Galeria Clima POA

Galeria Clima POA A Galeria Clima representa grandes artistas contemporâneos brasileiros de linha construtivista.

Vera Chaves BarcellosOn Ice . Fotografia impressa com pigmento mineral sobre papel 100% algodão . 110x110cm . 1978 . Edi...
24/04/2026

Vera Chaves Barcellos

On Ice . Fotografia impressa com pigmento mineral sobre papel 100% algodão . 110x110cm . 1978 . Edição 1 de 3 (+1 PA) . Emoldurada com vidro museológico

Vera Chaves Barcellos (Porto Alegre, 1938) construiu uma trajetória sólida e internacional, articulando produção artística, formação no exterior e atuação institucional.

Iniciou sua pesquisa nos anos 1960 na gravura, após estudos na Europa, e aprofundou-se em fotografia e técnicas gráficas em Londres. Em 1976, integrou a representação brasileira na Bienal de Veneza com Testarte.

A partir dos anos 1970, desenvolveu uma obra alinhada à arte conceitual — posteriormente expandida para instalações multimídia — ao mesmo tempo em que teve papel estruturante na cena contemporânea do sul do Brasil, como cofundadora do Nervo Óptico, do Espaço N.O. e da galeria Obra Aberta.

Participou de quatro edições da Bienal de São Paulo e de importantes exposições no Brasil e no exterior.

Entre tantas exposições importantes, destaques para mostras como Panorama da Arte Brasileira (1997), Território Expandido (2000) e Sem Fronteiras (2001), além das individuais O Grão da Imagem (2007) e Imagens em Migração (2009), no MASP. Em 2017, integrou a exposição Radical Women: Latin American Art 1960–1985, no Hammer Museum e no Brooklyn Museum, NY. Em 2023, teve retrospectiva na Fundação Iberê Camargo.

Em 2005, fundou a Fundação Vera Chaves Barcellos, referência na preservação e difusão da arte contemporânea, consolidando também sua atuação institucional. Atualmente, a possui o maior acervo de arte contemporânea do Rio Grande do Sul, catalogada e disponível para consulta.

Suas obras integram acervos como o Museu de Arte do Rio Grande do Sul, o Museu de Arte Moderna de São Paulo e a Pinacoteca de São Paulo, além do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, que incorporou trabalhos ao seu acervo em 2020, reafirmando a relevância internacional de sua produção.

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📆 Atendimento presencial com agendamento

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(51) 99836.8699 . Maria Fernanda

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Vera Chaves BarcellosOn Ice . Fotografia impressa com pigmento mineral sobre papel 100% algodão . 110x110cm . 1978 . Edi...
24/04/2026

Vera Chaves Barcellos

On Ice . Fotografia impressa com pigmento mineral sobre papel 100% algodão . 110x110cm . 1978 . Edição 1 de 3 (+1 PA) . Emoldurada com vidro museológico

Vera Chaves Barcellos (Porto Alegre, 1938) construiu uma trajetória sólida e internacional, articulando produção artística, formação no exterior e atuação institucional.

Iniciou sua pesquisa nos anos 1960 na gravura, após estudos na Europa, e aprofundou-se em fotografia e técnicas gráficas em Londres. Em 1976, integrou a representação brasileira na Bienal de Veneza com Testarte.

A partir dos anos 1970, desenvolveu uma obra alinhada à arte conceitual — posteriormente expandida para instalações multimídia — ao mesmo tempo em que teve papel estruturante na cena contemporânea do sul do Brasil, como cofundadora do Nervo Óptico, do Espaço N.O. e da galeria Obra Aberta.

Participou de quatro edições da Bienal de São Paulo e de importantes exposições no Brasil e no exterior.

Entre tantas exposições importantes, destaques para mostras como Panorama da Arte Brasileira (1997), Território Expandido (2000) e Sem Fronteiras (2001), além das individuais O Grão da Imagem (2007) e Imagens em Migração (2009), no MASP. Em 2017, integrou a exposição Radical Women: Latin American Art 1960–1985, no Hammer Museum e no Brooklyn Museum, NY. Em 2023, teve retrospectiva na Fundação Iberê Camargo.

Em 2005, fundou a Fundação Vera Chaves Barcellos, referência na preservação e difusão da arte contemporânea, consolidando também sua atuação institucional. Atualmente, a possui o maior acervo de arte contemporânea do Rio Grande do Sul, catalogada e disponível para consulta.

Suas obras integram acervos como o Museu de Arte do Rio Grande do Sul, o Museu de Arte Moderna de São Paulo e a Pinacoteca de São Paulo, além do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, que incorporou trabalhos ao seu acervo em 2020, reafirmando a relevância internacional de sua produção.

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A Galeria Clima participa da SP-Arte pelo terceiro ano consecutivo, consolidando sua atuação no circuito contemporâneo b...
12/04/2026

A Galeria Clima participa da SP-Arte pelo terceiro ano consecutivo, consolidando sua atuação no circuito contemporâneo brasileiro.

Nesta edição, a curadoria reúne um conjunto diverso de artistas:

Abraham Palatnik, Armarinhos Teixeira, Claudia Jaguaribe, Edith Derdyk, Eduardo Sued, Fabiana Gabaskallás, Georgia Kyriakakis, Hilal Sami Hilal, José Spaniol, José Rufino, Luiz Alphonsus, Maria Porto, Marina Camargo, Rafaela Saraiva, Vera Chaves Barcelos e Waltercio Caldas.

Até 12/04, stand D20, Pavilhão da Bienal SP

11/04/2026
José RufinoCollection . Monotipias à maneira de Rorschach sobre fichas de trabalho . 2017 . 28 × 16 cm (cada)Essa obra f...
06/04/2026

José Rufino

Collection . Monotipias à maneira de Rorschach sobre fichas de trabalho . 2017 . 28 × 16 cm (cada)

Essa obra faz parte da exposição Manchas da Memória que destaca as com manchas inspiradas no Teste de Rorschach, que introduzem uma dimensão mais subjetiva e interpretativa.

Assim como nos arquivos históricos, as manchas funcionam como imagens abertas, que ativam memórias, associações e projeções individuais. O que se vê não é fixo — depende de quem olha.

Ao reunir memória documental e imaginação, a exposição propõe uma reflexão sobre como lembranças são construídas, distorcidas e reinterpretadas ao longo do tempo. Aqui, a memória aparece como algo vivo, instável e em constante transformação.

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José RufinoExsilium II . Raiz encontrada, madeira, ferro e tingidores . 90×40×33 cm . 2022Essa obra faz parte da exposiç...
04/04/2026

José Rufino

Exsilium II . Raiz encontrada, madeira, ferro e tingidores . 90×40×33 cm . 2022

Essa obra faz parte da exposição Manchas da Memória que destaca as obras com manchas inspiradas no Teste de Rorschach, que introduzem uma dimensão mais subjetiva e interpretativa.

A escultura de José Rufino articula, de forma sensível, a relação entre corpo, memória e matéria. Ao unir a figura humana a um elemento orgânico e ambíguo, que evoca tanto animal quanto vestígio, a obra tensiona os limites entre sujeito e objeto, vida e arquivo.

A madeira tingida carrega marcas do tempo, reforçando uma poética em que o passado não é estático, mas continuamente reconfigurado no presente.

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Endereço

Avenida Diário De Notícias, 400 Sala 1107/Barra Shopping Sul
Porto Alegre, RS
90810-080

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