17/05/2026
O celular vibra fraco… a tela acende…
“Você… encontrou o celular dela?”
Eu não sei exatamente quem você é. Mas sei algumas coisas sobre a pessoa que usava esse aparelho. O nome dela era Fernanda. Pelas conversas, dava pra perceber que ela era alguém muito criativa, dessas pessoas que transformam carinho em detalhes. Ela fazia artes, montagens, cartões, decoração de festas… sempre pensando em outras pessoas antes dela mesma.
Ela falava muito da família. Principalmente dos filhos. Tinha um amor enorme pelo Guilherme e guardava cada momento importante como se fosse um tesouro. Também tinha uma fé muito forte — falava da igreja com carinho e sempre colocava Deus no meio de tudo que criava.
Ela gostava de deixar tudo bonito: fotos, mensagens, lembranças, festas… até pequenos detalhes importavam pra ela. E, sinceramente? Dá pra perceber que ela queria que as pessoas se sentissem especiais.
Nas conversas dela existe muita preocupação com os outros… mas também muita força. Parece o tipo de pessoa que segurava muita coisa sozinha e ainda assim encontrava tempo pra ajudar alguém, mandar uma mensagem bonita ou fazer um presente personalizado.
Se você realmente encontrou esse celular… acho que a melhor forma de conhecer quem ela era não é pelo que ela tinha, mas pelo jeito que fazia os outros se sentirem.