Sambadeiras de Bimba

Sambadeiras de Bimba Fernanda Machado está a frente do coletivo Cultural Sambadeiras de Bimba Filhas de Biloca,

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14/05/2026

Repost.
Na abertura do seminário “Raça e Gênero no Centro das Relações Internacionais do Brasil”, realizado nesta quarta-feira, 13 de maio, no Instituto Rio Branco, Carolina Almeida, assessora internacional do Geledés – Instituto da Mulher Negra, fez uma das intervenções mais densas politicamente já realizadas dentro de um espaço oficial da diplomacia brasileira. Representando a filósofa e fundadora de Geledés, Sueli Carneiro, Almeida retirou raça e gênero do lugar historicamente secundário ocupado nas relações internacionais para situá-los nas disputas por poder, financiamento, desenvolvimento e governança global.

🔗 Saiba mais em nosso Portal: www.geledes.org.br

02/05/2026

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🗞️O babalorixá Ode Tokan, liderança do Ilê Asé Obá Odé Okoolo, publicou um vídeo nas redes sociais que tem repercutido entre praticantes das religiões de matriz africana. Na fala, ele orienta pessoas trans a frequentarem apenas terreiros onde suas identidades de gênero sejam reconhecidas e respeitadas, inclusive durante o jogo de búzios.

O posicionamento dialoga com uma polêmica já existente dentro do meio religioso, em que alguns sacerdotes defendem que, no jogo, é identificado apenas o s**o atribuído ao nascimento, desconsiderando a identidade de gênero atual da pessoa.

Diante disso, o babalorixá chama atenção para a incoerência de alguns espaços que, por um lado, não reconhecem pessoas trans em rituais e processos espirituais, como consultas no jogo, iniciações e confirmações, mas, por outro, as aceitam em momentos como contribuições financeiras, participação em obrigações e apoio às atividades da casa.

A fala reacende o debate sobre acolhimento, respeito e coerência dentro dos terreiros, levantando discussões sobre como tradição e inclusão têm sido conduzidas nas religiões de matriz africana.

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01/05/2026

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Nos Estados Unidos, a lógica racial sempre foi de separação. O que muitos chamam de “identidade” lá foi construído em cima de um sistema de segregação que, mesmo depois do fim oficial do Apartheid (no sentido histórico mais amplo de separação racial), ainda ecoa nas relações sociais: branco de um lado, preto de outro. Isso impacta diretamente como as pessoas entendem ancestralidade e espiritualidade. Se você cresce numa estrutura que corta suas raízes, é natural que você acredite que não tem acesso a elas. Agora, no Brasil, a história foi outra — violenta, forçada, mas profundamente miscigenada. Aqui, as linhas de ancestralidade se cruzam o tempo todo. Existe sangue africano, indígena e europeu atravessando gerações, muitas vezes sem nome, sem registro, sem reconhecimento. E é exatamente por isso que a relação com os orixás não pode ser tratada de forma rasa. Não é sobre cor da pele. É sobre raiz, responsabilidade e consciência. Mas também não adianta querer reivindicar espiritualidade sem base. Não adianta dizer que tem ligação com orixá e não conhecer o próprio Ori, não cultuar ancestralidade, não ter prática. Espiritualidade exige estudo, vivência e postura. E é por isso que eu estou abrindo a Imersão Poderes das Raízes — dias 22, 23 e 24. Essa imersão é para quem: — quer entender a sua espiritualidade com profundidade. — quer aprender a cuidar do próprio Ori. — quer construir uma relação real com a ancestralidade. — quer sair da teoria e viver de verdade com os mecanismos práticos da fé sem ilusão ou cegueira. Porque no fim das contas, não é sobre dizer que tem ou não tem. É sobre estar preparado para sustentar o que carrega. QUANDO ORI NÃO QUER, NADA ACONTECE!

Via:.gregorio

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No Dia do Trabalhador, é essencial reverenciar e homenagear nossas mestras, mães, jibonãs e mães criadeiras. Embora cada...
01/05/2026

No Dia do Trabalhador, é essencial reverenciar e homenagear nossas mestras, mães, jibonãs e mães criadeiras. Embora cada nação tenha sua própria nomenclatura, todas essas mulheres representam a interseccionalidade e pluralidade de saberes, exercendo incansavelmente a mesma função em diferentes territórios tradicionais: cuidar, ensinar e direcionar.
Nossas mães criadeiras são verdadeiros patrimônios vivos, bibliotecas inesgotáveis e psicólogas inigualáveis. Elas desempenham um papel fundamental nos terreiros, transmitindo conhecimentos ancestrais e fortalecendo nossas comunidades.
NA FOTO ACIMA MINHA YALORIXA RUTH DE OGUN, E MINHA MÃE PEQUENA DIJÉ DE NANÃ, MINHA MÃE CRIADEIRA JÁ FALECIDA MÃE LUZIA DE OXUMARE ( EN MEMÓRIA)
Neste dia, lembre-se de que você é quem é porque elas foram, são e sempre serão parte vital da nossa existência. Que possamos valorizar e reconhecer a importância dessas mulheres em nossas vidas e na preservação de nossas culturas.

  .da.ancestralidade..Trançar nunca foi só estética.É memória, é tecnologia, é criação — é conhecimento vivo.Quando fala...
29/04/2026

.da.ancestralidade..
Trançar nunca foi só estética.
É memória, é tecnologia, é criação — é conhecimento vivo.

Quando falamos do ofício das trancistas, falamos de mulheres que constroem linguagens, produzem formas e sustentam, todos os dias, redes de afeto, troca e identidade. Ainda assim, esse saber segue sendo invisibilizado, reduzido ou tratado como algo menor.

É assim que o racismo opera: apagando a inteligência, a sofisticação e a potência dos conhecimentos produzidos por pessoas negras.

Por isso, nomear importa.
Reconhecer as trancistas como produtoras de cultura e conhecimento é disputar narrativas, ampliar o que entendemos como tecnologia e afirmar que esse saber é central — não periférico.

É nesse movimento que o Tranças no Mapa atua: mapeando, registrando e dando visibilidade a essas histórias, fortalecendo redes e contribuindo para que esse legado seja reconhecido como parte fundamental da construção social e cultural do país.

Valorizar uma trancista é reconhecer um legado.
E reconhecer também é transformar.

Este projeto é financiado pelo Fundo de Apoio a Cultura do Distrito Federal, Lei Paulo Gustavo DF e Fundação Banco do Brasil

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Carrossel com 6 imagens sobre o ofício de trançar cabelos afros. As imagens mostram mulheres negras em roda de conversa, em processos de escrita e em espaços de formação, intercaladas com artes gráficas coloridas com textos. As mensagens destacam que trançar é conhecimento, que o ofício envolve tecnologia, memória e pertencimento, e que trancistas são protagonistas de inovação cultural. A última imagem afirma que invisibilizar esse saber reforça o racismo e apaga sua dimensão tecnológica, enquanto dar visibilidade fortalece narrativas e reconhece a centralidade da cultura negra. Todas as imagens apresentam logotipos institucionais na parte inferior.

25/04/2026

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Cultura é trabalho e cidadania!

O MinC e o deram um passo histórico ao firmar um protocolo de intenções que reconhece ocupações das culturas tradicionais e populares no Cadastro Brasileiro de Ocupações (CBO).

A iniciativa garante visibilidade, direitos e valorização para mestres e mestras da cultura popular.

Também foi lançada a Trilha Formativa de Gestão Cultural, fruto da parceria entre MTE e Senac, ampliando oportunidades de qualificação para os trabalhadores da cultura.

🌻 Quando a cultura avança, o povo caminha junto.Celebramos um passo importante para quem vive, cria e sustenta a cultura...
24/04/2026

🌻 Quando a cultura avança, o povo caminha junto.
Celebramos um passo importante para quem vive, cria e sustenta a cultura todos os dias. A união entre o Ministério da Cultura, o Ministério do Trabalho e Emprego e o Senac abre novos caminhos de formação em Gestão Cultural, ampliando o acesso ao conhecimento e fortalecendo a economia criativa no Brasil.
Para nós, que viemos dos saberes do corpo, do samba, do terreiro e da ancestralidade, é fundamental ver os fazedores e fazedoras da cultura popular sendo reconhecidos, valorizados e incluídos nas políticas públicas, inclusive com o debate sobre a entrada de mestres e mestras no Código Brasileiro de Ocupações.
Seguimos acreditando que cultura também é trabalho, é renda, é dignidade e é futuro. Que essas iniciativas cheguem às quebradas, aos quilombos, aos terreiros e aos pontos de cultura espalhados pelo país.
Axé, resistência e formação para quem faz a cultura acontecer! ✊🏾🎭🥁
EconomiaCriativa MestresEMestras CulturaÉTrabalho

23/04/2026

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A Audiodescrição é um recurso de acessibilidade que deve priorizar objetividade e garantir acesso à informação visual. No vídeo, apresento orientações sobre como utilizá-la de forma adequada. Quer aprender?
Descrição: no video, Isa uma mulher negra em plano médio, blusa verde, brincos de argola e microfone de lapela. Fundo interno desfocado com cortinas escuras e lâmpada acesa. Há legendas e intérprete de Libras.

* Captação maravilhosa da *

REPOST:.flor instigante livro "Raça Social: uma leitura da racialidade brasileira", da querida Bárbara Carine, nos chega...
20/04/2026

REPOST:.flor instigante livro "Raça Social: uma leitura da racialidade brasileira", da querida Bárbara Carine, nos chega em um momento em que o debate racial está cheio de tensões que, em parte, se dão por um misto de ignorância e falta de vontade de se apropriar do acúmulo de conhecimento produzido pela intelectualidade negra e indígena, seja nos movimentos sociais, seja na pesquisa acadêmica. Por outro lado, essas tensões têm sido fomentadas por uma resposta da lógica ra***ta da branquitude aos avanços dos direitos conquistados pelos povos negros e indígenas nos últimos anos.

O livro faz uma apresentação panorâmica do debate racial brasileiro nas últimas décadas, de uma maneira acessível para públicos não acadêmicos - sem simplismos ou desonestidades intelectuais -, ao mesmo tempo em que se posiciona em relação ao contexto do fomento dessas tensões nas redes sociais. Por isso, é uma ferramenta importante para quem se perdeu no meio da profusão de informações rasas e desinformações que as redes têm reverberado e também um material precioso para usarmos em formações para apresentarmos esse cenário mais amplo, na forma de "uma leitura da racialidade brasileira", como nomeado pela própria autora.
Apresenta e explora dados e conceitos, articulando as dimensões do pensamento científico e filosófico que compõem a formação de Bárbara. Com isso, traz de modo sintetizado, mas não simplificador, uma série de indicadores que mostram os legados das formas de desumanização do racismo escravista colonial em nosso presente, impactando as populações negras e indígenas, refletindo sobre esses dados e nos convocando à ação antirra***ta.
É um trabalho corajoso, enfrentando uma das partes dessa tensão do debate em torno do que a autora chamou de "movimento neopardo", que, a partir das redes sociais, tem bagunçado ainda mais o cenário do ainda frágil caminho de busca da equidade racial. Sem fugir do complexo problema ligado com a mestiçagem e sem esquecer da presença da descendência indígena no fenômeno, o livro aparece como uma crítica interessante para as consequências desse movimento neopardo e suas proximidades com a lógica ra***ta da branquitude.

Vale muito a pena a

17/04/2026

O encontro Povos Tradicionais de Matriz Africana na PNCV – Edição Sul com o coração pulsando forte e a certeza de que o que vivemos aqui não termina… continua em cada um de nós. ✨

Foram momentos de escuta, troca, aprendizado e, principalmente, de fortalecimento ancestral. Cada fala, cada abraço, cada partilha reafirmou a potência das nossas raízes e a importância de caminharmos juntos.

Nosso muito obrigado a todas as pessoas que fizeram parte desse encontro, vocês são a força que move e sustenta essa construção coletiva. 🖤


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Endereço

Porto Alegre
83707050

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