12/01/2026
O caso da Isabela Veloso escancara algo muito triste: além de enfrentar um câncer, ela também teve que enfrentar o preconceito.
Pessoas julgando aparência, escolhas, força, dor — como se alguém tivesse o direito de dizer como um paciente deve agir ou sentir.
Câncer não tem padrão, tratamento não tem roteiro e ninguém é obrigado a sofrer em silêncio para provar que está doente.
Falta empatia, sobra julgamento.
Antes de apontar o dedo, lembre-se: você não sabe a batalha que o outro trava todos os dias.