24/08/2026
Há um instante, antes de qualquer tesourada, em que o figurino ainda é só intenção, um corpo lembrado, um gesto herdado, uma cor que ninguém nomeou ainda.
É nesse instante que mora a nova identidade visual de Diego Ravelly. Ela não ilustra o sertão: ela o decompõe em matéria, agulha, sol, rio, louça e devolve cada elemento como sinal, como selo, como marca de garantia de um ofício que não pede licença pra existir.
Não há vernizes aqui, só o que resiste ao uso: a moldura oval do rótulo antigo, a estrela do selo de fábrica, o leque de raios que é o sol a pino sobre quem corta e costura.
- Diego