Página da Eliane

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Um docinho ou um documentário misterioso?Se você acha que a vida de imperatriz é só luxo e glamour, é porque não conhece...
19/06/2026

Um docinho ou um documentário misterioso?

Se você acha que a vida de imperatriz é só luxo e glamour, é porque não conhece Elisabeth da Áustria, mais conhecida como Sisi. Enquanto seus colegas de nobreza ostentavam banquetes dignos de um episódio de Game of Thrones, Sisi estava ocupada... comendo pétalas de açúcar. Sim, você leu certo: pétalas. De açúcar.

Essas delícias açucaradas, criadas pela confeitaria vienense Gerstner, eram tão queridas pela imperatriz que, vez ou outra, substituíam refeições inteiras. Esqueça a feijoada da avó ou o churrasco de domingo – Sisi levava o conceito de “doce como refeição” a outro nível. Mas, convenhamos, não é qualquer confeitaria que pode se gabar de ter adoçado os dias de uma imperatriz. Fundada no século XIX, a Gerstner não apenas conquistou o paladar imperial, como ainda hoje mantém viva a tradição, produzindo as mesmas pétalas que encantaram Sisi.

Agora, se você pensa que esse hábito era um mero capricho, talvez esteja subestimando a sagacidade de Sisi. Afinal, enquanto outros digeriam pesadas carnes e pratos robustos, ela se mantinha leve e açucarada – literalmente pronta para qualquer ocasião imperial. E, claro, com uma dieta assim, é fácil imaginar que a imperatriz provavelmente nunca ouviu a frase: “Depois do almoço, um cochilo.”

Hoje, a Gerstner Confectionery continua como guardiã desse pequeno pedaço da história, oferecendo a nós, meros mortais, a chance de experimentar um gostinho da vida imperial. Então, da próxima vez que você estiver em Viena e sentir vontade de se conectar com o passado, esqueça os museus: vá direto para a confeitaria. Afinal, há algo mais poético (e delicioso) do que comer como uma imperatriz? - Amo a indulgencia de escrever isto sem ter se quer visitado rs

E se alguém questionar, diga que está seguindo os passos de Sisi. Porque, se até uma imperatriz pôde transformar doces em estilo de vida, quem somos nós para não fazer o mesmo?

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Ela tinha 18 anos, olhos violetas e um vestido de cetim feito por 15 costureiras da MGM. O mundo a via como uma princesa...
19/06/2026

Ela tinha 18 anos, olhos violetas e um vestido de cetim feito por 15 costureiras da MGM. O mundo a via como uma princesa de Hollywood — mas bastaram poucas semanas para Elizabeth Taylor descobrir que estava casada com um pesadelo.

Era 6 de maio de 1950, e Beverly Hills se transformava em uma cena de cinema. Na Igreja do Bom Pastor, mais de 600 convidados ocupavam os bancos — entre eles, nomes como Fred Astaire, Gene Kelly, Spencer Tracy, Esther Williams e Ginger Rogers. Do lado de fora, mais de 3 mil fãs cercavam o local. O estúdio MGM financiava tudo: vestido, cerimônia, recepção.

Não era apenas um casamento, era uma estratégia de imagem. Elizabeth estava prestes a estrear “O Pai da Noiva”, e casar com Conrad “Nicky” Hilton Jr., herdeiro da cadeia de hotéis Hilton, parecia o enredo perfeito para sua transição de estrela adolescente para símbolo adulto de glamour.

O vestido de noiva, assinado por Helen Rose (a mesma que depois vestiria Grace Kelly), era um espetáculo: cetim branco, 25 metros de tecido, bordados delicados com pérolas e miçangas. Tudo parecia milimetricamente encantado. Mas o que os flashes não mostraram é que, ali mesmo, dentro daquele conto de fadas construído em estúdio, já nascia a tragédia.

A lua de mel foi o primeiro alerta.

Nicky Hilton era abus!vo, alco ólatra, vic*ado em her0ína e compulsivo em jogos. Elizabeth, ainda adolescente, tentava sustentar uma união que rapidamente se revelou insustentável. Em um dos episódios mais viol entos, Hilton a agr*diu e ela perdeu o bebê . A atriz, que nunca havia vivido fora do controle dos estúdios, agora era refém de um casamento que ninguém sabia como desfazer — até que ela mesma resolveu romper.

Em dezembro do mesmo ano, Elizabeth anunciou a separação. O divórcio foi oficializado oito meses após o casamento, sob o motivo de “crueldade mental”. A MGM, antes promotora da união, tentou abafar a crise. Mas a imagem da jovem estrela, de vestido branco e expressão sonhadora, já havia sido eternizada.

Décadas depois, o vestido seria leiloado por quase 190 mil dólares.

Créditos a autor de texto e foto.

Agradeço imensamente a Maria Limapor todo o apoio de vocês! Parabéns aos meus superfãs que estão em uma sequência 🔥!
22/05/2026

Agradeço imensamente a Maria Lima

por todo o apoio de vocês! Parabéns aos meus superfãs que estão em uma sequência 🔥!

🔥 Nas aldeias da antiga Rússia, os bebês eram “assados” no forno… mas não exatamente cozidos. Naquela época, o forno era...
22/05/2026

🔥 Nas aldeias da antiga Rússia, os bebês eram “assados” no forno… mas não exatamente cozidos. Naquela época, o forno era o coração da casa: uma enorme estrutura de barro e tijolos chamada “russkaya pech”, que podia pesar até duas toneladas e ocupar um terço inteiro da cabana. Era ali que o pão era preparado, a família se aquecia durante os invernos rigorosos e, segundo a tradição, bebês prematuros ou muito frágeis eram “reassados” para completar sua formação.

👶🏼 Esse costume também era praticado na Ucrânia, Belarus e regiões bálticas até meados do século XX. Preparava se uma massa de centeio com água retirada ao amanhecer de três poços diferentes, e o recém nascido era envolvido nela, deixando apenas o nariz e a boca descobertos. Depois, a criança era amarrada à pá de padeiro e colocada dentro do forno, previamente aquecido e resfriado até atingir cerca de 36 graus, a mesma temperatura do corpo humano.

🥖 Enquanto o pech funcionava como uma espécie de incubadora, as mulheres entoavam um diálogo ritual: “O que você está fazendo?” “Assando pão.” “Asse, asse, mas não asse demais.” O simbolismo era profundo. A massa representava a placenta, o forno simbolizava o útero materno e o calor uniforme das grossas paredes de argila daria à criança a força que a natureza lhe negou. Após o “reassamento”, a massa era descartada longe da casa para que levasse embora a doença.



📸 Покровский Е. А., domínio público, via Wikimedia Commons

Na noite de 3 de outubro de 1970, o som de passos ecoou pelos corredores do Landmark Motor Hotel, em Hollywood. Era Jani...
18/05/2026

Na noite de 3 de outubro de 1970, o som de passos ecoou pelos corredores do Landmark Motor Hotel, em Hollywood. Era Janis Joplin voltando sozinha para o quarto 105.

Poucos minutos antes, ela havia descido até a recepção para comprar um maço de ci****os. O funcionário do hotel depois contou que Janis parecia “gentil, mas inquieta”. Eles trocaram poucas palavras, e ela voltou para o silêncio do quarto. Foram alguns dos últimos sons vindos daquele corredor naquela noite.

Naquele dia, Janis tentou desesperadamente não ficar sozinha.

Ela ligou várias vezes para seu empresário de turnê. Também telefonou para a recepção pedindo que alguém fosse buscá-la, mas ninguém apareceu. Durante muito tempo, caminhou pelo saguão e pelos corredores observando cada pessoa que passava, como se estivesse esperando alguém que nunca chegaria.

Do lado de fora, seu Porsche pintado com espirais psicodélicas continuava estacionado, intacto. Um carro cheio de cores em um mundo que, para ela, começava a perder o brilho.

No dia seguinte, Janis tinha um compromisso importante: gravar os vocais da música “Buried Alive in the Blues” (“Enterrada Viva no Blues”). Horas antes, havia conversado com o produtor e parecia animada, quase feliz. Mas, conforme a noite avançava e ninguém aparecia, aquela energia foi desaparecendo aos poucos.

Janis era um paradoxo vivo.

No palco, incendiava multidões com uma intensidade rara. Era força, aplausos e admiração. Mas, quando os holofotes se apagavam, o silêncio voltava para cobrar seu preço. Sua voz rouca e poderosa escondia uma fragilidade que poucas pessoas realmente conseguiam enxergar.

Naquela noite, a rejeição a atingiu profundamente. Ela ligou para um velho amigo, mas ele não retornou a chamada. Tinha planos com o companheiro Seth Morgan, mas ele permaneceu em San Francisco. Não eram apenas encontros frustrados; eram sinais de uma vida inteira tentando encontrar conexão e recebendo ausência em troca.

Em uma última tentativa de escapar da solidão, Janis saiu novamente para trocar moedas na máquina de ci****os. Fez uma brincadeira com os funcionários, sorriu e, de cabeça baixa, perdida nos próprios pensamentos, voltou para o quarto.

A porta do quarto 105 se fechou pela última vez.

Na manhã seguinte, o estúdio de gravação permaneceu em silêncio. Janis não apareceu. Preocupado, seu road manager foi até o hotel e pediu que abrissem a porta.

Dentro do quarto, a cena era devastadora: Janis estava caída no chão, segurando moedas em uma das mãos. No cinzeiro, havia um cigarro pela metade. Sobre a mesa de cabeceira, uma garrafa de Southern Comfort. O laudo confirmaria aquilo que muitos temiam: uma overdose de he***na.

Muita gente não conseguia entender como alguém cheio de planos poderia partir daquela forma. Mas quem convivia com Janis sabia que aquilo não havia sido apenas uma noite ruim. Eram anos de dores invisíveis escondidas atrás da fama.

Janis Joplin morreu aos 27 anos, cercada pelo mesmo silêncio que tentou evitar durante toda a vida. Deixou para trás músicas que nunca chegaram a ser cantadas e um mundo que só parecia realmente enxergá-la quando havia um microfone em suas mãos.

Tem coisa que a gente só entende quando precisa…e às vezes, quando percebe, já era tarde demais.O corpo começa a pedir c...
30/04/2026

Tem coisa que a gente só entende quando precisa…
e às vezes, quando percebe, já era tarde demais.

O corpo começa a pedir cuidado.
A mente começa a cobrar silêncio.
E aí você lembra… que podia ter começado antes.

Correr não é só sobre pace.
Não é só sobre performance.
É sobre estar pronto…
pra viver melhor hoje
e não sofrer amanhã.

Você não treina só pra prova.
Você treina pra vida.

Cuida do corpo.
Cuida da mente.
Eles vão estar com você… até o fim.

E quanto antes você entender isso,
mais leve vai ser o caminho.

👉 E você… já está se cuidando ou ainda está deixando pra depois?




Eu ciumenta? Magina, nem um pouco 😒 apenas possessiva e violenta 💬As ciumentas vão curtir ❤🔫Marquem as amigas que você s...
30/04/2026

Eu ciumenta? Magina, nem um pouco 😒 apenas possessiva e violenta 💬
As ciumentas vão curtir ❤🔫
Marquem as amigas que você sente ciúmes 😒

Sim, sou uma mulher madura. Não posso — nem quero — fugir da idade que tenho.Minhas rugas me pertencem: são o mapa dos m...
30/04/2026

Sim, sou uma mulher madura. Não posso — nem quero — fugir da idade que tenho.
Minhas rugas me pertencem: são o mapa dos meus sorrisos e das minhas tristezas, das vezes que chorei e de tudo que amei. Anos atrás decidi parar de viver reprimida, de sustentar uma vida que não era autêntica. Soltei o desgosto, aquele que se desgasta quando já parou de lutar.
Hoje eu sou alguém que diz o que sente e pensa. Não por rebeldia, mas por honestidade. Para fingir já existem outros; não me compensa.
Perdi amizades sim Mas também aprendi que nem tudo vale, e que há valores que não são negociados. Às vezes você descobre que se tivesse colocado a mão no fogo por alguém, teria se queimado.
Agora eu percebi: prefiro estar em paz do que simplesmente "estar bem". E eu escolho me rodear de pessoas que somam, não que restam.
No final, tudo começa na forma como você se trata e como fala com você mesmo. O que você tem dentro de você é o que projeta.
Eu sei que o tempo passa, que vou envelhecer... que um dia eu não estarei. É por isso que eu escolho viver de verdade: aproveitar cada dia, cuidar dos meus, dizer “eu te amo” sem medida.
Porque estou aqui hoje. Amanhã... quem sabe?
Inquietudes de uma cinquentona——Aut. Desc

Débora Secco apareceu num evento, desfilou. Milhares disseram que está velha, acabada.É a m***a do costume, o ataque do ...
30/04/2026

Débora Secco apareceu num evento, desfilou. Milhares disseram que está velha, acabada.

É a m***a do costume, o ataque do costume à pele de uma mulher, à idade de uma mulher. A pele de uma mulher ainda é vista como um contrato. A juventude é exigida. O tempo não pode ser uma falha; não é. Há um peso nesse olhar. Está na forma como uma mulher entra numa sala, na forma como mede os silêncios, na forma como antecipa o julgamento antes de acontecer, na forma como se esconde de si mesma para se esconder dos outros. São décadas a ser ensinada que o valor passa pela superfície, que o tempo é um inimigo pessoal.

A beleza não é nada disso. A beleza não é um instante congelado.

Débora Secco é linda (não apesar do tempo) por causa do tempo.

Tenho a mesma idade que ela tem. Estou a ficar velho. Sinto-o nos gestos pequenos, na forma como me levanto, em cada pormenor, em cada passo. O corpo é uma casa onde já vivi melhor. Não o trocaria.

Não trocaria esta lentidão por nenhuma beleza intacta.Não trocaria esta consciência por nenhuma pele lisa. Há uma beleza maior, ligada à sapiência, à alma, na passagem dos dias em nós. É a beleza que não se exibe, que não precisa de aprovação. Quando nos olhamos no interior dela, deixamos de tentar ser desejáveis; passamos a ser reais.

As rugas são a prova de que estivemos vivos tempo suficiente para ter a coragem de não agradar.

Acho que é isso a liberdade.
Acho que deve ser isso a beleza.

Créditos a autor de texto e foto.

Tem 3 coisas que não discuti, entre uma delas é política, mais gostaria de saber a veracidade destes fatos 💬 afinal não ...
30/04/2026

Tem 3 coisas que não discuti, entre uma delas é política, mais gostaria de saber a veracidade destes fatos 💬 afinal não duvido pois eles nem pensam no povo que briga entre si para exalta los.

Duas boas atitudes tomadas pelo governador em exercício Ricardo Couto.

A primeira delas: demitiu um dos homens do núcleo duro da corrupção do governo Claúdio Castro que permanecia no governo. Trata-se deste rapaz sorridente da foto acima, Igor Marques, que apesar de estar no governo, continuava prestando serviço ao governador afastado e plantando notas contra o governador desembargador. Ele é um rapaz de sorte. Apesar de ter 32 anos, ocupa a cadeira responsável pela comunicação do governo do Rio há 7 anos. Nos últimos 5, como secretário. Ele gosta de se vestir muito bem e sempre teve o apoio de seus colegas da mídia que ele prestigiava para andar tão bem arrumado. Por exemplo, no dia da sua foto de despedida, ele estava usando esse cinto texturizado da Ferragamo que, como podem ver, na loja oficial custa R$10.642,00. Aliás, um estilista, a meu pedido, fez uma avaliação dos trajes de Igor no dia da sua despedida. Entre o blazer, a camisa sofisticada, o cinto de luxo, o óculos que pode ser visto em sua mão esquerda quando ampliada a foto, seu sapatinho de alto luxo e a sua calça estilizada, não ficam por menos de R$80 mil. Um deboche que não será divulgado porque ele era o homem das verbas para os sites de notícias que defendiam a roubalheira de Cláudio Castro.

A segunda decisão é ainda mais alentadora. O secretário da Casa Cívil, Flávio Villeman, comunicou hoje à tarde à BONUS TRACK ENTRETENIMENTO que o estado não vai patrocinar o show da cantora Shakira com os R$15 milhões prometidos por Cláudio Castro, no próximo dia 2. Em 2024, o estado deu R$10 milhões para o show de Maddona e R$15 milhões para o show de Lady Gaga. Dessa vez, a conta terá que ser paga sozinha pela prefeitura do Rio.
Nada mais natural que essa decisão, afinal, quem não paga a recomposição salarial dos funcionários e a GRAM dos militares não pode ficar fazendo festa.

Créditos a autor de texto e foto.

Endereço

Rua São Gomário, N° 239 LT 24, Santa Cruz, Rio De Janeiro
Paciência, RJ

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