frango FRANGO é uma dança que mexe com questões heteronormativas. É o pinto em crescimento. É a fragilidade reprimida no corpo. É a invenção de um bicho.

FRANGO é uma performance que dança com questões estéticas heteronormativas. Frango é o pinto que ainda não cresceu o suficiente para virar galo. É a carne macia e borrachuda. É o pivô de dietas proteicas que prometem um corpo vigoroso, belo e desejável sexualmente. É a b***a que solta a franga. É o bobo, ridículo, fracassado, desinteressante. Criação, performance e produção: Zé Reis

Provocador de criação: Eduardo Bruno

Curitiba, abril de 2017: nascia a cena PÓS-FRANGO. A imagem é da Elenize Dezgeniski e vai integrar o livro que reúne o a...
09/12/2019

Curitiba, abril de 2017: nascia a cena PÓS-FRANGO. A imagem é da Elenize Dezgeniski e vai integrar o livro que reúne o acervo de 15 anos de trabalho dessa fotógrafa assustadora. A luz é da grande Erica Takahashi.

FRANGO chega à Colômbia em agosto através da Red Nómada Artes del Movimiento. Gracias por la invitación, querides!
19/07/2019

FRANGO chega à Colômbia em agosto através da Red Nómada Artes del Movimiento. Gracias por la invitación, querides!

Desde Brasil nos trae FRANGO, una obra de danza que mueve cuestiones heteronormativas impuestas al cuerpo.
Frango significa pollo en portugués. Frango es un ser creado para el consumo. Es carne de goma. Es el fracasado. Es la invención de un bicho.

Martes 6 de agosto de 2019
8 p. m.




FRANGO estará junto a esses importantes trabalhos do DFdançando a necessidade de resistir em artefeliz 2019_____________...
28/01/2019

FRANGO estará junto a esses importantes trabalhos do DF

dançando a necessidade de resistir em arte

feliz 2019

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FESTIVAL DO TEATRO BRASILEIRO

Teatro Hermilo Borba Filho - Recife/PE

dia 6/fev

18h e 20h

Evento começa no sábado (2) e segue até o dia 14 de fevereiro, no Recife e em Camaragibe.

Mais um destino de FRANGO!*Festival do Teatro Brasileiro - Cena Distrito Federal em Pernambuco*Um festival nômade. Assim...
21/01/2019

Mais um destino de FRANGO!

*Festival do Teatro Brasileiro - Cena Distrito Federal em Pernambuco*

Um festival nômade. Assim é o Festival do Teatro Brasileiro (FTB). Na estrada desde 1999, o evento chega a Recife em 2018, trazendo na mala o que de importante está sendo feito no Distrito Federal em artes cênicas. Tendo como característica intrínseca, o caminhar, o andar, o viajar, o FTB segue levando o panorama cênico de um estado brasileiro a outro.

dia 6/fev - sessão dupla - 18h e 20h

teatro Hermilo Borba Filho

Recife/PE


Jefferson Figueirêdo José Neto Lidia Ramalho Ramalho Junior Bárbara Wagner Hilton Lacerda Mariana Pimentel Ivana Motta André Aguiar

FRANGO deseja a tod*s um lindo ano que chega. Nosso país está cindido, frágil e nervoso. Estamos diante de um período tr...
01/01/2019

FRANGO deseja a tod*s um lindo ano que chega. Nosso país está cindido, frágil e nervoso. Estamos diante de um período trêmulo para as artes, na beira de um futuro descolorido, incômodo e coberto pelo manto do medo. Já não sabemos até quando vamos continuar performando trabalhos como esse, que escolheram atravessar zonas de perigo e arriscar um campo performático provocativo. Apesar da ameaça que tenta nos arrancar da nossa missão social e nos engasga na véspera da apresentação, o mundo nos reserva canais de afeto poderosos. Estamos com os nossos - alegres, o coração ansioso, a coragem ativada, o glíter no peito, as carnes dançando, o carnaval quase aí, o desespero de cantar alto a esperança de um novo amanhã.

Feliz 2019 a tod*s nós!

> Foto: Pedro Lacerda

"É na fronteira entre o ato dionisíaco da performance, com a recepção apolínea do público, que subjaz em parte perplexa ...
30/07/2018

"É na fronteira entre o ato dionisíaco da performance, com a recepção apolínea do público, que subjaz em parte perplexa e em parte aos risos, a força que faz Frango existir. O público especializado é remetido ao célebre Beuys e suas lebres, porém, aqui em Frango, não há sutilezas como em Beuys, mas sim uma pitada bem quente de escracho, que é a meu ver o delicioso sabor de assistir Frango. Ele é uma revolta nonsense em cada ação, um bacanal de um homem só. Para mim, Frango é como um espetáculo alucinógeno, uma gota de L*D na razão humana que anseia desvendar o significado da arte, e em cada ação que Zé executa em Frango, as dúvidas são ainda mais evidenciadas, tendo o riso e o espanto como fundo. A potência de Frango está em ser totalmente despojada, ela ri de nosso espanto e zomba da nossa limitação em compreendê-la."

Élle de Bernardini / Rio Grande do Sul

Foto: Pedro Lacerda

"Seu corpo untado de óleo pelas mãos de uma espectadora lustra como a carne dourada que chegou ao ponto: desejante. O pe...
28/07/2018

"Seu corpo untado de óleo pelas mãos de uma espectadora lustra como a carne dourada que chegou ao ponto: desejante. O performer contraria. Assume tempos mortos como ao monitorar a fritura ao fundo ou assumir posturas frias, mecânicas, para logo quebrá-las em movimentos quentes, afeitos à dança contemporânea."

Valmir Santos/Teatrojornal

Luz: Ana Quintas

Foto: Pedro Lacerda

FRANGO de volta a Brasília!Para aqueles que já viram e querem mais, para aqueles que não viram e precisam ver esse devir...
07/07/2018

FRANGO de volta a Brasília!

Para aqueles que já viram e querem mais, para aqueles que não viram e precisam ver esse devir-borracha-depenado-sem cabeça-degradado-fora de si-cozido no mel e no gliter-uma noite com mastruz com leite.

Terça (10), gratuito, no Centro de Dança do DF.

A programação começa às 20h com uma mostra de videodança, segue com a obra Sem Sal Sem Açúcar, do Moisés Ferreira/RN e logo depois tem FRANGO.

Realização Cultdance

Apoio: Mastruz com Leite

Foto Cristiana Nogueira

O CORPO PODERIA SE CHAMAR AQUIEstreia dia 1°/7 às 20h * apresentação únicaCasa dos 4 (708 Norte, atrás do xique xique)En...
21/06/2018

O CORPO PODERIA SE CHAMAR AQUI

Estreia dia 1°/7 às 20h * apresentação única

Casa dos 4 (708 Norte, atrás do xique xique)

Entrada = valor sugerido de R$20,00

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Sinopse: A interrupção de uma dança, um massacre que transforma indivíduos em bonsais ou uma proposta de amor antiviolento orquestrado por uma cumbia argentina.

Direção e dramaturgia: Zé Reis

Performers: Consuelo Ferreira, Iago Gabriel, Joaquim Guilherme, Lucas Gomes, Luiza Martins, Raphael Balduzzi, Rafael Alves, Yasmin Boreli.

Som: Prismata

Luz: Yasmin Boreli

Fotógrafo: Pedro Lacerda

Vídeos: Maurício Neves

*Olhar sensível, visita especial e agradecimento amoroso: Denise Stutz.

# Classificação indicativa: 16 anos

FRANGOjunto com Flecha/Luara Learth e Corpo Afeto/Rafael Alvesdomingo às 16:30teatro conchita MID - Movimento Internacio...
26/04/2018

FRANGO

junto com Flecha/Luara Learth e Corpo Afeto/Rafael Alves

domingo às 16:30

teatro conchita
MID - Movimento Internacional de Dança

Brasília/DF

09/04/2018

SUDA - Encuentro Internacional de Danza de Valparaíso

07/12/2017

# Mais uma crítica de FRANGO #

Por Edson Jr.

Esperei com um pouco de paciência para ver o espetáculo “Frango” com José Reis, intérprete criador piauiense radicado em Brasília. Vi na noite de ontem (01/12) dentro do Festival Nacional de Teatro no Piauí - Floriano.
Foi uma das melhores sensações já sentidas. Nele, o contido em nada se contém de tanta energia positiva (?) sobre o sombrio mecanismo hedonista.

Zé avança no discurso contemporâneo sobre o culto à beleza e ao corpo com a simbologia de um frango em ação. Ação essa tão grande a ponto de deixar qualquer um embasbacado por sua visão completa, diria lúcida, sobre o homem atual. Erroneamente ouvi falar sobre essa “performance”. Na realidade ainda julgamos mal o trabalhão que é a pesquisa alheia e os resultados obtidos.

De tão leve e fácil compreensão, “Frango” é o mais complexo trabalho contemporâneo em circulação. Do lado de cá, “eu plateia” me vi sendo fritado como os cães veem um frango nas chamadas “TV de cachorro”, ainda que não seja essa a proposta, o máximo de seu desempenho é o corpo inteiro dizendo sobre o inverso da beleza.

Quando se trata da esterilização humana por meio de tantos hormônios injetados e a capacidade destrutiva da essência humana ante ao desejo desenfreado de dizer apenas o nome e não o sobrenome de quem realmente somos, ou seria mesmo o contrário? E estamos conjeturando sobre uma forma messiânica do homem?

“Frango” nos faz cair na real sobre os muitos “eu”s não existentes dentro de uma caixa de maquiagem. Belos enfeites de parede.
A mescla do ritmo sarcástico desprovido de uma lição moralista faz desde o universo masculino ao feminino até a humanidade em toda a sua complexidade.
Um compêndio de sensações e visões podem ser descritas e debatidas na visão periférica e central de “Frango”.

De uma técnica perfeita da expressão corporal, José Reis dá um grande salto no entendimento sobre o que é falar sem a fala. Igualmente no Piauí nos remete a “A Rosa” de Débora Radassi e “Permanência” de Datan Izaká e Nayara Fabrícia, com a mesma linguagem artística. Zé desconstrói uma imagem "(des)classificante” sobre o que vem a ser uma obra contemporânea: aquela ideia maçante de que são obras (não) inteligíveis. Que nada! A pupila dilata - para o velho/novo método de chegar a um discurso maior que a própria obra.

Endereço

Rua Do Apolo, 121
Recife, PE

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