10/08/2026
“Foi nos anos 2000 que comecei minha caminhada no graffiti. Naquela época, o material era escasso e, muitas vezes, não tinha grana para comprar latas. Pintava com pincel, tinta acrílica e o que estivesse ao meu alcance. Era tudo na raça, na vontade e, principalmente, na paixão.
Sempre amei a caligrafia e as letras, mas foi pelas personagens que me apaixonei de verdade — e é nelas que continuo me expressando até hoje.
O graffiti se tornou minha vida, meu trabalho e meu lazer. É também onde me encontro, onde me identifico e onde me sinto bem. Olhando para trás, só consigo sentir gratidão por tudo que o graffiti me proporcionou e me ensinou, por todos os lugares que me levou e, principalmente, pelas pessoas incríveis que colocou no meu caminho.
São muitos anos de tinta, histórias, aprendizados e sonhos. E sigo pintando, porque o graffiti não é apenas o que eu faço — é parte de quem eu sou”.