tem como nomes permanentes os artistas biAh weRTHer e André Arieta. A cada projeto inúmeros artistas passam pelo ambiente do coletivo, agregando e tornando viáveis a realização dos filmes, trilhas sonoras, expos, 'ocupações' e etc.
.Cinema8ito.. inicia como apenas Cine8 em 2001 (ou 2000 ??). Voltado para produção, difusão, debate e experimento, o coletivo funcionou como um agregador de artista
s independentes. A trajetória, além dos filmes e trampos VJ, começa com um e-zine e uma revista, a Cine8. Depois veio a segunda maior lista de discussão de cinema do Brasil, a lista Cine8, que ficou obsoleta quando
as redes sociais passaram a substituir a lentidão dos e-mails esperando pra ser liberados.
**Nos primeiros anos, como ativista sem fins lucrativos, entre as muitas ações estiveram o cine.clube.8ito , o Cineclube Virtual e *Flõ festival do livre olhar*, um festival itinerante voltado para a vídeo-arte, transmídia e artes integradas. O FLõ reunia cinema experimental, fotógrafos e artistas de novas tecnologias em uma grande edição competitiva, depois acontecia em várias cidades do Brasil, tendo ainda ocorrido várias vezes no exterior, em cidades como Barcelona e Tokyo. O FLõ foi o primeiro festival a renegar critéirios como data de produção e separação de suportes. Foi o primeiro festival a excluir o tempo e o espaço de seu edital, recebendo filmes experimentais de qualquer língua sem usar legendas. E o FLõ foi o primeiro festival a exibir filmes realizados com celular e cameras de segurança. Os filmes eram exibidos em qualquer suporte, competindo igualmente pelos prêmios absolutamente subjetivos, fugindo de critérios entre "bom e ruim", "melhor e pior".
**Quando o núcleo passou a ter uma atividade profissional e não abrir mão de cachês para se manter com qualidade e pela dedicação integrar de seus sócios à arte, nasceram projetos como o itinerante é o Cinema na Mochila, uma espécie de extensão do FLõ, com o mesmo caráter idealista na luta por levar cinema experimental para todo o público possível. O projeto já levou mostras comentadas e/ou oficinas por todo o Brasil e também pra o exterior, a partir de parcerias com outros coletivos do mesmo perfil. Realizador de filmes experimentais exibidos em circuito independente e em festivais. Entre os mais de 40 filmes estão trabalhos em todos os suportes, de super 8, 16 mm, 35 mm, MIniDV, HDV e mídias móveis.
**Como realizador, o coletivo foi premiado em festivais, e teve filmes exibidos em muitos países, como Inglaterra, Espanha, França, Suíça, Canadá, Japão, entre outros. Um pouco da Filmografia: Suco de Tomate (35mm), prêmio de roteiro do IECINE-RS, O Fim (super 8) Prêmio pela linguagem em Gramado, Pornografia (intervenção na película super 8), Prêmio do Júri Popular em Londrina, A verdade às vezes mancha (16mm), Prêmio de Montagem e do Júri Popular on Line em Vitória, Lilith... a última viagem do século (super8), Self (intervenção na película super 8) Prêmio pelo conjunto da obra em Campinas, UMA (DV), Borboletas no Estômago (MiniDV), Cantilena (MiniDV), BITOLS, dirigido por André Arieta, primeiro longa-metragem dos 8itos, que tem sido um sucesso de crítica e cuja distribuição é totalmente independente, num formato que está mudando os paradigmas do circuito de exibição no Brasil.
**ATUALMENTE, além do projeto de distribuição do BITOLS, venda dos dvds dos filmes e de produtos relativos aos filmes o coletivo tem vários curtas em andamento e novos planos para exibição. Entre os filmes em fase de finalização está o 16 mm DANS[s]A.
*Outros projetos importantes, realizados com parcerias dos estúdios pessoais dos sócios e de coletivos amigos são a Casa Mágica, Nelson Realista e Projeto Kino e FBI. Todos estes planos são de artes integradas, performances e convergência de mídias, já que o núcleo sempre procura atuar misturando tecnologias, usando a internet como parte primordial através de transmissão ao vivo, filmes interativos, e tudo o que a criatividade junto com as novas tecnologias podem propiciar ao artista como expressão e ao público como interação.