B R O N Z E

B R O N Z E Bronze is a project space for contemporary art in Porto Alegre - Brazil

RESIDÊNCIA ARTÍSTICA Seja bem vinda  ✨Nesta semana, MARIEH inicia sua residência artística na Bronze, dando continuidade...
17/03/2026

RESIDÊNCIA ARTÍSTICA

Seja bem vinda ✨

Nesta semana, MARIEH inicia sua residência artística na Bronze, dando continuidade a um percurso de investigação que atravessa corpo, cultura popular e regimes de valor contemporâneos.

Artista que transita entre música, performance e artes visuais, MARIEH constrói uma trajetória marcada por forte circulação internacional, presença intensa em palco e uma pesquisa estética que tensiona o funk a partir de uma atitude provocante e política.

Entre o gesto performativo e o procedimento fotográfico, a residência se configura como um espaço de travessia que conecta música e arte contemporânea, desejo e política, visibilidade e invenção.

A série será desenvolvida como uma investigação sobre corpo, classe, pertencimento e circulação de símbolos, expandindo uma imagem inaugural criada no contexto de um videoclipe para um campo mais amplo de experimentação artística.

Assim, o corpo torna-se território de fricção e criação, um lugar onde imaginários se encontram, signos são deslocados e novas narrativas estéticas podem emergir.

𝗥𝗘𝗦𝗜𝗗Ê𝗡𝗖𝗜𝗔 𝗦𝗨𝗧𝗜𝗟- 𝗖𝗢𝗥𝗣𝗢, 𝗡𝗔𝗧𝗨𝗥𝗘𝗭𝗔 𝗘 𝗥𝗘𝗧𝗢𝗥𝗡𝗢Hoje temos a alegria de reinaugurar nossas residências recebendo a artista Ca...
31/10/2025

𝗥𝗘𝗦𝗜𝗗Ê𝗡𝗖𝗜𝗔 𝗦𝗨𝗧𝗜𝗟- 𝗖𝗢𝗥𝗣𝗢, 𝗡𝗔𝗧𝗨𝗥𝗘𝗭𝗔 𝗘 𝗥𝗘𝗧𝗢𝗥𝗡𝗢

Hoje temos a alegria de reinaugurar nossas residências recebendo a artista Carina Sehn, com a Residência Sutil — Corpo, Natureza e Retorno. As residências são a nossa essência, pontes de conexão, imersão e criação, — o nosso ponto zero. Foi com elas que começamos nossa história, lá em 2018.

Depois de uma década dedicada à escuta profunda e ao cuidado humano, Carina retorna à arte com outro corpo — um corpo-terra, corpo-condutor, corpo sensível.
A Residência Sutil nasce como travessia entre o terapêutico e o poético, entre a escuta clínica e a escuta da natureza.
“Aprendi que cada gesto, cada respiração, cada silêncio é também uma forma de cura.”

Durante este período, a artista propõe permanecer em silêncio e ouvir “a energia dos elementos, o som das matérias, o movimento interno de tudo que é vivo”.

Um reencontro entre arte e saúde, gesto e espírito, corpo e potência vibrante — onde o visível e o invisível voltam a dançar juntos.

DECIFRA-MEArtista Letícia Lopes .lopes_____Curadoria Laura Cattani Luz Alexandre Fagundes Sonoridade Touchesounds  ( & )...
20/10/2025

DECIFRA-ME
Artista Letícia Lopes .lopes_____
Curadoria Laura Cattani
Luz Alexandre Fagundes
Sonoridade Touchesounds ( & )
Designer/Comunicação Luis de Boni
Obrigada à todes que estiveram conosco nessa tarde/noite de abertura.
Agradecimento especial aos apoiadores e parceiros
.destilaria

Fotos Luciano Spinelli

01/10/2025

A Bronze Residência apresenta “Decifra-me”, individual de .lopes_____, com curadoria de . A mostra reúne desenhos da série Suíte Esfinge, exibida na 14ª Bienal do Mercosul, junto a obras inéditas — cenas que oscilam entre miragem e alucinação, desafiando nossa percepção.

A abertura marca a reativação do espaço e contará com ação performativa participativa, ampliada pela sonografia do duo ( + Fozzie Love a Lott ), que mistura disco e house em narrativa descontraída.

Bar com drinks artesanais .destilaria e vinhos naturais .
Dresscode: venha com um look que dialogue com o mistério e a fantasia da mostra.

📅 11/10 (sábado)
⏰ 16h–22h
📍 Bronze Residência – R. Duque de Caxias, 444

Realização —
Sonografia —
Apoio — .destilaria

É hoje! Ainda tem algumas horas para se inscrever e participar(link na bio)!O Simpósio internacional Arquivos Vivos/ Arc...
27/04/2022

É hoje! Ainda tem algumas horas para se inscrever e participar(link na bio)!
O Simpósio internacional Arquivos Vivos/ Archives Vivantes propõe uma reflexão sobre os processos de conservação e difusão da memória das artes vivas.

Programação:
Mesa 1: 27/04, às 10h (BR) - 15h (FR)
RE-PERFORMANCE
Quais as questões que emergem da prática da re-performance na performance art e nas demais artes performativas? Teria a re-performance um papel de preservação da performance arte?
Participantes: Daniela Labra e Lucio Agra

Mesa 2: 28/04, às 10h (BR) - 15h (FR)
DOCUMENTAÇÃO PERFORMATIVA
Experiência de acessar um evento performativo pela documentação. É possível preservar a vida de um evento performativo (teatro, dança, circo, performance arte etc) através de sua documentação?
Entrevista com Éric Mangion , por Rodrigo Scalari e Andressa Cantergiani

Mesa 3: 29/04, às 10h (BR) - 15h (FR)
ARTISTA E SUA OBRA
Perspectiva do artista sobre documentação e preservação do seu trabalho em performance e nas artes vivas. Como artista do corpo, como se dá a documentação e qual a importância dela para o seu trabalho?
Participantes: Andressa Cantergiani e Fabiana Ex-Souza.
Mediação: Laura Cattani

Organizadores(as):
Drª Andressa Cantergiani
Drª Laura Cattani
Dr Rodrigo Scalari
Realização:
CONSULADO GERAL DA FRANÇA EM SÃO PAULO
BRONZE RESIDÊNCIA
TORUS INSTITUTO CULTURAL
Apoio:
Instituto de Artes da UFRGS
Pró-Reitoria de Extensão UFRGS
Pinacoteca Barão Santo Ângelo UFRGS
LIRA – Laboratoire International de Recherches en Arts / Sorbonne Nouvelle - Paris 3
Galeria A Sala – UFPel

Organização, produção divulgação e mediação:Andressa Cantergiani Doutora em Poéticas Visuais pela Universidade Federal d...
25/04/2022

Organização, produção divulgação e mediação:

Andressa Cantergiani
Doutora em Poéticas Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul/BR. Gestora da Bronze Residência.

Rodrigo Cardoso Scalari
Doutor em Estudos Teatrais pela Université Paris 3 - Sorbonne Nouvelle

Laura Cattani
Laura Cattani é artista sob o pseudônimo Doutora em Poéticas Visuais pelo PPGAV/UFRGS

Mesa 3:  29/04, às 10h00 (BR)- 15h00(FR)ARTISTA E SUA OBRAPerspectiva do artista sobre documentação e preservação do seu...
25/04/2022

Mesa 3: 29/04, às 10h00 (BR)- 15h00(FR)
ARTISTA E SUA OBRA
Perspectiva do artista sobre documentação e preservação do seu trabalho em performance e nas artes vivas. Como artista do corpo, como se dá a documentação e qual a importância dela para o seu trabalho?

Participantes: Andressa Cantergiani e Fabiana Ex-Souza.
Mediação: Laura Cattani e Rodrigo Scalari
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FABIANA EX-SOUZA
Artista-Performer afro-brasileira, Fabiana Ex-Souza vive em Paris desde 2010. Desenvolve uma prática transdisciplinar, combinando performance, vídeo, instalação e fotografia, particularmente interessada no uso de materiais do mundo vegetal em suas obras. Em 2014, atenta às questões relacionadas com a diáspora africana, ela se dá o direito, por autodeterminação poético-política, de expurgar seu nome de escrava, tornando-se assim Ex-Souza. Depois desse momento fundador, os processos de cura, herdados de sua avó ameríndia, tornaram-se para ela um campo de estudo e de aprofundamento para implantar uma prática artística ligada à ecologia do cuidado. Em particular, ela investe a noção de "órgão político" para refletir sobre a reatualização dos arquivos, reparos, transmissão e os processos de "transmutação" do que a artista chama de "objetos fantasmas".
ANDRESSA CANTERGIANI
Artista e pesquisadora multimídia transdisciplinar e performer. Vive entre Berlim e Porto Alegre. Doutora em Poéticas Visuais pelo PPGAV-UFRGS, mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP e graduada em Artes Cênicas pelo DAD/UFRGS.
Membro do Insurgencias.net. Estudou Performance na UDK -Universidade de Artes de Berlim. Doutorado Sanduíche University of Applied Sciences and Arts- Hoschulle Hanover --Alemanha. Ela é a gestora da BRONZE Residência e da galeria Península, em Porto Alegre. É curadora e educadora do PPPP [Programa de Performance Pública Península], premiado duas vezes pelos editais da FAC ProculturaRS, da FUMPROARTE, Atelier Livre POA e Prêmio Açorianos como melhor Projeto de Divulgação e Inovação Cultural. Prêmio FUNARTE MINC Brasil Cultura-Lisboa e CDEA- Centro de Cultura Europeia e Alemã. Desenvolve agora uma pesquisa de weltoffenes Berlin em colaboração com Neue Häeute e.v.

Mesa 2:  28/04, às 10h00 (BR)- 15h00(FR)  DOCUMENTAÇÃO PERFORMATIVAExperiência de acessar um evento performativo pela do...
25/04/2022

Mesa 2: 28/04, às 10h00 (BR)- 15h00(FR)
DOCUMENTAÇÃO PERFORMATIVA
Experiência de acessar um evento performativo pela documentação. É possível preservar a vida de um evento performativo (teatro, dança, circo, performance arte etc) através de sua documentação?

Entrevista com Éric Mangion, por Rodrigo Scalari e Andressa Cantergiani
Mediação: Andressa Cantergiani, Laura Cattani e Rodrigo Scalari
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ERIC MANGION
Eric Mangion é diretor do Centro Nacional de Arte Contemporânea da Villa Arson desde 2006. Notadamente ele programou um ciclo expositivo concebido a partir de práticas efêmeras (sonoras, poéticas ou performáticas): Ne pas jouer avec des chooses mortes , 2008, Poésie Action de Bernard Heidsieck , L'Encyclopédie de la Parole e Le temps de l'écoute , 2011 e À la vie délibérée ! , 2012.De 1993 a 2005 dirigiu o Frac Provence-Alpes-Côte d'Azur onde concentrou parte da coleção em obras progressivas a partir de elementos genéricos. Em torno desse eixo, produziu as exposições Ugo Rondinone , 2001, Christophe Berdaguere Marie Péjus , 2001, La Société Perpendiculaire, 2002, Patrick Van Caeckhenberg, 2003, Björn Dalhem , 2004, Tatiana Trouvé , 2005 ou Self in Material Conscience na Sandretto Foundation em Turim em 2002. Foi também o diretor artístico do Spring Festival de setembro para a edição de 2010 Une forme pour toute action e curador associado do Festival Live in Vancouver em 2011. Por fim, desde 2009 investiga o desaparecimento como gesto artístico, seja ocultação, encobrimento, destruição, roubo, vandalismo ou puro e simples desaparecimento do artista. Apoiando-se na pintura de Robert Rauschenberg, Erased De Kooning de uma perspectiva histórica, ele pretende analisar como o desaparecimento acompanha teórica e formalmente a criação de nosso tempo.

Mesa 1:  27/04, às 10h00 (BR)- 15h00(FR) RE-PERFORMANCE Quais as questões que emergem da prática da re-performance na pe...
25/04/2022

Mesa 1: 27/04, às 10h00 (BR)- 15h00(FR)
RE-PERFORMANCE
Quais as questões que emergem da prática da re-performance na performance art e nas demais artes performativas? Teria a re-performance um papel de preservação da performance arte?

Participantes: Daniela Labra e Lucio Agra
Mediação: Andressa Cantergiani, Laura Cattani e Rodrigo Scalari
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DANIELA LABRA
Daniela Labra é curadora de artes visuais, pesquisadora e crítica de arte. Graduou-se em Teoria do Teatro pela Uni-Rio. Doutora em História e Crítica da Arte pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro com a tese: Legitimação internacional da Arte Brasileira, análise de um percurso: 1940-2010, vencedora do Prêmio Gilberto Velho de teses, 2015. Pesquisadora Pós-doutora na Escola de Comunicação da UFRJ, 2016. Atua principalmente nos temas: arte brasileira, processos históricos e estéticos latino americanos, performance, arte e política.
LUCIO AGRA
Lucio Agra - professor, ensaísta, pesquisador, artista. Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC SP é professor da UFRB (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia), no Cecult (Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas). Há muitos anos milita artisticamente sobretudo na performance, com ramificações na música, no teatro, na poesia e nas artes visuais.Foi co-curador de vários dos Festivais Perfor (2010-2017) em São Paulo, à frente da BrP (Associação Brasil Performance) além de atuar nessa função em exposições no Brasil e no exterior. Apresentou performances em Festivais em vários estados brasileiros e em vários países. Tem artigos publicados em revistas e livros (coletâneas) e quatro livros publicados, sendo o mais recente "Décio Pignatari - a vida em noosfera" para a Coleção Sapientia da Educ (Editora da PUC SP, 2018). https://www.youtube.com/c/LucioAgra-arteaovivo

Laura Cattani é artista sob o pseudônimo Ío, curadora e pesquisadora, Bacharel em Artes Cênicas, Mestre e Doutora em Poé...
23/04/2022

Laura Cattani é artista sob o pseudônimo Ío, curadora e pesquisadora, Bacharel em Artes Cênicas, Mestre e Doutora em Poéticas Visuais pelo PPGAV/UFRGS com doutorado-sanduíche na UPJV (França), indicada ao Prêmio Capes de Tese 2018, e pós-doutorado no PPGAV/Unb. Idealizadora do Instituto Cultural Torus. É professora substituta no Centro de Artes da UFPel, onde coordena a Galeria A Sala. É curadora convidada da Galeria Maria Lucia Cattani e curadora adjunta da 13ª. Bienal do Mercosul. Realizou exposições em diversas cidades do Brasil bem como Uruguai, Argentina e França. Sua obra compõe o acervo de instituições como o Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, Fundação Vera Chaves Barcellos, Coleção Casa Niemeyer, Museu de Arte do Rio de Janeiro, MARGS e MMAM. Atua como agente cultural para promover a difusão e valorização da Arte Contemporânea como instrumento para reflexão, questionamento e transformação.

ERIC MANGIONEric Mangion é diretor do Centro Nacional de Arte Contemporânea da Villa Arson desde 2006. Notadamente ele p...
23/04/2022

ERIC MANGION
Eric Mangion é diretor do Centro Nacional de Arte Contemporânea da Villa Arson desde 2006. Notadamente ele programou um ciclo expositivo concebido a partir de práticas efêmeras (sonoras, poéticas ou performáticas): Ne pas jouer avec des chooses mortes , 2008, Poésie Action de Bernard Heidsieck , L'Encyclopédie de la Parole e Le temps de l'écoute , 2011 e À la vie délibérée ! , 2012.De 1993 a 2005 dirigiu o Frac Provence-Alpes-Côte d'Azur onde concentrou parte da coleção em obras progressivas a partir de elementos genéricos. Em torno desse eixo, produziu as exposições Ugo Rondinone , 2001, Christophe Berdaguere Marie Péjus , 2001, La Société Perpendiculaire, 2002, Patrick Van Caeckhenberg, 2003, Björn Dalhem , 2004, Tatiana Trouvé , 2005 ou Self in Material Conscience na Sandretto Foundation em Turim em 2002. Foi também o diretor artístico do Spring Festival de setembro para a edição de 2010 Une forme pour toute action e curador associado do Festival Live in Vancouver em 2011. Por fim, desde 2009 investiga o desaparecimento como gesto artístico, seja ocultação, encobrimento, destruição, roubo, vandalismo ou puro e simples desaparecimento do artista. Apoiando-se na pintura de Robert Rauschenberg, Erased De Kooning de uma perspectiva histórica, ele pretende analisar como o desaparecimento acompanha teórica e formalmente a criação de nosso tempo.

Endereço

Porto Alegre, RS
90010-280

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